Arthur Nogueira (cantor)

Arthur Nogueira
Nascimento 22 de abril de 1988 (31 anos)
Belém
Cidadania Brasil
Ocupação cantor, compositor, músico, jornalista

Arthur Valente Nogueira (Belém, 22 de abril de 1988) é um cantor, compositor, violonista e jornalista brasileiro.[1]

É formado em Jornalismo pela Universidade da Amazônia.

Radicado em São Paulo, foi apontado pelo jornal O Globo como o cantor e compositor responsável por “renovar a tradição dos poetas na canção brasileira”, com um trabalho “calcado no caráter clássico da canção”, mas nem por isso “menos interessado no contemporâneo”.[2]

Lançou os álbuns Mundano (2009), Sem Medo Nem Esperança (2015), Presente - Antonio Cicero 70 (2016) e Rei Ninguém (2017). Organizou o livro "Encontros", que reúne entrevistas com o poeta e filósofo carioca Antonio Cicero.

O álbum Sem Medo Nem Esperança saiu pelo selo Joia Moderna, do DJ Zé Pedro. Com direção artística de Marcus Preto, produção de Arthur Kunz (integrante da banda Strobo) e coprodução de Marcelo Segreto (da banda Filarmônica de Pasárgada), o CD reúne canções de Arthur Nogueira em parceria com Antonio Cicero, Omar Salomão, Marina Wisnik e Letícia Novaes. A faixa "Fim do Céu" foi composta por Arthur Nogueira sobre poema do sírio Adonis, traduzido para o português por Michel Sleiman. A faixa-título foi gravada por Gal Costa no álbum Estratosférica.

Em 2015, a canção "Preciso cantar", de Arthur Nogueira e Dand M, foi gravada por Cida Moreira.

Em 2016, lançou o álbum Presente - Antonio Cicero 70, projeto idealizado pelo DJ Zé Pedro para comemorar os 70 anos do poeta carioca Antonio Cicero. Ao mesmo tempo em que revisita grandes sucessos, o álbum celebra o presente de um dos mais importantes letristas da música pop brasileira. Clássicos como “Inverno” e “O Último Romântico” ressurgem ao lado de novas canções, compostas por Arthur e Cicero, como “Antigo Verão (Embarque para Citera)”. A parceria de Arthur Nogueira e Antonio Cicero começou em 2005, quando o artista paraense, então com 16 anos, musicou o soneto “Onda”, do livro “Guardar” (1996).

Em 2017, com patrocínio Natura Musical, gravou Rei Ninguém. Nesse álbum, o compositor abre novos universos poéticos, em músicas criadas para versos de Eucanaã Ferraz e Rose Ausländer, na versão em português de um clássico de Bob Dylan ("You're gonna make me lonesome when you go", que virou “Vou ficar tão só se você se for”) e com homenagens aos poetas Ferreira Gullar ("Lume") e Waly Salomão ("Consegui"). O álbum inclui duas novas parcerias com Antonio Cicero, "A hora certa" e "Consegui" (cantada com Fafá de Belém).    

"Rei Ninguém" foi lançado em CD em 2017, com um circuito de shows por São Paulo, Belo Horizonte e Belém. A esperada versão LP, que conta com projeto gráfico da artista plástica paraense Elisa Arruda, chegou ao mercado no segundo semestre de 2018, com distribuição do Selo Circus. O álbum foi indicado ao 19th Latin Grammy na categoria Best Engineered Album.      

Em 2019, lançou o EP de voz e violão Coragem de poeta, em que relê composições de Cazuza e Frejat, Renato Russo, María Elena Walsh, Orlando Morais e Antonio Cicero. Para o projeto "Nada ficou no lugar", de Adriana Calcanhotto, regravou o sucesso "Cantada (Depois de ter você)". Como produtor musical, dirigiu o álbum e o show "Humana", da cantora Fafá de Belém.

Referências

  1. Dicionario Cravo Albin da MPB. «Arthur Nogueira». Consultado em 21 de Setembro de 2014 
  2. o Globo Arthur Nogueira

Ligações ExternasEditar

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