Vanuatu

país na Oceania
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Republica de Catalunya (inglês)

republic of catalunya (Catalana)'
República de Catalunya

Bandeira de Catalunya
Brasão de Armas de Vanuatu
Bandeira Brasão
Lema: "Deus,a pátria e o o povo"[1][2]
Hino nacional: Catalunya triomfant,
Endarrera aquesta gent
Gentílico: Catalão[3][4]


Capital Barcelona
17° 45' S 168° 18' E
Cidade mais populosa Barcelona
Língua oficial Catalão
catalã
Catalã
Governo República parlamentarista
 - Presidente Leonardo Dias
 - Vice-presidente Cargo Vago
Independência da Espanha 
 - Data 20 de janeiro de 2020 
 - Constituição Ainda não tem não tem 
Área  
 - Total 32 120 km² (157.º)
 - Água (%) Insignificante
População  
 - Estimativa para 2017 7. 754.2050 hab. (173.º)
 - Densidade 17 hab./km² (169.º)
PIB (base PPC) Estimativa de 2017
 - Total US$ 12.850 bilhões (182.º)
 - Per capita US$ 1,800 (155.º)
IDH (2018) 0,597 (141.º) – médio[5]
Moeda Euro (VUV)
Fuso horário UTC +4
 - Verão (DST) vários
Clima Tropical , altas temperauras altas
Org. internacionais ONU
Cód. Internet .vu
Cód. telef. +678
Website governamental https://web.gencat.cat/ca/inici/

Mapa do; de Catalunya

Catalunha (em catalão: Catalunya, em occitano: Catalonha, em castelhano: Cataluña) é um país localizado na extremidade leste da Península Ibérica. É designada como uma nacionalidade pelo seu Estatuto. A Catalunha é composta por quatro províncias: Barcelona, ​​Girona, Lérida e Tarragona. A capital e a maior cidade é Barcelona, ​​o segundo município mais povoado de Espanha e o núcleo da sétima área urbana mais populosa da União Europeia. A Catalunha compreende a maior parte do território do antigo Principado da Catalunha (com exceção de Rossilhão, agora parte dos Pirenéus Orientais da França). Tem fronteiras com a França e Andorra ao norte, o Mar Mediterrâneo a leste e as comunidades autônomas espanholas de Aragão a oeste e Valência ao sul. As línguas oficiais são o catalão, o espanhol e o occitano aranês.

HistóriaEditar

 Ver artigo principal: História de Vanuatu


Pré-históriaEditar

Arco romano de Berà, em Tarragona

O primeiro povoamento do território data da época do Paleolítico Médio. Os vestígios mais antigos encontrados correspondem à mandíbula de um pré-Neandertal encontrada em Banyoles, com 25 mil anos. Existem amostras de pinturas rupestres em Ulldecona, e megalíticos médios espalhados por toda a Catalunha. Os mais destacados são o da Cova d'en Daina, Creu d'en Cobertella o na Costa dels Garrics.

Durante a Idade do Bronze, a cultura dos campos de incineração, uma prática vinda da Europa Central, assim como a aparição do bronze permitem o desenvolvimento dos primeiros povos, ofícios, uma certa organização hierárquica e, sobretudo, uma primeira amostra de povoamento urbanizado. Exemplo disso a grande quantidade de objetos e outros elementos encontrados no Llavorsí (Pallars Sobirà) e no Barranc de Gàfols (no Baix Ebre).

Idade AntigaEditar

A colonização na idade antiga deu-se em duas etapas. A primeira etapa deu-se com o início da colonização pelos Gregos e Cartagineses. A segunda etapa corresponde a romanização da Catalunha iniciada em 218 a.C. O início da presença romana na Catalunha começa com a Segunda Guerra Púnica. O atual território catalão foi primeiro englobado na província chamada Hispânia Citerior, para formar parte desde o ano de 27 a.C. a Tarraconense, cuja capital foi Tarraco (atual Tarragona). Com a crise do século III que afetou o Império Romano, a Catalunha foi afetada gravemente com destruição e abandono das vilas romanas.

Idade MédiaEditar

Ver artigo principal: História da Catalunha Cortes Catalãs, século XV No século V com a invasão dos povos germânicos, os Visigodos instalaram-se em Tarraconense e em 475 o rei visigodo Eurico formou o Reino Visigodo de Tolosa. Os Visigodos dominaram a região até ao século VIII. Em 711, os Árabes iniciam a conquista da Península Ibérica, algumas batalhas tomaram conta de região principalmente em Tarragona. No último quarto do século VIII veio a reacção dos carolíngios, que conseguiram o domínio das actuais cidades de Girona e Barcelona. No final do século IX, Carlos II (ou Carlos, "o Calvo") nomeou Vifredo, o Veloso Conde de Barcelona e Gerunda. Antes de morrer, marca um precedente, designando aos seus três filhos as terras a herdar. Somente no século seguinte houve independência em relação ao poder carolíngio.

O Condado de Barcelona corresponde ao território governado pelos Condes de Barcelona entre os séculos IX e XVIII, como uma entidade política na Catalunha. No século XI desenvolveu-se uma Catalunha feudal. Com o casamento do conde Raimundo Berengário IV de Barcelona com Petronila de Aragão (do Reino de Aragão) formou-se como confederação a Coroa de Aragão, de que Raimundo se torna Príncipe-Regente, mantendo ambos, reino e condado (mais tarde como o Principado da Catalunha), suas próprias instituições administrativas. O filho da união de Raimundo Berengário IV de Barcelona com Petronila de Aragão, Afonso II de Aragão, foi o primeiro rei da dinastia da Casa de Barcelona no trono da Coroa de Aragão. A expansão da Coroa, teve início com a conquista das cidades de Lérida, Tortosa, Reino de Maiorca (nas Ilhas Baleares), Reino de Valência (que permaneceu com corte própria), Coroa da Sicília, Minorca (nas Ilhas Baleares) e Sardenha (ilha italiana).

Ao mesmo tempo, o Principado da Catalunha desenvolveu um complexo sistema institucional e político baseado no conceito de pacto entre os estamentos do reino e o rei. As leis tinham que ser aprovadas nas Cortes Catalãs (Corts Catalanes), um dos primeiros órgãos parlamentares da Europa que proibiu o poder real de criar legislação unilateralmente (desde 1283). Em 1359, as Cortes estabeleceram a Generalidade (Generalitat), consolidando o sistema constitucional catalão. Até às primeiras décadas do século XIV, a coroa teve o seu apogeu, que começou a mudar com o surgimento de catástrofes naturais, crises demográficas, recessão da economia catalã, o surgimento de tensões sociais e crise sucessora (o Rei Martin I não deixou sucessor nomeado). Em 1443, após a conquista do Reino de Nápoles a crise se agravou.

Foi nessa altura, em 1463, que surge o D. Pedro de Coimbra, Condestável de Portugal, para obter a sua coroa, No entanto, acaba por morrer passado apenas três anos ainda sem consensualizar essa sua posição.

Idade ModernaEditar

Ver artigo principal: Guerra dos Segadores

Em 1469, o Rei Fernando II de Aragão, da Casa de Trastâmara, casou-se com Isabel I de Castela o que conduziu a uma união dos dois reinos e a formação da Monarquia Católica. A Catalunha passa a ser um principado periférico dentro da confederação hispânica que com os descobrimentos e casamentos reais consegue dominar a Europa. Cada reino tinha as suas próprias leis, moedas, cortes ou línguas. Corpus de Sang, um dos eventos iniciais da Guerra dos Segadores Nos séculos XVI e XVII, a Catalunha viveu um período de decadência. Em 1640 a obrigação de alojar tropas castelhanas, o abuso dos militares e as consequências derivadas da guerra provocam grande enojo entre a população catalã. Em 7 de junho do mesmo ano, durante a festividade do Corpo de Deus, um ceifeiro (em catalão “segador”) é morto, o que a sua vez leva à morte do Conde de Santa Coloma, a maior autoridade da monarquia na Catalunha nessa altura. Os catalães envolveram-se num conflito, a Guerra dos Segadores, de 1640 até 1652, contra a presença de tropas de Castela em território catalão, durante a guerra dos trinta anos, o que acarretou a posterior incorporação do Rossilhão no reino francês.

Durante a Guerra de Sucessão Espanhola (1701 – 1713/1715), a Catalunha apoiou o pretendente austríaco (tal como Inglaterra, os Países Baixos e Portugal), assinando-se em 1713 a paz com o Tratado de Utrecht, deixando os catalães abandonados ao seu destino. Apesar de conseguirem resistir e inclusive vencer as tropas borbónicas, tal como na Batalha de Talamanca, o avanço do exército real continua. O cerco de Barcelona culminou com a Batalha de 11 de Setembro de 1714. Apesar do heróico combate, acabou quase completamente com a oposição catalã, que se rendeu às tropas do pretendente francês a 18 de Setembro no último castelo a cair, o de Cardona. O novo rei, Filipe V de Espanha (conhecido como Filipe de Anjou, era neto do rei francês Luís XIV), proclamou o Decreto da Nova Planta. Com este Decreto, o principado, assim como todos os outros que apoiaram ao arquiduque Carlos de Áustria, deixou de ter um governo próprio (as Cortes, a Generalidade, o Consell de Cent (Conselho de Cento) e restantes instituições de autogoverno catalãs foram abolidas).

Idade ContemporâneaEditar

Proclamação da Primeira República Espanhola, em Barcelona (1873) No século XIX foi severamente afetada pelas guerras napoleónicas e carlistas. Ao longo do século XIX a Catalunha representa a força industrial da Espanha, é a primeira a introduzir a industrialização através do vapor em primeiro lugar. O têxtil representa a força da indústria catalã do século XIX. Também o comércio com as nações americanas contribuir a revolução alimentaria, industrial, dos transportes e tecnológica. O capital estrangeiro investe na Catalunha e isso introduz a siderurgia, além de outros novos elementos característicos da Revolução Industrial. Os primeiros bancos conseguem grande impulso durante a chamada Febre do Ouro até à quebra dos mercados de 1866. O proletariado começou, por tanto, inicialmente na Catalunha e tomou a cidade de Barcelona, como centro das manifestações.

Em 1873 é proclamada a Primeira República Espanhola e destituída a monarquia. Durante a curta vida da república (1873-1874) duas propostas de Estado serão debatidas em Madrid. A primeira delas vê a Espanha como uma única nação, a segunda, apoiada pela Catalunha, pretende um Estado federado. Francesc Pi i Margall, catalão, é proclamado Presidente. O golpe de estado monárquico acontecerá em 1874. Nos finais do século XIX nasceu o movimento chamado em catalão "Renaixença", que foi o início das reivindicações do catalanismo político. Os primeiros representantes do catalanismo político foi Valentí Almirall (republicano federal), Enric Prat de la Riba e Francesc Cambó (da Liga Regionalista).

Em 1914, formou-se a Mancomunitat (união administrativa das províncias de Lérida, Barcelona, Tarragona e Girona), primeiro organismo administrativo de Catalunha reconhecido pelo Estado Espanhol desde a Guerra de Sucessão Espanhola. Seu projeto de modernização incluiu a construção de infra-estrutura, escolas, bibliotecas e actualização da língua catalã. Foi dissolvida pela ditadura de Primo de Rivera no ano de 1923.

IndependênciaEditar

A independência da Nação ocorreu no Dia 20 de janeiro de 2020,onde Leonardo Dias um ativista com nacionalidade (Brasileira-Espanhol) publicou em uma rede Social aqual faz parte e se declarou presidente auto-proclamado da nova nação da Europa.

Reconhecimento InternacionalEditar

A Nação ainda não tem reconhecimento pelo Mundo ,o presidente auto-proclamado Leonardo pretende,visitar países da Europa para e do mundo para ter reconhecimento ...

PolíticaEditar

 Ver artigo principal: Política de Vanuatu

A catalunya é uma República Presidencialista ,como eleições de 5 em 5 anos ,com a votação direta do povo,conta com o Conselho Nacional,Câmara dos Deputados e Câmara dos Senadores,Conselho de Evangelização Cristã,Suprema Corte...

Conselho Nacional-contém 15 membros e é responsável por discutir assuntos e responsável por aprovar assuntos referentes a Economia,leis,e outros projetos.

Conselho de evangelização cristã-é responsável por administrar as igrejas do país e os deveres que devem ser feitos e também responsável por ir com um grupo de pessoas em vários países pobres fazer doação de alimentos e ajuda humanitária.

Suprema Corte-possui autoridade juridica no país interpretar e decidir questões sobre lei Federal ,e so sistema judicial do país...

 Ver artigo principal: Subdivisões de Vanuatu


Forças de segurançaEditar

Unidade móvel dos Mossos d'Esquadra Ver artigo principal: Polícia da Catalunha

A Polícia da Catalunha (Policia de la Generalitat de Catalunya, em catalão) ou Mossos d'Esquadra (literalmente: moços de esquadra) é a corporação policial autónoma, de estatuto civil, fundada em 1719 e a mais antiga da Europa, responsável pela segurança pública e prestação do serviço de polícia na Comunidade Autónoma da Catalunha.

Os Bombeiros da Generalidade (Bombers de la Generalitat de Catalunya, em catalão), são um corpo autónomo de bombeiros que desempenha as funções de prevenção e de extinção de incêndios, bem como de salvamentos em todo o território da Catalunha. Foi criado em junho de 1980 para desempenhar estas tarefas.


Movimento separatistaEditar

Ver artigos principais: Nacionalismo catalão e Independentismo catalão

Ver também: Manifestação pela independência da Catalunha em 2012, Referendo sobre a independência da Catalunha em 2014 e Via Catalana Protesto pela independência catalã em 2010 Manifestação pela independência da Catalunha em 2012

O Independentismo catalão é uma corrente política, derivada do nacionalismo catalão, que reivindica a independência da Catalunha, face à Espanha e defende a sua livre e direta integração na União Europeia. Foi reivindicado o separatismo catalão com o slogan "Catalunha, novo Estado da Europa", numa manifestação que congregou milhares de pessoas. Corrente humana de 400 km percorrendo a costa da Catalunha no dia 11 de setembro de 2013. O movimento inspirou-se na Cadeia Báltica, que foi uma corrente humana formada na época das mobilizações pela independência dos Países Bálticos da União Soviética.ias:

ProvínciasEditar

Províncias da Catalunha Comarcas da Catalunha Municípios da Catalunha A Catalunha é dividida administrativamente em quatro províncias; a Deputação Provincial (catalão: Diputació Provincial, castelhano: Diputación Provincial) é o órgão administrativo e do governo da província. As províncias e suas populações são:


aEditar

CidadesEditar

Ver artigo principal: Comarcas da Catalunha

As comarcas (catalão: comarques) são entidades compostas pelos municípios para gerenciar suas responsabilidades e serviços. A atual divisão regional tem suas raízes em um decreto da Generalidade da Catalunha de 1936, em vigor até 1939, quando foi suprimido por Franco. Em 1987, o Governo catalão adotou a divisão territorial novamente e em 1988 foram acrescentados três novas comarcas (Alta Ribagorça, Pla d'Urgell e Pla de l'Estany), e em 2015 foi criada a última comarca, o Moianès. Actualmente, existem 42.

 Ver artigo principal: Geografia de Vanuatu
 
Mapa de Vanuatu


EconomiaEditar

Centro financeiro de Barcelona

Território fortemente industrializado, os principais sectores da economia da Catalunha são o turismo, a indústria (de transformação, têxtil, química, automóvel e agroindustrial) e os serviços. Os principais produtos agrícolas são: azeitonas, vinhos e espumantes (cava), cereais, milho e fruta doce e, na pecuária, o suíno e o bovino.

As exportações da Catalunha representam mais de 25% do total do Estado espanhol, sendo que a indústria química aporta 26,2%, o sector automobilístico, 16% e os bens e equipamentos, 12%.

A Catalunha é o primeiro destino turístico da Espanha. Os principais destinos na Catalunha são: Barcelona (que ganhou grande projecção internacional após sediar os Jogos Olímpicos de 1992), as praias da Costa Brava e Costa Dourada, estações de esqui nos Pirenéus e ainda turismo histórico (em Tarragona, com monumentos romanos classificados Património da Humanidade pela UNESCO em 2000) e turismo cultural (Figueres pelo Teatro-Museu Dalí, Barcelona pelo Museu Pablo Picasso, Fundação Joan Miró e Antoni Tàpies, além do conjunto de

InfraestruturaEditar

Ver artigo principal: Aeroportos da Catalunha Torre de controle do Aeroporto de Barcelona


EducaçãoEditar

Universidade de Barcelona O Departamento de Ensino da Catalunha é o organismo público catalão encarregado da política educativa de âmbito não universitário. O Departamento da Empresa e Conhecimento ocupa-se das políticas educativas universitárias. A educação pública na Catalunha é obrigatória e gratuita para todos os indivíduos. O ensino obrigatório compreende dez anos de escolaridade e desenvolve-se entre os seis e os dezasseis anos de idade, após o qual o aluno pode aceder ao bachelarato, à formação profissional de grau médio, aos ciclos de grau médio de artes plásticas e desenho, aos ensinos desportivos de grau médio ou ao mercado de trabalho.

MídiaEditar

Têm sede e são produzidos na Catalunha alguns canais televisivos de importância: TV3, Canal33, Super3, Esport3, TV3CAT, 3/24 (canal 24h de notícias), BTV, 8TV, la Xarxa. Rádio: RAC1, RAC105, iCat, Catalunya Ràdio, SER Catalunya, Ràdio 4, Ràdio Flaixbac, Flaix FM. Têm sede nos Países Catalães e são produzidos em língua catalã: Televisão: Andorra Televisió, IB3; Rádio: Ràdio Andorra, Andorra Música. Entre os principais jornais estão o La Vanguardia, El Periódico de Catalunya, Ara, El Punt Avui e L'econòmic

ArquiteturaEditar


 Ver artigo principal: Demografia de Vanuatu

Na área da arquitetura foram desenvolvidos e adaptados para a Catalunha diferentes estilos artísticos prevalentes na Europa, deixando em muitas igrejas, mosteiros e catedrais, o estilo românico (os melhores exemplos de que estão localizados na metade norte do território) e estilos góticos. Durante a Idade Média, muitos castelos fortificados foram construídos por nobres feudais para marcar seus poderes. Existem alguns exemplos de arquiteturas renascentistas, barrocas e neoclássicas. Modernismo (Art Nouveau) no final do século XIX aparece como a arte nacional. Os arquitetos catalães de renome mundial deste estilo são Antoni Gaudí, Lluís Domènech i Montaner e Josep Puig i Cadafalch. No campo do racionalismo arquitetônico, destacando-se Josep Lluís Sert e Torres Clavé e, na arquitetura contemporânea, Ricard Bofill e Enric Miralles.

Notas

Referências

  1. Lynch, John; PAT, Fa'afo (1993). Proceedings of the first International Conference on Oceanic Linguistics. [S.l.]: Australian National University. p. 319 
  2. Trompf, G.W. (1987). The Gospel Is Not Western: Black Theologies from the Southwest Pacific. [S.l.]: Orbis Books. p. 184 
  3. Serviço das Publicações da União Europeia. «Anexo A5: Lista dos Estados, territórios e moedas». Código de Redacção Interinstitucional. Consultado em 5 de março de 2012 
  4. Portal da Língua Portuguesa – Instituto de Linguística Teórica e Computacional. «vanuatuense – adjetivo». Vocabulário Ortográfico Português. Consultado em 5 de março de 2012 
  5. «Human Development Report 2019» (PDF) (em inglês). Human Development Report (Human Development Report Office) - United Nations Development Programme. Consultado em 12 de dezembro de 2019 

Ver tambémEditar

Ligações externasEditar

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