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Usuário(a) Discussão:Rafael Ledesma

John George HaighEditar

John George Haigh (1909-1949) foi um serial killer conhecido como o Assassino do Banho de Ácido.

HistóriaEditar

Britânico, Haigh nasceu em 1909 e foi sujeitado por seus pais ao regime severo de Plymouth Brethren, que considerava pecado todas as formas de diversão.

Quando criança, Haigh ganhou uma bolsa do coral para a Escola Primária de Wakefield, fazendo sua participação como um menino do coro nos serviços anglicanos que se realizavam na catedral de Wakefield. O contraste entre aqueles serviços e os rituais insípidos de Plymouth Bretheren confundiram-no, supostamente motivando visões bizarras de florestas com árvores vertendo sangue. O que quer que fosse a fonte real, Haigh mostrou cedo os sinais de hematomania, a obsessão com sangue, que no fim o assombraria durante sua vida. Casado por um curto período em 1934, Haigh abandonou sua esposa após cumprir sua primeira sentença na cadeia, por fraude, em novembro daquele ano. Antes do fim da Segunda Guerra Mundial, ele registrou diversas prisões por roubo e fraudes menores, completando sua última condenação de prisão em 1943. Parecendo finalmente “ser correto”, Haigh mudou-se para o respeitável Hotel Onslow Court, em South Kensington e alugou uma sala em um porão próximo para usar no aperfeiçoamento de suas invenções. O laboratório provisório foi estocado com ferramentas, um conjunto para solda e um tonel de 40 galões de ácido sulfúrico. Em 9 de setembro de 1944, Haigh atraiu um conhecido de longa data, Donald McSwann, para sua oficina no porão, matando sua presa com um martelo, posteriormente, cortando sua garganta para beber seu sangue. Os restos desmembrados foram dissolvidos no tonel de ácido de Haigh, com o sedimento resultante depois colocado em um bueiro. Tomando o controle do fliperama próximo de McSwann, Haigh disse aos pais do homem morto que seu filho estava escondido na Escócia para evitar o recrutamento militar. Uma vez por semana ele ia à Escócia, enviando pelo correio cartas falsificadas para um casal ansioso, mas suas suspeitas cresceram com o tempo, à medida que o jogo compulsivo de Haigh devorava a renda roubada. Em 10 de julho de 1945, Haigh convidou os pais de McSwann a seu laboratório, espancando e matando os dois, e dissolvendo seus restos em ácido. Os documentos falsificados habilitaram-no a usurpar seu patrimônio, incluindo cinco casas e uma pequena fortuna em títulos, mas o jogo, investimentos fracos e um estilo de vida dissipador deixaram-no sem dinheiro novamente em fevereiro de 1948. As vítimas seguintes de Haigh foram Archie e Rosalie Henderson, ao visitarem sua nova oficina em Crawley, no sul de Londres. Lá foram assassinados e colocados no banho de ácido, em 12 de fevereiro. Haigh depois disse à polícia que tirou amostras de sangue deles, mas foi racional o suficiente para executar a falsificação que daria um lucro líquido de 12 mil dólares ao patrimônio do casal morto. Um ano depois, em fevereiro de 1949, Olívia Durand-Dacon, de 69 anos, abordou o “inventor” Haigh com seu esquema para comercializar unhas artificiais. Convidada para o laboratório de Crawley, ela recebeu um tiro. Haigh supostamente cortou sua garganta e bebeu um copo de sangue, antes de enviá-la ao tonel de ácido. Demorou uma semana para finalmente dispor de seus restos, e Haigh tinha pouco a mostrar de seu esforço, vendendo suas joias por 250 dólares para cobrir alguns débitos pendentes.

CondenaçãoEditar

Ao responder a um relatório de pessoas desaparecidas, a polícia tinha dúvidas sobre as respostas superficiais de Haigh e sua atitude muito útil, e os mandados de busca foram obtidos para entrar em sua oficina do porão. Os investigadores retiraram quase 13 quilos de gordura humana do banho de ácido, juntamente com fragmentos de ossos, dentes, cálculos biliares e uma bolsa pertencente à Sra. Durand-Deacon.

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