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Joaquim Rufino Ramos Jubé
Deputado estadual de  Goiás
Período 1895 até 1901
Senador estadual de  Goiás
Período 1905 até 1930
Governador de  Goiás
Período - 30 de março de 1912
até 24 de maio de 1912
- 10 de junho de 1913
até 31 de julho de 1913
- 30 de junho de 1915
até 6 de maio de 1916
- 21 de dezembro de 1918
até 24 de abril de 1919
- 31 de março de 1924
até 25 de abril de 1924
- 13 de julho de 1929
até 14 de julho de 1929
Antecessor 1º mandato: Urbano de Gouveia
2º mandato: Herculano de Sousa Lobo
3º mandato: Salatiel Simões de Lima
4º mandato: João Alves de Castro
5º mandato: Miguel da Rocha Lima
6º mandato: Brasil Ramos Caiado
Sucessor 1º mandato: Herculano de Sousa Lobo
2º mandato: Olegário Herculano da Silva Pinto
3º mandato: Salatiel Simões de Lima
4º mandato: João Alves de Castro
5º mandato: Miguel da Rocha Lima
6º mandato: Alfredo Lopes de Morais
Dados pessoais
Nascimento 06 de agosto de 1859
Ouro Fino, Província de Goiás, Império do Brasil
Morte 12 de setembro de 1933 (74 anos)
Progenitores Mãe: Ivana Cordeiro
Pai: Antônio Pereira Ramos Jubé
Cônjuge Maria Carlota d’Ascenção Silveira Ramos Jubé

Joaquim Rufino Ramos Jubé (Ouro Fino, 6 de agosto de 1859[onde?], 12 de setembro de 1933) foi um político brasileiro.

BiografiaEditar

Filho de Antônio Pereira Ramos Jubé e de Ivana Cordeiro. Em 1895 filiou-se ao Centro Republicano e nessa legenda foi eleito deputado estadual em Goiás para as legislaturas de 1895 a 1897, de 1898 a 1900 e de 1901 a 1903. Em 1897, 1900 e 1901 fez parte da mesa diretora da Assembleia Legislativa de Goiás.

Em 1905 filiou-se ao Partido Republicano Federal de Goiás e elegeu-se senador estadual para a legislatura de 1905 a 1908. Foi também primeiro-secretário da mesa diretora do Senado estadual, em 1905 e 1907. Em 1909 mudou mais uma vez de partido, filiando-se ao então criado Partido Democrático, e reelegeu-se senador estadual para sucessivas legislaturas. Só deixaria o Senado em 1930, quando, com a vitória da Revolução de 1930, foram extintos todos os órgãos legislativos do país.

Ao longo desse período presidiu o Senado estadual, posição que o habilitava a assumir a presidência do estado em caso de afastamento do presidente e da ausência de um dos três vice-presidentes eleitos. Por essa razão assumiu a presidência de Goiás nas seguintes ocasiões: de março de 1912, após Urbano Coelho de Gouveia ter renunciado, a maio do mesmo ano, quando foi substituído por Herculano de Sousa Lobo; de junho de 1913, após a renúncia de Herculano de Sousa Lobo, a julho do mesmo ano, quando foi substituído por Olegário Herculano da Silva Pinto; de junho de 1915 a maio de 1916, período em que Salatiel Simões de Lima esteve afastado; de dezembro de 1918 a abril de 1919, durante o afastamento de João Alves de Castro; de março a abril de 1924, durante o afastamento de Miguel da Rocha Lima; e ainda por um dia em julho de 1929, após a renúncia de Brasil Ramos Caiado. De 1914 a 1930, pertenceu à comissão executiva do Partido Democrático.

Faleceu em 12 de setembro de 1933 aos 74 anos de idade. Era casado com Maria Carlota d’Ascenção Silveira Ramos Jubé e foi pai de seis filhos.

Recebeu o título de comendador do Papa Pio X.[1]

Referências

Ligações externasEditar