Fróis da Mota

político brasileiro

Eduardo Fróis da Mota (Monte Rolo, 12 de maio de 1891 — Feira de Santana, 18 de setembro de 1988) foi um médicopolítico brasileiro. Exerceu o mandato de deputado federal constituinte pela Bahia em 1946 [1] e se casou com Maria Lambert de Brito Mota, com quem teve seis filhos.

Fróis da Mota
Nascimento 12 de maio de 1891
Morte 18 de setembro de 1988 (97 anos)
Feira de Santana
Cidadania Brasil
Ocupação político

Formado na Faculdade de Medicina da Bahia, no ano de 1912, em Salvador, cidade para a qual mudou-se antes de terminar o secundário, transferiu-se para Mogi das Cruzes (SP) para exercer a profissão. Cinco anos depois, retornou a Feira de Santana, onde voltou a morar com a família e deu início à carreira política.

Em 1933, ajudou a fundar o PSD (Partido Social Democrático) e, três anos depois, se tornou vereador. Seu mandato, porém, não resistiu ao Estado Novo e sofreu uma cassação em 1937. O retorno ao cenário político foi em 1944, quando se tornou prefeito de sua cidade natal. Em 1945, mesmo como suplente, assumiu o cargo de deputado federal da Bahia, ainda como candidato do PSD. O mandato ordinário teve início no ano seguinte e durou até seu fim, em 1951.

Com a instauração do Ato Institucional 2, e o fim do multipartidarismo, Fróis da Mota passou a compor o diretório municipal do MDB (Movimento Democrático Brasileiro), que lutou contra a Ditadura Militar de 1964.

O então médico e político também teve importância na formação da imprensa de Feira de Santana, já que fundou a Rádio Cultura e a Gazeta do Povo na cidade., onde faleceu em 18 de setembro de 1988.

Referências

  1. «Eduardo Fróis da Mota - CPDOC». CPDOC - Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil. Consultado em 26 de outubro de 2017 
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