Pré-milenarismo

Pré-milenarismo ou quiliasmo (do grego transliterado khiliasmós, de raiz χιλιοι = "mil"), é a crença segundo a qual o que está descrito na Bíblia Sagrada a respeito do Reino Milenar de Cristo e de acontecimentos futuros são fatos históricos e proféticos, especialmente o livro de Apocalipse.[1][2] Tornou-se a base da teologia dispensacionalista.[3][4]

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Chama-se “pré-milenismo” ou “pré-milenarismo” por crer que a Vinda de Jesus ocorrerá antes do Milênio; isto é, “pré”-milênio. Há dois tipos básicos de pré-milenismo: o histórico (ou clássico) e dispensacionalista.[5]

O Pré-Milenismo Histórico (ou Clássico) foi a primeira e única mensagem escatológica durante todo o período da Igreja Primitiva até o quarto século[6]. A partir daí, a escatologia começa a sofrer grandes mudanças estruturais.

Os três primeiros séculos se caracterizaram pela interpretação futurista e pré-milenarista, mas não do tipo pré-tribulacionista. A Idade Média abandonou essa interpretação por uma interpretação espiritual ou a percepção histórica.” (LADD[7], 2016, p. 39, grifo nosso)

O Pré-Milenismo predominava desde o início da Igreja até a mudança escatológica no quarto século que foi uma base tanto para o Amilenismo quanto para o que seria o Pós-Milenismo:

Os primeiros 3 séculos da Igreja foram provavelmente dominados pela posição que hoje chamaríamos de Pré-Milenismo, mas, no século 4º, um donatista africano chamado Ticônio propôs uma concepção concorrente¹. Embora Agostinho fosse um oponente veemente dos donatistas, ale adotou a posição de Ticônio sobre o Milênio.” (ERICKSON[8], 2015, p. 1150, grifo nosso)

Embora grande parte da Igreja tivesse aderido ao amilenismo por mais de mil anos, desde o início da História da Igreja foi ensinado o pré-milenismo histórico. o pré-milenismo histórico permaneceu intacto até a chegada do dispensacionalismo:

“O pré-milenismo histórico vem desde os primeiros pais da Igreja, sendo Irineu um dos seus principais defensores. Este tipo de pré-milenismo perdurou até a metade do século XIX, quando Darby apresentou seu sistema dispensacionalista. Surgiu então o pré-milenismo dispensacionalista.” (SEVERA[9], 2014, p. 378)

De acordo com Ladd[10] (2016, p. 33, grifo nosso) se examinarmos os primeiros séculos da Igreja perceberemos que a Igreja interpretava o Apocalipse com linhas futuristas; ou seja, “eles entendiam que o livro prediz os eventos escatológicos que aconteceriam no fim do mundo” e acrescenta dizendo que “a percepção prevalente e um pré-milenarismo pós-tribulacionista”[10].

Erickson[11] (2015, p. 1152, grifo nosso) confirma que “o Pré-Milenismo provavelmente foi a posição predominante durante o período inicial da Igreja.”. O pré-milenismo histórico (primitivo) era pós-tribulacionista (a Vinda de Cristo e o Arrebatamento ocorrem após a Grande Tribulação). Logo, a ideia de um arrebatamento secreto jamais foi ensinada na Igreja até o surgimento do dispensacionalismo. Severa[9] (2014, p. 378) lembra ainda que “a principal diferença entre o pré-milenismo histórico e o dispensacionalista é a distinção que os dispensacionalistas fazem entre a igreja e Israel.” enquanto “o pré-milenismo histórico considera a igreja como o verdadeiro Israel espiritual de Deus.”

O dispensacionalismo foi rejeitado por grande parte dos pré-milenistas históricos. Gregg R. Allison[12] (2017, p. 833) assevera que “Apesar da popularidade do pré-milenarismo dispensacionalista, muitos continuaram promovendo o pré-milenarismo histórico.” e que “Trabalhando com textos fundamentais (Jo 14.1-14; 1C0 15.51,52; 1Ts 4.13-18), Douglas Moo rejeitou a posição do arrebatamento pré-tribulacionista e defendeu a perspectiva pós-tribulacionista.” (ALLISON[13], 2017, p. 834)

O que faz com que as duas interpretações, ainda que distintas, sejam considerados pré-milenistas é que ambas “defendem um reinado pessoal de Cristo na terra por um período de mil anos.” (SEVERA[14], 2014, p. 378)

Millard Erickson[15] (2011, p. 157) define o pré-milenarismo como a crença em que Cristo voltará e então estabelecerá seu reino terreno por um período de mil anos. Alguns pré-milenaristas afirmam que esse período não necessariamente precisa ser considerado de mil anos cronológicos.”

Em seu Manual Bíblico, de forma brilhante, Henry Hampton Halley resume o pré-milenismo da seguinte forma:

"Esse ponto de vista (que é a principal na linha interpretativa usada neste comentário) sugere que a forma atual do Reino de Deus está rapidamente chegando ao momento da gloriosa volta de Cristo, que ocorrerá depois do período de sete anos de tribulação. Com a volta de Cristo, Satanás será amarrado no abismo, e ocorrerá a primeira ressurreição. Todos os santos redimidos no céu voltarão à terra a fim de reinar com ele durante mil anos literais. Esse período será caracterizado pela paz predominante - pelo menos, no início. À medida que o Milênio progride, a terra repovoada, com pessoas dotadas de livre-arbítrio. Com o passar do tempo, a autoconfiança e a soberba das pessoas endurecerá seu coração. Deus soltará Satanás por um breve período no fim dos mil anos. Ele fará um único último esforço para guerrear contra Deus. Deus atingirá Satanás e todos os que se reuniram com ele na luta contra Deus, com fogo devorador. Deus lançará Satanás no lago de enxofre ardente para ser atormentado para sempre. Haverá, em seguida, o julgamento do grande trono branco e a segunda ressurreição dos santos do Milênio. Finalmente, Deus estabelecerá novos céus e nova terra, onde habitará eternamente com seu povo." (HALLEY[16], 2001, p. 763)

Enquanto o amilenismo encontra dificuldade em explicar as profecias do Antigo Testamento sobre o reinado do Messias, e, por várias vezes irá sugerir uma interpretação figurada ou espiritual, “[...] o pré-milenismo oferece uma explicação para profecias do Antigo Testamento que não foram cumpridas. [...] (p.e., Is 11.1-9; 35.1-10; Mq 4.1-3). Essas profecias seriam plenamente cumpridas no milênio.” (SEVERA[17], 2014, p. 380-381)

O Senhor nos garante pela Sua Palavra que haverá um Reino onde Jesus, o Messias, governará sobre as Nações: Isaías 2:4; Miquéias 4:3; Apocalipse 11:15; Salmos 2:6-9; Jeremias 23:5,6; Apocalipse 12:5; Apocalipse 19:15; Apocalipse 2:10; Daniel 7:27; Zacarias 14:16; Apocalipse 2:26,27; Apocalipse 21:24,26; Apocalipse 22:2; etc...

“Os profetas do Antigo Testamento — Isaías, Ezequiel e outros — eram citados muitas vezes para defender essa esperança. [1]” (ALLISON[18], 2017, p. 818)

Na interpretação amilenista, a “primeira ressurreição” não é vista como ressurreição do corpo mas como um aspecto espiritual e ocorre na regeneração ou pode referir-se também ao fato da alma subir para o céu depois da morte física, no estado intermediário:

“[...] os pré-milenistas veem as duas ressurreições, a “primeira” e a outra, como realidades da mesma natureza, isto é, se a segunda é ressurreição do corpo, a “primeira” também deve ser ressurreição física, pois o termo grego traduzido por “reviveram” é o mesmo para as duas ressurreições; e exegeticamente é melhor dar o mesmo sentido à palavra quando empregada mais de uma vez no mesmo texto.” (SEVERA[19], 2014, p. 380)


Há várias indicações claras nas Sagradas Escrituras de que o Reino será um Reino literal e aqui na terra: Daniel 2.35,44; 7.18,27; Salmos 2.4-9; Isaías 2.4; Miquéias 4.3; Zacarias 14.4, 16; João 18.36 (“agora” ainda não); Apocalipse 2.26,27; 5.10; 11.15; 12.5; 19.15; 20.2-6; Jeremias 23.5-8; o Reino é descrito como sendo debaixo do céu Daniel 7.13-14,27; Cristo recebe “os reinos do mundo” como herança Ap 11.15,17; Sl 2.6-9 esse Reino será dado aos santos somente na sua Vinda Mt 25.34; então Cristo há de reger todas as nações, e então os “reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos” Ap 2.26,27; 12.5; 19.15; 1Tm 2.12; Dn 2.44; 7:18,27;  profecias de mudanças terrenas dramáticas durante o reino (Atos 3:21; Isaías 35:1-2; 11:6-9; 29:18; 65:20-22; Ezequiel 47:1-12; Amós 9:11-15); e a própria ordem cronológica dos eventos de Apocalipse indica a existência de um reino milenar antes do Juízo Final (Apocalipse 20).

Muitas são as nações[2] citadas no contexto milenar:

 Isaías 11 – “Assíria, e do Egito, e de Patros, e da Etiópia, e de Elã, e de Sinar, e de Hamate, e das ilhas do mar [...] Edom, Moabe; os filhos de Amom lhes obedecerão.”

 Isaías 19:21-25 – Egito, Assíria e Israel.

 Isaías 66:19 – “[...] os que deles escaparem enviarei às nações, a Társis, Pul, e Lude, flecheiros, a Tubal e Javã, até às ilhas de mais longe [...]”

  Zacarias 14:2,16,17,18 – Todas as nações, o Egito. Aqui o Senhor diz que ajuntará “todas as nações para a batalha contra Jerusalém” (Zacarias 14:2) e depois diz que de “todos os que restarem de todas as nações que vieram contra Jerusalém subirão de ano em ano para adorar o Rei, o Senhor dos Exércitos, e para celebrar a Festa dos Tabernáculos.” (Zacarias 14:16).

“Um argumento a favor da validade do Reino milenar terrestre de Cristo é algo que o próprio Jesus disse: “Digo-lhes a verdade: Por ocasião da regeneração de todas as coisas, quando o Filho do homem se assentar em seu trono glorioso, vocês que me seguiram se assentarão em doze tronos, para julgar as doze tribos de Israel” (Mt 19.28). Além disso, Pedro disse: "Arrependam-se, pois, e voltem-se para Deus, para que os seus pecados sejam cancelados, para que venham tempos de descanso da parte do Senhor, e ele mande o Cristo, o qual lhes foi designado, Jesus. É necessário que ele permaneça no céu até que chegue o tempo em que Deus restaurará todas as coisas, como falou há muito tempo, por meio de seus santos profetas” (At 3.19-21).” (HALLEY[20], 2001, p. 762)

O testemunho da Igreja Primitiva apontava para um Milênio literal e futuro:

“A igreja primitiva associou mais um evento importante com a segunda vinda: um reinado de Cristo sobre a terra durante mil anos. Em Apocalipse (20.1-6), o apóstolo João descreveu esse “milênio”.[...] Essa posição se chama pré-milenarismo.[3] O primeiro a se referir a essa visão foi Papias, que acreditava “que haverá um período de mil anos, depois da ressureição dos mortos, em que o reino de Cristo assumirá uma forma material nesta terra”.[4] (ALLISON[21], 2017, p. 817-818)


Lewis Sperry Chafer[22], analisando esse trecho bíblico: “— Eu, Jesus, enviei o meu anjo para dar testemunho destas coisas a vocês nas igrejas. Eu sou a Raiz e a Geração de Davi, a brilhante Estrela da Manhã.” (Apocalipse 22:16) – faz uma observação importante sobre o Reino do Messias:

“Esta identificação de Cristo como o Filho de Davi não é uma referência a uma hereditariedade infinita; ela proclama a verdade, e é pelo Filho glorificado do próprio Deus, que o reino davídico ainda será realizado através dAquele que tem o nome Filho de Davi.” (2003, p. 305, grifo nosso)


Falando sobre Apocalipse 20 Henry Hampton Halley diz:

“A única menção específica ao reino de "mil anos” de Jesus Cristo como Rei dos reis e Se senhores na Bíblia acha-se neste capítulo. Entretanto, existem passagens por toda a Bíblia aludir a esse tempo de paz em que Cristo habitará na terra – por exemplo: Isaías 11.6-11 com o cordeiro, e o leopardo se deitará com o bode [...) e uma criança os guiará”.” (HALLEY[20], 2001, p. 762)


O teólogo Wayne Grudem faz uma breve descrição dos eventos de Apocalipse 20:

“[...] o milênio, o futuro reinado de mil anos de Cristo na terra, [...] Satanás totalmente privado de qualquer possibilidade de influência na terra. [...] Ao final do milênio, Satanás é solto [...] definitivamente derrotado e "lançado para dentro do lago de fogo e enxofre" [...]. Então o juízo de Satanás e seus demônios estará completo.” (GRUDEM[23], 1999, p. 340-341)

Esses são alguns dos versos que provam o aspecto FUTURO da nossa entrada no Reino!

“Portanto, irmãos, procurai fazer cada vez mais firme a vossa vocação e eleição; porque, fazendo isto, nunca jamais tropeçareis. Porque assim VOS SERÁ AMPLAMENTE CONCEDIDA A ENTRADA NO REINO ETERNO de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.” – (2 Pedro 1.10,11)


Embora vivenciamos os aspectos presentes do Reino, almejamos a plena e perfeita entrada nele:

“O Reino de Deus já foi introduzido neste mundo na primeira vinda de Cristo, mas só terá sua plenitude na parúsia, com a presença do Rei (Lc 21.31; Dn 7.13,14,18). Quando Cristo vier na sua glória, os seus seguidores possuirão o reino que lhes está preparado desde a função do mundo (Mt 25.34).” (SEVERA[24], 2014, p. 376)

Embora nosso Senhor já é Soberano, para reinar (reinaremos “futuro”) com Cristo é necessário perseverança:

“se perseveramos, também com ele REINAREMOS; se o negamos, ele, por sua vez, nos negará” (2Tm 2.12)


Observe que Paulo fala primeiro da Vinda e só depois do Reino!

“Conjuro-te, pois, diante de Deus, e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua VINDA e no seu REINO” (2Tm 4.1)


As profecias bíblicas sobre o reino messiânico do Antigo Testamento por exemplo, são por muitas vezes ignoradas pelos amilenistas gerando dificuldade na explicação das profecias. Nesse caso, toda profecia não cumprida deve ser interpretada espiritualmente, ou de forma não literal. “Quanto a esta dificuldade, a resposta dos amilenistas é que a interpretação dessas profecias é dada no Novo Testamento em sentido espiritual. Jesus declarou: “Meu reino não é deste mundo”.” (SEVERA[14], 2014, p. 386)


Os pré-milenistas no entanto, lembram que, o mesmo verso que diz “O meu Reino não é deste mundo” por se tratar da origem do Reino (celestial e não terrena), Jesus continuou a dizer “Mas AGORA o meu Reino não é daqui.” (João 18:36). Deixando claro que (o “agora” indica que) ainda não era tempo de estabelecer o Reino dos Céus aqui na terra. E, por isso a oração da Igreja deve ser: “venha o teu Reino” (Mateus 6:10).


[1] Ireneu cita Isaías 11.6-9 26.19; 30.2,26; bem como Ezequiel 28.25,26 e 37.12-14.

[2] *Társis – Espanha; *Pul – Líbia; *Lude – Lídia; *Tubal – Capadócia; *Javã – Grécia; *Moabe – Jordânia; *Amom – Jordânia; *Edom – Sul de Israel e Jordânia

[3] Como observamos antes, o pré-milenarismo histórico também é pós-tribulacionista. Assim, a

ordem de eventos é esta: a grande tribulação, a volta de Cristo, o milênio.

[4] Fragments o f Papias 3.12, in: Holmes, 567. Eusébio se referiu à convicção de Papias em Ecclesiastical

history, 3.39, in: Christian Frederick Cruse, org., Eusebius’ ecclesiastical history (Grand Rapids: Eerdmans, 1962), p. 126; cf. NPNF2 1:154.

Referências

  1. Table of Contents
  2. «Bible Basics Study 5.5 - The Millennium». Biblebasicsonline.com. Consultado em 24 de janeiro de 2014 
  3. O que é o prémilenismo
  4. Charles C. Ryrie: Dispensationalism. Moody Publishers, Chicago 2007, ISBN 0-8024-2189-X, S. 102.
  5. «Origen's Commentary on the Gospel of Matthew». Ccel.org. 13 de julho de 2005. Consultado em 24 de janeiro de 2014 
  6. «Pré-Milenismo – Curso Bíblico Online». www.cursobiblicoonline.com.br. Consultado em 3 de abril de 2021 
  7. LADD, George Eldon (2016). Esperança Abençoada: um estudo bíblico da segunda vinda de Jesus e do arrebatamento. São Paulo: Shedd Publicações. p. 39 
  8. ERICKSON, Millard J. (2015). Teologia Sistemática. São Paulo: Vida Nova. p. 1150 
  9. a b SEVERA, Zacarias de Aguiar (2014). Manual de Teologia Sistemática - Revisado e Ampliado. 2ª. ed. Curitiba: A.D. Santos. p. 378 
  10. a b LADD, George Eldon (2016). Esperança Abençoada: um estudo bíblico da segunda vinda de Jesus e do arrebatamento. São Paulo: Shed Publicações. p. 33 
  11. ERICKSON, Millard J. (2015). Teologia Sistemática. Tradução de Valdemar Kroker, Tiago Abdala Teixeira Neto Robinson Malkomes. São Paulo: Vida Nova. p. 1152 
  12. ALLISON, Gregg R. (2017). Teologia Histórica: uma introdução ao desenvolvimento da doutrina cristã. São Paulo: Vida Nova. p. 833 
  13. ALLISON, Gregg R. (2017). Teologia Histórica: uma introdução ao desenvolvimento da doutrina cristã. São Paulo: Vida Nova. p. 834 
  14. a b SEVERA, Zacarias de Aguiar (2014). Manual de Teologia Sistemática - Revisado e Ampliado. 2ª. ed. Curitiba: A.D. Santos. p. 386 
  15. ERICKSON, Millard J. (2011). Dicionário popular de teologia. Tradução de Emirson Justino. São Paulo: Mundo Cristão. p. 157 
  16. HALLEY, Henry Hampton (2001). Manual Bíblico de Halley: Nova Versão Internacional (NVI). edição revista e ampliada. São Paulo: Editora Vida. p. 763 
  17. SEVERA, Zacarias de Aguiar (2014). Manual de Teologia Sistemática - Revisado e Ampliado. 2ª. ed. Curitiva: A.D. Santos. pp. 380–381 
  18. ALLISON, Gregg R. (2017). Teologia Histórica: uma introdução ao desenvolvimento da doutrina cristã. São Paulo: Vida Nova. p. 818 
  19. SEVERA, Zacarias de Aguiar (2014). Manual de Teologia Sistemática - Revisado e Ampliado. 2ª. ed. Curitiba: A.D. Santos. p. 380 
  20. a b HALLEY, Henry Hampton (2001). Manual Bíblico de Halley: Nova Versão Internacional (NVI). edição revista e ampliada. São Paulo: Editora Vida. p. 762 
  21. ALLISON, Gregg R. (2017). Teologia Histórica: uma introdução ao desenvolvimento da doutrina cristã. São Paulo: Vida Nova. pp. 817–818 
  22. CHAFER, Lewis Sperry (2003). Teologia Sistemática. 1ª ed., v. 5-6. São Paulo: Hagnos. p. 305 
  23. GRUDEM, Wayne (1999). Teologia Sistemática: Atual e Exaustiva. 2ª. ed. São Paulo: Vida Nova. pp. 340–341 
  24. SEVERA, Zacarias de Aguiar (2014). Manual de Teologia Sistemática - Revisado e Ampliado. 2ª. ed. Curitiba: A.D. Santos. p. 376 

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