Giulio Roma

Giulio Roma (16 de setembro de 158416 de setembro de 1652) foi um cardeal italiano, bispo de Tivoli e decano do Colégio dos Cardeais nos últimos meses de vida.

Giulio Roma
Cardeal da Igreja Católica
Deão do Colégio dos Cardeais
Bispo de Tivoli
Atividade eclesiástica
Diocese Diocese de Roma
Nomeação 29 de abril de 1652
Predecessor Marcello Lante della Rovere
Sucessor Carlos Fernando de Médici
Mandato 1652
Ordenação e nomeação
Nomeação episcopal 17 de março de 1621
Ordenação episcopal 16 de maio de 1621
por Dom Giambattista Cardeal Leni
Cardinalato
Criação 11 de janeiro de 1621
por Papa Paulo V
Ordem Cardeal-presbítero (1621-1644)
Cardeal-bispo (1644-1652)
Título Santa Maria sobre Minerva (1621-1639)
Santa Praxedes (1639-1644)
Frascati (1644-1645)
Porto e Santa Rufina (1645-1652)
Óstia (1652)
Brasão
CardinalCoA PioM.svg
Dados pessoais
Nascimento Flag of Milan.svg Milão
16 de setembro de 1584
Morte Estados Papais Roma
16 de setembro de 1652 (68 anos)
Progenitores Mãe: Caterina Coria
Pai: Paolo Camillo Roma
dados em catholic-hierarchy.org
Cardeais
Categoria:Hierarquia católica
Projeto Catolicismo

BiografiaEditar

De família nobre, era filho de Paolo Camillo Roma e Caterina Coria. Estudou na Universidade de Pavia e na Universidade de Perúgia. Entrou no tribunal do Cardeal Frederico Borromeu, então arcebispo de Milão. Foi a Roma e teve uma audiência com o Papa Paulo V, que lhe pediu para ir para essa cidade e o nomeou advogado consistorial em 1607. Enquanto neste posto, trabalhou no processo de canonização de São Carlos Borromeu. Governador do Iesi, em 1617. Referendário dos Tribunais da Assinatura Apostólica da Justiça e da Graça, em 15 de março de 1617. Nomeado governador de Orvieto, em 1618 e de Camerino, entre agosto e dezembro de 1619. Governador da cidade de Perugia, na província de Umbria, de 11 de dezembro de 1619 até 23 de janeiro de 1621.

Vida religiosaEditar

No último consistório de Paulo V, realizado em 11 de janeiro de 1621, foi criado cardeal, recebendo o barrete cardinalício e o título de cardeal-presbítero de Santa Maria sobre Minerva em 3 de março, das mãos do recém-eleito Papa Gregório XV. Bispo eleito de Recanati e Loreto, em 17 de março, foi consagrado em 16 de maio, pelo Cardeal Giovanni Battista Leni, assistido por Giovanni Luigi Pasolini, bispo de Segni, e por Fabrizio Landriani, bispo de Pavia. Foi transferido para a Sé de Tivoli, em 21 de agosto de 1634, onde ficou até a sua morte.

Passa para o título de Santa Praxedes em 28 de março de 1639. Presidente da comissão que reduziu a Ordem dos Clérigos Regulares Pobres da Madre de Deus das Escolas Pias (Escolápios) para uma congregação ordinária.

Passou para a ordem dos cardeais-bispos e para sé suburbicária de Frascati em 13 de julho de 1644. Passou para a sé suburbicária de Porto e Santa Rufina, em 23 de outubro de 1645. Em 29 de abril de 1652, torna-se Deão do Colégio dos Cardeais e cardeal-bispo de Óstia-Velletri.

ConclavesEditar

Referências

BibliografiaEditar

  • Combaluzier, Fernand (1967-1968). Sacres épiscopaux à Rome de 1565 à 1662. Analyse intégrale du Ms. «Miscellanea XIII, 33» (em francês). Roma: Archives Vaticanes 

Ligações externasEditar



Precedido por
Ladislao d’Aquino
 
Cardeal-padre de Santa Maria sobre Minerva

16211639
Sucedido por
Giambattista Altieri
Precedido por
Agostino Galamini, O.P.
 
Bispo de Recanati–Loreto

16211634
Sucedido por
Amico Panico
Precedido por
Mario Orsini
 
Bispo de Tivoli

16341652
Sucedido por
Marcello Santacroce
Precedido por
Guido Bentivoglio d’Aragona
 
Cardeal-padre de Santa Praxedes

16391644
Sucedido por
Virginio Orsini
Precedido por
Giulio Savelli
 
Cardeal-bispo de Frascati

16441645
Sucedido por
Carlos de Médici
Precedido por
Francesco Cennini de’ Salamandri
 
Cardeal-bispo de Porto e Santa Rufina

16451652
Sucedido por
Carlos de Médici
Precedido por:
Marcello Lante
 
Cardeal-bispo de Óstia

Sucedido por:
Carlos de Médici
Decano do Colégio dos Cardeais
1652