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BiografiaEditar

Foi professor de Literatura, colaborou nos "Cahiers du cinéma" desde a sua fundação e escreveu com Claude Chabrol um livro sobre Hitchcock. Depois de ter assinado uma série de curtas-metragens entre 1954 e 1958, afirmou-se em 1959 com a comédia Le signe du lion. Dirigiu diversos filmes para a televisão escolar entre 1964 e 1966 e, em 1968, La collectionneuse chamou de novo a atenção para o seu nome e o seu estilo.
Realizador elegante e austero, do seu cinema disse Georges Sadoul[1] ser "elitista" e possuidor de uma exigência do absoluto, de diálogos cuidadosamente polidos e de imagens com frémitos puritanos. Rohmer era um cineasta de inspiração católica e, talvez por isso, há um fundo moral nos seus filmes que contam histórias simples, mas onde há uma especial harmonia entre a palavra e a imagem.

FilmografiaEditar

curtas e médias-metragensEditar

  • 1950 - Journal d'un scélérat
  • 1954 - Bérénice
  • 1956 - La sonate à Kreutzer
  • 1958 - Véronique et son cancre
  • 1960 - Présentation ou Charlotte et son steak
  • 1963 - La carrière de Suzanne
  • 1963 - La boulangère de Monceau
  • 1964 - L'ère industrielle: Métamorphoses du paysage
  • 1964 - Les cabinets de physique au XVIIIème siècle
  • 1964 - Nadja à Paris
  • 1965 - Perceval ou Le conte du Graal
  • 1966 - Une étudiante d'aujourd'hui

longas-metragensEditar

Prémios e momeaçõesEditar

  • Recebeu uma nomeação ao Óscar de melhor argumento original, por Ma nuit chez Maud (1969).
  • Recebeu uma nomeação ao César de melhor filme, por Les nuits de la pleine lune (1984).
  • Recebeu uma nomeação ao César de melhor realizador, porLes nuits de la pleine lune (1984).
  • Recebeu duas nomeações ao César de Melhor Argumento Original, por Le beau mariage (1982) e Les nuits de la pleine lune (1984).
  • Recebeu uma nomeação ao César de melhor argumento - adaptado ou original, por L'ami de mon amie (1987).
  • Recebeu uma nomeação ao European Film Awards de Melhor Realizador, por L'anglaise et le duc (2001).
  • Ganhou o Grande Prémio do Júri no Festival de Cannes, por Die Marquise von O... (1976).
  • Ganhou o Urso de Prata de melhor realizador, no Festival de Berlim, por Pauline à la plage (1983).
  • Ganhou o Prémio Especial do Júri no Festival de Berlim, por La collectionneuse (1967).
  • Ganhou o Prémio Ecuménico do Júri no Festival de Berlim, por Conte d'hiver (1992).
  • Ganhou duas vezes o Prémio FIPRESCI no Festival de Berlim, por Pauline à la plage (1983) e Conte d'hiver (1992).
  • Ganhou o Prémio OCIC no Festival de Berlim, por Pauline à la plage (1983).
  • Ganhou um Leão de Ouro no Festival de Veneza, em homenagem à sua carreira em 2001.
  • Ganhou o Leão de Ouro no Festival de Veneza, por Le rayon vert (1986).
  • Ganhou o prémio de melhor argumento no Festival de Veneza, por Conte d'automne (1998).
  • Ganhou o Prémio FIPRESCI no Festival de Veneza, por Le rayon vert (1986).

Referências

  1. Georges Sadoul (1977), Dictionnaire des Cinéastes, Éditions du Seuil, Paris.
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