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Disambig grey.svg Nota: Para o deserto, veja Saara.
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Saara Espanhol,[1] Sara Espanhol[1] ou Sáara Espanhol[1] (em castelhano: Sáhara Español; em árabe: صحراء الاسبانية, Sahra'a Al-Esbania) foi o nome dado ao atual Saara Ocidental no período em que foi ocupado e administrado pela Espanha (1884 a 1975).

Este artigo é parte da série:
Conflito do Saara Ocidental
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Saara Ocidental

Antecedentes históricos
Regiões disputadas
Política
Rebeliões
Envolvimento da ONU

Depois que o agrupamento de territórios designado como África Ocidental Espanhola (1946 - 1958) deixou de existir, o Saara Espanhol adquiriu o estatuto de província da Espanha, sendo constituído pela união dos territórios de Saguia el Hamra e Río de Oro. Desde 1976, após a celebração do Acordo de Madrid[2] e a Marcha Verde, a Espanha se retirou do território - que passou a ser referido como Saara Ocidental, cedendo sua administração ao Marrocos e à Mauritânia,[3] manobra que não foi reconhecida pela comunidade internacional. Em 1979, a Mauritânia se retirou da região, que foi então ocupada pelo Marrocos.

Atualmente, a República Árabe Saharaui Democrática pretende estabelecer um Estado independente no antigo Saara Espanhol.

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Saara Espanhol

Província

Duração?

Bandeira de

Bandeira

Localização de
Continente África
Capital El Aiune
Língua oficial Árabe e Espanhol
Governo Partido único

Estatuto atualEditar

 
Selo emitido em 1924.
 
Mapa dos territórios espanhóis situados no noroeste da África em meados do século XX.

O Saara Ocidental é palco de disputas entre as forças de ocupação marroquinas e a Frente Polisário, movimento revolucionário que luta pela autonomia do território. A Frente Polisário controla cerca 25% do território e proclamou a República Árabe Saaraui Democrática (RASD) no dia 27 de fevereiro de 1976,[4]em Bir Lehlou. O governo da RASD (instalado na Argélia) define a área sob seu controle como territórios libertados ou Zona Livre e o restante (que o Marrocos denomina Províncias do sul) como área sob ocupação.

As Nações Unidas desconsideram o Acordo de Madri (1975), mediante o qual a Espanha cedeu esse território ao Marrocos e à Mauritânia (que se retirou da área em 1979). Para a ONU o antigo Saara espanhol é um território não descolonizado, e a Espanha continua a ser, formalmente, a potência administradora.

Os esforços de paz da ONU indicaram a organização de um referendo, para que a população saarauí decidisse sobre a independência. No entanto, esse pleito, marcado inicialmente para 1992, nunca ocorreu.

A União Africana (55 estados membros) e pelo menos outros 44 países reconhecem a República Árabe Saarauí Democrática (RASD) como estado soberano, ainda que ocupado, com o governo no exílio.

Ver tambémEditar

Referências

Ligações externasEditar

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