Tratado de União de 1707

tratado de unificação entre as coroas inglesa e escocesa

O Tratado de União de 1707, originalmente "Union with Scotland Act 1706",[1] foi um tratado que surge na sequência do Decreto de Estabelecimento de 1701 e de outro conhecido por apenas Tratado de União realizado no ano anterior, em 1706, que aboliu União das Coroas, a independência dos estados do Reino da Inglaterra e do Reino da Escócia, em favor de um novo Estado que se veio a chamar o "Reino da Grã-Bretanha".[2]

Uniões pessoais e legislativas das
Nações constituintes do Reino Unido
Devolução
Soberania

Aconteceu principalmente para deixar de haver desacordo entre os dois reinos, para reforçar o protestantismo, em detrimento das Terras Altas da Escócia que era predominante católica jacobita, e fazer prevalecer internamente o Decreto de Estabelecimento de 1701.

O acordo foi ratificado a 26 de Março de 1707 pelos parlamentos da Inglaterra e Escócia e teve como principais efeitos:

A Rainha Ana da Inglaterra tornou-se a primeira ocupante de um trono britânico único e a Escócia enviou 45 deputados para o parlamento unificado em Londres. Em contrapartida, o direito, a moeda e a Igreja escoceses continuaram separados.

Este evento histórico também é conhecido como "Atos de União de 1707" (Acts of Union, em inglês), uma referência às ratificações do tratado pelos parlamentos dos dois países.






Ver tambémEditar

Referências

  1. The citation of this Act by this short title was authorised by section 1 of, and Schedule 1 to, the Short Titles Act 1896. Due to the repeal of those provisions, it is now authorised by section 19(2) of the Interpretation Act 1978.
  2. Artigo I do Tratado da União

Ligações externasEditar

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