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Eleições legislativas suecas de 2018

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Eleições legislativas suecas de 2018
349 deputados ao Parlamento
9 de setembro de 2018
Demografia eleitoral
Hab. inscritos:  7 495 936 [1]
Votantes : 6 535 271 [2]
  
87.18% Green Arrow Up.svg 2.9%
Tallinn Digital Summit. Handshake Stefan Löfven and Jüri Ratas (36718148363) (cropped).jpg
Partido Social-Democrata - Stefan Löfven
Deputados obtidos: 100  
  
28.3%
Ulf Kristersson in 2018 Swedish general election, 2018 (cropped).jpg
Partido Moderado - Ulf Kristersson
Deputados obtidos: 70  
  
19.8%
Almedalen 7 July 2016 68 (27907007150) (cropped).jpg
Democratas Suecos - Jimmie Åkesson
Deputados obtidos: 62  
  
17.5%
2018-07-03 Presskonferens Blå miljard (42831783655) (cropped).jpg
Partido do Centro - Annie Lööf
Deputados obtidos: 31  
  
8.6%
20180701 Vansterpartiet Jonas Sjostedt Almedalsveckan 3253 (42431274454) (cropped).jpg
Partido da Esquerda - Jonas Sjöstedt
Deputados obtidos: 28  
  
8.0%
Ebba Busch Thor Almedalen 2018 (43242646171) (cropped).jpg
Democratas Cristãos - Ebba Busch Thor
Deputados obtidos: 22  
  
6.3%
Jan Björklund Almedalen 2018 (42277380475) (cropped).jpg
Partido Liberal - Jan Björklund
Deputados obtidos: 20  
  
5.5%
Gustav Fridolin, Isabella Lövin.jpg
Partido Verde - Gustav Fridolin et Isabella Lövin
Deputados obtidos: 16  
  
4.4%
Gita Nabavi.tif
Iniciativa Feminista - Gita Nabavi
Deputados obtidos: 0  
  
0.5%

Primeiro-ministro da Suécia
Coat of arms of Sweden.svg
Eleito

As Eleições legislativas na Suécia em 2018 foram realizadas no domingo dia 9 de setembro de 2018 para eleger o Parlamento (Riksdagen), as Assembleias regionais (Landstingsfullmäktige), e as Assembleias municipais (Kommunfullmäktige) do país. [3][4]

Os resultados finais, indicam o Bloco Vermelho e Verde (centro-esquerda) como tendo uma ligeira vantagem sobre a Aliança (centro-direita) - 40,7% contra 40,2%, implicando isso 144 mandatos parlamentares contra 143. Os dois grandes partidos recuam em relação às eleições de 2014 - o Partido Social-Democrata para 28.3% (o pior resultado dos últimos 100 anos) e o Partido Moderado para 19.8%. O partido dos Democratas Suecos sobe, atingindo os 17,5%. Desta forma, nenhum dos dois grandes blocos atinge a maioria, ficando por consequência dependentes dos Democratas Suecos. [5][6][7][8]

O novo governo minoritário saído destas eleições - o Governo Löfven II - é liderado pelo social-democrata Stefan Löfven, com a participação do Partido Social-Democrata e do Partido Verde, contando com o apoio parlamentar do Partido do Centro, do Partido Liberal e do Partido da Esquerda. No chamado Acordo de janeiro (Januariavtalet) os quatro partidos Partido Social-Democrata, Partido Verde, Partido do Centro e Partido Liberal chegaram a um acordo sobre 73 pontos, garantindo o apoio parlamentar dos dois partidos de centro-direita em troca de os social-democratas e os verdes realizarem as medidas liberais inseridas no referido programa, e excluirem o Partido da Esquerda das áreas desses pontos programáticos. [9][10]

Resultados por BlocosEditar

Resultados OficiaisEditar

S MP C L V M SD KD
100 16 31 20 28 70 62 22
Governo Apoio parlamentar Oposição
116 79 154
Resultados finais preliminares
Partido Votos % +/- Deputados +/-
Partido Social-Democrata 1 775 651
28,2 / 100,0
 1,6
100 / 349
 13
Partido Moderado 1 236 496
19,8 / 100,0
 3,5
70 / 349
 14
Democratas Suecos 1 100 802
17,5 / 100,0
 4,7
62 / 349
 13
Partido do Centro 537 185
8,6 / 100,0
 2,5
31 / 249
 9
Partido da Esquerda 495 997
8,0 / 100,0
 2,2
28 / 349
 7
Democratas Cristãos 397 785
6,3 / 100,0
 1,8
22 / 349
 6
Liberais 342 601
5,5 / 100,0
 0,1
20 / 349
 1
Partido Verde 271 472
4,4 / 100,0
 2,6
16 / 349
 9
Outros 91 436
1,4 / 100,0
0 / 349
Votos inválidos 79 193
Total 6 328 318
100,0 / 100,0
349 / 349
Eleitorado/Participação 7 495 927
84,4 / 100,0
 1,4
Fonte

FONTE:

ContextoEditar

As eleições gerais na Suécia em 2014 conduziram a um governo de coligação do Partido Social-Democrata e do Partido Verde, com o apoio limitado do Partido da Esquerda. Nestas eleições, a coligação verde-vermelha é desafiada pela Aliança centro-direita, composta pelo Partido Moderado, Partido do Centro, Partido Liberal e Partido Democrata-Cristão. Os Democratas Suecos são o terceiro bloco, com o qual nenhum outro partido quer colaborar. [11]

Principais temas em debateEditar

Entre os principais temas em discussão têm estado: [12][13][14][15]

  • Saúde e terceira idade
  • Imigração, refugiados e integração
  • Escola e educação
  • Clima e ambiente
  • Ordem pública e segurança nas ruas

ParticipantesEditar

Partido Ideologia
Partido Social-Democrata
Sveriges Socialdemokratiska Arbetarparti
Social-democracia
Partido Moderado
Moderata Samlingspartiet
Conservadorismo
Partido Popular Liberal
Folkpartiet Liberalerna
Liberalismo social
Partido Democrata-Cristão
Kristdemokraterna
Democracia cristã
Partido da Esquerda
Vänsterpartiet
Socialismo democrático
Ecossocialismo
Partido do Centro
Centerpartiet
Centrismo
Agrarianismo
Partido Verde
Miljöpartiet de Gröna
Ecologismo
Democratas Suecos
Sverigedemokraterna
Nacionalismo
Conservadorismo social
Iniciativa Feminista
Feministikt initiativ
Feminismo
Socialismo democrático

Além destes, participam ainda alguns outros partidos.

Pesquisas de opiniãoEditar

Uma pesquisa de opinião baseada nos números apresentados pelos institutos Sifo, Ipsos, Inizio, YouGov, Skop, Demoskop, Novius e Sentio, apresenta a seguinte previsão, quando falta um dia para as eleições:[16]

Partido Social-Democrata
  
24.4%
Democratas Suecos
  
19.2%
Partido Moderado
  
17.6%
Partido da Esquerda
  
10.0%
Partido do Centro
  
8.1%
Partido Liberal
  
6.0%
Partido Democrata-Cristão
  
5.9%
Partido Verde
  
5.0%


134 dias para formar um novo governoEditar

16 de setembro Os resultados finais, indicam o Bloco Vermelho e Verde (centro-esquerda) como tendo uma ligeira vantagem sobre a Aliança (centro-direita) - 40,7% contra 40,2%, implicando isso 144 mandatos parlamentares contra 143. Os dois grandes partidos recuam em relação às eleições de 2014 - o Partido Social-Democrata para 28.3% (o pior resultado dos últimos 100 anos) e o Partido Moderado para 19.8%. O partido dos Democratas Suecos sobe, atingindo os 17,5%. Desta forma, nenhum dos dois grandes blocos atinge a maioria, ficando por consequência dependentes dos Democratas Suecos. [17][18][19][20]

24 de setembro Na sequência das eleições, o Parlamento da Suécia elegeu um novo presidente do parlamento (talman) e três vice-presidentes no dia 24 de setembro: Presidente do Parlamento - Andreas Norlén (Partido Moderado), 1º vice-presidente - Åsa Lindestam (Partido Social-Democrata), 2º vice-presidente - Lotta Johnsson Fornarve (Partido da Esquerda) e 3º vice-presidente - Kerstin Lundgren (Partido do Centro).

25 de setembro Seguindo o procedimento normal, o presidente do parlamento promoveu no dia 25 de setembro uma "votação de confiança sobre o primeiro-ministro" (statsministeromröstning) na qual o atual primeiro-ministro social-democrata não recebeu apoio do parlamento, e como tal vai apresentar a sua demissão. Até haver um novo governo, Stefan Löfven dirigirá um governo demissionário em funções até à formação de novo governo. [21][22][23]

2 de outubro As presidências das 15 comissões parlamentares foram atribuídas por moeda ao ar pelo Partido Moderado e pelo Partido Social-Democrata, tendo o Bloco Vermelho e Verde (centro-esquerda) recebido 8 comissões e a Aliança (centro-direita) 7. Os Democratas Suecos ficaram assim excluídos. [24]

Nos próximos dias, o presidente do parlamento vai auscultar os líderes partidários, e apresentar ao Parlamento uma proposta de novo primeiro-ministro. Caso o parlamento rechasse 4 propostas, são decretadas novas eleições - extraval - dentro do prazo de 3 meses. [25]

2 de outubro O presidente do parlamento incumbiu Ulf Kristersson (líder da Aliança do centro-direita) de tentar formar um governo que seja tolerado pelo Parlamento, sendo-lhe para esse efeito concedidas 2 semanas. Segundo o próprio, ele iria tentar formar um governo de centro-direita, tolerado pelos social-democratas de centro-esquerda. [26][27][28]

14 de outubro Ulf Kristersson declarou não ter conseguido formar um novo governo, e em consequência disso, o presidente do parlamento deu agora a incubência de tentar formar governo a Stefan Löfven, líder do Partido Social-Democrata. A intenção expressa por este seria romper o sistema de blocos e formar uma coligação com um ou dois partidos do centro liberal. [29]

29 de outubro Duas semanas mais tarde, Stefan Löfven declarou ter fracassado na tentativa de conseguir um novo governo, que fosse tolerado pelo parlamento.

Na sequência disso, o presidente do parlamento resolveu ele próprio tentar constituir uma nova coligação governamental, indo convocar uma por uma as quatro alternativas que ainda restam. A intenção é apresentar uma proposta de governo ao parlamento durante este outono. [30]

5 de novembro Dado não ter conseguido apurar uma constelação governamental que seja tolerada pelo parlamento, Andreas Norlén, o presidente do parlamento, propõe Ulf Kristersson, o líder do centro-direita, para chefiar um novo governo, que seja tolerado pelo parlamento e passe numa votação parlamentar. [31]

14 de novembro Por iniciativa do presidente do parlamento, foi apresentada ao parlamento uma proposta de governo liderado por Ulf Kristersson, e composto pelos conservadores e pelos democratas cristãos. Com 195 votos contra e 154 a favor, a proposta foi derrotada, com a particularidade de os dois partidos liberais de centro-direita - os centristas e os liberais - terem votado contra os seu parceiros da Aliança do centro-direita . [32]

15 de novembro Gorada a tentativa de conseguir um governo conservador, foi a vez da líder centrista Annie Lööf tentar formar governo. A preferência dela ia para uma coligação da Aliança do centro-direita com os verdes ou os social-democratas. [33]

22 de novembro Após uma semana, a líder centrista declarou não ter conseguido formar uma constelação de partidos que fosse tolerada pelo parlamento. [34][35]

10 de dezembro A líder centrista Annie Lööf comunica que votaria contra o social-democrata Stefan Löfven como primeiro-ministro. [36]

12 de dezembro O parlamento rejeita a proposta de orçamento do governo provisório social-democrata de Stefan Löfven, e aprova a proposta de orçamento dos conservadores e democratas-cristãos, com o apoio dos nacionalistas suecos. [37]

14 de dezembro O parlamento não aceita o social-democrata Stefan Löfven como primeiro-ministro de um governo composto por social-democratas e verdes. [38]

18 de janeiro O parlamento aceita o social-democrata Stefan Löfven como primeiro-ministro de um governo composto por social-democratas e verdes. Embora em posição minoritária - 115 votos a favor e 153 votos contra, Stefan Löfven contou com a tolerância do parlamento, dado o Partido do Centro, o Partido Liberal e o Partido da Esquerda se terem abstido (77 votos). Para conseguir o apoio do Partido do Centro e do Partido Liberal, o Partido social-democrata e o Partido Verde assinaram em conjunto um "programa de 73 pontos", que o governo Löfven se compromete a executar. Este programa prevê reformas de carácter liberal e uma exclusão total do Partido da Esquerda das áreas dos referidos pontos programáticos.[39][40][41][42]

21 de janeiro Tomou posse o novo governo minoritário liderado pelo social-democrata Stefan Löfven, com a participação do Partido Social-Democrata e do Partido Verde, contando com o apoio parlamentar do Partido do Centro, do Partido Liberal e do Partido da Esquerda. No chamado Acordo de Janeiro (Januariavtalet) os quatro partidos Partido Social-Democrata, Partido Verde, Partido do Centro e Partido Liberal chegaram a um acordo sobre 73 pontos, garantindo o apoio parlamentar dos dois partidos de centro-direita em troca de os social-democratas e os verdes realizarem as medidas liberais inseridas no referido programa, e excluirem o Partido da Esquerda das áreas desses pontos programáticos.

O sistema eleitoral suecoEditar

Eleições nacionais - regionais – municipaisEditar

Simultaneamente são realizadas 3 eleições na Suécia: [43][44][45]

349 deputadosEditar

O Parlamento Sueco - Riksdagen - tem 349 deputados, eleitos direta e proporcionalmente de 4 em 4 anos. Os eleitores elegem 310 deputados distribuídos por 29 círculos eleitorais. Os restantes 39 deputados são eleitos a partir de um círculo nacional, onde são contados os votos que não deram diretamente lugares no parlamento. Na totalidade, há uma limitação de 4% para um partido poder entrar no parlamento. [46][47]

Ver tambémEditar

Referências

  1. https://data.val.se/val/val2018/slutresultat/protokoll/protokoll_00R.pdf
  2. https://data.val.se/val/val2018/slutresultat/protokoll/protokoll_00R.pdf
  3. «Kalender för valåret 2018 (Calendário do ano eleitoral de 2018 (em sueco). Valmyndigheten (Autoridade Nacional das Eleições). Consultado em 23 de agosto de 2018 
  4. «Svenska valsystemet (O sistema eleitoral sueco (em sueco). Valmyndigheten (Autoridade Nacional das Eleições). Consultado em 23 de agosto de 2018 
  5. «Fördelning av mandaten i riksdagen och faställande av vilka kandidater som har valts till ledamöter och ersättare (Distribuição dos mandatos no parlamento e determinação dos candidatos eleitos deputados e suplentes (PDF) (em sueco). Valmyndigheten (Autoridade Nacional das Eleições). Consultado em 16 de setembro de 2018 
  6. Carp, Ossi. «Valresultat 2018: Följ valet och resultatet i vår liverapportering». Dagens Nyheter. ISSN 1101-2447. Consultado em 16 de setembro de 2018 
  7. Thornéus, Ebba (16 de setembro de 2018). «Valresultatet klart - Slutgiltiga resultatet fastställt». Aftonbladet. ISSN 1103-9000 
  8. REUTERS e LUSA. «Será difícil formar governo na Suécia após empate entre esquerda e direita». Público. ISSN 0872-1548. Consultado em 17 de outubro de 2018 
  9. Louro, Manuel (18 de janeiro de 2019). «Depois de quatro meses de impasse, Suécia tem Governo que deixa extrema-direita de fora». Público. ISSN 0872-1548 
  10. «Depois de quatro meses de negociação, Suécia consegue formar novo governo». Folha de S.Paulo. 18 de janeiro de 2019 
  11. «Valet 2018 (As eleições em 2018 (PDF) (em sueco). 8 sidor. Consultado em 6 de setembro de 2018 
  12. «Grafik: Väljarnas viktigaste valfrågor maj 2018» (em sueco). Sveriges radio. Consultado em 6 de setembro de 2018 
  13. Hannes Lundberg Andersson. «Ny mätning: De är viktigaste valfrågorna» (em sueco). Expressen. Consultado em 6 de setembro de 2018 
  14. Johan Furusjö. «Väljarnas viktigaste frågor – och problemen de vill ha lösta» (em sueco). Dagens Nyheter. Consultado em 6 de setembro de 2018 
  15. Nils Johansson. «Valet 2018: Väljarnas viktigaste valfrågor» (em sueco). Norrländska Socialdemokraten. Consultado em 6 de setembro de 2018 
  16. «Svenska opinionsläget september 2018 - Nuvarande opinionsställning (Opiniões na Suécia em setembro de 2018 – Situação atual (em sueco). val.digital. Consultado em 6 de setembro de 2018 
  17. «Fördelning av mandaten i riksdagen och faställande av vilka kandidater som har valts till ledamöter och ersättare (Distribuição dos mandatos no parlamento e determinação dos candidatos eleitos deputados e suplentes (PDF) (em sueco). Valmyndigheten (Autoridade Nacional das Eleições). Consultado em 16 de setembro de 2018 
  18. Carp, Ossi. «Valresultat 2018: Följ valet och resultatet i vår liverapportering». Dagens Nyheter. ISSN 1101-2447. Consultado em 16 de setembro de 2018 
  19. Thornéus, Ebba (16 de setembro de 2018). «Valresultatet klart - Slutgiltiga resultatet fastställt». Aftonbladet. ISSN 1103-9000 
  20. REUTERS e LUSA. «Será difícil formar governo na Suécia após empate entre esquerda e direita». Público. ISSN 0872-1548. Consultado em 17 de outubro de 2018 
  21. Östberg, Fredrik (25 de setembro de 2018). «Riksdagen röstar om Stefan Löfven». Göteborgs-Posten. ISSN 1103-9345 
  22. Thorneus, Ebba (25 de setembro de 2018). «Stefan Löfven röstades bort som statsminister av riksdagen». Aftonbladet. ISSN 1103-9000 
  23. Olsson, Hans (25 de setembro de 2018). «Alliansen och S överens om riksdagsutskotten – singlade slant». Dagens Nyheter. ISSN 1101-2447 
  24. Edgar Mannheimer e Hans Olsson (26 de setembro de 2018). «Löfven leder övergångsregering». Dagens Nyheter. ISSN 1101-2447 
  25. Peterson, David. «S nominerar ingen talmanskandidat – vill hitta gemensam kandidat över blockgränsen». Metro - Göteborg. Consultado em 20 de setembro de 2018 
  26. Hugo Ewald; et al. (2 de outubro de 2018). «Ulf Kristersson får uppdraget att försöka bilda regering». Dagens Nyheter. ISSN 1101-2447 
  27. Karlsson, Pär (2 de outubro de 2018). «Anders Ygeman: "Hans chanser ser hyfsat mörka ut"». Aftonbladet. ISSN 1103-9000 
  28. Jansson, Karin (15 de outubro de 2018). «Ny talmansrunda väntar under måndag». Göteborgs-Posten. ISSN 1103-9345 
  29. REUTERS, AFP e ASSOCIATED PRESS. «Premiê sueco diz que vai buscar centro-direita para governar após maior derrota em um século». Folha de S.Paulo. Consultado em 17 de outubro de 2018 
  30. Yousuf, Etezaz (30 de outubro de 2018). «Statsvetaren: Talmannen tar över kommandot». Göteborgs-Posten. ISSN 1103-9345 
  31. Juan Flores; et al. «Kristersson (M) prövas som statsminister». Dagens Nyheter. ISSN 1101-2447. Consultado em 5 de novembro de 2018 
  32. Reuters e Associated Press (14 de novembro de 2018). «Parlamento sueco rejeita novo premiê dois meses após eleição e mantém impasse». Folha de São Paulo 
  33. «Annie Lööf ska försöka bilda regering» (em sueco). 8 sidor. Consultado em 19 de novembro de 2018 
  34. «Lööf ger upp försöken att bilda regering (Lööf desiste de tentar formar governo. Dagens Nyheter. 22 de novembro de 2018. ISSN 1101-2447 
  35. Karolina Skoglund e Niklas Svensson (22 de novembro de 2018). «MP:s ultimatum: Annie Lööf som statsminister». Expressen. ISSN 1103-923X 
  36. Centerpartiet vägrar släppa fram Löfven som statsminister
  37. Riksdagen röstar igenom M:s och KD:s budget
  38. Riksdagen röstar nej till Stefan Löfven som statsminister
  39. https://www.svt.se/nyheter/inrikes/stefan-lofven-vald-till-ny-statsminister
  40. https://www.svt.se/nyheter/inrikes/detta-vet-vi-om-s-mp-l-och-c-uppgorelsen
  41. https://www.dn.se/nyheter/politik/regeringsfragan-kan-avgoras-i-natt-v-i-krismote/
  42. Isabelle Nordström e Amanda Skagerström Lindau. «Januariavtalet: Här är alla 73 punkter som S, L, C och MP enats om (Acordo de janeiro: Estes são os 73 pontos nos quais os social-democratas, os verdes, os centristas e os liberais fecharam um acordo)» 🔗. Aftonbladet. ISSN 1103-9000. Consultado em 19 de janeiro de 2019 
  43. «Riksdagsval» (em sueco). Nationalencyklopedin (Enciclopédia Nacional Sueca). Consultado em 23 de agosto de 2018 
  44. Agne Gustafsson. «Landstingsval» (em sueco). Nationalencyklopedin (Enciclopédia Nacional Sueca). Consultado em 23 de agosto de 2018 
  45. Agne Gustafsson. «Kommunalval» (em sueco). Nationalencyklopedin (Enciclopédia Nacional Sueca). Consultado em 23 de agosto de 2018 
  46. «Riksdagen» (em sueco). Nationalencyklopedin (Enciclopédia Nacional Sueca). Consultado em 23 de agosto de 2018 
  47. Henrik Enander; et al. «New constitution» (em inglês). Encyclopædia Britannica ( Enciclopédia Britânica). Consultado em 4 de setembro de 2018 

Ligações externasEditar