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Bruno Felgueira Dauaire, (Niterói, 20 de fevereiro de 1985), é um advogado e político brasileiro[1], atualmente filiado ao Partido Social Cristão (PSC).

Oriundo da Região Norte Fluminense, elegeu-se deputado estadual no Rio de Janeiro em 2014 para o mandato 2015–2019 pelo Partido da República.

Em abril de 2015, em polêmica votação, foi um dos parlamentares a votar a favor da nomeação de Domingos Brazão para o Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, nomeação esta muito criticada na época.[2] Em 17 de novembro de 2017, se absteve na votação pela revogação da prisão dos deputados Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi, denunciados na Operação Cadeia Velha, acusados de integrar esquema criminoso que contava com a participação de agentes públicos dos poderes Executivo e do Legislativo, inclusive do Tribunal de Contas, e de grandes empresários da construção civil e do setor de transporte, por considerar não haver informações suficientes sobre o processo a que estão submetidos, no que diz respeito à competência da Alerj para votar a matéria, posicionamento corroborado pela decisão do TRF2, que anulou aquela sessão de plenário e determinou o retorno dos três deputados para a prisão, conforme informações veiculadas pela maioria dos órgãos de imprensa.[3]

Votou contra a privatização da Cedae.[carece de fontes?]

Referências

  1. ALERJ. «Bruno Dauaire». Consultado em 20 de dezembro de 2016 
  2. Pedro Zuazo (29 de abril de 2015). «Conselheiro vapt-vupt: veja quem votou em Brazão para o TCE». Jornal Extra. Consultado em 8 de dezembro de 2016 
  3. G1 (17 de novembro de 2017). «ALERJ revoga prisões de Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi». Consultado em 17 de novembro de 2017