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Triângulo rosa

atual símbolo LGBTI e antiga marca nazista para identificar pessoas homossexuais nos campos de concentração

O triângulo rosa (Alemão: rosa Winkel) foi um dos símbolos usados nos campos de concentração nazistas. Indicava quais homens haviam sido capturados por serem homossexuais. Todos os capturados pelos nazistas recebiam algum emblema em suas roupas. Judeus recebiam um emblema amarelo e mulheres tidas como "anti-sociais" (inclusive, mas não apenas lésbicas), o triângulo preto. [1][2][3]

No dia 3 de agosto de 2011 morreu Rudolf Brazda, o último sobrevivente dos "triângulos rosas". Rudolf foi mantido no campo de concentração de Buchenwalde e libertado em 1945. Anos depois escreveu a biografia "Triângulo Rosa - um homossexual no campo de concentração nazista" e ainda recebeu o título de cavaleiro da Legião de Honra[4].

SímboloEditar

O triângulo rosa com a ponta para baixo passa a ser um dos símbolos de movimentos internacionais favoráveis às minorias sexuais, sendo, no entanto, um pouco menos popular que a bandeira arco-íris.

Referências

  1. MODESTO, Edith. Vidas em arco-íris. Rio de Janeiro: Record, 2006.
  2. ASA. «Cidadania plena para todos». Consultado em 20 de setembro de 2009. Arquivado do original em 27 de novembro de 2010 
  3. Rudolf Brazda; Jean-Luc Schwab Triângulo Rosa - Um homossexual no campo de concentração nazista. São Paulo: Mescla Editorial, 2011.
  4. Morre último sobrevivente dos "triângulos rosas" nazistas portal folha - acessado em 4 de agosto de 2011

Veja tambémEditar