Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias

Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias
UHU
Lema Humani Nihil Alienum
Fundação 1987
Tipo de instituição Privada
Localização Lisboa
Reitor(a) Prof. Doutor Mário Moutinho
Vice-reitor(a) Prof. Doutor Carlos Poiares
Total de estudantes 11 350 (2019)
Página oficial http://www.ulusofona.pt/

A Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (ULHT) é a maior universidade privada portuguesa, com sede na cidade de Lisboa, reconhecida pelo Decreto-Lei n.º 92/98, de 14 de abril.[1]

LocalizaçãoEditar

 
Universidade Lusófona

A Universidade está situada no extremo norte do Campo Grande, freguesia de Alvalade, beneficiando da proximidade da Biblioteca Nacional, de diversos Museus (como o Museu Rafael Bordalo Pinheiro) e do Jardim do Campo Grande.

EquipamentosEditar

A Universidade está apetrechada com todo o equipamento técnico e pedagógico indispensável ao correto funcionamento dos cursos lecionados.[carece de fontes?]. Possui a Biblioteca Victor de Sá e o Campus tem vários edifícios destinados ao ensino.

Possui ainda um Laboratório de Engenharia Civil com vários equipamentos experimentais nas áreas dos materiais de construção, mecânica dos solos e estruturas.

Faculdades, departamentos e escolasEditar

 
Universidade Lusófona

CursosEditar

A Licenciatura em Engenharia Civil tem mais de 25 anos e é a licenciatura deste género mais antiga em Portugal numa universidade privada.

InvestigaçãoEditar


Na área da Engenharia Civil, a investigação está assente em três linhas de investigação: Monitorização e conservação de infraestruturas; Materiais de pavimentação para infraestruturas de transporte; Gestão avançada da construção.

Caso Miguel RelvasEditar

A Universidade Lusófona, esteve envolvida num escândalo político, quando foi posto a público o facto do então ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares Miguel Relvas ter obtido uma licenciatura de 36 cadeiras distribuídas por três anos, tendo feito apenas algumas cadeiras em apenas um ano.[2] As outras cadeiras terão sido obtidas através de equivalências ao abrigo do processo de Bolonha, segundo o qual, as universidades têm autonomia para atribuir as referidas equivalências.

Em junho de 2013 o Ministério Público instaurou um processo no Tribunal Administrativo de Lisboa contra a Universidade Lusófona, por causa de ilegalidades encontradas na referida licenciatura. Segundo um relatório entregue ao ministro da Educação, existe "prova documental de que uma classificação de um aluno não resultou, como devia, da realização de exame escrito". Miguel Relvas terá feito a cadeira de "Introdução ao Pensamento Contemporâneo", com apenas uma "discussão oral de sete artigos de jornal" de sua autoria, apesar de o regulamento interno da universidade exigir um exame escrito.[3]

AlumniEditar

Ser Aluno LusófonaEditar

Ligações externasEditar

Redes SociaisEditar

Referências