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Pyridoxine
Alerta sobre risco à saúde[1]
Pyridoxine structure ver2.svg
Nome IUPAC 4,5-Bis(hydroxymethyl)- 2-methylpyridin- 3-ol
Identificadores
Número CAS 65-23-6,
58-56-0 (hydrochloride)
PubChem 1054
SMILES
Propriedades
Fórmula molecular C8H11NO3
Massa molar 169.18 g/mol
Ponto de fusão

159-162 °C

Compostos relacionados
Outros aniões/ânions Piridoxamina
Exceto onde denotado, os dados referem-se a
materiais sob condições normais de temperatura e pressão

Referências e avisos gerais sobre esta caixa.
Alerta sobre risco à saúde.

A piridoxina (também conhecida como vitamina B6) favorece a respiração das células e ajuda no metabolismo das proteínas, além de ajudar na redução da retenção de líquidos.

É absorvida no intestino delgado, mas diferentemente das outras do complexo não é totalmente excretada pelos rins, ficando retida, principalmente, nos músculos.

Essa vitamina ajuda no metabolismo dos aminoácidos, sendo importante para um crescimento normal e essencial para o metabolismo do triptofano e para a conversão deste em niacina. Isto mostra a ligação que essas vitaminas tem umas com as outras.

A deficiência dessa vitamina é relativamente rara, no entanto, alguns medicamentos como a isoniazida, diminuem as concentrações plasmáticas da piridoxina.

Pessoas com quadro de alcoolismo e mulheres grávidas que apresentam pré-eclâmpsia ou eclâmpsia, podem apresentar deficiência dessa vitamina.

Estudos feitos, ainda não comprovaram, totalmente, sua eficiência na tensão pré-menstrual.

Na falta da Vitamina B6 pode ocorrer: dermatite, anemia, gengivite, feridas na boca e na língua, náusea.

O recomendado de piridoxina diária é de 1 a 2 mg por dia por adulto. Porém, quando essa quantidade está muito acima de 3000 mg por mais de 2 meses, a vitamina pode lesionar os nervos, causando sintomas como:

  • Formigamento nas mãos e pés;
  • Cãibras e espasmos musculares;
  • Dor de cabeça intensa;
  • Náuseas e perda de apetite;
  • Aumento da pressão arterial;
  • Cansaço excessivo;
  • Dificuldade para dormir;
  • Alterações bruscas de humor.

Geralmente estes sintomas desaparecem 1 a 2 semanas após a redução da ingestão da vitamina, não deixando qualquer tipo de sequela. Porém, nos casos em que o excesso de vitamina é mantido por vários meses podem acontecer lesões permanentes nos nervos, provocando sequelas como dificuldade para caminhar, dor constante nas pernas e fraqueza dos músculos.[2]

Índice

Onde é encontradaEditar

Principais fontes na naturezaEditar

A vitamina B6 liga-se principalmente às proteínas nos alimentos. O piridoxol encontra-se especialmente nas plantas, enquanto que o piridoxal e a piridoxamina são principalmente encontradas nos tecidos animais. As galinhas e o fígado de vaca, porco e vitela são excelentes fontes de piridoxina. As boas fontes incluem o presunto e o peixe (atum, truta, halibute, arenque e salmão), nozes (amendoins, avelãs), pão, milho e cereais de grão integral. Geralmente os vegetais e as frutas são fontes pobres de vitamina B6, embora existam produtos nestas classes alimentares que contêm quantidades consideráveis de piridoxina, tais como os feijões, couve-flor, alho, as bananas e as passas.

Principais antagonistasEditar

Existem mais de 40 medicamentos que interferem com a vitamina B6, os quais podem causar uma disponibilidade diminuída e mau estado da vitamina B6. Os principais antagonistas incluem:

  • Desoxipiridoxina, um anti-metabolito eficaz
  • Isoniazida, uma droga tuberculostática
  • Hidralazina, um anti-hipertensor
  • Ciclosserina, um antibiótico e
  • Penicilamina, utilizada no tratamento da doença de Wilson.

A vitamina B6, por outro lado, pode atuar em si mesma como um antagonista nos pacientes com doença de Parkinson e que estejam sob tratamento com L-dopa. Em tais casos, pode contrariar o efeito da L-dopa.

Principais sinergistasEditar

Certas vitaminas do complexo B (niacina, riboflavina, biotina) podem atuar em sinergia com a piridoxina. A niacina e a riboflavina são necessárias para a interconversão das diferentes formas de vitamina B6.

Referências

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