Força Sindical

A Força Sindical é uma organização sindical brasileira de trabalhadores. Fundada em 1991 pelo sindicalista Luiz Antônio Medeiros. Atualmente seu presidente é o Deputado Federal Paulo Pereira da Silva.[1]

Força Sindical
(FS)
Lema "A central que funciona para o trabalhador"
Tipo central sindical
Fundação 8 de março de 1991 (29 anos)
Sede São Paulo
Filiação Confederação Sindical Internacional
Presidente Paulo Pereira da Silva
Fundador(a) Luiz Antônio Medeiros
Sítio oficial fsindical.org.br

A Força Sindical é afiliada à Confederação Sindical Internacional (CSI).[2]

Militantes da Força Sindical na 7ª Marcha a Brasília organizada por diversas centrais sindicais em 2012. Marcello Casal Jr./ABr

HistóriaEditar

A Força Sindical apareceu em 1991, em oposição à CUT, já existente, e ligada ao Partido dos Trabalhadores (PT).[3][4]

Oposição a prisão do ex-presidente LulaEditar

Em 5 de abril de 2018, a Força Sindical, CTB, UGT, Nova Central e CSB lançaram uma nota de apoio ao ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, no qual se posiciona contra a prisão do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, o apoiando e se solidarizando com ele, no qual disse que considera a "decretação de sua prisão uma medida radical", acusando o Tribunal Regional Federal da 4ª Região de que o "objetivo real do processo do tribunal é tirar o ex-presidente Lula da disputa eleitoral de 2018".[5] Dois diretores da Força Sindical estiveram com o ex-presidente e sugeriram que o petista não se entregue Polícia Federal.[6] Os dirigentes Sergio Reis e João Carlos Gonçalves, o Juruna, estiveram com Lula no Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo onde o ex-presidente está desde que a sua prisão foi decretada pelo juiz Sergio Moro.[6]

O presidente da Força, Paulo Pereira da Silva, o Paulo Pereira da Silva, não foi ao encontro, mas mandou oficialmente os dois diretores que falaram em nome da entidade.[6] “Nós nos colocamos à disposição, prestamos solidariedade e também sugerimos que ele resista”, disse o deputado, que não é aliado político do petista.[6] “Fomos prestar minha solidariedade de sindicalista”, acrescentou.[6]

O dirigente da Força lembrou que ele pessoalmente e e a entidade são contra a prisão dos condenados antes do trânsito em julgado até o Supremo.[6]

Em 1 de maio, sete centrais sindicais, dentre elas a Força Sindical organizaram um evento unificado em defesa do ex-presidente preso na Superintendência da Polícia Federal desde 9 de abril.[7] O ato se tornou um aceno pela via sindical de uma aliança do PT com outros partidos de esquerda na eleição de outubro.[7]

Volta do Imposto sindicalEditar

No dia 19 de setembro de 2018, em meio ao "‘toma lá da cá’ das costuras eleitorais", foi cogitado a volta do imposto sindical, aprovado na reforma trabalhista, o principal fiador da volta do imposto sindical é o deputado federal Paulinho da Força (SD-SP), ligado à Força Sindical.[8] O partido dele, o Solidariedade, integra o Centrão ao lado de DEM, PR, PP e PRB, exigiram a criação de um novo modelo de financiamento dos sindicatos para embarcar na pré-candidatura de Geraldo Alckmin à Presidência da República, líderes do bloco se apressaram em informar que o PSDB, que teve papel importante na aprovação da reforma, teria aceitado rever a questão do imposto sindical.[8] Em 20 de setembro, Alckmin se pronunciou em sua conta no Twitter escrevendo que não vai revogar “nenhum dos pontos da reforma trabalhista” e que não havia “plano de trazer de volta a contribuição sindical, ao contrário do que está circulando nas redes”.[8]

Referências

  Este artigo é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o. Editor: considere marcar com um esboço mais específico.