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Maria de Fátima de Andrade Quintas (Recife, 28 de fevereiro de 1944) é uma antropóloga, contista e cronista brasileira.[1]

Concluiu o curso de Ciências sociais na Universidade Federal de Pernambuco e fez pós-graduação em Antropologia cultural no Instituto de Ciências Sociais e Política Ultramarina, Lisboa.

Apresentou o programa radiofônico "Quintas às quintas" na Rádio Universitária AM UFPE no período de julho de 2005 a julho de 2006.

Apresenta semanalmente suas crônicas no Jornal do Commercio (Recife).

AtividadesEditar

Pesquisadora da Fundação Joaquim Nabuco

Livros publicadosEditar

AutoraEditar

  • Sexo e Marginalidade, 1987;
  • Educação Sexual: um olhar adiante, 1992;
  • Cheirinhos de alecrim numa casa portuguesa, com certeza, 1995;
  • Mulheres oprimidas, mulheres vencidas, 1996;
  • Segredos da Velha Arca, 2003;
  • A ilustre casa dos fantasmas, 2006;
  • Sexo à moda patriarcal, 2008;
  • Assombrações e coisas do além, 2009.
  • Amaro Quintas, meu pai , (Cepe Editora, 214 páginas), 2014.

OrganizadoraEditar

  • Casa & família: o cotidiano feminino, 1989;
  • O cotidiano em Gilberto Freyre, 1992;
  • Mulher Negra: preconceito, sexualidade e imaginário, 1995;
  • O negro: identidade e cidadania, 1995
  • Manifesto regionalista, 1996

AcadêmicaEditar

Ocupa a cadeira 31 da Academia Pernambucana de Letras, onde foi empossada em 3 de abril de 2003[2]. Exerceu sua presidência de 26 de janeiro de 2012 a 26 de janeiro de 2016.[3]

Referências

Ligações externasEditar