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Leon Feffer (Kolki, Rivne, Ucrânia, 27 de novembro de 1902São Paulo, Brasil 7 de fevereiro de 1999) foi um empresário brasileiro.

Leon Feffer emigrou da Ucrânia para o Brasil em 1920, juntamente com a mãe, um irmão e duas irmãs.[1] Imigrante recém-chegado, Leon estabeleceu-se como comerciante em São Paulo, atuando na venda de diversos tipos de mercadorias, entre eles o papel. Durante os anos de 1920 e 1930, consolidou sua atuação no comércio e ampliou suas atividades, abrindo uma tipografia e uma pequena fábrica de envelopes, além de manter uma loja própria. Até que, em 1939, Leon decidiu desfazer-se de tudo, até mesmo da casa da família, para levantar capital e montar sua própria fábrica de papel. A fábrica, instalada no bairro do Ipiranga, deu origem à Suzano Papel e Celulose.

Leon Feffer dedicou-se também a várias atividades comunitárias, em instituições como a Casa de Cultura de Israel, a Federação Israelita do Estado de São Paulo, o Hospital Albert Einstein, Colégio Renascença, entre outras. Foi um dos fundadores da A Hebraica e, entre 1956 e 1981 exerceu o cargo de cônsul de Israel no Brasil.

A partir da década de 1970, Leon Feffer transferiu da liderança do Grupo Suzano para seu filho Max Feffer.[2]

ReferênciasEditar

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