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Maria Júlia Figueiredo
Falta foto
Nascimento
Salvador
Morte
Salvador
Cargo Iyalorixá do Casa Branca-Engenho Velho

Maria Júlia Figueiredo (Omonikê) é filha da fundadora do Candomblé da Barroquinha Iyá Nassô, sendo filha de sangue e estando presente na fundação, é também a responsável por trazer o culto de Xangô para a Bahia. Foi a terceira Iyalorixá na sucessão do Candomblé da Casa Branca do Engenho Velho.[1]

Maria Júlia Figueiredo teve os seguintes títulos: de iyalodê, de iyalaxé das geledes, de iyalorixá da antiga Casa Branca do Engenho Velho e ainda de provedora-mor da Irmandade de Nossa Senhora da Boa Morte, instituição de organização dos negros jeji e nagô da cidade de Cachoeira. Era a representante suprema das matriarcas africanas.

A disputa pelo Engenho VelhoEditar

Iyá Nassô uma das fundadoras do Ilè Asé Airá Intilè, localizado no bairro da Barroquinha, depois Ilé Iya Nassô Oká, foi sucedida por Iyá Marcelina. Após a morte desta, duas das suas filhas, Maria Júlia da Conceição e Maria Júlia Figueiredo disputaram a chefia do candomblé, cabendo à Maria Júlia Figueiredo que era a substituta legal (Iyá Kekeré) tomar a posse de Iyálorixá do Terreiro. Maria Júlia da Conceição afastou-se com as demais discidentes e fundaram o (Terreiro do Gantois).

Referências

Veja tambémEditar

Referências