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Tânia Lamarca (Florianópolis, 1954) é uma cineasta brasileira.

Aos 23 anos, qualificada como técnica em enfermagem, mudou-se para São Paulo, onde entrou em contato com a produção de cinema da Boca do Lixo, participando em filmes como figurante, depois como continuísta e em seguida como assistente de direção.

Em 1979, envolvida com o filme "Os Embalos de Ipanema", de Antônio Calmon, viajou com a produção para o Rio de Janeiro e ficou por lá, decidida a continuar fazendo cinema. Trabalhou como assistente de direção em mais de 15 filmes, entre eles "Gabriela, cravo e canela" (1983), de Bruno Barreto, "Patriamada", de Tizuka Yamasaki e "Perfume de Gardênia" (1992), de Guilherme de Almeida Prado. No início dos anos 1980 dirigiu seus primeiros curtas e passou a trabalhar também na produção, em filmes como "O País dos Tenentes" (1986), de João Batista de Andrade e "Veja esta Canção" (1994), de Cacá Diegues.

Em televisão, trabalhou como roteirista para a TV Globo, na minissérie "Quem Ama não Mata" (1981, com Euclydes Marinho) e em dois episódios da série "Caso Verdade". Foi uma das diretoras da novela "Olho por Olho" (1988) para a TV Manchete e da primeira fase de "Metamorphoses" (2004) para a TV Record.

Estreou na direção de longa-metragem com "Buena sorte" (1997), filme que ela também escreveu e produziu, numa tentativa de ficcionalizar o universo dos rodeios do interior de São Paulo. Em 2001, dirigiu seu segundo longa, o infantil "Tainá - Uma Aventura na Amazônia", substituindo o diretor Sérgio Bloch logo no início das filmagens. Com "Tainá", Tânia alcançou sucesso de público e crítica, tendo participado de mais de 50 festivais e recebido 10 prêmios, inclusive o de melhor filme no Festival Internacional de Filmes Infantis de Chicago.

Em 2001, voltou a residir em sua cidade natal, Florianópolis, onde mantém a produtora "Acquafredda Produções".

Filmografia como diretoraEditar