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João Agripino de Vasconcelos Maia

João Agripino Maia
Deputado federal pela Paraíba
Período 1 de fevereiro de 1987
a 31 de janeiro de 1991
Dados pessoais
Nome completo João Agripino de Vasconcelos Maia
Nascimento 22 de outubro de 1940 (78 anos)
João Pessoa, PB
Progenitores Mãe: Maria de Lurdes Bonavides Maia
Pai: João Agripino
Alma mater Universidade Federal da Paraíba
Cônjuge Juracy Maria dos Santos Furtado Maia
Partido PMDB, PDS, PFL
Profissão Advogado e político

João Agripino de Vasconcelos Maia (João Pessoa, 22 de outubro de 1940), conhecido por João Agripino Maia ou ainda João Agripino Neto, é um advogado e político brasileiro.[1] Foi deputado federal entre 1987 e 1991.

BiografiaEditar

João Agripino nasceu em 2 famílias com destacada tradição política e econômica, com origem no sertão paraibano: seu pai, também chamado João Agripino, foi deputado federal, ministro das Minas e Energia no governo Jânio Quadros, senador, governador da Paraíba e ministro do Tribunal de Contas da União; o avô paterno, João Agripino II, foi deputado estadual por 5 mandatos consecutivos; o tio, José Mariz, foi interventor federal na Paraíba entre dezembro de 1934 e janeiro de 1935, além de ter sido procurador e secretário estadual; o bisavô materno, Antônio Marques da Silva Mariz, trabalhou como primeiro secretário da Câmara dos Deputados, e seu primo, Antônio Mariz, foi deputado federal, senador e governador da Paraíba por 8 meses, falecendo no exercício do mandato, em setembro de 1995.

Fora da Paraíba, possui outros parentes - o tio, Tarcísio Maia, foi governador do Rio Grande do Norte, enquanto que outros 2 primos, Lavoisier e José Agripino Maia (atualmente senador), também chefiaram o executivo estadual potiguar.

FormaçãoEditar

Formado em direito na Universidade Federal da Paraíba, concluiu a pós-graduação em administração na Universidade de Manchester, em 1970. Entre 1970 e 1971, fez pós-graduação em economia na Universidade de Paris.

Carreira políticaEditar

Filiado ao PMDB, disputou sua primeira eleição em 1986, concorrendo a uma vaga de deputado federal. Com 26.121 votos obtidos, assumiu o mandato em fevereiro de 1987, e foi a favor, entre outros, do rompimento de relações diplomáticas com países que praticassem políticas de discriminação racial, da limitação do direito de propriedade, da soberania popular, do voto facultativo aos 16 anos, do presidencialismo e do mandato de 5 anos para o então presidente da República, José Sarney, e foi contrário à pena de morte e à legalização do jogo do bicho.

Na eleição de 1990, João Agripino, agora filiado ao PDS e com apoio do então governador Tarcísio Burity, optou em não disputar a reeleição, lançando sua candidatura ao governo da Paraíba, em chapa com o PRN. Ficou na terceira posição, com 137.487 votos, e apoiou Ronaldo Cunha Lima, que viria a ser eleito, no segundo turno. Interrompeu a carreira política em 1991, depois de concluir o mandato, para dedicar-se ao seu escritório de advocacia, em Brasília.

Voltou a concorrer a um mandato eletivo em 1994, desta vez pelo PFL. Concorrendo a uma das 2 vagas de senador, ele chamou a atenção em seus programas, onde figurava a palavra (iniciais de João Agripino) em destaque, e encerrava-os com o bordão Ate já. Conseguiu 319.095 sufrágios, insuficientes para ser eleito. Após a eleição, encerrou de vez a carreira política.

BibliografiaEditar

  • O grupo Matarazzo e o processo de industrialização brasileiro, 1975.
  • A mineração no Brasil, 1976.

Referências

  1. «João Agripino de Vasconcelos Maia». CPDOC. 31 de agosto de 2017. Consultado em 31 de agosto de 2017 
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