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Imperatriz do Brasil

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Imperatriz do Brasil foi o título utilizado durante o Império do Brasil (1822-1889) pelas consortes do soberano. Ascenderam ao trono quatro imperatrizes:

  • D. Leopoldina de Habsburgo, a primeira imperatriz, foi a única a participar ativamente da política do novo país, seja tornando-se regente devido às frequentes ausências de seu marido, D. Pedro I, seja pela sua atuação como correspondente dos Habsburgo, mantendo seu pai, Francisco I da Áustria, informado dos ocorridos no Brasil e procurando garantir alguns interesses da Santa Aliança.
  • D. Amélia de Leuchtenberg, segunda esposa de Pedro I, permaneceu pouco tempo nessa condição. Acompanhou o marido em seu retorno a Portugal, após a abdicação deste ao trono brasileiro, para lutar pelo direito da filha do antigo imperador, D. Maria II, ao trono de Portugal.
  • D. Teresa de Bourbon-Duas Sicílias, sucessora de Amélia, apresentou uma atuação muito mais discreta nos rumos da política nacional, estando sempre ao lado de seu marido, D. Pedro II, e falecendo pouco após o exílio.
  • D. Carlota Joaquina de Bourbon, consorte do rei de Portugal, D. João VI, tornou-se Imperatriz do Brasil quando seu marido recebeu o direito de usar o título de Imperador do Brasil em decorrência do tratado do Rio de Janeiro.

Imperatrizes do Brasil – Dinastia de BragançaEditar

Ver tambémEditar

Notas

  1. Pelo tratado do Rio de Janeiro, firmado entre Portugal e Brasil em 1825, que colocou termos à guerra da independência do Brasil, reconhecia-se a autonomia do antigo reino, mas reservava-se o título de Imperador do Brasil a D. João VI. Por conseguinte, seu cônjuge, D. Carlota Joaquina de Bourbon, tornou-se a Imperatriz do Brasil (consorte). Com a morte do marido, sete meses depois, D. Carlota perde o título tanto do trono português quanto do brasileiro, tornando-se rainha-mãe e imperatriz-mãe.