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Syndicato Condor Lda

Syndicato Condor S/A foi uma subsidiária da Lufthansa no Brasil. Uma das mais antigas companhias de aviação do mundo, foi criada em 1927.[1]

Com a declaração de guerra do Brasil ao Eixo na Segunda Guerra Mundial, assim como inúmeras outras instituições alemãs, italianas e japonesas, seus nomes foram modificado como essa o foi de Sindicato Aéreo do Condor, subsidiária alemã, desmembrada, e criam-se concorrência á Varig, como quando esta e demais empresas alemãs foram nacionalizadas por ocasião da Segunda Guerra Mundial.[1]

HistóricoEditar

Durante a Segunda Guerra Mundial, a presença de alemães como nessa empresa denominada de "Sindicato Condor", notemos a presença política-sindicalista de Adolf Hitler e de seu Nazismo, nesse nome alemão. Que prejudicou bastante sua operação no Brasil, frente a Getúlio Vargas. Assim, os brasileiros a frente da companhia como José Ribeiro Dantas e Leopoldino Amorim alteraram sua razão social Serviços Aéreos Cruzeiro do Sul.

Antes de por fim acontecer a encampação, procurou-se evitar qualquer ligação com a Alemanha nazista. Nesta época o símbolo da empresa era uma Gaivota, isso antes da eleição do Chanceler Adolf Hitler. Que transformou a Gaivota em Condor- Nazista como Propaganda de seu regime político.

No pós-guerra, a frota de aeronaves alemãs foi substituída por aviões americanos, principalmente os tipos Douglas DC-3 e também houve encomendas de Douglas DC-4 de longo curso.

No seleto grupo nacional de operadores de aviões a jato, com a compra direta do fabricante frances Sud-Est, o modelo Sud Aviation Caravelle. Na mesma época se destaca também as operações com tipos Boeing 727-100. No começo da década de 70 renovou sua frota com aeronaves Boeing 737-200, que juntaram-se a sua frota de Boeing 727-100 e NAMC YS-11. Em forte crise financeira iniciou negociações para ser vendida, a VASP era a principal candidata à sua compra, no entanto por diversas vezes alterar a proposta de compra, foi ultrapassada pela VARIG, que adquiriu a Cruzeiro em 1975. Momento este em que muitos pensaram que o nome e os prefixos PP-Cxx estariam acabados.

No ano de 1979 a Cruzeiro encomendou quatro aeronaves Airbus A300, inéditos no país, os quais tiveram grande importância nas operações no Aeroporto de Congonhas, quando em 1980 partiam para os mais diversos destinos, como Buenos Aires, Miami e Caracas. No entanto o uso desses aviões nas rotas de Miami e seu incontestável sucesso fez a VARIG, optar pela pintura dos dois A300 restantes da encomenda em suas cores, por exigências do FAA e também pelo ofuscamento que a Cruzeiro causava então.

Em 1983 a Cruzeiro ficou encarregada de testar a aceitação do McDonell Douglas MD80, porém uma desvalorização cambial impediu o sucesso do negócio. Esta época era de completo domínio da Boeing no mercado de curto alcance com os Boeing 727 e 737 dominando o mercado nas cores da VARIG, VASP, Transbrasil e Cruzeiro. Em 1993 os Boeing 727-100 foram desativados e a companhia totalmente incorporada dentro da VARIG, no entanto a bela marca Cruzeiro do Sul pôde ser vista nos aeroportos até o ano de 1997, quando a VARIG mudou sua identidade visual, acabando assim com a constelação de cinco estrelas das caudas dos aviões, a única lembrança desta empresa são os prefixos PP-CJx que perduraram por mais um curto período de tempo após a repintura das aeronaves.

Ironicamente em 2002/2003 no auge de sua crise, a VARIG reativou um Boeing 737-200 de prefixo PP-CJT, que ajudou a companhia rio-grandense de vencer obstáculos de falta de aeronaves vividos naqueles anos.

FrotaEditar

A empresa utilizava os aviões alemães: Fokker, Junkers e Dornier.

Referências

  1. a b Ferreira, Josué Catharino (2017). «Um breve histórico da aviação comercial brasileira» (PDF). XII Congresso de História Econômica. Consultado em 5 de novembro de 2018 
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