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Emílio Maurell Filho
Nascimento 31 de maio de 1900
Rio Grande
Morte 28 de outubro de 1977 (77 anos)
Rio de Janeiro
Cidadania Brasil
Ocupação militar
Retrato na galeria dos ex-comandantes da ECEME

Emílio Maurell Filho (Rio Grande, 31 de maio de 1900 - Rio de Janeiro, 28 de outubro de 1977) foi um militar brasileiro.

Estudou na Escola Militar do Realengo, no Rio de Janeiro, de 1918 a 1921. Em 1922, participou da repressão ao levante tenentista, em especial no Forte de Copacabana e na escola do Realengo.[1]

Foi comandante de um dos grupos de artilharia das Forças Expedicionárias Brasileiras, na Itália. Foi comandante da 1.ª Região Militar.[1]

Em 1955, tornou-se secretário-geral do Ministério da Guerra, sob a direção de Henrique Lott. Na função, ficou encarregado de investigar uma suposta participação de João Goulart na organização de uma mobilização sindical conjunta entre argentinos e brasileiros, no que ficou conhecido como o caso da Carta Brandi.[1]

Entre 10 de janeiro e 18 de novembro de 1956, comandou a Escola de Comando e Estado-Maior do Exército[2]

Foi, ainda, comandante da Escola Superior de Guerra (ESG) e presidente do Conselho Nacional do Petróleo.[1]

Participou ativamente das ações que levaram ao golpe militar.[1]

Referências

  1. a b c d e Brasil, CPDOC - Centro de Pesquisa e Documentação História Contemporânea do. «MAURELL FILHO, EMILIO | CPDOC - Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil». CPDOC - Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil. Consultado em 5 de junho de 2018 
  2. «Antigos Comandantes da ECEME». Consultado em 25 de novembro de 2018 
Precedido por
Humberto de Alencar Castelo Branco
 
25º Comandante da ECEME

1956 — 1956
Sucedido por
Hugo Panasco Alvim


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