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The Dillinger Escape Plan
The Dillinger Escape Plans Greg Puciato.jpg
A banda em concerto, 2005
Informação geral
Origem Morris Plains, Nova Jérsei
País  Estados Unidos
Gênero(s)
Período em atividade 1997 - 2017
Gravadora(s) Sumerian, Epitaph, Season of Mist, Relapse, Now or Never, Party Smasher Inc.
Integrantes Billy Rymer
Greg Puciato
Ben Weinman
Liam Wilson
Ex-integrantes Dimitri Minakakis
Mike Patton
Jeff Wood
Adam Doll
John Fulton
Derek Brantley
Chris Pennie
Brian Benoit
Gil Shareone
Jeff Tuttle
Página oficial www.dillingerescapeplan.org

The Dillinger Escape Plan. é o nome de uma banda norte-americana de mathcore. Após a conclusão de formação superior na Universidade de Berkeley em jazz, nos Estados Unidos da América, alguns membros da banda tiveram contacto directo com Mike Patton, um dos músicos mais icónicos de sempre da cena de rock do mesmo pais. Patton Terá gravado um EP designado Calculating Infinity com a banda, que cruzava referências heavy metal/hardcore, com elementos de jazz, com algumas referências na linguagem musical a nível harmónico usado pelos compositores da segunda escola de Viena e pelo pós segunda-escola de Viena, sobretudo no tocante ao pós-serialismo/dodecafonismo, pelo menos a nível de distribuição espectral de conteúdo harmónico (exemplo: nicholas slonimsky - the saurus of scales melodic patterns and arpeggios), assim como algumas referências do tipo de linguagem harmónica usada logo nos anos sessenta, com músicos como Ornette Coleman, e uma série de outros. As estruturas métricas da banda são caracterizadas por modalismo rítmico, polirritmia, divisões concorrentes de compasso, e mudanças bruscas a nível métrico. Uma das músicas que gravaram logo no primeiro ep, foi a faixa Come to Daddy, the Aphex Twin, que terá sido uma referrência para outros músicos mais tarde, como os próprios Animals As Leaders de Tomi Abasi. Ficaram conhecidos pelas suas grandes capacidades técnicas musicais e pela dimensão visceral dos seus concertos, que para além de um virtuosismos técnico e escrita incríveis, associavam a tudo isto uma componente cénica incrível, com um nível de encenação e coreográfica da banda quase nunca antes visto. O nome da banda é uma alusão ao famoso ladrão de bancos norte-americano John Dillinger. A banda separou-se no final de 2017, depois de uma carreira de glória dentro do mais fringe metal hardcore, e de múltiplas mudanças de formação, associadas a tensões internas, acidentes em palco e em tourné, etc. A footprint estética da banda, foi uma base do ADN de algumas das bandas pioneiras de djent, que pegaram no tipo de estruturas rítmicas que estes usavam, optaram por marcações de compasso mais lentas, afinaram as guitarras uma oitava abaixo, muitas das vezes usando cordas de guitarra de oito cordas, e optaram por riffs de guitarra, baixo e bateria mais simples.

HistóriaEditar

O início da banda pode ser traçado na banda de hardcore Arcane. A formação do Arcane durante sua última fase incluia o vocalista Dimitri Minakakis, Ben Weinman e Derek Brantley nas guitarras, o baterista Chris Pennie e Adam Doll ocupando o baixo. Com essa formação, o The Dillinger Escape Plan tocou apenas duas vezes. O guitarrista Brantley acaba deixando o grupo. Administrado pelo amigo de longa data e caçador de baleias como emprego, Tom Apostolopoulos e pelo guitarrista Benjamin Weinman, o grupo grava a sua primeira demo, que a gravadora "Now or Never Records", oferece como álbum agora. John Fulton junta-se a banda, preenchendo a vaga deixada por Derek Brantley, pouco tempo após a primeira tour da banda. A banda ganha notoriedade na cena hardcore pela intensidade de sua performance, notoriamente conseguindo chamar a atenção de representantes da Relapse Records, que compareceram em um show da banda na Pensilvânia, fato esse que acabou gerando um contrato com a gravadora. O baixista Fulton toca no primeiro lançamento da banda, o EP Under the Running Board, mas acaba deixando a banda em 1998.

As três músicas lançadas, serviram de antecipação para o primeiro álbum completo da banda, chamado Calculating Infinity. Antes da gravação deste, o baixista Adam Doll se envolveu em um acidente automobilístico, deixando-o paralisado da cintura para baixo, mesmo assim, é creditado como colaborador no álbum. O guitarrista Weinman acabou tocando baixo e guitarra na gravação. John Futon acaba saindo da banda antes da turnê, e para seu lugar é chamado Brian Benoit, da banda Jesuit. O álbum recebeu críticas positivas, tanto da mídia underground quanto da mídia mainstream, chamando a atenção do ex-vocalista do Faith No More, Mike Patton, que os chamam para excursionar com sua banda, Mr. Bungle. Jeff Wood, ex-baixista do M.O.D., junta-se a banda na turnê. A banda concorda em excursionar com o Mr. Bungle, e faz uma série de shows por todo os Estados Unidos, junto também com a banda Candiria. Conforme o tempo, a banda passou a encorporar em seus shows samplers, iluminação, fogos de artifício e um cuspidor de fogo. Após meses de turnê, incluindo apresentações nos festivais "Warped Tour e "March Metal Meltdown", o baixista sai da banda para se dedicar ao seu projeto chamado Shat. Em seu lugar entra o baixista Liam Wilson da banda Starkweather.

Em 2000, a gravadora Now or Never Records relança o primeiro álbum da banda, mais algumas bonus tracks. O vocalista Minakakis acaba saindo da banda neste tempo. Após um tempo tocando alguns shows sem um vocalista, a banda se reúne algumas vezes com o ex-vocalista, que acaba concordando fazer um último show com a banda. A banda então começa a procurar um substituto pela internet. Enquanto a banda fazia sua procura, eles acabaram gravando um EP com Mike Patton nos vocais. A banda neste ano, tocou no festival "Krazy Fest" em Louisville, Kentucky com Sean Ingram do Coalesce no vocal. Em março de 2002, a banda anunciou o lançamento do EP Irony is a Dead Scene, lançado pela gravadora Epitaph Records e com Mike Patton nos vocais. O álbum teve a estréia de Liam Wilson no baixo. O ex-integrante da banda, Adam Doll participou do álbum, contribuindo com os samplers e os teclados, marcando sua última participação com a banda. Curiosamente, a banda faz um cover do grupo de música eletrônica, Aphex Twin, com a música "Come To Daddy".

No fim de 2001, a banda conhece Greg Puciato, um dos muitos vocalistas testados pela banda nos testes. O vocalista impressiona a banda, com sua linha vocal (que é totalmente diferente de Dimitri Minakakis) e de sua postura agressiva nos palcos. Após dois ensaios conjuntos, a banda oferece a vaga ao músico, que logo o aceita. Sua primeira aparição com a banda foi no festival "CMJ Music Festival" em Nova York, logo depois gravando duas músicas para um tributo ao Black Flag.Em 2004 é lançado o álbum Miss Machine, que gera um sucesso inacreditável para a banda. Com esse álbum, a banda consegui despertar a atenção da mídia, não só do rock, mas como críticos de jazz elogiaram a banda. Enquanto isso a banda fez muitos shows pelo mundo, gerando fãs pelo mundo todo. Alguns antigos fãs desaprovaram, mas em geral, foi um saldo positivo para a banda.

Após um período de dois anos em turnê e duas baixas na banda, a banda lança o EP exclusivo via iTunes, Plagiarism, e o DVD Miss Machine: The DVD. A banda embarcou então numa turnê abrindo para o AFI na América do Norte, e logo em seguida outra com o Coheed and Cambria. A banda prepara material novo, com previsão de lançamento previsto somente em 2009.

Em 2015 Ben Weinman anunciou em entrevista que a banda iria se separar. O vocalista, Greg Puciato, em entrevistas posteriores revelou que a banda "sentia que estava atingindo uma conclusão temática". Após o lançamento do seu último álbum "Dissociation", em 2016, realizaram um ciclo para a turnê do álbum, que se concluiu com o último show da banda em 29 de dezembro de 2017, em Nova Iorque. Após este, a banda se separou definitivamente.

IntegrantesEditar

DiscografiaEditar

Ligações externasEditar