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Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa

(Redirecionado de FCUL)
Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
FCUL
Fundação 1911
Tipo de instituição faculdade
Localização Lisboa, Portugal
Página oficial http://www.ciencias.ulisboa.pt

A Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL) é uma instituição de ensino público universitário localizada no Campo Grande, Lisboa, dedicada ao ensino e investigação nas áreas das ciências naturais e exactas.

Foi criada a 19 de Abril de 1911,[1] mas as suas origens remontam à criação da Academia Real de Marinha em 1779 e à sua sucessora, a Escola Politécnica de Lisboa em 1837. Desde 1911 até 1985 (quando foi realojada nas instalações actuais na Cidade Universitária, em Lisboa) esteve instalada no antigo edifício da Escola Politécnica, cujas instalações são agora usadas como museu.

Instalações e Centros CientíficosEditar

As instalações actuais compreendem uma área construída de 75.662 metros quadrados, correspondendo a oito edifícios (marcados de C1 a C8, onde o C denomina Ciências) que albergam salas de aulas, gabinetes, cafetarias, bibliotecas, uma livraria e áreas de lazer.

A faculdade alberga também diversos Institutos e Centros de Estudos:

  • IBEB - Instituto de Biofísica e Engenharia Biomédica
  • MARE - Centro de Ciências do Mar e do Ambiente
  • cE3c - Centro para a Ecologia, Evolução e Alterações Ambientais
  • CQB - Centro de Química e Bioquímica
  • BioISI - BioSystems and Integrative Sciences Institute
  • Tec Labs - Centro de Inovação
  • IDL - Instituto D. Luiz (Laboratório Associado da FCT)

Outras Instalações fora do Campus são ainda:

  • Laboratório Marítimo da Guia (Cascais)
  • Estação de Campo do Ce3C (Grândola).

Universo FCULEditar

A população da Faculdade, durante o ano lectivo de 2016 - 2017 contou com um total de 5183 alunos, consistindo em:

Ciências conta ainda com um elevado contingente de recursos humanos (651):

  • 434 docentes (maioritariamente doutorados).
  • 62 investigadores.
  • 155 membros de pessoal não-docente

DepartamentosEditar

A Faculdade tem os seguintes Departamentos:

  • Departamento de Biologia Animal (DBA).
  • Departamento de Biologia Vegetal (DBV).
  • Departamento de Engenharia Geográfica, Geofísica e Energia (DEGGE).
  • Departamento de Estatística e Investigação Operacional (DEIO).
  • Departamento de Física (DF).
  • Departamento de Geologia (GeoFCUL).
  • Departamento de Informática (DI).
  • Departamento de Matemática (DM).
  • Departamento de Química e Bioquímica (DQB).
  • Departamento de História e Filosofia das Ciências (DHFC)

Licenciaturas (1.º Ciclo de Bolonha)Editar

Esta Faculdade disponibiliza 17 cursos de licenciatura nas seguintes áreas:

Em 2017, a licenciatura em Química da Faculdade de Ciências foi uma das dezasseis em Portugal com taxa de desemprego de 0%.[2] No mesmo ano, a especialidade de Biologia Marinha contribuiu para a classificação da Universidade de Lisboa como a 18ª melhor do mundo na disciplina de recursos hidrográficos, de acordo com o ranking de Xangai.[3]

AcessosEditar

O acesso à faculdade é livre ao público em geral com excepção de aulas em decurso. Pode até utilizar-se o estacionamento próprio da faculdade nalguns eventos abertos ao público em geral.

Em termos de transportes públicos existe o serviço de autocarros da Carris e da estação de Metro do Campo Grande; é também possível caminhar desde a estação de comboios de Entrecampos.

A Faculdade encontra-se muito próxima do Jardim do Campo Grande, onde se situa o Caleidoscópio - um espaço de estudo aberto a todos os estudantes no coração do jardim.

ParceriasEditar

A Faculdade de Ciências promove a mobilidade académica dos estudantes através de estágios e períodos de estudo noutras Universidades, assim como dentro da própria Universidade.

Dentro da universidade, podem ser tirados Minors e Ciências participa no curso de Estudos Gerais.

Já fora de portas, podem ser realizados estágios e períodos de estudo, com destaque para o ERASMUS+.

O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço, da Faculdade de Ciências, integra o consórcio europeu responsável pelo desenvolvimento e construção do Espresso, o maior telescópio construído até à data, concebido para procurar planetas parecidos com a Terra capazes de suportar vida.[4]

Referências

BibliografiaEditar

Ver tambémEditar

Ligações externasEditar