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Eduardo da Fonte
Deputado federal por Pernambuco
Período 1º de fevereiro de 2007
até a atualidade
Dados pessoais
Nascimento 17 de outubro de 1972 (46 anos)
Recife, Pernambuco
Partido PP

Eduardo Henrique da Fonte de Albuquerque Silva (Recife, 17 de outubro de 1972) é um empresário e político brasileiro. É deputado federal por Pernambuco pelo Partido Progressista (PP).[1]

Carreira políticaEditar

Eleito em 2006 pela coligação Frente Popular de Pernambuco com 110.061 votos.

Reeleito em 2010 pela coligação Frente Popular de Pernambuco com 330.520 votos.

Assumiu o cargo de Segundo Vice-presidente da Câmara dos Deputados em 2010 até 2012.[2]

Eleito por unanimidade Presidente da Comissão de Minas e Energia em 2013.[3]

Em outubro de 2013 eleito Líder do Partido Progressista (PP) na Câmara Federal.[4]

Foi candidato a Deputado Federal por Pernambuco pelo Partido Progressista em 2014 sendo eleito com 283.567 votos, alcançando sua 3ª Legislatura.[5]

O deputado foi autor em 2010 de um projeto de lei que visa a proibir o anonimato na internet, que exigiria a divulgação do endereço e nome do blogueiro, além da existência de uma jornalista responsável que poderia causar a muitos blogueiros que vivem por esse meio de comunicação.[6]

No decorrer da 55.ª Legislatura, votou a favor da admissibilidade do processo de impeachment de Dilma Rousseff.[7] Já durante o Governo Michel Temer, votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos.[7] Em abril de 2017 foi contrário à Reforma Trabalhista.[7][8] Em agosto de 2017 votou contra o processo em que se pedia abertura de investigação do presidente Michel Temer, ajudando a arquivar a denúncia do Ministério Público Federal.[7][9]

Foi reeleito deputado federal nas Eleições de 2018 para o mandato 2019-2022.

Operação Lava JatoEditar

Eduardo da Fonte, desistiu de relatar em 2015 uma das Medidas Provisórias (MP) do ajuste fiscal, a MP 664 que altera o pagamento de auxílio-doença e da pensão por morte.[10] A justificativa seria a investigação em curso contra o ele na Operação Lava Jato, operação desencadeada pela Polícia Federal para apurar os casos de corrupção na Petrobras.[10]

Eduardo é acusado de receber propina da construtora Queiroz Galvão, que foi uma das responsáveis pela construção da Refinaria Abreu e Lima, no município de Ipojuca, Recife, entretanto as investigações apontaram para recebimento de Fernando Soares, e não do Eduardo da Fonte.[11]

O deputado também é acusado de intermediar a aproximação com o então senador Sérgio Guerra (PSDB), morto em março de 2014. As propinas seriam para evitar que a oposição iniciasse uma CPI da Petrobras no Congresso.[11][12]

O deputado, segundo a coluna Painel da Folha de S. Paulo, optou por deixar a comissão para evitar "desgaste."[12]

Referências

  1. «Biografia de Eduardo da Fonte». Site da Câmara dos Deputados. Camara.gov.br 
  2. «Eduardo da Fonte é o Segundo vice-presidente». pp.org.br. Consultado em 2 de abril de 2016 
  3. «Comissão de Minas e Energia elege Eduardo da Fonte presidente». Câmara dos Deputados. 6 de março de 2013. Consultado em 2 de abril de 2016 
  4. Filipe Barros (2 de outubro de 2013). «Eduardo da Fonte assume liderança do PP na Câmara dos Deputados». Diário de Pernambuco. Consultado em 2 de abril de 2016 
  5. «Perfil». www.eduardodafonte.com.br. Consultado em 9 de março de 2016 
  6. «PL 7311/2010 - Projetos de Lei e Outras Proposições - Câmara dos Deputados». Câmara dos Deputados. Consultado em 9 de março de 2016 
  7. a b c d G1 (2 de agosto de 2017). «Veja como deputados votaram no impeachment de Dilma, na PEC 241, na reforma trabalhista e na denúncia contra Temer». Consultado em 11 de outubro de 2017 
  8. Redação (27 de abril de 2017). «Reforma trabalhista: como votaram os deputados». Consultado em 18 de setembro de 2017 
  9. Carta Capital (3 de agosto de 2017). «Como votou cada deputado sobre a denúncia contra Temer». Consultado em 18 de setembro de 2017 
  10. a b «Da Fonte desiste de relatoria da MP 664 por regras do PP». iG. 23 de março de 2015. Consultado em 17 de abril de 2016 
  11. a b Vladimir Netto e Mariana Oliveira (17 de julho de 2015). «PF identificou depósitos de posto usado por Youssef para líder do PP». G1 Política. Consultado em 17 de abril de 2016 
  12. a b «Investigado na Lava-Jato, Eduardo da Fonte desiste de relatar comissão na Câmara Federal». Diário de Pernambuco. Consultado em 5 de Abril de 2016