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Solimões
Monitor Solimões
Carreira   Bandeira da marinha que serviu
Operador Armada Imperial Brasileira
Marinha do Brasil
Fabricante Forges et Chantiers de la Méditerranée
Homônimo Rio Solimões
Lançamento 1875
Comissionamento 23 de abril de 1875
Descomissionamento 19 de maio de 1892
Comandante(s) Miguel de Melo Tamborim
Fernando Xavier de Castro
Fatalidade Afundou em 19 de maio de 1892 próximo ao Farol do cabo Polonio no Uruguai
Estado Descomissionado
Características gerais
Tipo de navio Monitor encouraçado
Classe Classe Javari
Deslocamento 3,700 t (8 160 lb)
Comprimento 73,20 m (240 ft)
Boca 17,70 m (58,1 ft)
Calado 3,75 m (12,3 ft)
Propulsão máquinas alternativas a vapor, acoplados a dois eixos.
2,500 hp (1,86 kW)
Velocidade 11 nós (20,37 km/h)
Blindagem casco - 12 pol. à meia nau
7 pol. na proa e na popa
torres principais - 12 pol.
convés - 3 pol.
torre de comando de 4 pol.
Armamento 4 x canhões Whitworth 10 pol. em duas torres duplas
2x canhões Nordenfelt 37 mm (1,5 in)
2 x metralhadoras.
Tripulação 135 homens

O Monitor Encouraçado ou Monitor de Oceano Solimões foi um navio de guerra da Classe Javari, encomendado pelo Brasil para compor a Armada Imperial. Seu navio irmão era o Javari.

HistóriaEditar

O monitor foi construído no estaleiro Forges et Chantiers de la Méditerranée em La Seyne, França. Sua construção esteve sob supervisão do Capitão-Tenente EN Carlos Braconnot. O navio recebeu o nome Solimões em homenagem ao rio de mesmo nome localizado na província do Grão-Pará. Foi o seu primeiro comandante o Capitão-de-Fragata Miguel de Melo Tamborim.[1]

ServiçoEditar

No dia 19 de agosto de 1884 foi incorporado a Esquadra de Evoluções, núcleo dos melhores navios da Armada em propulsão, artilharia e torpedos. Criada através do Aviso n.º 1541A, do então Ministro dos Negócios da Marinha, Almirante Joaquim Raimundo de Lamare, a Esquadra de Evoluções teve como primeiro comandante o Chefe-de-Esquadra Arthur Silveira da Mota, Barão de Jaceguai. Era formado por 16 navios entre encouraçados, cruzadores e torpedeiros.[1]

Em 19 de maio de 1892 naufragou próximo ao farol do Cabo Polonio no Uruguai. Na ocasião era comandada pelo Capitão-de-Mar-e-Guerra Fernando Xavier de Castro, não sobrevivendo ao naufrágio. Apenas 5 membros de sua tripulação se salvaram.[1]

Referências

  1. a b c «NGB - Monitor de Oceano Solimões». www.naval.com.br. Consultado em 20 de outubro de 2018