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Telecom Italia

empresa multinacional italiana de telecomunicações
Telecom Italia
Razão social Telecom Italia S.p.A.
Empresa de capital aberto
Cotação
Atividade Telecomunicações, comunicação de massa, eletrônicos
Fundação 1994
Sede Roma
Área(s) servida(s) Brasil e Itália
Presidente Flavio Cattaneo
Empregados 83,134 (2012)[1]
Produtos Telefonia fixa, Telefonia móvel, Banda larga, Serviços de TI, Soluções de Rede, Televisão digital
Subsidiárias
Acionistas Vivendi (24.9%)
Valor de mercado €77.5 bilhões(2017)[1]
Lucro €29.50 bilhões (2017)[1]
Website oficial telecomitalia.com

Telecom Italia (NYSE: TI) é a maior empresa de telecomunicações da Itália. Foi fundada em 1994 pela junção de várias empresas de telecomunicações do estado, sendo a mais importante a Società Italiana per l'Esercizio Telefonico p.A. (conhecida como SIP). É mais conhecida por seu braço de telefonia móvel, a Telecom Italia Mobile, a maior do mercado italiano e segunda no Brasil. Também possui operações na Argentina (Telecom Argentina), na Bolívia (Entel), em Cuba (ETECSA) além da sua operação na Itália.

Antes uma empresa estatal, a Telecom Italia foi privatizada em 1999 em meio a altas dívidas. Dois anos depois, a empresa teve seu controle primário adquirido em 2001 pela Pirelli e a família Benetton, que compraram 23% da subsidiária Olivetti.[2] Em 2007, a Pirelli decidiu largar da companhia vendendo sua parte do conglomerado Olimpia para o consórcio Telco - que incluía a empresa de telefonia espanhola Telefónica, os bancos italianos Intesa Sanpaolo e Mediobanca, a seguradora Assicurazioni Generali e a investidora dos Benneton Sintonia.[3][4] Dois anos depois a Benetton pagou para sair da Telco.[5][6] Em 2013, com Mediobanca e Generali desejando sair da Telco,[7][8] a Telefónica expressou interesse em se tornar proprietária única da Telco, e indiretamente maior acionista da Telecom Italia.[9] Mas as negociações esbarram em uma ação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica brasileiro, visto que Telefónica e Telecom Italia dominam o mercado de celulares no Brasil com Vivo e TIM Brasil.[10] O egípcio Naguib Sawiris expressou interesse em investir na Telecom Italia, possivelmente comprando a TIM Brasil, para resolver o impasse.[11] Sawiris considera investir até US$ 2 bilhões na empresa.[12] Em setembro de 2014, a Telefónica vendeu 5,7% da Telecom Italia para a francesa Vivendi em troca do braço brasileiro da GVT.[13]

Referências

Ligações externasEditar