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Batalhão de Operações Especiais de Fuzileiros Navais

(Redirecionado de Comandos Anfíbios)
Comandos Anfibios.jpg

O Batalhão de Operações Especiais de Fuzileiros Navais, conhecido como Batalhão Tonelero, situado na cidade do Rio de Janeiro, é a unidade militar dos Comandos Anfíbios (COMANF), que são uma tropa de Forças Especiais do Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil.[1] São eles os Fuzileiros Navais especificamente preparados para o planejamento, condução e execução de Operações Especiais, Operações de Informações e Operações Psicológicas.

FinalidadeEditar

Esse batalhão tem a finalidade principal, por meio de Comandos Anfíbios, contribuir para a execução do poder naval, efetuando:

1a Companhia de Operações Especiais ( 1 * CiaOpEsp ) Reconhecimento Especializado - RECON São envolvidas as ações de reconhecimento pré - assalto e pós - assalto em apoio às forças de desembarque , com efetivos altamente qualificados como mergulhadores autónomos ou usando o paraquedas como meio de infiltração com a missão de identificar e relatar atividades do inimigo , conduzir fogos das armas de apoio , implantar sensores no terreno e orientar operações com helicópteros.

2a Companhia de Operações Especiais ( 2 CiaOpEsp ) Ação de Comandos(Ações Diretas) As ações de comandos visam destruir ou danificar objetivos relevantes, retomar instalações , capturar ou resgatar pessoal, obter dados , despistar produzir efeitos psicológicos.

3a Companhia de Operações Especiais ( 3ºCiaOpEsp ) Grupo Especial de Retomada e Resgate ( GERR / OpEsp ) O Grupo Especial de Retomada e Resgate ( GERR ) , tem como missão resgatar militares ou autoridades civis mantidos em confinamento ilegal , busca e resgate de pilotos abatidos em zona de combate e retomada de instalações de intesse da Marinha.

4a Companhia de Comando e Serviços ( CiaCmdosv ) Com relação ao gerenciamento de seus recursos materiais e humanos , o Batalhão possui uma Companhia de Comando e Serviços e autonomia administrativa por meio da qual planeja e executa os recursos recebidos da Força de Fuzileiros da Esquadra - FFE.

Pelotão de Apoio às Operações Especiais ( PelApOpEsp ) Apoio Operações Especiais ( APOIO OPESP ) Tem a tarefa de prestar o apoio especializado de serviço ao combate , seja a bordo , por meio da seção de dobragem e manutenção de paraquedas , da seção de apoio ao mergulho e da seção de apoio de embarcações , seja nas operações dos GptopFuzNav . O pelotão organiza um Destacamento de Apoio as Operações Especias para atuar junto ao Componente de Apoio de Serviços ao Combate dos GptopFuzNav , realizando tarefas de apoio especializados , tais como , operar embarcações de desembarque pneumáticas , ressuprir equipes de operações especiais infiltradas , ou ainda , realizar a manutenção de material específico empregado nas operações especiais , tais como paraquedas e equipamentos de mergulho .

Seção de Instrução de Operações Especiais ( SIOPE )

OrganizaçãoEditar

O batalhão Tonelero é estruturado em:

  • 1ª Companhia de Reconhecimento
  • 2ª Companhia de Ação de Comandos
  • 3ª Companhia do Grupo Especial de Retomada e Resgate (GERR)
  • Companhia de Comando e Serviços (CCS)
  • Seção de Instrução de Operações Especiais (SIOpE)

SimbolosEditar

BrevêEditar

O símbolo identificativo dos Comandos Anfíbios é o seu brevê de aparência hostil com um crânio trespassado por um raio; significando a morte do inimigo e a velocidade e violência em suas ações, uma âncora; significando fidelidade à Marinha do Brasil e a capacidade de executar operações aquáticas, um par de asas; significando capacidade de operar por meios aéreos, e uma lápide azul; significando a escuridão, ambiente formidável para as atividades dos Comandos Anfíbios.

Gorro pretoEditar

Outro símbolo identificativo dos Comandos Anfíbios é o gorro preto que no caso dos militares do Corpo de Fuzileiros Navais do Brasil só os Comandos Anfíbios o utilizam.

Treinamentos do BatalhãoEditar

 
Militares do Batalhão Tonelero e do Bope em simulação de contra-terrorismo no MetrôRio para os Jogos Olímpicos de Verão de 2016.

Os militares do Batalhão Tonelero fazem todos os anos, treinamentos em diversos estados do Brasil,[2][3] e também no exterior buscando o aperfeiçoamento e exatidão de suas técnicas de combate e a capacitação para operar em diferentes ambientes e climas. E também realizam treinamentos em conjunto com departamentos e tropas especiais como o MARSOC e Sayeret Matkal.

Todos os anos militares do Batalhão Tonelero realizam cursos e estágios no Exército Brasileiro que complementam sua formação dentre os quais o Curso Básico de Paraquedista Militar, Curso de Precursor Paraquedista, Curso de Guerra na Selva, Estágio de Operações na Caatinga, Estágio de Operações no Pantanal, entre outros. No próprio batalhão realizam o Curso Expedito de Salto Livre (CEXSAL) e o Curso Expedito de Mergulho Autônomo (C-EXP-MAUT).

Militares do batalhão que falam a lingua inglesa, costumam ser designados para cursos no exterior, especializando-se em unidades como o "MARSOC" do (Marines/EUA) , "Sayeret Matkal" do (IDF / Israel), e "GIGN" da (Gendarmerie Nationale / França)

Missão de Paz no HaitiEditar

Sob a égide das Nações Unidas, os Comandos Anfíbios tiveram um importante papel no combate as guerrilhas que assolavam o território haitiano e causavam grande instabilidade política no país. Em todo contingente de Fuzileiros Navais no Haiti há Comandos Anfíbios, isso ocorre desde 2004 quando o Brasil começou a enviar tropas para aquele país.

Armamentos Leves do BatalhãoEditar

Referências

Ver tambémEditar

Ligações externasEditar

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