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As Guerras Civis Norueguesas (em norueguês: Borgerkrigstiden ) é um termo utilizado para designar o período da história da Noruega entre 1130 e 1240. Durante esta época, se desancadearam várias guerras civis entre reis rivais e pretendentes ao trono. Os motivos das guerras representam um dos temas mais debatidos na história medieval de Noruega. O objetivo das facções foi sempre colocar a seu candidato no trono, após a morte do rei Sigurd o Cruzado em 1130. Nas primeiras décadas das guerras civis, as alianças mudaram frequentemente, e centraram-se ao redor de um rei ou pretendente, mas finalmente, para o fim do século XII, emergiram dois partidos, conhecidos como os bagler e os birkebeiner. Após a reconciliação entre estes dois partidos em 1217, desenvolveu-se um sistema governamental mais ordenado, que foi, gradualmente, capaz de pôr fim aos frequentes levantamentos armados. A fracassada rebelião do duque Skule Bårdsson em 1240 foi o evento final da era das guerras civis.




A Batalha de Svolder, por Otto Sinding.

A Batalha de Svolder (Svold, Swold) foi travada em setembro de 999 ou 1000 em algum lugar no oeste do Báltico entre o Rei Olavo Tryggvason da Noruega e uma aliança de seus inimigos. O contexto da batalha é a unificação da Noruega em um único Estado, antigos esforços dinamarqueses de obter controle do país e a disseminação do Cristianismo na Escandinávia.

Rei Olavo estava navegando para casa após uma expedição à Wendland (Pomerânia), quando sofreu uma emboscada por uma aliança de Sueno Barba-Bifurcada, Rei da Dinamarca, Olavo, o Tesoureiro, Rei da Suécia, e Érico Hakonarson, Jarl de Lade. Olavo possuía somente onze embarcações de guerra na batalha contra uma frota de pelo menos setenta. Seus navios foram abatidos um por um, sendo o último a Longa Serpente, a qual Jarl Érico capturou enquanto Olavo se jogava no mar. Após a batalha, a Noruega foi dominada pelos Jarls de Lade como um feudo da Dinamarca e da Suécia.




O Fram deixa Bergen em 2 de julho de 1893, em direção ao oceano Ártico

Expedição Fram (1893–1896) foi uma tentativa do explorador norueguês Fridtjof Nansen de atingir o Polo Norte utilizando a corrente natural que atravessa o oceano Ártico, de leste para oeste. Apesar da opinião desfavorável da maioria dos especialistas em regiões polares, Nansen embarcou no Fram e navegou até às ilhas da Nova Sibéria onde se deixou aprisionar na banquisa, esperando que a deriva o levasse até ao Polo. Impaciente com a lentidão do avanço do Fram, e dando-se conta de que dessa maneira não chegaria a seu objetivo, Nansen decidiu, depois de 18 meses de deriva, deixar o navio e, juntamente com Hjalmar Johansen, partir a pé, levando cães e trenós. A dupla não conseguiu chegar ao Polo, mas os dois alcançaram o ponto mais a norte do planeta já atingido por um ser humano até então, à latitude de 86°13,6'N, antes de um longo regresso sobre o gelo para chegar à Terra de Francisco José. Durante este tempo, o Fram continuou a sua deriva para oeste e foi libertado do gelo no oceano Atlântico, perto de Spitzbergen.

A ideia para a expedição surgiu após se terem encontrado algumas partes do navio norte-americano Jeannette, depois de este se ter afundado ao largo da costa norte da Sibéria, em 1881, na costa sudoeste da Gronelândia. Os destroços tinham sido levados através do oceano polar, talvez através do próprio polo. Com base nesta ideia, e nos destroços recuperados, o meteorologista Henrik Mohn desenvolveu uma teoria de deriva polar que levou Nansen a acreditar que um navio especialmente concebido podia ser congelado no gelo, e seguir o mesmo percurso que os restos do Jeannette, aproximando-se, assim, do Polo Norte.




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