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Sofia de Sequeira Galvão (Lisboa, 6 de Abril de 1963) é uma advogada portuguesa.

Com carreira na advocacia — foi admitida em 1991 na Ordem dos Advogados Portugueses[1] — Sofia Galvão completou, na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, a licenciatura em Direito (1988) e o mestrado em Ciências Jurídicas (1995).

Integrou, como sócia, as sociedades de advogados PLMJ & Associados (1991-2005), Sérvulo & Associados (2005-2007) e Vieira de Almeida & Associados (2007-2014), concentrando-se nas áreas de Imobiliário, Urbanismo, Ambiente e Turismo. Atualmente é responsável pelo seu próprio projeto, Sofia Galvão Advogados, uma boutique law firm especializada em Direito do Território.

Foi ainda, na qualidade de assistente (1989-2003), docente de diversas disciplinas na Faculdade de Direito de Lisboa, tendo estado também encarregue de reger a disciplina de Direito do Urbanismo. Durante o mesmo período foi coautora, com Marcelo Rebelo de Sousa, de umas lições de Introdução ao Estudo do Direito, com diversas edições. Também publicou um estudo sobre o Contrato de Cheque, correspondente à sua dissertação de mestrado. Foi, por fim, membro dos órgãos do Conselho Diretivo, do Conselho Pedagógico e da Assembleia de Representantes daquela Faculdade.

Entre os cargos profissionais que exerceu contam-se os de presidente da Direcção da AD URBEM - Associação para o Desenvolvimento do Direito do Urbanismo e da Construção, de secretária-geral da Associação de Promotores Imobiliários. Foi ainda, por designação do Ministro das Finanças, vogal da Comissão para a Reforma da Tributação do Património.

Atividade políticaEditar

Militante do Partido Social Democrata e dada como próxima de Marcelo Rebelo de Sousa,[2] Sofia Galvão foi membro da Assembleia Municipal de Oeiras e desempenhou funções no XVI Governo Constitucional. Neste governo, chefiado por Pedro Santana Lopes, entrou como Secretária de Estado da Administração Pública e passou depois a Secretária de Estado da Presidência do Conselho de Ministros.

Com Manuela Ferreira Leite tornou-se vice-presidente da Comissão Política Nacional do PSD (2008-2010). A seguir, foi apoiante destacada de Paulo Rangel,[3] em 2010, quando este defrontou Pedro Passos Coelho nas eleições diretas, ganhas por Passos.

Em 2016 é o próprio Passos Coelho quem leva Sofia Galvão a regressar à função de vice-presidente do partido.[4] Ficou no cargo até o mandato da comissão política terminar, em 2018, ano em que Rui Rio passou a presidir ao PSD, após vencer as eleições diretas de fevereiro do mesmo ano[5].

Referências