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The Legend of Zelda: The Wind Waker

vídeojogo de 2002
The Legend of Zelda: The Wind Waker
Desenvolvedora(s) Nintendo Entertainment Analysis & Development
Publicadora(s) Nintendo
Diretor(es) Eiji Aonuma
Produtor(es) Shigeru Miyamoto
Takashi Tezuka
Escritor(es) Mitsuhiro Takano
Hajime Takahashi
Artista(s) Yoshiki Haruhana
Satoru Takizawa
Masanao Arimoto
Compositor(es) Kenta Nagata
Hajime Wakai
Toru Minegishi
Koji Kondo
Plataforma(s) Nintendo GameCube
Série The Legend of Zelda
Data(s) de lançamento
  • JP 13 de dezembro de 2002
  • AN 24 de março de 2003
  • EU 2 de maio de 2003
Gênero(s) Ação-aventura
Modos de jogo Um jogador
The Legend of Zelda:
Four Swords
The Legend of Zelda:
Four Swords Adventures

The Legend of Zelda: The Wind Waker (ゼルダの伝説 風のタクト, Zeruda no Densetsu: Kaze no Takuto?) é um jogo eletrônico de ação-aventura desenvolvido pela Nintendo Entertainment Analysis & Development e publicado pela Nintendo. É o décimo título da série The Legend of Zelda e foi lançado exclusivamente para GameCube em dezembro de 2002 no Japão, março de 2003 na América do Norte e maio na Europa. A história segue o protagonista Link enquanto explora um arquipélago no meio de um vasto oceano à procura de sua irmã, que foi sequestrada e está nas mãos do maligno feiticeiro Ganon. Em sua jornada ele é auxiliado por uma capitã pirata chamada Tetra e por um barco falante chamado Rei dos Leões Vermelhos.

A jogabilidade é apresentada em uma perspectiva em terceira pessoa, com os jogadores podendo usar uma espada, escudo e outros itens durante combate. Assim como em títulos anteriores da série, Link explora uma série de calabouços com o objetivo de enfrentar inimigos, encontrar itens e solucionar quebra-cabeças. O jogador deve explorar os oceanos e ilhas, com o vento auxiliando na navegação e desempenhando um grande papel na condução do batão mágico Wind Waker. O estilo artístico é bem diferente de seus predecessores, possuindo um visual cartunesco muito estilizado criado por meio de cel shading.

O desenvolvimento de The Wind Waker começou antes da finalização da The Legend of Zelda: Majora's Mask em 2000 e durou até 2002. Eiji Aonuma retornou como diretor, enquanto Shigeru Miyamoto e Takashi Tezuka assumiram posições de produtores. A equipe não queria continuar com o estilo realista de gráficos dos títulos anteriores, escolhendo assim uma estética cartunesca que oferecia novas possibilidades de jogabilidade. Kenta Nagata, Hajime Wakai, Toru Minegishi e Koji Kondo trabalharam na criação da trilha sonora, inspirando-se em temas anteriores da série e em músicas tradicionais irlandesas.

The Wind Waker foi aclamado pela crítica ao ser lançado. Os principais elogios ficando com seus visuais, jogabilidade, história e projeto de jogo, porém sua direção de arte dividiu as opiniões dos fãs, com muitos o considerando "infantil" e direcionado principalmente para crianças. Isto fez com que o título tivesse números de vendas bem inferiores a seus predecessores. The Wind Waker mesmo assim foi indicado e venceu diversos prêmios, com sua reputação melhorando no decorrer dos anos após seu lançamento. Duas sequências intituladas The Legend of Zelda: Phantom Hourglass em 2007 e The Legend of Zelda: Spirit Tracks em 2009 estrearam no Nintendo DS, enquanto uma remasterização foi lançada para Wii U em 2013.

Índice

JogabilidadeEditar

O esquema de controles de Wind Waker é uma atualização do esquema de Ocarina of Time e Majora's Mask, com muitas características inalteradas. As ações básicas de Link como andar, correr, atacar, defender, e pular automaticamente foram mantidos. Link também usa o esquema introduzido em Ocarina of Time que o permite "travar a mira" em um inimigo ou em um outro alvo. Uma adição a esse esquema de controle básico é a habilidade de desviar. Quando Link trava a mira em um oponente e não ataca ativamente, certos ataques do oponente irão acionar uma indicação visual, uma vibração do controle, e um sinal sonoro. Atacar nesse ponto faz Link esquivar ou desviar e então contra-atacar pela retaguarda ou enquanto pulando sobre a cabeça do inimigo. Essa tática se torna crucial para se derrotar inimigos com armaduras e chefes.[1]

Como em todos os jogos da série, The Wind Waker apresenta várias masmorras — áreas grandes, fechadas e geralmente subterrâneas, que contém diversos inimigos, quebra-cabeças e chefes guardando o objetivo da incursão de Link na masmorra. Para completar as masmorras, Link primariamente utiliza uma espada e um escudo, além de outras armas e itens comumente usados como arco, bumerangue, bombas, e um arpéu. Além disso, determinadas armas usadas pelos inimigos derrotados podem ser apanhadas e utilizadas por Link, o que era uma inovação da série na época.

Ventos e NavegaçãoEditar

Wind Waker é situado em um mar composto de 49 seções organizadas em uma grade de sete por sete. Cada seção contém uma ilha, um pequeno arquipélago, ou um recife. Assim, uma parte significante do jogo é gasta navegando entre as ilhas, permitindo o jogo mascarar o tempo de carregamento por acessar os dados enquanto o jogador está se aproximando da ilha.[2][3]

Para navegar entre as áreas rapidamente, Link usa a "Wind Waker", uma batuta que manipula a direção do vento com uma série de sons. Adicionalmente, o vento também é necessário para a resolução de quebra-cabeças.

Tingle TunerEditar

Outra novidade implementada é a possibilidade de conexão do jogo com o Game Boy Advance através do cabo GameCube-Game Boy Advance, utilizando um item chamado de Tingle Tuner.[4] Com a conexão, um segundo jogador faz o papel de anjo da guarda do primeiro, fornecendo itens de cura e que facilitam na superação de inimigos e obstáculos. Na tela do portátil, o personagem Tingle disponibiliza as utilidades em troca de rupees. Ele também detecta baús invisíveis escondidos em calabouços e no mar.

A compatibilidade entre os dois consoles foi muito bem usada e elogiada. Mas, infelizmente, a baixíssima dificuldade do jogo fica ainda menor utilizando o recurso, sendo motivo de descontentamento entre os jogadores hardcore.

SinopseEditar

A história de Wind Waker ocorre muitas centenas de anos após os acontecimentos de Ocarina of Time. Eventos importantes, porém, ocorrem décadas antes da aventura:

O selo contra Ganondorf perde seu efeito e o mal volta às terras de Hyrule. Todos os civis acreditam no retorno do lendário Herói do Tempo, jovem que chegou a desafiar as leis do tempo para derrotar o Grande Mal, décadas atrás. Mas ele não aparece e o povo perde as esperanças de paz. A fim de não permitir mais uma era de sofrimento e derramamento de sangue, as deusas apelam para uma última medida: selar todo o reino de Hyrule através dos oceanos. O reino permaneceria congelado no tempo, sob uma atmosfera sem cor e vida, até que alguém capaz de salvá-lo aparecesse. Como resultado, as únicas porções de terra firme restantes foram os cumes das montanhas mais altas, as quais passaram de frias e nevadas para um imenso arquipélago tropical, lar dos poucos sobreviventes da tragédia. As pessoas dariam continuidade às suas vidas e, com o passar das gerações, esqueceriam suas origens. Entretanto, a lenda do grande herói permaneceu viva na imaginação de todos.

PersonagensEditar

Durante a campanha o jogador controla Link, um jovem garoto que nasceu em uma ilha chamada Outset Island, localizada no extremo sul do mapa local. No começo do jogo ele está tirado um cochilo no observatório da ilhota, quando é acordado por sua irmã menor, Aryll.

Ainda sonolento, não entende a excitação da caçula ao acordá-lo, até que ela diz "Feliz Aniversário". No dia em que se completa doze anos, como tradição de seu povo, todo menino deve vestir uma túnica e gorro verdes, assim como os usados pelo grande herói na luta pela paz. O jovem recebe o presente (com um pouco de má vontade) de sua amada avó (chamada apenas por Vovó) e, logo em seguida, ganha um telescópio da irmã.

EnredoEditar

Aryll pede que Link teste o presente e quando este o faz avista um navio pirata aproximando-se de da ilha Outset. De repente, Aryll começa a gritar e o garoto avista uma enorme ave com uma jovem presa às patas. O gigante alado é quase abatido pelos canhões do navio e solta a garota, que cai nas florestas do morro da ilha.

Link, determinado a salvá-la, pede ajuda ao mestre Orca, pois monstros habitam a mata e é preciso entrar armado. O velho, então, ensina-o como usar uma espada simples e o menino parte para o resgate da garota, a qual, mais tarde, descobre-se ser Tetra, líder do navio próximo.

Quando os dois chegam até a ponte que interliga a floresta ao restante da ilha, Aryll aparece para ver se está tudo bem e vai ao encontro do irmão. Aproveitando a desatenção de todos e o espaço livre no local da ponte, o pássaro gigante volta e sequestra Aryll, que grita desesperada pelo irmão. Link até tenta, mas nada pode fazer para ajudá-la, entrando em desespero.

Todos na ilha ficam chocados com o ocorrido e Link decide ir ao resgate da irmã. Para tal, ele confia no apoio de Tetra e demais piratas. De início, a capitã debocha da ideia, mas a aceita. Antes de partir, porém, é necessário ter um escudo de proteção. Quando o garoto chega para buscá-lo, em sua casa, assusta-se ao vê-lo nas mãos da avó. Ela entrega o acessório, que faz parte da história da família, ao neto. Em seguida, Vovó, que procurava mostrar calma, começa a chorar pelo sumiço de Aryll.

A aventura inicia-se de verdade quando o navio de Tetra chega até Forsaken Fortress, uma temida fortaleza onde há trevas eternas (sempre está de noite) e circularam rumores de um ovo de pássaro gigante. No momento em que entrar nela, Link estará sozinho no resgate. Ao fazer isso (da pior maneira possível), o jovem se depara com uma fortaleza vigiada como um presídio de segurança máxima. Para piorar as coisas, ele perde sua espada no momento de "lançamento" até o local.

Depois de muitos perigos e confrontos, o pequeno herói consegue, finalmente, encontrar a irmã, presa em uma jaula com outras garotas de idade semelhante. Entretanto, o momento de alegria só dura até a chegada do pássaro sequestrador, o qual captura Link e leva-o ao mestre da prisão. Esse, cujo rosto é mostrado totalmente, manda o subordinado arremessar o invasor em direção ao oceano.

Link está fadado a morrer, até que um pequeno barco o resgata. O jovem é acordado por uma misteriosa voz e estranha ao ver que não há ninguém além dele na pequena embarcação. A voz, na verdade, vem do barco que se chama King of Red Lions.

Ele conta a Link muitos dos eventos recentes que andam ocorrendo no mundo e diz que o responsável pelo sequestro de Aryll chama-se Ganondorf. Esse está apelando para todas as formas possíveis de controlar o mundo, todavia, para conquistar esse desejo, ele precisa encontrar duas pessoas que carregam consigo um imenso e misterioso poder sagrado. Por isso, Aryll foi sequestrada: o vilão está em busca de todas as jovens do arquipélago, pois uma delas possui um desses poderes.

Link, com a ajuda de King of Red Lions, inicia um jornada em busca de três pérolas sagradas. Cada uma representa uma das deusas criadoras do universo da série : Din, Farore e Nayru. Juntas, elas abrem um portal capaz de mostrar ao mundo muitas respostas para a situação atual.

Na parada em Dragon Roost Island, na procura pela Din´s Pearl, o herói consegue a famosa Wind Waker (algo como Despertadora dos Ventos, em português). Por muitos anos, essa varinha mágica fora usada por tribos para conduzir a voz dos espíritos e conseguir poderes em troca. Será através desse instrumento que o garoto poderá orquestrar músicas mágicas capazes de ajudá-lo a derrotar o mal. A mais famosa é a que permite Link mudar a direção dos ventos e assim chegar nos locais desejados, já que seu barco é à vela.Durante as várias viagens que Link faz contra os monstros de Ganondorf pelos mares e ilhas, Link consegue energizar a Master Sword e descobre que Tetra é a reencarnação de Zelda, Ganondorf fica sabendo de tal fato e a sequestra ,para que a reencarnação do Herói do Tempo a salve, mas isso faz parte de um plano para conseguir a Triforce em toda sua totalidade para ele desejar o retorno de Hyrule.

Chegando no fundo do mar, Link batalha contra 3 formas de Ganon e no final luta com um Ganondorf poderoso e é derrotado, ele segura a mão de Link e da Zelda e com a Triforce dele traz a totalidade da Triforce com isso ele acha que finalmente pode desejar o retorno de Hyrule, mas o rei de Hyrule aparece e deseja seu desaparecimento,com o pedido feito a Triforce do trio volta a seus donos se fragmentando, Ganondorf perde a razão devido a perda do pedido. então ele resolve pelo menos matar Zelda e Link, a luta é dura, mas Link consegue enfiar a Master Sword na cabeça de Ganodorf acabando com sua ameaça. O rei de Hyrule diz que Link e Zelda são o futuro e o mar que estava aberto desaba com Link e Zelda voltando a superfície.

Voltando a superfície Zelda volta a ser Tetra e junto com Link se aventura nos mares.

DesenvolvimentoEditar

A Nintendo anunciou em 3 de Março de 1999 que um novo console de vídeo game, com o nome de projeto "Dolphin", estava em desenvolvimento. Esse console, o Nintendo GameCube, foi relevado em 24 de Agosto de 2000, o dia antes da exposição Nintendo Space World 2000.[5] Junto com as especificações técnicas e o design do console, a Nintendo fez várias demonstrações de softwares disponível para mostrar o poder do GameCube, uma das quais era um duelo em tempo real de estilo realista entre Ganondorf e Link. A essa demo foi dado o nome de "The Legend of Zelda 128", similar à Super Mario 128. Apesar de ser uma demonstração técnica feita às pressas, fãs e a mídia especularam que a batalha podia ser de um jogo em desenvolvimento ou pelo menos uma indicação da direção do próximo jogo Zelda.[5] A equipe da IGN se referiu a demo como uma "sequencia não-oficial", chamando-o de "absolutamente tudo que nós podíamos ter esperanças para um titulo de Zelda no Gamecube" e dizendo que "o futuro parece bastante brilhantes para os fãs leais da Nintendo".[5]

 
Eiji Aonuma, diretor de The Wind Waker, na Game Developers Conference em 2007.

Seguindo a mesma premissa de Majora's Mask, jogo de 2000 para Nintendo 64, a Nintendo não revolucionou as mecânicas de jogo da série, mantendo muitos aspectos da geração passada. Entretanto, muitas funções interessantes foram adicionadas e a estrutura de jogo original foi maximizada, de modo a melhorar o que já era bom. Por exemplo, a grande vantagem do novo grafismo é permitir uma movimentação mais fluída para a câmera e os personagens. Sabendo disso, os desenvolvedores deixaram a mira muito intuitiva e dinâmica, superando o estilo "travadão", apesar de bom, dos jogos da geração anterior. Com movimentos precisos e rápidos, tanto dos inimigos quanto do herói Link, as batalhas, por mais simples que fossem, tornaram-se viciantes.

Outra alteração positiva ocorreu na expressão facial das personagem, uma das mais vivas e intensas do entretenimento eletrônico. É fácil perceber quando Link está raivoso, alegre ou cansado. Além disso, acompanhar a história tornou-se muito mais divertido e interativo, pois o jogador acompanha as transformações dos protagonistas.[6]

Anúncio e recepçãoEditar

 Recepção
Críticas e Prêmios
Resenha crítica
Publicação Nota
Famitsu 40/40[7]

[8]

IGN 9,6/10[9]
GameSpot 9,3/10[10]
GameZone 9.9/10[11]
Cheat Code Central 4.5/5[12]
Game Informer 10/10[13]
GameSpy      [14]
GamePro 5/5[15]
Eurogamer 10 / 10[16]
Nintendojo 9.9/10[17]
Nintendo Power      [18]
Electronic Gaming Monthly 98/100
Edge Magazine 9/10[19]
Next Level Gaming 98/100[20]
GameReviewer 89/100[21]
Gamers Europe 9.0/10[22]
Entertainment Weekly 100/100
Pontuação global
Publicação Nota média
Metacritic 96/100[23]
Game Rankings 94.43%[24]
GameStats 9.5/10[25]
Premiações
Premiador Prêmio
Game Developers Choice Awards 2004 Excellence in Visual Arts[26]
Academy of Interactive Arts & Sciences 2003 Outstanding Achievement in Art Direction[27]
GameSpot Game of the Year 2003[28]

O jogo foi anunciado durante a feira Space World 2000, onde foi exibido uma demo mostrando um Link realista em uma luta de espadas contra Ganondorf, clássico vilão da série.[29] Os jornalistas entraram em alvoroço com o vídeo, dizendo ser esse o Zelda dos sonhos de qualquer fã. A Nintendo, por sua vez, manteve-se calada até a Nintendo Space World de 2001.

Nessa feira, outro vídeo fora mostrado; mas o visual realista dera lugar a um cartunizado.[30] Espectadores não acreditaram no que viram; muitos pensaram que se tratava de uma pegadinha da Nintendo. Mas, depois da confirmação de que não se tratava de brincadeira, o sentimento de espanto deu lugar ao ceticismo. A imprensa especializada prendeu-se no fato de que a Nintendo sempre foi famosa pela ousadia e inovação, por isso, não saiu soltando críticas negativas a esmo.

O jogo foi lançado em 13 de Dezembro de 2002 no Japão, 24 de Março de 2003 na América do Norte e 7 e 3 de Maio de 2003 na Austrália e na Europa, respectivamente.

Em 22 de Novembro de 2002, uma atualização no website japonês Kaze no Takuto revelou que um disco bônus especial seria oferecido aos consumidores de compra prévia no Japão.[31] Esse disco bônus, continha uma versão emulada de Ocarina of Time e Ura Zelda, uma expansão de Ocarina of Time com masmorras modificadas e outras mudanças menores que nunca tinha sido lançado na América do Norte por causa do fracasso comercial do Nintendo 64DD no Japão.[32] Em 4 de Dezembro de 2002 essa oferta foi estendida para os consumidores da América do Norte, com Ura Zelda sendo traduzido como Ocarina of Time: Master Quest.[33] Alguns vendedores cometeram o erro de dar o disco bônus permitindo aos consumidores cancelarem a sua compra previa sem retornar o disco. Como resultado, o disco bônus europeu foi incluído com The Wind Waker em uma caixa de dois discos.[34]

Quem comprou bundle do console com o jogo ganhou um disco bônus diferente: The Legend of Zelda: Collector's Edition. Este disco contém o The Legend of Zelda original, Zelda II: The Adventure of Link, Ocarina of Time e Majora's Mask. Há, também, um demo de The Wind Waker e diversos vídeos sobre os jogos da série Zelda. Houve um determinado período no qual os novos assinantes das revistas Nintendo Power ou Nintendo World ganharam o disco de brinde. Ele também podia ser obtido comprando um dos vários pacotes promocionais do GameCube, que continham o console e um jogo, mas pelo preço do console sozinho. Atualmente, é possível achar ambos os Mini-DVDs em lojas especializadas (discos pertencentes a pessoas que decidiram vendê-los). A vantagem em adquirir essas versões é que elas possuem uma definição de imagens superior à versão original, diminuindo os serrilhamentos.

O jogo teve uma recepção geralmente positiva. Ele recebeu a nota máxima da revista japonesa Famitsu, antes disso, apenas três jogos tinham conseguido tal nota. O site americano IGN deu a nota 9.6 de um total de 10, dizendo que "Wind Waker é uma obra-prima.".[9] Já o site GameSpot deu a nota 9.3 de 10.[10] O site brasileiro UOL Jogos disse que ""Wind Waker" é um jogo excelente que honra de todas as maneiras a tradição da série.[...] Raramente um jogo consegue ser tão mágico".[35][36]

A revista Game Informer listou, em comemoração a sua edição número 200, os 200 melhores jogos de todos os tempos, onde Wind Waker ficou na posição 94[37] A revista Nintendo Power nomeou The Wind Waker o segundo melhor jogo de GameCube de todos os tempos, perdendo apenas para Resident Evil 4.[38]

O sistema de classificação de conteúdo de jogos eletrônicos norte-americano ESRB deu a classificação "Everyone" para o jogo com a descrição de conteúdo "violência" ,[39] enquanto a europeia PEGI deu a classificação "+7" também com a descrição "violência".[40] A organização alemã correspondente USK deu a classificação "Sem restrições de idade".[41] E a japonesa CERO deu a ultrapassada classificação "12", equivalente a atual "B".

Referências

  1. «The Wind Waker Frequently Asked Questions» (em inglês). Zelda.com. Consultado em 18 de Março de 2013. Arquivado do original em 30 de novembro de 2012 
  2. Leyendecker, Neal (28 de Março de 2003). «The Legend of Zelda: The Wind Waker (GameCube)» (em inglês). Mania.com. Consultado em 18 de Março de 2013. Arquivado do original em 8 de julho de 2009. Moving from island to island involves no pausing for disc loading - at all. The seamless transition from map to map cuts the in-game load times to near zero. 
  3. «Dynamic Loading» (em inglês). Television Tropes & Idioms. Consultado em 18 de Março de 2013. In The Legend of Zelda: The Wind Waker islands load while you are sailing towards them. 
  4. Mejer, Ilan (31 de Março de 2003). «The Legend of Zelda: The Wind Waker Review» (em inglês). Gaming Target. Consultado em 18 de Março de 2013. By plugging in and powering up a GBA into one of the free controller ports and then accessing the Tingle Tuner, Link will be able to summon Tingle to his side, and control him via the Gameboy Advance, with a friend or sibling. 
  5. a b c IGN Staff (10 de Julho de 2001). «The Ultimate Gamecube FAQ» (em inglês). IGN. Consultado em 18 de Março de 2013. After more than a year of silence, on August 24th, just one day prior to Nintendo®'s private Space World 2000 show, the company unveiled and demonstrated GameCube. 
  6. Shigeru Miyamoto; Eiji Aonuma (26 de Fevereiro de 2003). «Título ainda não informado (favor adicionar)» (entrevista). Entrevista com Eurogamer. Eurogamer. Londres: Eurogamer 
  7. Noe, Greg (22 de Abril de 2010). «The Famitsu 40/40 List: A Review» (em inglês). The First Hour. Consultado em 11 de Março de 2013. Having skipped giving the superior Majora's Mask a perfect score, Famitsu decides to award the also-very-good Wind Waker one instead. 
  8. «All Famitsu Scores Archive» (em inglês). Famitsu Scores Archive. Consultado em 18 de Março de 2013. Cópia arquivada em 22 de agosto de 2008. Score: 40 
  9. a b Casamassina, Matt (21 de Março de 2003). «Does Link's latest adventure live up to the hype?» (em inglês). IGN. Consultado em 18 de Março de 2013. Wind Waker is a masterful achievement. 
  10. a b Gerstmann, Jeff (21 de Março de 2003). «The Legend of Zelda: The Wind Waker Review» (em inglês). GameSpot. Consultado em 18 de Março de 2013 
  11. jkdmedia (29 de Março de 2003). «The Legend of Zelda: The Wind Waker - GC - Review» (em inglês). GameZone. Consultado em 18 de Março de 2013. Se necessario 
  12. «GAMECUBE REVIEW: THE LEGEND OF ZELDA: WINDWAKER» (em inglês). Cheat Code Central. Consultado em 17 de Março de 2013. If necessary 
  13. «Fist Review: Zelda». Estados Unidos: GameStop Corporation. Game Informer (em inglês) (120). 86 páginas. Abril de 2003. ISSN 1067-6392 
  14. Bryn Williams (21 de Março de 2013). «The King is Dead, Long Live the King» (em inglês). GameSpy. Consultado em 18 de Março de 2013. If necessary 
  15. Star Dingo (21 de Março de 2003). «The Legend of Zelda: The Wind Waker» (em inglês). GamePro.com. Consultado em 17 de Março de 2013. Cópia arquivada em 31 de dezembro de 2003. If necessary 
  16. Bramwell, Tom (1 de Maio de 2003). «The Legend of Zelda: The Wind Waker Review» (em inglês). Eurogamer. Consultado em 18 de Março de 2013 
  17. Nathan Heckel. «Legend of Zelda: Kaze no Takuto» (em inglês). Nintendodojo. Consultado em 18 de Março de 2013. If necessary 
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  21. Erro de citação: Código <ref> inválido; não foi fornecido texto para as refs de nome GameReviewer
  22. Murphy, Mark (1 de Julho de 2003). «The Legend of Zelda: The Wind Waker Review» (em inglês). Gamers Europe. Consultado em 18 de Março de 2013. Arquivado do original em 2 de dezembro de 2003 
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  24. «The Legend of Zelda: The Wind Waker for GameCube Reviews» (em inglês). GameRankings.com. Consultado em 18 de Março de 2013. 94.43% 
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Ligações externasEditar