Apeadeiro de Araújo

apeadeiro em Portugal
Disambig grey.svg Nota: Este artigo é sobre o antigo apeadeiro na Linha de Guimarães. Se procura o antigo apeadeiro na Linha de Leixões, veja Apeadeiro de Custió-Araújo.

O Apeadeiro de Araújo foi uma gare da Linha de Guimarães, que servia a localidade de Araújo, no Concelho de Matosinhos, em Portugal. Foi substituída pela Estação Araújo do Metro do Porto.

Araújo
Linha(s): L. de Guimarães
(PK 7,7)
Coordenadas: 41° 13′ 00,7″ N, 8° 38′ 27,69″ O
Concelho: Matosinhos
Inauguração: 14 de Março de 1932
Encerramento: 24 de Fevereiro de 2002

HistóriaEditar

Esta interface foi inaugurada em 14 de Março de 1932 e posta ao serviço no dia seguinte, com a classificação de apeadeiro, como parte do lanço da Linha de Guimarães entre Senhora da Hora e Trofa, construído pela Companhia dos Caminhos de Ferro do Norte de Portugal.[1][2] O comboio inaugural fez uma paragem no apeadeiro de Araújo, onde foi recebido por uma grande multidão.[1] Quando entrou em funcionamento, prestava serviço completo, nos regimes de grande e pequena velocidades.[2][1]

Em 1 de Janeiro de 1947, a Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses passou a explorar as antigas linhas da Companhia do Norte.[3]

No XIII Concurso das Estações Floridas, organizado em 1954 pela Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses e pelo Secretariado Nacional de Informação, o apeadeiro de Araújo foi premiado com um diploma de menção honrosa especial.[4]

Em Junho de 1984, apresentava a categoria de apeadeiro, e era servido por comboios regionais e tranvias da operadora Caminhos de Ferro Portugueses.[5]

Em 24 de Fevereiro de 2002, foi encerrado o troço entre a Senhora da Hora e Trofa, para ser convertido numa linha do Metro do Porto.[6] O troço da Linha C do Metro do Porto entre a Senhora da Hora e Fórum da Maia (no qual se insere a estação de metro de Araújo) foi aberto à exploração em 30 de Julho de 2005.

Ver tambémEditar

Referências

  1. a b c «A Visita do Chefe de Estado ao Norte e a Inauguração do Túnel da Trindade e Linha da Senhora da Hora à Trofa» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 45 (1062). 16 de Março de 1932. p. 135-143. Consultado em 28 de Julho de 2013 – via Hemeroteca Digital de Lisboa 
  2. a b «Viagens e Transportes» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 45 (1065). 1 de Maio de 1932. p. 218. Consultado em 2 de Setembro de 2010 – via Hemeroteca Digital de Lisboa 
  3. REIS et al, 2006:63
  4. «XIII Concurso das Estações Floridas» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 67 (1608). 16 de Dezembro de 1954. p. 365. Consultado em 26 de Setembro de 2017 – via Hemeroteca Digital de Lisboa 
  5. «Horário de Verão 1984» (PDF). Caminhos de Ferro Portugueses. 3 de Junho de 1984. p. 52. Consultado em 2 de Setembro de 2010 – via O Comboio em Portugal 
  6. Silva, Samuel (14 de novembro de 2010). «O comboio foi-se há muito. O metro talvez nunca venha a chegar». Público. Consultado em 31 de maio de 2018 

BibliografiaEditar

  • REIS, Francisco; GOMES, Rosa; GOMES, Gilberto; et al. (2006). Os Caminhos de Ferro Portugueses 1856-2006. [S.l.]: CP-Comboios de Portugal e Público-Comunicação Social S. A. 238 páginas. ISBN 989-619-078-X 



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