Abrir menu principal
Titus Brandsma
Nascimento 23 de fevereiro de 1881
Bolsward
Morte 26 de julho de 1942 (61 anos)
Campo de concentração de Dachau
Cidadania Reino dos Países Baixos
Alma mater Pontifícia Universidade Gregoriana
Ocupação teólogo, linguista, esperantista, filósofo, professor universitário, padre católico, jornalista, membro da resistência, tradutor
Empregador Universitdade Radboud de Nijmegen
Religião Igreja Católica
Causa da morte fuzilamento

Anno Sjoerd Titus Brandsma (Bolsward, 23 de fevereiro de 1881Dachau, 26 de julho de 1942) foi um religioso católico neerlandês.

BiografiaEditar

Entrou para a Ordem dos frades Carmelitas, tendo sido ordenado sacerdote em 1905. Doutorou-se em Filosofia pela Universidade Gregoriana de Roma. Foi professor na Universidade Católica de Nimega, chegando ao cargo de Reitor-Magnífico. Exerceu a função de Assistente-eclesiástico dos jornalistas católicos. Tornou-se conhecido de todos por sua afabilidade e disponibilidade. Durante a ocupação alemã de sua pátria, opôs-se à ideologia nazista, defendendo a liberdade das escolas católicas e da imprensa. Escreveu também contra a perseguição aos judeus: "No cumprimento da sua missão, a Igreja não conhece distinção de sexo, raça ou nacionalidade".

Frei Tito foi preso pela Gestapo em janeiro de 1942. Após sua passagem por vários cárceres, foi condenado ao campo de concentração de Dachau, onde foi morto com uma injeção de ácido fênico.

A 3 de Novembro de 1985 foi elevado às honras dos altares com o título de beato. Sua festa passou a ser celebrada no dia 27 de julho.

Ligações externasEditar

 
O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Titus Brandsma