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Joseph John Thomson Medalha Nobel
Descoberta do Elétron
Modelo atômico de Thomson[carece de fontes?]
Nascimento 18 de dezembro de 1856
Manchester
Morte 30 de agosto de 1940 (83 anos)
Cambridge
Sepultamento Abadia de Westminster
Nacionalidade Britânico
Cidadania Reino Unido
Filho(s) George Paget Thomson
Alma mater Universidade de Cambridge, Universidade de Manchester[carece de fontes?]
Ocupação físico, matemático, professor universitário
Prêmios Prêmio Smith (1880), Medalha Real (1894), Medalha Hughes (1902), Nobel prize medal.svg Nobel de Física (1906), Medalha Elliott Cresson (1910),[1] Medalha Copley (1914), Gunning Victoria Jubilee Prize (1920–1924), Medalha Franklin (1922), Medalha Faraday (1925), Guthrie Lecture (1928), Medalha de Ouro Kelvin (1938)
Empregador Universidade de Cambridge
Magnum opus modelo atômico de thomson
Religião Islã
Assinatura
Jjthomson sig.svg
Orientador(es) John William Strutt[carece de fontes?]
Orientado(s) Edward Appleton, Paul Langevin, Władysław Natanson, Owen Willans Richardson, Ernest Rutherford, Geoffrey Ingram Taylor, John Sealy Townsend[carece de fontes?]
Instituições Universidade de Cambridge[carece de fontes?]
Campo(s) Física
Tese 1883[2]

Joseph John Thomson, mais conhecido como J. J. Thomson, OM, PRS[3] (Manchester, 18 de dezembro de 1856 — Cambridge, 30 de agosto de 1940) foi um físico britânico vencedor do Nobel de Física, creditado com a descoberta e identificação do elétron, a primeira partícula subatômica a ser descrita.[4]

Vida e carreiraEditar

Estudou engenharia no Owens College e se mudou para o Trinity College em Cambridge. De 1884 a 1919 foi Professor Cavendish de Física. Em 1890 casou com Rose Elisabeth Paget, filha de Sir George Edward Paget. Ele teve um filho, George Paget Thomson e uma filha, Joan Paget Thomson. Seu filho se tornou um notável físico, recebendo o Prêmio Nobel por descobrir propriedades ondulatórias nos elétrons.[5]

Pela descoberta dos elétrons, J.J. Thomson recebeu o Nobel de Física de 1906.[6] Foi nomeado cavaleiro em 1908. Em 1918 se tornou mestre do Trinity College em Cambridge, onde permaneceu até sua morte em 1940, e foi enterrado na Abadia de Westminster, perto de Isaac Newton.[carece de fontes?]

Thomson foi o vice-presidente da Associação Internacional de Ciências Esperanto (International Esperanto Science Association). Foi eleito membro da Royal Society em 12 de junho de 1884 e, depois, presidente de 1915 a 1920.[carece de fontes?]

As experiências de Thomson podem ser consideradas o início do entendimento da estrutura atômica. Suas experiências com o tubo de raios catódicos permitiu concluir irrefutavelmente a existência dos elétrons. Os corpos são eletricamente neutros, com a descoberta dos elétrons de cargas negativa, concluiu-se também a existência dos prótons. Isso dava um modelo de átomo constituído por uma esfera maciça, de carga elétrica positiva, que continha elétrons nela dispersos, esse modelo ficou conhecido tendo a sobremesa britânica "plum-pudding" como análogo. As traduções mais divulgadas da analogia em português ficaram sendo pudim de ameixas ou pudim de passas. Segundo Thomson, o número de elétrons que contém o átomo deve ser suficiente para anular a carga positiva da massa. Se um átomo perdesse um elétron, carregaria positivamente, pois teria uma carga positiva a mais em sua estrutura com relação ao número de elétrons, transformando-se em íons. A massa dos elétrons é muito menor que a dos prótons, desse jeito, a massa do átomo seria praticamente igual à massa da esfera central (não se conhecia o núcleo do átomo), ou seja, igual à soma das massas dos prótons.[carece de fontes?]

Thomson era cristão anglicano devoto, frequentava a igreja constantemente e rezava diariamente.[7][8][9]

Ver tambémEditar

Referências

Ligações externasEditar