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Álvaro Benamor
Nascimento 1907
Lisboa
Morte 1976 (69 anos)
Cidadania Portugal
Prêmios Oficial da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada

Álvaro Benamor Lopes OSE (Lisboa, 1907 – Lisboa, 1976) foi um conhecido ator de Teatro português.

FamíliaEditar

Filho de Artur Lopes, Proprietário da Loja Lopes & Maia, na Rua do Ouro, em Lisboa, que já não existia em 1990, mas que era comparável à Loja das Meias de então, e de sua mulher María de las Mercedes Isabella Raphaela de la Santísima Trinidad Benamor y Palma ou Mercedes Benamor, irmão mais novo de Aline Benamor Lopes, casada primeira vez com Fernando Medeiros, com geração (Fernando Benamor Lopes Medeiros, que viveu em São Paulo, São Paulo, onde foi Antiquário, solteiro e sem geração), e casada segunda vez com Mário Xavier, sem geração, Artur Benamor Lopes, falecido em Leipzig, Alemanha, com 28 anos, duma septicémia, quando estava praticando desenho animado, e Acácio Benamor Lopes (? - Lisboa, 1977), Negociante e Proprietário da Firma de decorações e antiguidades Benamor Lopes, em Lisboa, casado com Maria Ivone Guerra, com geração feminina (Sílvia Guerra Benamor Lopes, casada e com geração e Maria Júlia Guerra Benamor Lopes, Gerente da Firma Benamor Lopes, casada e com geração) e irmão mais velho de Daisy Benamor Lopes, que viveu em São Paulo, São Paulo, solteira e sem geração.[1]

Sua mãe era irmã mais nova de María del Carmen Benamor y Palma ou Carmen Benamor, solteira e sem geração, e irmã mais nova de Joseph ou José (Pepe) Benamor y Palma (c. 1870 - c. 1950), falecido com 80 anos, solteiro e sem geração. O seu avô materno Gabizon Benamor, nascido em Gibraltar c. 1840, foi Intérprete da Corte de Madrid, em Espanha; casou com sua avó materna, uma Dama da Corte Espanhola, de apelido de Palma, e a Rainha D. Maria Cristina de Habsburgo-Lorena foi Madrinha do casamento.[1]

BiografiaEditar

Notabilizou-se como ator versátil, foi diretor e encenador, dedicando toda a sua vida ao Teatro.[2]

Fez parte integrante de várias companhias teatrais de relevo, entre as quais a Companhia Rey Colaço–Robles Monteiro, a companhia da actriz Maria Matos e a Companhia Nacional de Teatro. No Museu do Teatro em Lisboa há três grandes cartazes com a fotografia de Álvaro Benamor e de Amélia Rey Colaço na peça O Romance, de Edward Sheldon, representada pela Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro no Teatro da Trindade, em Lisboa, em 1928. Também representou no Teatro Nacional D. Maria II.

A sua última actuação em palco aconteceu na Casa da Comédia, na última peça em que representou, A Dança da Morte, de August Strindberg, encenada por Jorge Listopad, em 1975. Foi Professor do Conservatório Nacional de Lisboa e ficou também ligado ao teatro radiofónico e à encenação para a televisão.

Vicente Blanco Ibáñez, seu contemporâneo, escreveu Luna Benamor, sobre a sua família. Foi feito Oficial da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada a 16 de Março de 1973.[3] O Município de Lisboa atribuiu o seu nome a uma Rua da cidade, na Freguesia de Carnide.

Casamento e descendênciaEditar

Casou com Clementina Ferraz (Lisboa, 1913 - d. 1990),[1] da qual teve duas filhas gémeas:

e o outro filho: Pedro Miguel Benamor Marvão (Lisboa, 1966), Advogado, divorciado e sem geração.

  • Maria Manuela Ferraz Benamor (Lisboa, 1933), gémea com a anterior, solteira e sem geração

Referências e Notas

  1. a b c José Maria Raposo de Sousa Abecassis (1990). Genealogia Hebraica. II 1.ª ed. Lisboa: Edição do Autor. 619-2 
  2. DIAS, Patrícia Costa (2011). A Vida com um Sorriso - Histórias, experiências, gargalhadas, reflexões de Isabel Wolmar. Lisboa: Ésquilo. p. 39. ISBN 978-989-8092-97-7 
  3. «Cidadãos Nacionais Agraciados com Ordens Portuguesas». Resultado da busca de "Álvaro Benamor". Presidência da República Portuguesa. Consultado em 25 de fevereiro de 2015 
  4. Lusa (6 de Junho de 2012). «Morreu antifascista Hermínio Almeida Marvão». Consultado em 25 de Fevereiro de 2015 
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