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Luciano Nassyn
Informação geral
Nome completo Luciano Alves do Nascimento
Nascimento 7 de julho de 1973 (46 anos)
Origem São Paulo, SP
País  Brasil
Gênero(s) 1976-1988: pop teen, infantil;
1988-presente: rock;
Instrumento(s) Violão, Canto, Guitarra
Período em atividade 1976-Presente
Gravadora(s) Crazy
BMG
Afiliação(ões) Trem da Alegria, Banda Pop Up, Karakara, Escravos de Jó (banda)
Página oficial www.lucianonassyn.net

Luciano Alves do Nascimento mais conhecido como Luciano Nassyn (São Paulo, 7 de julho de 1973) é um cantor brasileiro.

Luciano ficou conhecido após fazer parte do grupo infantil Trem da Alegria, que estourou nas paradas com os hits "Uni Duni Tê" e "É de Chocolate". Deixou o grupo em 1988 para seguir carreira solo. Em 1992, Luciano deixa o gênero pop teen para ingressar no rock, que sempre foi seu gênero preferido. Em 2008 lançou seu segundo álbum de estúdio Um Algo Além.[1]

Em 2013, assinou contrato com a gravadora Warner Music, e lançará seu terceiro álbum de estúdio Um Algo Além do Satélite, previsto para ser lançado em março de 2014.[2]

CarreiraEditar

O paulistano Luciano Alves do Nascimento, artisticamente conhecido como Luciano Nassyn, veio ao mundo no dia 7 de julho de 1973. Aos três anos de idade, começou a demonstrar seus dotes artísticos sob influência de cantores como Elvis Presley, Beatles e outros. Gravou seu primeiro single com a gravadora Crazy, aos 4 anos, em 1977. No single, inspirado por canções de autoria de seu pai (Nilo Alves do Nascimento) como “Pare, Olhe e viva”, música que relatava a imprudência no trânsito caótico da Cidade de São Paulo, começou uma breve turnê pelo país, apoiada pelas Companhias de Tráfego de todo o Brasil, e também fazia participações no programa infantil da época “Pullman Jr.” da Tia Iara, Clarice Amaral e do saudoso Dárcio Campos.

Em seguida, surgiu a Continental Disquinhos, onde gravou um compacto duplo com músicas de Chico Buarque, entre outros. A divulgação deste compacto duplo despertou o interesse de algumas agências de publicidade, entre elas a PRINT, da Tia Irani, que o ajudou a compor mais de 150 comerciais e Jingles para TV e Rádio.

O mais conhecido da época foi com certeza o contrato com a Danone, onde interpretou o famoso AGENTE DANONE além de outros produtos como Brastemp, Estrela (empresa), Doriana, Nossa Caixa, Tabacow, Visconti, Pirelli, Black & Decker. Luciano começava a rodar o Brasil com um show eclético e cheio de atrações.

Na TV, participou de mini-séries como: Anarquistas Graças a Deus e A Vereadora, idealizadas pela Rede Globo, e Razão de Viver e Escolinha do Bozo realizadas pelo SBT.

A MúsicaEditar

Tudo com certeza sempre foi uma grande bagagem, mas o que Luciano queria era a música. Com muitos shows pelo Brasil, mesmo sem ser conhecido de forma abrangente, se inscreveu no 1º Festival Internacional da Criança, realizado pelo SBT, creditado como Luciano Di Franco, alcançando o quarto lugar e despertando o interesse da gravadora RCA Victor (atual RCA Records). O SBT e a RCA realizaram um projeto com os integrantes que melhor colocação obtiveram, sendo assim Patrícia Marx, Juninho Bill (com a Música “O Incrível Hulk”, de autoria de Luciano Nassyn e seu Pai e a música Rock da Lanchonete, música que lhe cedeu o 4º lugar no festival).

O Trem da AlegriaEditar

Após o Festival, Miguel Plopschi o recomendou para a gravação do LP “Clube da Criança”, junto com Patrícia Marx, Xuxa, Pelé, Carequinha, entre outros. O grande sucesso deste LP foi “É de Chocolate”, regravado Por Xuxa. Patrícia e Luciano Realizaram vários programas de TV e shows que marcaram como uma grande festa de confraternização na Quinta da Boa Vista – Rio – Que rendeu um público de 120.000 pessoas.

Um ano depois, em 1985, com a entrada de Juninho Bill, formou-se o Trem da Alegria, que em apenas um LP vendeu cerca de 1.000.000 (Um Milhão) de cópias. O Trem da Alegria fez vários programas para TV além de Turnês que rodaram o País com várias apresentações em TVs e Rádios locais, além de ter feito o Show de abertura do Menudo no Playcenter.[3]

Já era de se esperar que em função da idade,Pois estava com 15 anos deixou o grupo em 1988.[4]

Outros caminhosEditar

De 1988 a 1992, e dedicou ao instrumento de sua paixão enveredado pelos caminhos da execução, harmonia e composição, sem deixar de aprimorar sua técnica vocal, o que lhe permite nos dias de hoje, lecionar Guitarra e canto, além de confeccionar arranjos para outros cantores.

No final de 1992 lançou seu 1º LP solo Luciano pós-Trem da Alegria .Este LP contava com uma versão de Have You Ever Seen The Rain - Creedence – e músicas compostas por Ed Wilson, Carlos Colla, Marcos Valle, Paulo Sérgio Valle, Chico Roque e Augusto César. Esta época foi de grande valia, pois aprendeu a lidar com os problemas da vida.Seu disco solo não teve a divulgação esperada da gravadora, apesar do grande sucesso no interior de São Paulo e Nordeste, acabou caindo no esquecimento em função de problemas pessoais.

Passados esses problemas, resolveu dar um tempo e conhecer outros lados da vida. Segundo ele: “... não posso escrever sobre aquilo que não vivi”. Luciano utilizou a experiência em comerciais para TV e Rádio, para trabalhar como uma pessoa qualquer, sem o menor preconceito. “...Adoro o marketing... sem ele nada estaria em evidência....” diz Luciano Nassyn.

O Retorno à músicaEditar

Seu retorno a música foi em 1996, quando um amigo de adolescência, André Gaba, resolveu formar uma dupla de Rock que se chamou Karakara. Foi o momento que Luciano percebeu que a música estava no sangue. Após vários shows a dupla se desfez, e com várias músicas compostas, resolveu montar uma banda que se chamou Escravos de Jó. Luciano tocou em vários programas de TV, mas como o Rock da banda era muito pesado, não conseguiu gravadora. por volta de 2000, Luciano adotou o sobrenome artístico Nassyn, uma referência ao seu último nome verdadeiro (Nascimento).

Com um home-estúdio e pouco trabalho na noite, Luciano começa a tocar guitarra com a banda Legião Urbana Cover, que na época era assessorada por Luciano Moreno. Nascia uma amizade que perduraria. Fez vários show com a Legião e com uma banda de Rockabilly que se chamava “Crazy Cats” e “The Fifty’s”..

Trabalhando em alguns free lancer, sem saber que a galera queria saber por onde andava Luciano do Trem da Alegria, ele compunha músicas sem parar, mas com um certo destino: a gaveta. Então fora convidado por Ney Gomes para fazer parte da banda da cantora Yasmim. Nasce outra grande amizade. Na mesma época Ney Gomes ingressa num projeto em casas noturnas de São Paulo jun to com Luciano Moreno. Luciano Nassyn comenta que gostaria de fazer parte desse projeto. Na mesma época Ricardo Hortelã entra no esquema. Em seguida Luciano Nassyn é chamado por Luciano Moreno para fazer parte de seu projeto “Luciano Moreno e Banda”.

Luciano Nassyn resolve agrupar seus conhecimentos de rock e de noite a um projeto acústico com seu amigo de infância Kayoh Norcia. O projeto tem o nome de “Acústico Rock” e pretende levar o melhor do Rock internacional e nacional para todo o Brasil.

Em fevereiro de 2005 lança seu site oficial com muitas fotos, vídeos, músicas, agenda de shows entre outros e apresenta suas músicas de trabalho, 'Chorando Calado' e 'Vê se Olha para Mim' Em março do mesmo ano participa de vários eventos Anos 80 (Trash 80, Ploc, Playmobil) e de Vários Programas de rádio e de TV (Pânico, Radio Nativa, TV Gazeta, entre outras..)

Em 2013, o artista assinou contrato com a gravadora Warner Bros, e anunciou para o portal Purepeople do MSN que em março de 2014, irá lançar seu novo álbum de estúdio Um Algo Além do Satélite.[2]

DiscografiaEditar

Referências

  1. Barbara Duffles (29 de março de 2009). «Por onde anda Luciano Nassyn, do Trem da Alegria?». EGO. Consultado em 26 de Fevereiro de 2013 
  2. a b c Purepeople (8 de março de 2014). «Luciano Nassyn do Trem da Alegria segue na música e lança novo disco este mês». Consultado em 9 de março de 2014 
  3. «Patricia Marx e Luciano Nassyn, ex-Trem da Alegria, voltam a cantar juntos». Revista Quem Acontece. 22 de novembro de 2010. Consultado em 26 de Fevereiro de 2013 
  4. «Trem da Alegria vende 3 milhões de discos em 4 anos; releia texto de 1988». Folha de S. Paulo. 24 de abril de 2013. Consultado em 16 de Maio de 2013