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Ânforas de cristal do Museu Paulista

Ânforas de cristal do Museu Paulista
MuseuIpiranga1.jpg
Tipo
Características
Material
Concepção
Data
Fabricação
Autor
Utilização
Encomendador
Retenção
Conservador
Coleção Museu Paulista (d)Visualizar e editar dados no Wikidata
Localização

As ânforas de cristal do Museu Paulista constituem um série de ânforas presentes nas escadarias internas do Museu Paulista, e contam com suportes de bronze cuja concepção ficou a cargo do escultor belga Adrien-Henri-Vital Van Emelen a pedido do então diretor da instituição, Afonso D’Escragnolle Taunay.[1] Cada ânfora possui em seu interior uma amostra de cerca de dez litros da água retirada de um rio que cruza o território brasileiro.[1]

Índice

HistóricoEditar

Inicialmente, duas ânfora foram instaladas no ano de 1928 e, neste caso inicial, carregavam as águas misturadas dos cursos localizados nos extremos do país: um com águas do Oiapoque e do Chuí, referente ao eixo Norte e Sul, e outra dos rios Capibaribe e Javari, referente ao eixo Leste e Oeste.[1]

A decoração completa, no entanto, foi alcançada apenas dois anos depois, quando foram adicionadas mais dezesseis peças referentes aos rios Parnaíba, Tocantins, Paraíba, Madeira, Carioca, Paraná, Negro, Capibaribe, São Francisco, Paraguai, Amazonas, Uruguai, Jaguaribe, Piranhas-Açu, Doce e Tietê. O conteúdo foi trocado apenas uma vez, em 1991.[1]

Suportes de bronzeEditar

 
Museu Paulista / Escada Interior, de Adrian Henri Vital van Emelen.

Por razões desconhecidas, embora a concepção dos suportes de bronze tenha ficado a cargo do escultor belga Adrien van Emelen, não foi ele quem de fato as esculpiu. Não foram achadas notícias sobre os vasos até 1927 quando Taunay solicitou a quantia de cinco contos de réis para encomendar os oito vasos ao escultor Elio De Giusto, cuja assinatura está nos suportes.[2]

GaleriaEditar

Referências