Los Caquitos

(Redirecionado de Chaveco)
A Turma do Chaveco
Informação geral
Formato série
Criador(es) Roberto Gómez Bolaños
País de origem  México
Idioma original espanhol
Produção
Produtor(es) Roberto Gómez Bolaños
Elenco Roberto Gómez Bolaños
Florinda Meza
Rubén Aguirre
Ramón Valdés
Carlos Villagrán
Édgar Vivar
Angelines Fernández
Raúl Padilla
Horacio Gómez Bolaños
María Antonieta de las Nieves
Ramiro Orci
Anabel Gutiérrez
Carlos Pouliot
Moisés Suárez
Juan António Edwards
Esperanza Navarro
Guillermo Quintanilla
Ricardo de Pascual
Exibição
Emissora original México Televisión Independiente de México
Transmissão original 1970 a 1975 (primeiro período)
1980 a 1995 (segundo período)
Cronologia
Programas relacionados El Chapulín Colorado
Chespirito

A Turma do Chaveco é uma esquete do programa Chespirito, dirigido e estrelado por Roberto Gómez Bolaños, quase desde o início de sua carreira como ator na televisão até o final, Chespirito foi dedicado mais neste esquete, até mesmo para mudar quase completamente o quadro.

Esta esquete era popular em toda a América, especialmente após o fim das séries "O Chaves do Oito" e "Chapolin Colorado" em 1992 e 1993, respectivamente. Personagens como Chaveco e Chimoltrúfia tornaram-se populares e se destacaram ao longo dos anos. No entanto, o esquete acabou no dia de encerramento do Programa Chespirito, em 1995. Os episódios a partir da década de 90 eram mais voltados para o público jovem e adulto.

EnredoEditar

No começo, Chaveco (Roberto Gómez Bolaños), estrela do esquete, é um ladrão dedicado a roubar casas e pessoas que passavam ao seu lado, com o seu companheiro Peterete (interpretado por Ramón Valdés). No entanto, Peterete é inteligente, por isso, devido ao constrangimento de Chaveco, ele é o chefe, mentaliza os planos para o roubo e também dá-lhe um tapa para cada estupidez que é percebido ou considerado como a causa de problemas. No entanto, devido à incapacidade de Chaveco para fazer um bom roubo, sempre fica em apuros com a lei, era preso ou acusado de suspeitos pelo Sargento Refúgio, interpretado por Carlos Villagrán.

O esboço permaneceu em hiato de 1975 a 1980, quando Chespirito decidiu cancelar os programas "Chapolin Colorado" e "O Chaves do Oito". Até então, Carlos Villagrán e Ramón Valdés tinham se afastado dele, então Chespirito substitui o personagem Peterete por Botijão (interpretado por Édgar Vivar), que já tinha aparecido na esquete "As Férias dos Folgados" em 1974 e aparecia também como um personagem recorrente em "Chapolin Colorado", enquanto o policial estaria lá, desta vez interpretado por Horacio Gómez, irmão de Chespirito, conhecido por seu papel de Godinez em "O Chaves do Oito". O enredo e o papel de Botijão como um substituto para Peterete permaneceu o mesmo mas, aos poucos, foi a personagem Chimoltrúfia (interpretada por Florinda Meza) que seria, então sua namorada, e a partir daí, sua esposa.

Em 1987, a trama é modificada. Chaveco e Botijão decidiram se tornar honrados e começar a trabalhar junto com Chimoltrúfia em um hotel dirigido por Seu Lúcio (interpretado por Carlos Pouliot). O constrangimento e a imprudência de Chaveco, e às vezes as ações da Chimoltrúfia causam problemas dentro do hotel, que muitas vezes vai para a polícia com o Sargento Refúgio (agora, interpretado por Rubén Aguirre) e o Delegado Morales (Raúl Padilla) que, por sua vez, também ajudam a resolver ou piorar.

Em seguida, em 1993, Chaveco, Botijão e Chimoltrúfia conseguiram um emprego em outro hotel, chamado de "Boa Vista", dirigido por Seu Cecilio Boavista (interpretado por Moisés Suárez).

PersonagensEditar

Chaveco (Roberto Gómez Bolaños): é o personagem-título. Seu nome verdadeiro é Aquiles Esquivel da Silva (mencionado apenas uma vez) e ele era um ladrão "amador", junto com seu parceiro Peterete e mais tarde Botijão. Ele e Botijão deixaram de ser ladrões depois de assistirem a um episódio de O Chaves do Oito, onde o Chaves foi falsamente acusado de ser um ladrão e fugiu da vila. O episódio tocou tanto sua consciência que desistiram de suas vidas criminosas para se tornarem homens honrados. Eles conseguem emprego no hotel Boa Vista, onde Chaveco é o carregador de malas do hotel (porém só leva as malas se lhe derem gorjeta) e aproveita para dormir no local. No México foram lançadas revistas, álbuns e entrevistas com os personagens que chegaram a ficar mais populares que o próprio Chaves (interpretado pelos mesmos atores, exceto Moisés e Anabel).

  • Peterete (Ramón Valdez) - Primeiro parceiro de furtos de Chaveco. No Brasil, já foi chamado de Beterraba e Rabanete nas primeiras dublagens dos esquetes. Além de ser mau humorado e desonesto (até para os próprios ladrões), Peterete sempre agredia Chaveco com um tapa e lhe fazia ameaças cômicas quando se zangava com ele. Após ser substituído por Botijão, Peterete não é mais mencionado no programa, embora acredite-se que ele tenha falecido
  • Botijão (Édgar Vivar) - Seu nome verdadeiro é Gordon Botijão Aguado Pompa e Pompa. Torna-se o parceiro de furtos de Chaveco após a partida de Peterete. No Brasil, também é conhecido como "Botina" quando ele aparecia em episódios de Chapolin antes de conhecer Chaveco que mais tarde viraria seu parceiro de furtos. Já havia aparecido antes, na esquete "As Férias dos Folgados" de 1974, porém não fez dupla com ninguém; já na segunda versão do episódio "A Festa a Fantasia" de Chapolin Colorado assumiu as características de Peterete. Marido de Chimoltrúfia (sua paixão desde a infância), e melhor amigo de Chaveco (apesar de bater nele), tornou-se ascensorista do Hotel Lúcio e mais tarde do Hotel Boa Vista (embora o elevador nunca suba com ele dentro) e gosta muito de comer, o que faz todos caçoarem dele devido a seu peso. Durante as temporadas de 1980 a 1987, Botijão foi um gatuno e líder da dupla, que sempre batia em Chaveco quando ele dava uma mancada e, mesmo depois de regenerado, continua com o seu pente, para pentear o cabelo e lhe dar um golpe, geralmente quando o amigo zomba de sua forma física. Apesar de ser uma pessoa honesta, ainda gosta de aplicar alguns golpes, especialmente na sua sogra Agrimaldolina, que ele odeia. Apesar de maltratar Chaveco (assim como Peterete), Botijão já admitiu que o ama como um irmão. Ele também ama muito Chimoltrúfia, embora os dois briguem muito. O 'Gordon' de seu nome é uma homenagem a série Flash Gordon.
  • Chimoltrúfia (Florinda Meza) - Maria Expropriação Petronilha Lascurian e Torquemada de Botijão é seu nome verdadeiro. É esposa de Botijão, e ex-dona de casa que torna-se camareira do Hotel Lúcio e depois do Hotel Boa Vista após o marido abandonar a vida criminosa. Mulher simples e ingênua, mas bondosa, prestativa e que se irrita fácil com provocações. Devido ao pouco estudo, comete muitos erros de português quando fala. Ela também possui uma maneira extremamente indireta de se expressar e um forte senso de justiça. Chimoltrúfia adora cantar enquanto trabalha (embora ela não note, sua voz é tão desafinada que pode coalhar o leite) e sonha em ficar famosa. Seu cabelo é despenteado, liso e arrepiado (Chaveco dizia que ela possuia "cabelo de vassoura"). Chimoltrúfia também sempre recorria a violência física contra as pessoas que ela acha que estão fazendo algo errado. Ela se mostra bem sensível a sua idade (recusando-se a falar o ano de seu nascimento), se acha muito bonita e acredita que os filmes que passam na TV são reais. Em um episódio, ela confessa que amava Chaveco, mas como este nunca tomava iniciativa, ela resolveu ficar com Botijão. Chimoltrúfia foi abandonada pela mãe aos 27 anos quando esta soube do seu namoro com Botijão (que ainda era ladrão), porém depois da regeneração deste, as duas voltaram a ser muito apegadas. Apesar da ingenuidade, Chimoltrúfia vez ou outra demonstrava sua esperteza, além de muitas vezes dar lições de vida pela sua experiência de já ter sido um pouco desonesta e mulher de gatuno. Chimoltrúfia também demonstra muito amor por Botijão, apesar das muitas brigas do casal. Seu carisma, seus bordões e o seu jeito de ser fazem ela ser lembrada até hoje pelos fãs do Brasil. No México, a personagem obteve tanta popularidade que foi lançada as revistinhas mensais.
  • Sargento Refugio Pasquato e Lerdo. (Rubén Aguirre) - Digno, mas burro, Sargento Refugio é um dos únicos personagens policiais vistos trabalhando na delegacia do Delegado Morales. Ao longo dos anos, ele se tornou amigo de Botijão, Chaveco e Chimoltrúfia. Mesmo assim, seu excesso de zelo faz com que eles sempre acabem na delegacia após alguma ocorrência no hotel. Sempre que chega a uma conclusão bastante óbvia, pergunta a Morales: Eu mereço um aumento?. Ele também sempre concorda com as suposições de Chimoltrúfia de que os filmes de TV são reais. Anteriormente, ele era capitão da polícia, mas foi rebaixado a sargento em grau menor depois que o Delegado lhe mandou "prender todo mundo com um rosto criminoso", ao qual prendeu o Licenciado. No entanto, ele conseguiu ser promovido de volta a Sargento depois de prender um criminoso perigoso conhecido como "O Gorila", que tentou matá-lo depois de ser libertado.
  • Seu Cecílio (Moisés Suárez) - Dono do hotel Boa Vista, em homenagem ao seu sobrenome. Precisa aguentar as desculpas de Chaveco, cobrar-lhe trabalho, as gozações sobre o seu problema de vista, a cantoria de Chimoltrúfia e a tradicional portada no nariz. Com tanto trabalho, ele nunca soube sobre as falcatruas de Botijão, que vive comendo no horário de serviço. Ele usa óculos extremamente grossos.
  • Dona Agrimaldolina (Anabel Gutiérrez) - Mãe de Chimoltrúfia. Apareceu pela primeira vez em 1989, quando o seu marido morreu. É muito apegada à filha e odeia o genro Botijão. Algumas vezes ela se hospeda na casa da filha, outras vezes mora na casa de Dona Cotinha. Também comete erros de português quando fala e se acha uma mulher fatal. É uma cópia de Chimoltrúfia, porém com 20 anos a mais. Algumas vezes demonstra um certo amor por Chaveco, porém nunca deu uma gorjeta para ele. É também muito encrenqueira.
  • Delegado Morales (Raúl Padilla) - Chefe da delegacia de polícia do bairro e amigo dos três. Sempre tem uma queixa para resolver, é um homem vívido e sabe lidar com questões do hotel, até perigosos bandidos. É gozado por Chimoltrúfia e pelo Sargento Refúgio por ter o nariz achatado e por isso é chamado de "Focinho de Buldogue". O delegado precisa aguentar a burrice do Sargento, que uma vez lhe perguntou se um homem que estava lá na rua, vendendo passagens para o planeta Marte era um vigarista e se deveria prendê-lo, e também a turma de Chaveco, que já houve acusações de: um roubo de relógio, mas na verdade era um mal entendido, um roubo de palmilhas de sapato, um roubo de brinco, que estava na sua própria bolsa, a acusação de atentado ao pudor do Botijão, a acusação de tentativa de homicídio, entre outros.
  • Maria Jacinta "Marujinha" Espinosa e Alegre (Maria Antonieta de las Nieves) - Uma mulher ruiva e atraente que é a paixão do Sargento Refúgio e uma hóspede frequente do hotel Boa Vista, embora já tenha tentado sair sem pagar a conta várias vezes. Vaidosa, arrogante e sempre bem arrumada, ela se diz uma "mulher vivida", mas de passado e moral um tanto duvidosa. Marujinha diz que viaja muito devido a seu trabalho, embora sua ocupação nunca tenha sido revelada no programa. Marujinha é uma inimiga declarada de Chimoltrúfia, já que as duas não se suportavam e viviam se provocando (Chimoltrúfia a achava "oferecida" demais). Ela também perdia facilmente a paciência Chaveci e com o Sargento Refúgio, que de tão apaixonado já chegou a pedi-lá em casamento.
  • Dona Cotinha (Maricota Natita) (Angelines Fernandez) - A vizinha fofoqueira e amiga de Chimoltrúfia (embora briguem frequentemente). Gosta de Chaveco e, segundo Chimoltrúfia, Dona Cotinha deixa queimar o feijão por ele, embora sempre desconfie dele quando alguma coisa sua some e entrega-o a polícia. Ela faz muito alarde por simples desentendimentos, como o fato de ter visto o Botijão sem calças pela fechadura da porta, acusou-o de atentado ao pudor. Após a saída de Angelines dos quadros do Chespirito em 1991, seu personagem continuava sendo mencionado na série como estando no hospital doente, e então Dona Agrimaldolina passa a cuidar de seu apartamento, tendo maior participação em episódios regulares.
  • Sargento Refúgio Carlos (Carlos Villagrán) - antigo policial que já prendeu Choaveco e Peterete diversas vezes. Vive bem de vida e está sempre na cola de Chaveco e Peterete, pois desconfia dos dois.
  • Sargento Refúgio Horácio (Horacio Bolaños) - outra versão do Sargento Refúgio que sempre prendia Chavepiras.
  • Seu Lúcio (Carlos Pouliot) - Administrador do primeiro hotel em que trabalharam Chevevo, Botijão e Chimoltrúfia em 1987 até 1992. Hotel este, que é propriedade de Seu Justo. Seu Lúcio é bem mais calmo que Seu Cecílio, inúmeras vezes tenha tentado despedi-los, mas voltou atrás.

Outros personagensEditar

  • Chamóis (Roberto Gómez Bolaños) - Aparece em episódios das temporadas de 1983 (Chamóis, O Perigoso Sósia de Chaveco), 1987 (O Regresso de Chamóis na Funerária, 3ª Parte) e 1992 (A Volta de Chamóis, o Bandido das Mil Faces 1ª e 2ª Parte). Chamóis é um bandido idêntico a Chaveco. Tem o plano de matá-lo para a polícia pensar que ele morreu, assim podendo cometer todo tipo de crime. Também quer se vingar do Delegado Morales e de quem o pôs na cadeia. Chamóis pode se disfarçar de mil maneiras, mas tem uma mancha em forma de coração na perna que o distingue de qualquer pessoa.
  • Dona Eleutéria (Édgar Vivar) - A mãe e a cara de Botijão, aparece pela primeira vez no episódio "O Encontro das Duas Sogras (1991)" e em alguns episódios de 1993 e 1994. Não se dá bem com Chimoltrúfia e por isso se hospeda no Hotel Boa Vista. É apelidada de Dona "Elefantéria" devido ao seu peso (característica do filho). Também já foi chamada de Dona "Cemitéria".
  • Dona da farmácia - Personagem sempre citada por Chaveco como sua paixão. Apareceu de verdade em um episódio de 1994, em que Chaveco briga com o amante dela, e também apareceu no episódio "Mas que Porcaria de Furto" (de longe) e em 1992 tentando impedir o casamento dele. O caso é que só não lhe aparece o rosto.
  • Josefina (Maria Antonieta de las Nieves) - É a irmã gêmea da Marujinha, é bem mais simpática que a irmã, porém já roubou em um dos episódios. Todos confundem uma com a outra, até mesmo o Sargento Refúgio. Participou de alguns episódios de 1993.
  • Hipólito (Juan António Edwards) - Dono do circo do bairro, Hipólito desperta paixões em Marujinha. É um homem desonesto que já chamou Chaveco para se fingir de hipnotizado, e até já lhe deu um leão. Apareceu em alguns episódios de 1993.
  • Mulheres do restaurante (Esperanza Navarro/Leticia Montaño) - Aparecem para servir os clientes, no restaurante próximo do hotel. Confirmadas aparições em 1991 a 1993.
  • Gorila (Ramiro Orci) - Apareceu em 1990 e 1992. Gorila foi um bandido que já teve um caso com Marujinha. Gosta de tentar conquistar Chimoltrúfia, tanto que em 1990, foi realizada uma briga entre ele e o Botijão, para ver quem fica com Chimoltrúfia, episódio "A honra de Chimoltrúfia 1ª e 2ª Parte". Já em 1992, episódio "Corram, Que o Gorila Vem Aí! 1ª e 2ª Parte", depois de sair da cadeia, Gorila volta para tentar se casar com Marujinha, e diz querer matar o Sargento Refúgio. Também quer matar o Sgto. pois foi ele quem o colocou na cadeia (feito que o fez ganhar as divisas de sargento). Na sua volta ele ainda assim tentava se aproximar de Chimoltrúfia, que o enfrenta para salvar Marujinha. O ator que fez o Gorila, Ramiro Orci, é o que mais teve participações especiais no quadro, na maioria das vezes interpretando um bandido.
  • Valdomiro (Guillermo Quintanilla / Raúl Padilla) - Ex-noivo de Chimoltrúfia. Apareceu algumas vezes em pequenos esquetes de 1980, e era interpretado por Raúl Chato Padilla. Depois apareceu de 1988 em diante, interpretado por Guillermo Quintanilla. Em geral, Valdomiro quer aparecer para tentar reconquistar Chimoltrúfia e matar o marido dela, o curioso é que na sua última aparição em 1993 ele deixa de casar com Chimoltrúfia para querer ficar com a mãe dela. Valdomiro se parece com Gorila, pois, assim como ele, sente paixão por Chimoltrúfia.
  • Pintor (Ricardo de Pascual) - Um pintor que só apareceu no episódio "A modelo e o pintor".

BordõesEditar

BotijãoEditar

  • E da próxima vez eu... (vou fazer você engolir essas balas como se fossem azeitonas!/vou fazer você comer pedacinho por pedacinho da lousa até romper os seus intestinos!/te amarro no sino do recreio e vou bater no sino!/vou levar você pro zoológico, te disfarço de peixe e boto você na jaula dos ursos-polares!)
  • Pela escada!

ChavecoEditar

  • Eu sou o que?! [...] Ah, sim, sim, sim...
  • Não, mano, não
  • Você conhece(sabe quem é) a dona da farmácia?! [...]/Eu durmo no quartinho dos fundos da farmácia...
  • Você vai me dar gorjeta? (Ele costuma fazer frases envolvendo a gorjeta e subir as malas).

ChimoltrúfiaEditar

  • Por que vou dizer que não se é sim?
  • Posso saber do que você está pretendendo tratar de querer insinuar?
  • Mas que é claro que com certeza que pode crer que sim/não.
  • Você sabe muito bem que quando eu digo uma coisa eu digo outra, porque assim é como tudo, tem coisas que eu nem sei, eu tenho ou não tenho razão?
  • Que tenha uma boa noite e que sonhe com os anjinhos e que Deus, a Virgem, os santos te acompanhem, amém!
  • Oh, das duas, uma: ou você não se explica bem, ou eu não te entendo porque você não se explica bem.
  • Totalitariamente! (Costuma misturar e confundir palavras umas com as outras).

* Chimoltrúfia costuma empregar o nome da pessoa a quem se dirige, assim como seu respectivo pronome de tratamento (você/senhor/senhora). Ex: "Oh, Dona Cotinha, das duas, uma: ou a senhora não se explica bem, ou eu não te entendo porque a senhora não se explica bem" (Episodio Qual é o seu Signo? [...] de 1990, ~4min04seg)

Sargento RefúgioEditar

  • Mereço um aumento?!
  • O que diz o regulamento?
  • De atentado ao pudor!

Ligações externasEditar