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George Samuel Sanguinetti Fellows (Recife, 1º de abril de 1945) é um médico, legista, professor, escritor e político brasileiro. Tornou-se conhecido nacionalmente por ter atuado no caso das mortes de Paulo César Farias e Suzana Marcolino,[1] no de Denise Piovani, e no da menina Isabella Nardoni.[2] Posteriormente em 2010, contratado no caso do goleiro Bruno, que foi indiciado pelo suposto homicído de Eliza Samudio.

Sanguinetti foi quem apresentou um laudo que contrariou a tese de que Pablo Russel Rocha amarrou em um carro e arrastou até a morte Selma Heloísa Artigas da Silva.[3]

Formado pela Faculdade de Ciencias Médicas de Pernambuco, é especialista em Medicina Legal. É coronel-médico reformado pela Polícia Militar do Estado de Alagoas, ex-diretor do Instituto Médico Legal de Maceió, e lecionou Medicina Legal na Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Alagoas por 32 anos. É vereador da cidade de Maceió.

Em junho de 1996 obtiveram destaque na mídia brasileira os desentendimentos entre os pareceres profissionais de Sanguinetti e de Badan Palhares no Caso PC Farias. Palhares processou Sanguinetti, acusando-o de ter afirmado que houve falhas graves no laudo que elaborara, sem que fossem apresentadas provas. Sanguinetti foi condenado a dois anos de prisão. À época, por ser réu primário, cumpriu pena alternativa, em liberdade.

É autor do livro "A morte de PC e Suzana: o dossiê Sanguinetti". Seu livro foi vencedor do 40º Prêmio Jabuti na categoria "Reportagem".

Notas

  1. Na década de 1990, refez o laudo do legista Badan Palhares
  2. Contratado pela defesa do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, acusado do homicídio
  3. MARCELO TOLEDO (13 de Novembro de 1999). «Laudo reabre discussão do caso Selm». FOLHA. Consultado em 18 de setembro de 2016 

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