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BiografiaEditar

Formado pela Faculdade de Direito de São Paulo em 1860,[1] foi promotor público em Itu até 1863[1] e fez da imprensa uma tribuna para defender seus ideais abolicionistas e republicanos. De 1865 a 1874 foi diretor e redator do Correio Paulistano,[2] de onde saiu para fundar em 1875, com Francisco Rangel Pestana, o jornal A Província de S. Paulo, que, com o advento da República, passou a chamar-se O Estado de S. Paulo. Em 1884, com José Maria Lisboa, fundou o Diário Popular. Proclamada a República, foi nomeado cônsul[2] do Brasil em Nápoles, onde faleceu.

Foi um importante defensor dos ideais republicanos e membro da Convenção de Itu.

ObrasEditar

  • O Concílio das comadres[2]

Referências

  1. a b c «Américo Brasílio de Campos - Cadeira 04». www.museumaconicoparanaense.com. Consultado em 12 de julho de 2018 
  2. a b c d Azevedo, Elizabeth Ribeiro (2000). Um palco sob as arcadas: o teatro dos estudantes de Direito do Largo de São Francisco, em São Paulo, no século XIX. São Paulo: Annablume. p. 159. ISBN 9788574191171