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Alberto Núñez Feijóo
Alberto Núñez Feijóo
Presidente de Galiza
Período 18 de abril de 2009
a atualidade
Antecessor Emilio Pérez Touriño
Presidente do Partido Popular da Galiza
Período 15 de janeiro de 2006
a atualidade
Antecessor Manuel Fraga Iribarne
Vice-presidente primeiro da Junta da Galiza
Período 10 de setembro de 2004
a 2 de agosto de 2005
Sucessor Anxo Quintana
Conselheiro da Política Territorial, Obras Públicas e Habitação da Junta da Galiza
Período 18 de janeiro de 2003
a 2 de agosto de 2005
Antecessor Xosé Cuiña
Sucessor María José Caride
Deputado do Parlamento da Galiza
por Pontevedra
Período 19 de junho de 2005
a atualidade
Dados pessoais
Nascimento 10 de setembro de 1961 (54 anos)
Ourense (Galiza), Flag of Spain.svg Espanha
Partido Partido Popular (PP)

Alberto Núñez Feijóo (Ourense, 10 de setembro de 1961) é um político espanhol, atual presidente da Junta da Galiza desde 2009.[1]

Membro do Partido Popular da Galiza, do qual é  o seu presidente, define-se ideológicamente como galeguista e reformista.[2]

Índice

BiografiaEditar

Alberto Núñez Feijóo nasceu em 1961 em Ourense. A sua infância decorreu em Os Peares,[3] uma pequena aldeia da província de Ourense até acabar os seus estudos de secundária. Então se foi à Santiago de Compostela para estudar Direito. Desde 1985, já licenciado, até 1991 trabalhou como funcionário temporário no Corpo Superior da Administração geral da Junta da Galiza.[4] Entre 2000 e 2012 teve uma relação sentimental com a jornalista Carmen Gámir.[5] Desde 2013 tem uma relação com a diretora de Zara Home, Eva María de Cárdenas Botas.[6]

Trajetória políticaEditar

Em julho de 1991 começou a sua trajetória política institucional, sendo nomeado secretário geral Técnico da Conselharia de Agricultura, Pastoricia e Montes da Junta galega e chegou três meses mais tarde à Conselharia de Saúde e Serviços Sociais, com José Manuel Romay Beccaría, titular da Conselharia, para desempenhar o cargo de Secretário Geral.

Em 1996 foi para Madrid para fazer parte do governo de José María Aznar. Foi nomeado secretário geral da Assistência Sanitária no de Agricultura, Gado e Montes da Junta galega e entrou três meses mais tarde na Conselharia de Saúde e Serviços Sociais, da mão de José Manuel Romay Beccaría, titular da Conselharia, para desempenhar o cargo de Secretário Geral no Ministério de Saúde e Consumo, cujo titular era igualmente Romay Beccaría, e esse mesmo ano foi escolhido presidente da INSALUD. Entre maio de 2000 e janeiro de 2003 exerceu a direção da entidade pública Correos y Telégrafos, etapa na que Correos sofreu uma viragem desde o serviço público monopolístico até a livre competência empresarial.

Em 2003 voltou à Galiza para formar parte do Governo da Junta. O 18 de janeiro foi nomeado conselheiro da Política Territorial, Obras Públicas e Vivenda e um ano depois foi escolhido vice-presidente primeiro.

Depois de que Manuel Fraga ganhasse as eleições ao Parlamento da Galiza de 2005, mas ficando fora do governo pelo pacto PSOE-BNG e, por isso, deixou a liderança no PP da Galiza, abriu uma discussão pela sua sucessão entre vários líderes regionais. Feijóo (que nessas eleições obteve a ata de deputado autonómico) com grande apoio em A Corunha e Pontevedra; José Manuel Barreiro, com forte apoio em Lugo; Xosé Cuíña Crespo, antigo protegido de Fraga apoiado num primeiro instante por José Luis Baltar, presidente do Partido Popular de Ourense, mas acabou por apoiar a Feijóo, e Enrique López Veiga antigo conselheiro do governo galego. Finalmente Feijóo ganhou, sendo escolhido a começos de 2006 presidente do Partido Popular da Galiza. Feijóo é um dos "barões" territoriais do PP que mais se destacou no seu apoio ao presidente do partido, Mariano Rajoy.[7]

 
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PolémicaEditar

Em março de 2013 o jornal El País publicou umas fotografias nas que Feijóo aparecia de férias com narcotraficante Marcial Dorado no ano 1995. Naquela altura, Dorado era já um famoso contrabandista que tinha sido detido duas vezes por contrabando de tabaco.[8] Quando foram publicadas as fotos, Dorado estava na prisão por narcotráfico. Feijóo não demitiu como pedia a oposição, além de que Feijóo tivesse pedido uma vez a demissão de Anxo Quintana por terem sido publicadas umas fotos onde aparecia com um empresário.[9] Dois anos depois, Dorado foi novamente condenado a seis anos de prisão e multa de 21 milhões de euros por lavado de dinheiro procedente do narcotráfico.[10]

DistinçõesEditar

Referências

  1. «Biografía do presidente». Xunta de Galicia (em galego). 28 de setembro de 2009. Consultado em 11 de fevereiro de 2016 
  2. «Núñez Feijoo: el nuevo rostro del PP de Galicia». Periódico 20 minutos. 20minutos.es. 15 de janeiro de 2006. Consultado em 13 de dezembro de 2013 
  3. Silvia R. Pontevedra (8 de março de 2009). «El hijo del Saturnino y la Sira». El País. Consultado em 13 de dezembro de 2013 
  4. «Título ainda não informado (favor adicionar)». www.cig-saude.org 
  5. Cf. «hoy.es, 7-12-2012». www.hoy.es .
  6. «Título ainda não informado (favor adicionar)». www.farodevigo.es 
  7. «Mariano Rajoy y sus barones han logrado ya los avales del 70% de los delegados|elmundo.es» 
  8. «De vacaciones con el contrabandista». EL PAÍS (em espanhol). 30 de março de 2013. Consultado em 12 de fevereiro de 2016 
  9. «Feijoo pide el cese de Quintana por las fotos comprometedoras». www.lavozdegalicia.es. Consultado em 12 de fevereiro de 2016 
  10. «Marcial Dorado, condenado a seis años por blanqueo». EL PAÍS (em espanhol). 6 de fevereiro de 2015. Consultado em 12 de fevereiro de 2016