Let Go

Primeiro álbum de estúdio de Avril Lavigne
Disambig grey.svg Nota: Este artigo é sobre o álbum de estreia de Avril Lavigne. Para o álbum de Nada Surf, veja Let Go (álbum de Nada Surf).
Let Go
Álbum de estúdio de Avril Lavigne
Lançamento 4 de junho de 2002 (2002-06-04)
Gravação Maio de 2001 – janeiro de 2002
Estúdio(s)
Gênero(s)
Duração 48:41
Gravadora(s) Arista
Produção
Cronologia de Avril Lavigne
My World
(2003)
Capa da edição limitada
Singles de Let Go
  1. "Complicated"
    Lançamento: 14 de maio de 2002 (2002-05-14)
  2. "Sk8er Boi"
    Lançamento: 27 de agosto de 2002 (2002-08-27)
  3. "I'm with You"
    Lançamento: 19 de novembro de 2002 (2002-11-19)
  4. "Losing Grip"
    Lançamento: 1 de abril de 2003 (2003-04-01)
  5. "Mobile"
    Lançamento: 11 de maio de 2003 (2003-05-11)

Let Go é o álbum de estreia da cantora e compositora canadense Avril Lavigne. Seu lançamento ocorreu em 4 de junho de 2002 por meio da Arista Records. As sessões de gravação iniciaram-se em maio de 2001 e foram concluídas em janeiro de 2002. Durante o processo criativo, Lavigne, que já participara de algumas atividades na música na infância e adolescência, encontrava-se com dificuldade para definir seu estilo musical e desejava também escrever seu próprio material em vez de gravar canções de outros compositores. Em Nova Iorque, a maioria de suas primeiras tentativas de colaboração com profissionais da área resultaram improdutivas, até que se deslocou a Los Angeles, onde trabalhou com Clif Magness. Por não aprovar a sonoridade das faixas compostas pelos dois, L.A. Reid, presidente da Arista e produtor executivo do projeto, reuniu a cantora à equipe de produção The Matrix, com a qual o alinhamento do registro foi finalmente completado.

Derivado em sua maioria dos gêneros rock alternativo, pós-grunge e pop rock, com um repertório que varia entre canções ásperas e baladas vulneráveis, compreende desde guitarras até violoncelo em sua instrumentação. Let Go incorpora ainda outros estilos musicais, como o country, o pop punk e, no caso de "Nobody's Fool", o rap. Em termos líricos, trata de assuntos relativos à angústia adolescente, sendo classificado também como pertencente ao teen pop. De acordo com a intérprete, as faixas estão relacionadas com sua visão de mundo e experiências pessoas até o momento da composição, com temas acerca de relacionamentos problemáticos, solidão, insegurança, confusão, autodescoberta e perseverança.

Let Go dividiu opiniões entre os críticos musicais, com muitos deles elogiando principalmente a capacidade vocal de Avril e a produção do disco, enquanto outros foram negativos quanto às suas letras. Por conseguinte, foi listado como um dos 50 piores álbuns da década de 2000 pela Gigwise. Em contrapartida, foi incluído entre os 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame e rendeu à cantora indicações ao Grammy e vitórias nos prêmios Juno de 2003 como Álbum do Ano e Álbum Pop do Ano. No âmbito comercial, conquistou números bastante notáveis, superando um milhão de cópias tanto no Japão como no Canadá e conquistando uma entrada para o Guinness World Records. Foi o segundo projeto musical mais vendido em 2002 e o nono em 2003, segundo dados da Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI). À época, a imagem da musicista e o rótulo midiático de punk causaram grande repercussão na imprensa, com questionamentos constantes acerca de sua autenticidade. Retrospectivamente, Lavigne foi creditada em conjunto com o sucesso do álbum como fator determinante para o cenário pop punk e alternativo feminino e em geral.

"Complicated" foi lançada como single inicial do álbum. A faixa obteve grande sucesso comercial, chegando ao topo das tabelas de 22 países e à segunda colocação na Billboard Hot 100, dos Estados Unidos. As duas músicas de trabalho posteriores repetiram o bom desempenho da primeira: tanto "Sk8er Boi" como "I'm with You" garantiram a Lavigne sua segunda e terceira entradas às dez primeiras posições da Billboard Hot 100 e UK Singles Chart, do Reino Unido. O último single internacional foi "Losing Grip", que não conseguiu resultados comercialmente expressivos. "Mobile" recebeu comercialização apenas na Austrália e Nova Zelândia. Também em divulgação a Let Go, a cantora apresentou-se em diversas cerimônias e programas televisivos e, adicionalmente, embarcou na Try to Shut Me Up Tour (2002–03), a qual teve um dos concertos registrado no álbum ao vivo My World.

Antecedentes e desenvolvimentoEditar

Durante sua infância, Avril Lavigne participava de diversos concursos de talentos e apresentava-se em feiras de gado em Napanee, cidade em que cresceu e passou a maior parte da adolescência, até ganhar um concurso de canto promovido por uma rádio local em 1998.[1][2] O prêmio foi uma apresentação ao lado da cantora country Shania Twain, ocorrida no Corel Centre para um público de aproximadamente 20 mil pessoas.[3] Após a ocasião, a jovem começou a cobiçar ainda mais a carreira na música e, quando completou 14 anos, passou a ser levada pelos pais para sessões de karaokê.[4] Posteriormente, foi flagrada pelo músico local de folk Stephen Medd, o qual a convidou para contribuir, duas vezes seguidas, em seus projetos musicais.[3] Em 1999, passou a ser gerenciada por Cliff Fabri, seu primeiro empresário, que enviou cópias de um VHS com cenas dela cantando no porão de casa para executivos da indústria fonográfica e, em seguida, arranjou-lhe uma audição com o caçador de talentos Ken Krongrad, responsável pelo A&R da Arista Records.[2][5] Simultaneamente, uma das cópias chamou a atenção de Mark Jowett, da Nettwerk Records, fazendo-o enviar a gravação em vídeo ao compositor e produtor Peter Zizzo, e este solicitou a ida de Lavigne a Nova Iorque.[2] Por sua vez, Krongrad pediu a L.A. Reid, presidente da Arista, um contrato discográfico para ela, que, após interpretar três canções — incluindo "Why", de sua co-autoria, e "Breathe", de Faith Hill — no estúdio de Zizzo em 2000, assinou com a gravadora, e os preparativos para a gravação de seu álbum de estreia foram iniciados.[6][7]

  [Os profissionais contatados pela Arista] escreveram baladas fofas com letras nojentas e pseudo-puberais para mim. Eu não poderia cantar isso nem com a melhor das vontades. Além disso, eles não davam a mínima para os meus desejos. Havia apenas uma coisa: eu tinha que fazer isso [compor] sozinha.  

—Lavigne acerca do início da criação do disco.[8]

Reid concedeu a Joshua Sarubin, também do A&R da Arista, a responsabilidade de supervisionar o desenrolar do projeto.[9] De início, a cantora teve dificuldade quanto a encontrar-se musicalmente. Primeiro, em Nova Iorque, ela participou de sessões com profissionais que lhe produziram várias canções country semelhantes às de Hill, mas estas terminaram por não refletir seus gostos, orientados ao hard rock e ao punk, devido à convivência com esqueitistas na adolescência.[2] Embora algumas colaborações, como as com Sabelle Breer e Curt Frasca, tenham obtido um bom resultado, foi em Los Angeles, aonde ela se deslocou em maio de 2001, que o processo realmente avançou.[9] Lá, obteve maior controle criativo trabalhando com Clif Magness, no entanto, a gravadora não aprovou a sonoridade marcada por guitarras das faixas compostas por eles — especificamente "Losing Grip" e "Unwanted" — e buscou outros produtores para o disco.[10] Em vista disso, Sandy Roberton sugeriu a Sarubin uma colaboração entre Avril e a equipe gerenciada por ele, The Matrix.[11]

Segundo Lauren Christy, membro da Matrix, quando eles ouviram as primeiras músicas de Lavigne, sentiram que continham "um tipo de vibração [ao estilo] de Faith Hill". Contudo, assim que a viram entrar em seu estúdio, perceberam que aquelas produções eram incongruentes com a imagem e atitude da jovem, então com 16 anos. Depois de conversar com Avril por cerca de uma hora, a equipe reconheceu que ela não estava feliz, mas não conseguia descobrir o que fazer a respeito.[12] O trio, formado também por Graham Edwards e Scott Spock, tocou suas músicas com influências de Faith, porque era esse tipo de música que a gravadora queria que Lavigne cantasse, mas ela as descartou, pois queria músicas com tendências punk rock.[13] Então, apresentou-lhes uma música que "ela gravara e realmente amava", reminiscente aos trabalhos do System of a Down. Como antes de formar a Matrix os primeiros projetos de seus membros eram do tipo pop rock, eles descobriram rapidamente o que Lavigne queria gravar e sabiam exatamente o que fazer. Mais tarde, escreveram juntos uma música que evoluiu para "Complicated".[12]

Quando Sarubin ouviu essa faixa pela primeira vez, soube que estavam na direção certa. Lavigne apresentou a canção a Reid, que concordou com o estilo musical tomado por ela juntamente com o trio e enviou-a de volta a Matrix a fim de concluir o restante do álbum, inicialmente por um mês. A Arista deu à equipe autorização para escrever e produzir dez faixas, o que levou dois meses e resultou em seis números para o alinhamento final do projeto.[12][14] As faixas compostas com a Matrix foram gravadas nos Decoy Studios, situados num subúrbio de Los Angeles conhecido como Valley Village; das canções produzidas com a equipe, apenas cinco entraram no disco.[14] O restante do processo decorreu em estúdios por Nova Iorque, New Milford e Santa Mônica.[15] Scott Spock foi o principal engenheiro do projeto, enquanto Tom Lord-Alge, Randy Staub e David Leonard foram encarregados da mixagem das faixas.[14][15] De acordo com Spock, as sessões de gravação ocorreram tranquilamente e a cantora ficou relaxada durante elas, já que talvez "pensou que estava cortando a demo de uma música". Além disso, ele revelou que cada música era gravada em cinco ou seis tomadas, e "provavelmente 90% do que foi finalmente usado veio da primeira ou segunda tomadas".[14] As sessões foram finalizadas em janeiro de 2002.[9]

Lançamento e divulgaçãoEditar

O álbum foi lançado mundialmente em 4 de junho de 2002.[16] A Arista incluiu Let Go num acordo de lançamento com a DataPlay em setembro, colocando-o ao lado de trabalhos de artistas já consolidados, nomeadamente Shaman, da banda Santana, e Just Whitney, de Whitney Houston.[17] Como produtor executivo do disco, L.A. Reid sugeriu-lhe o título Anything but Ordinary após ouvir a faixa de mesmo nome. Avril, entretanto, foi contra a proposta, porque não gostava da ideia de "dar um nome" ao projeto.[18] O título final surgiu a partir de uma faixa demo homônima que não entrou para seu alinhamento.[2]

 
Avril durante um concerto para divulgação de Let Go em Toronto, Canadá, em 2002.

Com o intuito de divulgar Let Go, a cantora fez aparições entre 2002 e 2003 em diversas atrações, como o Total Request Live e os programas The Tonight Show with Jay Leno e The Late Late Show With Craig Kilborn.[19][20][21] A primeira apresentação promocional deu-se em 8 de abril para uma AOL Session, onde ela interpretou pela primeira vez "Complicated" junto a outras faixas do disco.[22] Em 13 de junho, ela realizou um mini-concerto no The Viper Room.[23] Em 16 seguinte, "Complicated" foi novamente performada, durante os MuchMusic Video Awards; mais tarde, Lavigne compareceu ao mesmo evento causando polêmica ao mostrar as nádegas às câmeras.[24][25] Subsequentemente, a cantora viajou à Europa a fim de realizar uma turnê promocional pelo continente.[26] Ao final do mês de julho, ela teve um concerto com público esgotado na casa de espetáculos Irving Plaza, em Nova Iorque.[27] Mais tarde, visitou o Japão pela primeira vez, realizando um show no Akasaka Blitz, em Tóquio.[28] Nos dias 14 e 29 de agosto, a artista performou respectivamente no museu Rock & Roll Hall of Fame e MTV Video Music Awards.[29][30]

Posteriormente, participou do Good Morning America cantando "Complicated".[31] Em 13 de setembro, ela apresentou-se na boate Mean Fiddler, em Londres, sendo recebida com indiferença por Caroline Sulliavan do The Guardian; a jornalista julgou que "[Avril] não teve a presença para transformar as músicas em algo interessante", e notou sua falta de experiência ao vivo.[32] No início de outubro, interpretou "Sk8er Boi" no Late Show With David Letterman e Live with Kelly and Ryan.[33][34] Em 27 de novembro, apresentou versões acústicas de três canções, incluindo "I'm with You", no Hard Rock Cafe, em Madri, e realizou um show na cidade. Aproveitando sua estadia promocional pela Espanha, também apresentou-se nos Premios Ondas, ocorrido no dia seguinte.[35] Em continuidade a promoção ao disco, a cantora deu inicio a Try to Shut Me Up Tour em 5 de dezembro com um concerto em Buffalo.[36] Mais tarde, um show na mesma cidade se tornaria o álbum ao vivo My World. A turnê, sua primeira a nível mundial, passou pelos Estados Unidos, Canadá, Austrália e pelos continentes asiático e europeu, tendo como atos de abertura a banda Our Lady Peace na fase europeia, ao passo que Gob, Simple Plan e Swollen Members abriram as datas norte-americanas.[2] Por fim, Lavigne foi ato de abertura no Billboard Music Awards, ocorrido em 9 de dezembro.[37]

No ano seguinte, também performou no MTV Asia Music Awards, em 24 de janeiro, e no Brit Awards, em 20 de fevereiro; no último, interpretou "Sk8er Boi" acompanhada de 21 bateristas ao palco.[38][39] Três dias depois, compareceu à 45.ª edição do Grammy cantando novamente a canção.[40] Além disso, esteve em 6 de abril nos prêmios Juno, no qual performou "Losing Grip".[41]

SinglesEditar

"Complicated" foi lançada como o primeiro single do disco em 14 de maio de 2002.[12] Além de ter se posicionado na 2.ª colocação da principal tabela norte-americana, a Billboard Hot 100,[27] atingiu o topo das paradas de 22 países pelo mundo.[42] Dirigido pelos Malloys,[43] seu vídeo musical exibe a cantora e sua banda fazendo bagunça num centro comercial e tocando o tema num parque de skateboarding.[44] Selecionada como o segundo single do álbum, "Sk8er Boi" foi lançada em 27 de agosto seguinte. Comercialmente, repetiu o sucesso da anterior, listando-se nas dez primeiras posições em várias nações, incluindo os Estados Unidos e o Reino Unido.[45][46] Seu vídeo musical, dirigido por Francis Lawrence, gira em torno de um show improvisado da cantora num cruzamento de uma rua.[47] "I'm with You" foi distribuída como a terceira faixa de trabalho em 19 de novembro seguinte.[48] A canção garantiu a terceira entrada da artista nas dez primeiras colocações tanto da Billboard Hot 100 como da UK Singles Chart.[45][46] O vídeo musical da obra teve a direção de David LaChapelle e foi filmado em câmera lenta, iniciando-se com Avril numa festa, com as cenas subsequentes mostrando-a solitária pelas ruas.[49] Nesse meio tempo, "Unwanted" foi lançada como single promocional somente no Reino Unido.[50]

Além destas, foram divulgadas mais duas faixas de trabalho. Por insistência de Lavigne, "Losing Grip" foi lançada em 1.º de abril de 2003 como quarto single do disco, uma vez que a Arista pretendia usar "Anything but Ordinary" para tal feito.[10] O videoclipe da canção contou com a direção de Liz Friedlander e mostra a cantora apresentando-se em frente a um grande número de pessoas.[51] "Mobile" estava planejada como último single em escala global, no entanto, terminou tendo um lançamento limitado apenas a Austrália e Nova Zelândia; na última nação, conquistou a 26.ª posição em sua tabela oficial.[52] Um videoclipe gravado para a faixa acabou surgindo na internet no início de 2011.[53]

ComposiçãoEditar

Muitas das minhas músicas são pessoais e sobre eu ter 16 anos e garotos partirem meu coração e parecer que é o fim do mundo. Sobre eu ser apenas uma criança e escrever sobre ter uma queda por um esqueitista ou algo assim. O álbum tem várias atitudes e emoções diferentes: eu sendo louca; estando magoada ou triste.

–Avril sobre as letras presentes no disco.[54]

Let Go possui guitarras, baixo, bateria, teclados, violão, violoncelo e programação em sua instrumentalidade,[15] sendo derivado em sua maioria dos gêneros rock alternativo e pós-grunge.[55][56][57][58] Também é composto por um repertório notável de pop rock, o que fora observado por Edmund J. Lee para o The New York Times, que o descreveu como "uma mistura de baladas poderosas e rock à beira do pop",[18] bem como Blair Jackson da Common Sense Media, que o definiu como "[um trabalho] pop rock confessional, [com] músicas cativantes [que] tocam na angústia adolescente".[59] Justamente por causa das temáticas adolescentes, parte da imprensa musical classificou o álbum como pertencente ao gênero teen pop.[57][60] Quanto ao conteúdo do disco, a intérprete revelou que se trata de experiências pessoais e sua visão de mundo,[61] mostrando diferentes lados de si mesma.[62] Sonoramente, o material apresenta-se entre canções ora ásperas ora vulneráveis.[57] Gil Kaufman da MTV denominou-o "reflexões surpreendentemente maduras e levemente hiperativas de uma adolescente",[62] com temas que, por sua vez, variam acerca de relacionamentos problemáticos, solidão, insegurança, confusão, autodescoberta e perseverança.[59] J. D. Considine do The Globe and Mail reparou em sua produção ênfase às guitarras e aos vocais da artista frente os arranjos musicais, compostos por sintetizadores, batidas modernas e arranhões em toca-discos.[63]

Primeira obra a ser composta com a Matrix para o álbum, "Complicated" deriva do teen pop e do pop rock e, liricamente, trata do desprezo de Avril para com pessoas que tentam parecer o que não são apenas para impressionar.

Problemas para escutar este arquivo? Veja a ajuda.

Para a intérprete, a faixa de abertura, "Losing Grip", é a que melhor evidenciou sua perspectiva sonora dentro do disco e, por isso, sua favorita no material.[10] Contendo elementos do nu metal,[64] a obra destaca-se no alcance vocal demonstrado pela da cantora, especialmente durante o refrão "explosivo e cheio de raiva",[60] e foi inspirada por um namorado que não a valorizava o suficiente, como exemplificado pelo trecho "Agora, sinto-me invisível para ti"[nota 1].[10] Liricamente, discorre sobre momentos em que Lavigne sentiu-se ignorada por seu amado, que não a apoiara emocionalmente da forma como gostaria, fazendo-a concluir que não deveria mais importar-se com o relacionamento ("Por que eu deveria me importar? Não vamos a lugar nenhum"[nota 2]).[65] Derivada dos estilos pop rock e teen pop,[60] "Complicated" apresenta ainda influências do pop punk,[66] com letras que tratam a respeito do desprezo da cantora para com pessoas que tentam parecer o que não são apenas para impressionar.[54] "Sk8er Boi" foi identificado por críticos musicais como a única faixa do álbum efetivamente derivada do punk rock.[67][68] Contendo influências eminentes do power pop,[69] a canção conta uma história sob o ponto de vista da artista sobre um namorado esqueitista e uma garota bailarina que o rejeitara antes, mas que agora encontra-se arrependida e numa vida entediante após ele tornar-se um famoso astro do rock.[59][70]

A balada "I'm with You" incorpora quase imperceptivelmente o country. Derivada do pop rock, a canção é sobre uma garota solitária disposta a ir para casa com um estranho.

Problemas para escutar este arquivo? Veja a ajuda.

A quarta faixa é "I'm with You", uma balada pop rock que incorpora, de modo quase imperceptível, o country.[71] De acordo com Jonathan Bradley da Billboard, essa canção, que é sobre uma garota solitária disposta a ir para casa com um estranho,[72] coloca a artista "[no papel de] uma adolescente fugitiva, emocional e fisicamente à deriva".[65] O mesmo ocorre em "Mobile", na qual a cantora revela-se angustiada pelas mudanças constantes do mundo à sua volta e teme que isso escape-lhe o controle.[53][70] Assim como "Losing Grip", a canção seguinte alinha-se mais ao repertório desejado por Avril para o álbum como um todo, tendo sido também baseada num relacionamento conflituoso: em termos líricos, "Unwanted" aborda a rejeição dos pais de um namorado, o que é marcado pela linha "Simplesmente não entendo por que vocês não falam comigo"[nota 3]. Ao compor o número, a musicista recordou uma situação em que visitou a casa dos pais de um namorado e, embora tenha sido muito educada com eles, foi recepcionada com indiferença. "Jantei com eles à mesa e tive minhas maneiras, tipo: 'Posso ajudá-los com algo? Posso lavar a louça?' Mas eles não me queriam com seu filho. Acho que pensaram que eu era um pouco selvagem para ele. E eu fiquei tão magoada com isso".[10]

Tanto "Tomorrow" quanto "Anything but Ordinary" são faixas teen pop e ambas compreendem um pouco de música country;[73] enquanto a primeira fala sobre a necessidade de confiança dentro das relações humanas,[72] a última ressalta uma temática inconsequente em letras como "Andar na linha faria minha vida ser chata / Quero saber que fui até o extremo"[nota 4].[70] "Things I'll Never Say" mostra a artista desejosa por conversar com seu alvo amoroso, o que não consegue fazer por nervosismo.[62] Musicalmente, caracteriza-se por uma abertura com violões e um "hakadada" nos vocais da cantora.[74] A autobiográfica "My World" volta-se para os dias de Lavigne em Napanee ("Nunca fui falsa / Sempre derrotei os garotos / Cresci numa cidade de cinco mil habitantes"[nota 5]).[65] Em "Nobody's Fool", a intérprete proclama versos em rap sobre sua recusa em mudar a si mesma para agradar a alguém.[75][72] "Too Much to Ask" é um tema acerca de uma paixão de verão que fumava erva em demasia. "Ele optou por ficar chapado em vez de ficar comigo em determinadas situações", revelou Avril.[10] A balada de amor "Naked" encerra Let Go com nuances abertamente sexuais.[76]

RepercussãoEditar

Avaliação da críticaEditar

Críticas profissionais
Pontuações agregadas
Fonte Avaliação
Metacritic 68/100[77]
Avaliações da crítica
Fonte Avaliação
AllMusic      [60]
Blender      [78]
Entertainment Weekly B−[79]
IGN 6.5/10[67]
Melodic      [80]
Pitchfork 6.6/10[64]
Rolling Stone      [68]
Slant Magazine      [81]

No agregador de resenhas Metacritic, Let Go recebeu uma pontuação de 68 numa média de 100, baseada em opiniões coletadas de 9 publicações musicais, o que indica "análises geralmente positivas" por parte da crítica especializada, com diversos analistas elogiando principalmente a voz de Avril e a produção musical do disco.[77] Apesar disso, alguns deles tiveram pareceres semelhantes em relação à qualidade das letras presentes no álbum, julgando-as como falhas.[60][67]

Escrevendo para a revista Rolling Stone, Pat Blashill disse que, além de "Complicated", o álbum "vem totalmente carregado com mais uma dúzia de hinos infecciosos de angústia para o Total Request". O crítico elogiou Lavigne por ter uma "ótima voz" e sua estratégia inteligente de trabalhar com "uma equipe qualificada de produtores de grandes êxitos".[68] Em concordância com Blashill, Christina Saraceno da base de dados AllMusic observou a cantora como "uma compositora capaz com habilidades vocais", ao mesmo tempo em que "lida com uma variedade de estilos habilmente". No entanto, Saraceno opinou que Avril apropriou-se do que ouviu ao crescer: "Ela é Pink quando está perdendo a autoridade, Alanis Morissette quando está com raiva e Jewel quando está sensível". Ademais, a resenhista notou imprecisão e lapso nas letras, nomeadamente em "Sk8er Boi" e "Too Much To Ask".[60] Nick Reynolds da BBC Music prezou o potencial da primeira metade do disco, mas ficou dividido acerca do restante das faixas, descrevendo estas como "fracas" e com letras "bastante ingênuas".[16] John Perry da revista Blender resumiu Let Go numa "[grandiosa] estréia cheia de pop radiante com guitarra" e, embora o tenha considerado liricamente ingênuo, exaltou "a entrega sincera, os momentos pop e a empolgante agitação" presentes no material.[78]

Enquanto isso, Cam Lindsay da Stylus Magazine declarou que a artista não se mostrou "uma compositora brilhante" no disco e que "sua voz é boa, mas não incrível". Concedendo uma nota B ao projeto, Lindsay concluiu: "Let Go é uma boa estreia, mas não um ótimo álbum".[82] Mais negativo em relação ao álbum, o qual adjetivou de "o conjunto monocromático de estréia de Lavigne", Jon Caramanica da revista Entertainment Weekly alegou que Let Go "é salvo apenas pela seriedade de suas canções", muitas das quais lhe pareceram músicas-tema retiradas de qualquer drama adolescente da Warner Bros..[79] Kaj Roth escreveu para a Melodic que o maior problema no registro são as faixas que soam como "preenchimentos".[80] Por outro lado, Alex Rowe da plataforma Medium salientou que "[o registro] é polido e bem produzido" e sua "instrumentação e o cenário sonoro são complexos", e descreveu os vocais de Avril como "consistentemente pontuais". Rowe também elogiou a maneira como Lavigne resistiu a tendência de criar um álbum em conformidade com um determinado gênero.[83] Numa revisão mista, Augusto Pinheiro da edição digital da Folha de São Paulo apreciou o fato de as canções do álbum serem compostas pela própria intérprete e refletirem seus ideais, mas sentiu uma limitação no conteúdo deste; segundo Pinheiro, "[os temas foram] feit[os] por [uma] adolescente para adolescente[s]".[75] Na resenha publicada pela MTV asiática, Lennat Mak citou os ganchos do álbum como "cativantes" e impressionou-se com as "acrobacias vocais" de Lavigne, mesmo numa idade tão tenra.[84] Sal Cinquemani da Slant Magazine intitulou Avril "a mini-Alanis da geração Y", mesmo que tenha percebido sua capacidade lírica como "aquém da astúcia afiada de Morissette".[81]

Comentando para o Pitchfork, Jamieson Cox destacou a produção realizada pela Matrix, que, conforme dito por ele, possui "um equilíbrio perfeito entre atitude desdenhosa e polimento preparado para as rádios".[64] Alex Ortiz do portal IGN imaginou que o álbum traduziria a suposta imagem punk da musicista, porém decepcionou-se por este estar repleto de faixas "pensativas e cheias de emoção", típicas à mesma cena musical em que se encontram Morissette, Michelle Branch e Vanessa Carlton. Ortiz finalizou a análise recomendando a escuta do projeto somente àqueles que estão abertos ao cenário de ressurgimento de cantoras de rock como as últimas citadas.[67] Atribuindo uma nota 3 de 5 para o registro, Dave Donnelly da Sputnikmusic questionou a autenticidade da cantora ao afirmar: "O álbum é um composto de imagens e sons adquiridos: nunca originais, apenas genuínos, mas ocasionalmente brilhantes".[73]

ControvérsiasEditar

Posicionada como cantora/compositora, Avril enfrentou desconfiança do público e mídia depois que a Matrix assumiu ter composto a maior parte de "Complicated", "Sk8er Boi" e "I'm with You".[85][86] Embora os royalties de publicação dessas canções dividam-se igualmente entre os membros da equipe e Lavigne, Lauren Christy disse: "Avril entrava [no estúdio] e cantava algumas melodias, mudava uma palavra aqui ou ali". A cantora, no entanto, negou isso alegando ser a principal autora de cada faixa no álbum: "Eu e Lauren sentamos e fizemos todas as letras juntas para cada canção. Graham inventava algumas coisas na guitarra e eu pensava: 'Sim, eu gosto disso' ou 'Não, eu não gosto disso'. Nenhuma dessas músicas não é minha". L.A. Reid, por sua vez, defendeu a artista argumentando que ela teve "a liberdade de fazer o que realmente queria, e as músicas mostram seu ponto de vista".[10]

  Sei que não sou um punk. Você nunca veria alguém que é punk hardcore na MTV. Eles são contra todas essas coisas. Na verdade, ninguém vem até mim e diz: "Você não é punk!" Mas, se o fizessem, eu diria "eu nunca disse que era!".  

—Avril ao responder a pergunta de um leitor da Entertainment Weekly em outubro de 2002.[87]

Conforme dito por Joe D'Angelo para um artigo da MTV em 2002, desde que surgiu na cena mainstream, Lavigne "deu uma primeira impressão que dividiu seu público em duas facções: aqueles que a veem como uma criança selvagem com força de vontade e aqueles que pensam que ela é uma poser e um produto de etiqueta".[88] Os questionamentos acerca da autenticidade de Avril intensificaram-se após declarações de seu ex-empresário Fabri sobre seu desconhecimento quanto aos Sex Pistols e quão ele contribuirá para sua construção como artista.[18] Seu passado cantando música country e gospel também foi alvo de indagação pública, com muitos se perguntando se ela não seria apenas produto fabricado por sua gravadora.[10][87] Para Jonathan Bradley da Billboard os críticos da época foram injustos em suas acusações, já que "estavam esquecendo que, desde o início, o punk envolve comercialismo oportunista [e] postura consciente de imagem". Ele admitiu que "[a cantora] pode não ter inventado seu som, mas irrevogavelmente colocou sua marca nele".[65]

ReconhecimentoEditar

Let Go foi incluído na lista de 50 piores álbuns da década de 2000 da Gigwise. Chamando-o de "falso" e listando-o na 36.ª posição, a publicação digital declarou que o álbum é "o equivalente em áudio de um bebê jogando seus brinquedos no carrinho".[89] Ainda assim, foi colocado no 162.º posto dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame,[90] enquanto os leitores da Rolling Stone elegeram-no o 4.º melhor álbum da década.[91]

Quanto às premiações, o álbum ganhou primeiramente a categoria de Melhor Álbum na edição de 2002 do Radio Disney Music Awards.[92] Na 45.ª cerimônia do Grammy, a artista recebeu cinco nomeações, incluindo Melhor Álbum Vocal de Pop por Let Go, Canção do Ano e Melhor Performance Feminina Pop por "Complicated" e Melhor Performance Feminina de Rock por "Sk8er Boi", mas não venceu nenhuma das indicações.[40] Na edição seguinte do Grammy, Avril obteve as indicações de Canção do Ano e Melhor Performance Feminina Pop por "I'm with You" e Melhor Performance Feminina de Rock por "Losing Grip", vindo novamente a perde-las.[93] Em contrapartida, ganhou quatro das seis categorias que concorria no Juno Awards de 2003, dentre as quais a de Álbum do Ano e Álbum Pop do Ano por Let Go e Single do Ano por "Complicated".[94] Pelo sucesso comercial do álbum em Hong Kong, a intérprete foi um dos dez artistas estrangeiros premiados com um Gold Disc Award pela IFPI Hong Kong em 2003.[95] Ainda no mesmo ano, Let Go levou o prêmio de Álbum Rock&Pop do Ano no Japan Gold Disc Awards e foi nomeado a Álbum do Ano no MTV Video Music Awards Japan e Teen Choice Awards.[96][97][98]

ImpactoEditar

Ao contrário da maioria das estrelas pop aspirantes a estes dias, Avril Lavigne, de 17 anos, realmente tenta parecer mais velha do que realmente é. A cantora/compositora canadense está (...) atraindo comparações favoráveis ​​com Dido e Linkin Park. Não é difícil entender o porquê — a atitude moleca de Lavigne no rock cheio de angústia é atraente e impetuosa, e suas letras descaradamente odiosas por homens não estão a milhões de quilômetros do tipo de coisa que fez de Alanis Morissette uma grande estrela. (...) A pura intensidade emocional de suas letras pode ficar um pouco desgastada às vezes, mas não há dúvida do talento bruto em exibição aqui. Se você está começando a achar Kylie e sua laia um pouco doces demais, Lavigne pode muito bem ser o antídoto perfeito.

—Portal entertainment.ie em resenha de Let Go.[99]

O sucesso comercial de Let Go representou um grande avanço para a equipe de produção The Matrix, que a partir de então passou a ser solicitada para escrever e produzir para diversos artistas,[13][66] e também ajudou a criar espaço para mulheres dentro do cenário musical alternativo e pop punk, como afirmado por Hayley Williams, vocalista do Paramore: "Eu não acho que teria sido assinado se Avril não tivesse acontecido. De repente, eu estava em Nova Iorque tocando para L.A. Reid".[100] Seguindo a mesma linha de Lavigne, emergiram cantoras como Ashlee Simpson, Lindsay Lohan e Kelly Clarkson, bem como as estrelas da Disney que passaram da atuação para a música com um som pop rock, tais como Hilary Duff, Miley Cyrus e Demi Lovato.[65][64] Lindsey Jordan, conhecida artisticamente como Snail Mail, creditou a estreia de Lavigne como motor para seu interesse pela música alternativa.[101] A influência do surgimento da artista não se limitou a cena musical feminina, abrindo caminho também para a ascensão de bandas pop punk como Good Charlotte, Simple Plan e Yellowcard.[64]

Reconhecida como uma tendência a partir de sua aparição na indústria fonográfica, que passou a abandonar boy bands genéricas como os Backstreet Boys e o 'N Sync em favor de artistas mais jovens e visionários de suas próprias carreiras,[18][59] por co-escrever suas próprias músicas, assumir papel de instrumentista e não realizar performances dançantes ao palco, Lavigne liderou, ao lado de Michelle Branch, Vanessa Carlton e Pink, uma contra-ofensiva ao pop adolescente produzido por Britney Spears e Christina Aguilera no final da década de 1990 e, devido a isso, começou a ser chamada de "anti-Britney" junto a suas contemporâneas.[102] O êxito comercial da artista foi visto ainda como parte de um ciclo da indústria fonográfica onde o teen pop dançante era derrubado pelo punk, a exemplo do final dos anos 80, quando o New Kids on the Block foi gradualmente sendo substituído pelo Green Day como o interesse dos jovens nos Estados Unidos.[63]

Lista de faixasEditar

Além da edição padrão, Let Go foi comercializado com a faixa bônus "Why" no Japão.[103] Essa nação também recebeu uma versão especial com faixas para TV.[104] Durante a passagem da Try to Shut Me Up Tour pelo Japão, o disco foi relançado no país contendo um DVD com os vídeos musicais de seus três primeiros singles e um mini-documentário ("A Day in the Life").[105] A edição com Sketch Book tem como faixa bônus uma versão de "Complicated" com mixagem diferente.[106] Algumas prensagens contêm ainda um vídeo intitulado "Biography", o vídeo musical de "Complicated", Electronic Press Kit (EPK), a faixa bônus "I Don't Give" e letras de canções do álbum. A edição limitada possui um VCD com a faixa bônus "Get Over It", gravações ao vivo, vídeos musicais e um "Behind The Scenes".[107]

N.º TítuloCompositor(es)Produtor(es) Duração
1. "Losing Grip"  
Magness 3:53
2. "Complicated"  The Matrix 4:05
3. "Sk8er Boi"  
  • Lavigne
  • Christy
  • Edwards
  • Spock
The Matrix 3:23
4. "I'm with You"  
  • Lavigne
  • Christy
  • Edwards
  • Spock
The Matrix 3:44
5. "Mobile"  
  • Lavigne
  • Magness
Magness 3:31
6. "Unwanted"  
  • Lavigne
  • Magness
Magness 3:40
7. "Tomorrow"  
  • Lavigne
  • Curt Frasca
  • Sabelle Breer
3:48
8. "Anything but Ordinary"  
  • Lavigne
  • Christy
  • Edwards
  • Spock
The Matrix 4:12
9. "Things I'll Never Say"  
  • Lavigne
  • Christy
  • Edwards
  • Spock
The Matrix 3:43
10. "My World"  
  • Lavigne
  • Magness
Magness 3:27
11. "Nobody's Fool"  
  • Lavigne
  • Peter Zizzo
Zizzo 3:57
12. "Too Much to Ask"  
  • Lavigne
  • Magness
Magness 3:45
13. "Naked"  
  • Lavigne
  • Frasca
  • Breer
  • Magness
  • Frasca
  • Breer[A]
3:29
Duração total:
48:41
Notas
A - denota produtores adicionais

CréditosEditar

Todo o processo de elaboração de Let Go atribui os seguintes créditos:[15]

Gestão
Locais de gravação
Instrumentação
Produção

Desempenho comercialEditar

O sucesso comercial tido por Let Go o fez ser reconhecido pela Entertainment Weekly como a maior estreia pop de 2002.[108] Na listagem anualmente publicada pela Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI), ficou na segunda — atrás apenas de The Eminem Show, do rapper Eminem — e nona posições nas vendas globais daquele ano e 2003, respectivamente.[109][110] Mundialmente, é estimado que tenham sido distribuídas entre 16 e 20 milhões de cópias do álbum.[nota 6][112]

No Canadá, levou quinze semanas para atingir o topo do gráfico de vendas de discos compilado pela Billboard no país,[113] superando mais de um milhão de unidades em menos de um ano; a Music Canada certificou-o com nível de diamante em maio de 2003.[114] Provou-se exitoso também nos Estados Unidos, onde estreou no número 8 da Billboard 200 com mais de 62 mil cópias comercializadas na semana de 28 de setembro de 2002. Sua estreia foi impulsionada pela forte rotação de "Complicated" tanto nas rádios como na MTV.[115] O aumento das vendas semanais permitiu que o registro permanecesse dentro das dez primeiras posições da parada por 37 semanas.[116] Vendendo em torno de 100 mil cópias a cada semana,[27] o álbum teve 3,9 milhões destas distribuídas até dezembro, segundo um relatório da Entertainment Weekly, tornando-se o terceiro mais vendido de 2002 em território norte-americano.[117] Mesmo durante as férias de final de ano, a obra continuou, com vendas de 272 mil exemplares, a ser uma das mais vendidas daquele período, promovida pela apresentação da intérprete no Billboard Music Awards.[118] Os números de final de ano divulgados pela Nielsen SoundScan revelaram que Let Go vendera mais de 4,1 milhões de unidades na nação — acumuladas em 30 semanas —,[119][120] o que lhe deu a distinção de ser o álbum de uma artista feminina e o debute mais vendido em 2002.[121] Na atualização de 4 de janeiro de 2003, atingiu sua melhor semana de vendas, com cerca 363 mil cópias contabilizadas. Embora tenha atingido pico no número dois ainda em setembro do ano passado, Let Go subiu da terceira para segunda posição da Billboard 200 na edição de 1.º de fevereiro.[122] O aumento foi o resultado da aparição de Avril no Saturday Night Live àquele época, além da cobertura da mídia devido a suas indicações ao Grammy Awards e por embarcar em sua primeira turnê mundial.[123] Até o momento, continua sendo o álbum mais vendido de Lavigne, com 6,9 milhões de cópias nos Estados Unidos,[124] onde obteve certificação de sétupla platina pela Recording Industry Association of America (RIAA) em março de 2018.[125]

 
Ao atingir o topo no Reino Unido com Let Go, Avril tomou o lugar de Escapology, do britânico Robbie Williams, que ocupava o ápice a seis semanas seguidas.

No Reino Unido, onde estreou na 91.ª colocação, levou mais tempo para chegar ao ápice da UK Albums Chart, parada publicada pela Official Charts Company (OCC).[126] Em sua décima nona semana na tabela, o disco, que já contabilizava pouco mais de 600 mil unidades,[127] alcançou o topo da tabela, permanecendo na posição por três semanas consecutivas.[126] Tal aumento nas vendas do registro foi atribuído ao sucesso contínuo de "Sk8er Boi", que estava nos dez primeiros lugares na tabela oficial de singles do Reino Unido.[127] Na ocasião, a artista tomou o lugar de Escapology, de Robbie Williams, que se encontrava no topo a seis semanas seguidas.[126] Na data do feito — 5 de janeiro de 2003 —, a cantora tinha 18 anos, três meses e 15 dias de vida, o que a tornou a solista feminina mais jovem a atingir o ápice no gráfico, garantido-lhe uma entrada para o Guinness World Records.[nota 7][128] Let Go foi certificado seis vezes platina pela British Phonographic Industry (BPI),[129] com 1 820 483 exemplares vendidos até fevereiro de 2019.[130] Na Austrália, debutou no terceiro posto e, na semana terminada em 15 de dezembro de 2002, retirou The Last Time, de John Farnham, do topo, ocupando-o por mais seis atualizações.[131] Por fim, foi certificado sete vezes com platina pela Australian Recording Industry Association (ARIA).[132] Assim como se deu na nação australiana, o álbum estreou no número 3 na Nova Zelândia, atingindo o cume após duas atualizações, na semana terminada em 29 de setembro de 2002.[133] Mais tarde, conquistou platina quíntupla no país pela Recording Industry Association of New Zealand (RIANZ).[134] No Japão, onde atingiu a sexta colocação como melhor na Oricon Albums Chart,[135] foi certificado pela Recording Industry Association of Japan (RIAJ) com nível de um milhão de unidades, seis meses depois de seu lançamento — estima-se que 1,7 milhões já tenham sido comercializadas na região.[136] O motivo de tal desempenho foram vendas de importação: Let Go foi o quarto disco estrangeiro mais importado no Japão em 2002 e o número 1 em 2003.[137] Em Taiwan, tornou-se o álbum com maior duração nas vendas, com um recorde de 47 semanas, acumulando mais de 150 mil réplicas na região até fevereiro de 2005.[138]

Tabelas semanaisEditar

Notas

  1. No original: "Right now I feel invisible to you".
  2. No original: "Why should I care? We're not going anywhere".
  3. No original: "I just don't understand why you won't talk to me".
  4. No original: "To walk within the lines would make my life so boring / I want to know that I have been to the extreme".
  5. No original: "Never wore cover-up / Always beat the boys up / Grew up in a five thousand population town".
  6. Embora a maioria das referências refira-se a 16 milhões de cópias, Avril Lavigne publicou em seu Instagram em 5 de junho de 2017 que Let Go teve 20 milhões de cópias distribuídas em todo o mundo.[111]
  7. O recorde atualmente pertence a norte-americana Billie Eilish com When We All Fall Asleep, Where Do We Go? (2019).

Referências

  1. Gavin Edwards (8 de agosto de 2002). «Avril the Teen-Pop Slayer». Rolling Stone (em inglês). Penske Business Media. Consultado em 15 de novembro de 2019 
  2. a b c d e f Ian Gormely (27 de fevereiro de 2019). «The Complicated Life and Times of Avril Lavigne». Exclaim! (em inglês). Consultado em 15 de novembro de 2019 
  3. a b Jeff Burlingame 2010, p. 17
  4. «All about Avril Lavigne» (em inglês). MSN. 12 de setembro de 2003. Arquivado do original em 1 de maio de 2011 
  5. Gayle MacDonald (21 de fevereiro de 2003). «Napanee Girl becomes pop phenomenon». The Globe and Mail (em inglês). Consultado em 15 de novembro de 2019 
  6. David Segal (14 de janeiro de 2003). «Avril Lavigne, Unvarnished». The Washington Post (em inglês). Nash Holdings LCC. Consultado em 15 de novembro de 2019 
  7. Jeff Burlingame 2010, p. 26
  8. Stéfan P. Dressel (10 de setembro de 2002). «Interview mit Avril Lavigne: "Ich bin kein Plastikprodukt wie Britney"». Spiegel Online (em alemão). Consultado em 17 de novembro de 2019 
  9. a b c Kimbel Bouwman (2 de abril de 2003). «I've never found anything through unsolicited demos, but I keep looking...» (em inglês). HitQuarters. Arquivado do original em 29 de junho de 2017 
  10. a b c d e f g h Jenny Eliscu (20 de março de 2003). «Avril Lavigne: Little Miss Can't Be Wrong». Rolling Stone (em inglês). Penske Business Media. Consultado em 16 de novembro de 2019 
  11. Dale Kawashima. «Writing/Producing Trio The Matrix Break Through With Hits For Avril Lavigne and Hilary Duff» (em inglês). SongwriterUniverse.com. Consultado em 16 de novembro de 2019 
  12. a b c d Richard Buskin (Abril de 2006). «The Matrix: Writing & Producing in LA». Sound on Sound (em inglês). Consultado em 17 de novembro de 2019 
  13. a b Corey Moss (12 de março de 2003). «Britney Spears, Avril Lavigne Fall Into The Matrix» (em inglês). MTV. Consultado em 17 de novembro de 2019 
  14. a b c d Blair Jackson (1 de novembro de 2002). «Recording Vocals». Mix Online (em inglês). Penton Media. Arquivado do original em 12 de março de 2009 
  15. a b c d (2002) Créditos do álbum Let Go por Avril Lavigne [CD]. Arista Records (07822-14740-2).
  16. a b Nick Reynolds (2003). «Review of Avril Lavigne - Let Go» (em inglês). BBC Music. Consultado em 22 de novembro de 2019 
  17. «Santana, Whitney, Lavigne Head To DataPlay». Billboard (em inglês). Prometheus Global Media. 5 de agosto de 2002. Consultado em 2 de dezembro de 2019 
  18. a b c d Edmund J. Lee (24 de novembro de 2002). «MUSIC; What She Wants Is What She Gets». The New York Times (em inglês). Consultado em 24 de novembro de 2019 
  19. «MTV's TRL is back: Look back at some of the show's memorable moments» (em inglês). Official Charts Company. 1 de agosto de 2017. Consultado em 4 de dezembro de 2019 
  20. Caitlin McBride (23 de abril de 2018). «Remember Avril Lavigne? She's 33, healthy and ready to get back into the limelight» (em inglês). Independent.ie. Consultado em 4 de dezembro de 2019 
  21. «35TunesOnTV». Billboard (em inglês). Prometheus Global Media. 26 de agosto de 2002. Consultado em 4 de dezembro de 2019 
  22. «Avril Lavigne Celebrates Album Release with Broadband Rocks Concert Live Only on AOL for Broadband» (em inglês). Business Wire. 20 de maio de 2004. Consultado em 4 de dezembro de 2019 
  23. Kayte Deioma (10 de junho de 2019). «The Viper Room in LA» (em inglês). TripSavvy. Dotdash. Consultado em 5 de dezembro de 2019 
  24. «11 memorable moments from past MuchMusic Video Awards». Hello! (em inglês). 16 de junho de 2014. Consultado em 12 de dezembro de 2019 
  25. Allison Bowsher (15 de junho de 2017). «Stars who went from big to supersonic after their MMVA performances» (em inglês). The Loop. Bell Media. Consultado em 5 de dezembro de 2019 
  26. Joe D'Angelo (16 de agosto de 2002). «Avril Lavigne Takes Off Her Clothes For Rock Hall Of Time» (em inglês). MTV. Consultado em 7 de dezembro de 2019 
  27. a b c «Billboard (September 14, 2002)». Billboard (em inglês). Estados Unidos: Nielsen Company. p. 72. Consultado em 5 de dezembro de 2019 – via Google Books 
  28. «Avril Lavigne(アヴリル・ラヴィーン)のライブ・コンサート» (em japonês). LiveFans. Consultado em 7 de dezembro de 2019 
  29. «Live from the Rock and Roll Hall of Fame: Avril Lavigne Full Episode». TV Guide (em inglês). CBS Interactive. Consultado em 7 de dezembro de 2019 
  30. Joe D'Angelo (29 de agosto de 2002). «Eminem Takes Home Most Moonmen From Video Music Awards» (em inglês). MTV. Consultado em 7 de dezembro de 2019 
  31. «On TV Today, Avril Lavigne At "Good Morning America" (2002)» (em inglês). RVM. 29 de agosto de 2002. Consultado em 7 de dezembro de 2019 
  32. Caroline Sullivan (19 de setembro de 2002). «Avril Lavigne, Mean Fiddler, London». The Guardian (em inglês). Consultado em 7 de dezembro de 2019 
  33. «Late Show with David Letterman: Season 10: Episode 16» (em inglês). Metacritic. Consultado em 8 de dezembro de 2019 
  34. «LIVE with Kelly and Ryan - Season 15, Episode 22: October 2, 2002» (em inglês). TV.com. CBS Interactive. Consultado em 8 de dezembro de 2019 
  35. Edu Salas (26 de novembro de 2002). «Avril Lavigne ofrece hoy un único concierto en Madrid» (em espanhol). LOS40. Consultado em 8 de dezembro de 2019 
  36. «Avril's First Headlining Trek To Begin In Europe». Billboard (em inglês). Prometheus Global Media. 4 de dezembro de 2002. Consultado em 12 de dezembro de 2019 
  37. «Avril, Creed, Nelly To Play 2002 Billboard Awards». Billboard (em inglês). Prometheus Global Media. 5 de novembro de 2002. Consultado em 12 de dezembro de 2019 
  38. Jon Wiederhorn (24 de janeiro de 2003). «Avril Lavigne, Linkin Park Win Big At MTV Asia Awards» (em inglês). MTV. Consultado em 12 de dezembro de 2019 
  39. Stephanie Hahne (20 de julho de 2019). «Em 2003, Avril Lavigne chamava uma porrada de bateristas para tocar "Sk8er Boi"». Tenho Mais Discos Que Amigos. R7. Consultado em 12 de dezembro de 2019 
  40. a b Joe D'Angelo (23 de fevereiro de 2003). «Norah Jones Sweeps Grammys, Boss Wins Three, Avril Shut Out» (em inglês). MTV. Consultado em 12 de dezembro de 2019 
  41. «Clif Magness Biography» (em inglês). Clif Magness. Consultado em 12 de dezembro de 2019 
  42. «Billboard (November 20, 2002)». Billboard (em inglês). Estados Unidos: Nielsen Company. p. 80. Consultado em 6 de dezembro de 2019 – via Google Books 
  43. Jeff Burlingame 2010, p. 36
  44. Jeff Burlingame 2010, p. 35
  45. a b «Avril Lavigne Chart History (Hot 100)». Billboard (em inglês). Prometheus Global Media. Consultado em 4 de julho de 2019 
  46. a b Justin Myers (13 de fevereiro de 2019). «Avril Lavigne's Official Top 10 biggest songs of all time» (em inglês). Official Charts Company. Consultado em 13 de julho de 2019 
  47. «Avril Lavigne: Sk8er Boi (Video 2002)» (em inglês). IMDb. Consultado em 6 de dezembro de 2019 
  48. «Avril Lavigne - 'I'm With You'». BBC Brasil. 7 de abril de 2003. Consultado em 6 de dezembro de 2019 
  49. «Avril Lavigne: I'm with You (2002 Video)» (em inglês). IMDb. Consultado em 6 de dezembro de 2019 
  50. «Avril Lavigne ‎– Unwanted (2003, CDr)». Discogs. Consultado em 6 de dezembro de 2019 
  51. «Avril Lavigne: Losing Grip (Video 2003)» (em inglês). IMDb. Consultado em 6 de dezembro de 2019 
  52. «charts.org.nz - Avril Lavigne - Mobile» (em inglês). Hung Medien. Consultado em 6 de dezembro de 2019 
  53. a b Kevin Rutherford (6 de janeiro de 2011). «Lost Avril Lavigne Video for 'Mobile' Surfaces». Billboard (em inglês). Prometheus Global Media. Consultado em 29 de novembro de 2019 
  54. a b «Avril Lavigne: Teen rocker of 2002» (em inglês). CNN.com. 27 de dezembro de 2002. Consultado em 20 de novembro de 2019 
  55. «LAVIGNE, Avril - Let Go» (em inglês). Kilroy Records. Arquivado do original em 14 de julho de 2014 
  56. «Backstreet Boys & Avril Lavigne» (em inglês). Boston Theater. Consultado em 23 de novembro de 2019 
  57. a b c Bill Werde (12 de junho de 2002). «Avril Lavigne: Simple Truths of A 'Complicated' Girl». The Washington Post (em inglês). Nash Holdings LCC. Consultado em 4 de novembro de 2019 
  58. Sarah Liss (20 de junho de 2002). «Avril Lavigne, New and Notable Releases». Now Toronto (em inglês). Consultado em 23 de novembro de 2019 
  59. a b c d Blair Jackson. «Let Go Music Review» (em inglês). Common Sense Media. Consultado em 24 de novembro de 2019 
  60. a b c d e f Christina Saraceno. «Let Go: Avril Lavigne» (em inglês). AllMusic. Consultado em 21 de novembro de 2019 
  61. «Avril Lavigne's Music Takes Hold With 'Let Go'». Billboard (em inglês). Prometheus Global Media. 19 de junho de 2002. Consultado em 24 de novembro de 2019 
  62. a b c Gil Kaufman (21 de maio de 2002). «It's Not 'Complicated' — 17-Year-Old Avril Lavigne Was Born To Rock». MTV. Consultado em 21 de novembro de 2019 
  63. a b J. D. Considine (28 de dezembro de 2002). «Avril and the selling of punk lite». The Globe and Mail (em inglês). Consultado em 23 de novembro de 2019 
  64. a b c d e Jamieson Cox (16 de dezembro de 2018). «Avril Lavigne: Let Go Album Review» (em inglês). Pitchfork. Consultado em 21 de novembro de 2019 
  65. a b c d e Jonathan Bradley (19 de outubro de 2018). «Avril Lavigne's Fascinating Evolution & Non-Linear Maturation: Career Retrospective». Billboard (em inglês). Prometheus Global Media. Consultado em 25 de novembro de 2019 
  66. a b Kyle Anderson (4 de junho de 2010). «Avril Lavigne Drops Her Debut: Wake-Up Video» (em inglês). MTV. Consultado em 28 de novembro de 2019 
  67. a b c d Alex Ortiz (4 de outubro de 2002). «Let Go Review» (em inglês). IGN. Arquivado do original em 9 de novembro de 2007 
  68. a b c Pat Blashill (2 de julho de 2002). «Avril Lavigne: Let Go». Rolling Stone (em inglês). Penske Business Media. Consultado em 21 de novembro de 2019 
  69. Bill Lamb (29 de maio de 2019). «Top 10 Avril Lavigne Songs» (em inglês). About.com. Consultado em 28 de novembro de 2019 
  70. a b c Jamari França (20 de setembro de 2002). «Avril Lavigne é o mais novo fenômeno do pop rock americano». Época. Globo.com. Consultado em 28 de novembro de 2019 
  71. Kelefa Sanneh (10 de junho de 2004). «Avril Lavigne: Under My Skin». Rolling Stone (em inglês). Penske Business Media. Consultado em 28 de novembro de 2019 
  72. a b c Bob Waliszewski. «Let Go Album Review» (em inglês). Plugged In. Consultado em 29 de novembro de 2019 
  73. a b Dave Donnelly (12 de fevereiro de 2006). «Avril Lavigne - Let Go (staff review)» (em inglês). Sputnikmusic. Arquivado do original em 29 de maio de 2011 
  74. Alim Kheraj (23 de setembro de 2015). «Avril Lavigne: 8 Best Songs That Should've Been Singles». PopBuzz. Consultado em 29 de novembro de 2019 
  75. a b Augusto Pinheiro (13 de setembro de 2002). «Avril Lavigne coloca angústias para fora com seu rock adolescente». Folha Online. Consultado em 22 de novembro de 2019 
  76. Sophie Giles (28 de setembro de 2018). «Avril Lavigne's debut album Let Go earned her our eternal love» (em inglês). GOAT. Consultado em 29 de novembro de 2019 
  77. a b «Let Go by Avril Lavigne (Critic Reviews)» (em inglês). Metacritic. Consultado em 21 de novembro de 2019 
  78. a b John Perry. «Avril Lavigne: Let Go». Blender (em inglês). Alpha Media Group. Arquivado do original em 2 de maio de 2009 
  79. a b Jon Caramanica (14 de junho de 2002). «Let Go (2002)». Entertainment Weekly (em inglês). Meredith Corporation. Consultado em 21 de novembro de 2019 
  80. a b Kaj Roth. «Avril Lavigne - Let go» (em inglês). Melodic Net. Arquivado do original em 16 de novembro de 2018 
  81. a b Sal Cinquemani (8 de julho de 2002). «Review: Avril Lavigne, Let Go» (em inglês). Slant Magazine. Consultado em 21 de novembro de 2019 
  82. Cam Lindsay (9 de janeiro de 2003). «Avril Lavigne - Let Go - Review» (em inglês). Stylus Magazine. Arquivado do original em 28 de abril de 2013 
  83. Alex Rowe (18 de julho de 2016). «Avril Lavigne's Let Go -A 14-Year-Late Review» (em inglês). Medium. Consultado em 22 de novembro de 2019 
  84. Lennat Mak. «Avril Lavigne: Let Go (Review)» (em inglês). MTVAsia.com. Arquivado do original em 31 de agosto de 2006 
  85. Jörg Böckem (25 de maio de 2004). «"Punk ist alt, ich bin jung"». Spiegel Online (em alemão). Consultado em 3 de janeiro de 2020 
  86. Nekesa Mumbi Moody (27 de maio de 2004). «Avril Lavigne seeks to showcase artistry after 'angry' debut». Arizona Daily Sun (em inglês). Lee Enterprises. Consultado em 1 de julho de 2019 
  87. a b Rob Brunner (10 de outubro de 2002). «Avril Lavigne answers EW.com reader questions». Entertainment Weekly (em inglês). Meredith Corporation. Consultado em 3 de janeiro de 2020 
  88. Joe D'Angelo (2002). «Avril Lavigne: The Real Deal» (em inglês). MTV. Arquivado do original em 9 de dezembro de 2002 
  89. «The 50 Albums Of The 2000s!» (em inglês). Gigwise. 10 de setembro de 2009. Consultado em 10 de dezembro de 2019 
  90. «2007 National Association of Recording Merchandisers» (em inglês). TimePieces. 2007. Consultado em 26 de maio de 2010. Arquivado do original em 10 de fevereiro de 2010 
  91. «The Decade-End Readers' Poll». Rolling Stone (em inglês). Penske Business Media. 8 de dezembro de 2009. Consultado em 14 de dezembro de 2019 
  92. «Radio Disney Music Awards - 2002» (em inglês). AwardsAndWinners.com. Consultado em 13 de dezembro de 2019 
  93. Jeff Burlingame 2010, p. 40
  94. «Avril Nabs Four Juno Awards». Billboard (em inglês). Prometheus Global Media. 7 de abril de 2003. Consultado em 28 de junho de 2019 
  95. «香港唱片銷量大獎 2003» (em chinês). IFPI Hong Kong. Arquivado do original em 2 de julho de 2012 
  96. «THE JAPAN GOLD DISC AWARD 2003» (em japonês). THE GOLD DISC. Consultado em 14 de dezembro de 2019 
  97. «Videos Awards Japan 07» (em japonês). MTV Japan. Arquivado do original em 23 de agosto de 2017 
  98. «2003 Teen Choice Awards Nominees». Billboard (em inglês). Prometheus Global Media. 18 de junho de 2003. Consultado em 14 de dezembro de 2019 
  99. «Avril Lavigne - Let Go (Music Review)» (em inglês). entertainment.ie. 18 de setembro de 2002. Consultado em 6 de dezembro de 2019. Cópia arquivada em 30 de abril de 2013 
  100. Alex Frank (29 de junho de 2017). «Paramore's Hayley Williams Still Gets You». The Fader (em inglês). Consultado em 3 de janeiro de 2020 
  101. Ed Power (4 de setembro de 2018). «Snail Mail: 'A lot of my favourite musicians are from the 1990s'». The Irish Times (em inglês). Consultado em 4 de janeiro de 2020 
  102. «The Anti-Britneys» (em inglês). CBS News. 24 de julho de 2002. Consultado em 4 de janeiro de 2020 
  103. «レット・ゴー【期間生産限定盤】» [Let Go [Edição limitada]] (em japonês). Sony Music Shop. Consultado em 28 de dezembro de 2019 
  104. «Avril Lavigne ‎– Let Go (2004, Special Bonus Edition, CD)». Discogs. Consultado em 28 de dezembro de 2019 
  105. «Avril Lavigne ‎– Let Go (2003, Japan Tour Special Limited Version, CD, DVD)». Discogs. Consultado em 28 de dezembro de 2019 
  106. «Avril Lavigne ‎– Sketch Book (2002, CD)». Discogs. Consultado em 28 de dezembro de 2019 
  107. «Avril Lavigne ‎– Let Go (2003, Enhanced, Limited Edition, CD)». Discogs. Consultado em 29 de dezembro de 2019 
  108. Chris Willman (6 de novembro de 2002). «How Avril Lavigne risked being seen as TOO young». Entertainment Weekly (em inglês). Meredith Corporation. Consultado em 26 de junho de 2019 
  109. «Top 50 Global Best Selling Albums for 2002» (PDF) (em inglês). International Federation of the Phonographic Industry. Arquivado do original (PDF) em 17 de janeiro de 2009 
  110. «Top 50 Global Best Selling Albums for 2003» (PDF) (em inglês). International Federation of the Phonographic Industry. Arquivado do original (PDF) em 17 de janeiro de 2009 
  111. Deepa Lakshmin (6 de junho de 2017). «Avril Lavigne's 'Let Go' Tribute Will Make You Try Skateboarding Again» (em inglês). MTV. Consultado em 20 de dezembro de 2019 
  112. Rick Fulton (1 de julho de 2012). «Avril Lavigne: Madonna is my idol». Daily Record (em inglês). Reach plc. Consultado em 9 de julho de 2019 
  113. a b «Avril Lavigne Chart History (Canadian Albums)». Billboard (em inglês). Prometheus Global Media. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  114. a b «Gold/Platinum - Music Canada - Avril Lavigne - Let Go» (em inglês). Music Canada. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  115. «Eminem's 'Show' Still On Top Of The Chart». Billboard (em inglês). Prometheus Global Media. 13 de junho de 2002. Consultado em 22 de dezembro de 2019 
  116. «Nothing 'Complicated' About It...Avril Is Double Platinum!» (em inglês). Recording Industry Association of America. 4 de setembro de 2002. Arquivado do original em 24 de março de 2009 
  117. Gary Susman (31 de dezembro de 2002). «Eminem Show is the year's top selling CD». Entertainment Weekly (em inglês). Meredith Corporation. Consultado em 23 de dezembro de 2019 
  118. «Holiday Sales Keep Shania 'Up' On Top». Billboard (em inglês). Prometheus Global Media. 18 de dezembro de 2002. Consultado em 24 de dezembro de 2019 
  119. «Eminem Ends Year On Top, But Album Sales Tumble». Billboard (em inglês). Prometheus Global Media. 3 de janeiro de 2003. Consultado em 23 de dezembro de 2019 
  120. «'8 Mile' Back Atop The Billboard 200». Billboard (em inglês). Prometheus Global Media. 3 de janeiro de 2003. Consultado em 23 de dezembro de 2019 
  121. «Eminem Leads 2002 RIAA Certifications». Billboard (em inglês). Prometheus Global Media. 31 de dezembro de 2002. Consultado em 22 de dezembro de 2019 
  122. «Billboard 200 ; Feb 01, 2003». Billboard (em inglês). Prometheus Global Media. Arquivado do original em 27 de setembro de 2013 
  123. «Norah Jones Remains On Top». Billboard (em inglês). Prometheus Global Media. 22 de janeiro de 2003. Consultado em 24 de dezembro de 2019 
  124. a b Gary Trust (6 de setembro de 2015). «Ask Billboard: Avril Lavigne's Best-Selling Songs & Albums». Billboard (em inglês). Prometheus Global Media. Consultado em 23 de dezembro de 2019 
  125. a b «Gold & Platinum – Avril Lavigne – Let Go» (em inglês). Se necessário, clique em Advanced, depois clique em Format, depois selecione Album, depois clique em SEARCH. Recording Industry Association of America. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  126. a b c d «Official Albums Chart Top 100 (05 January 2003 - 11 January 2003)» (em inglês). Official Charts Company. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  127. a b c «Avril Skates To No. 1 In The U.K.». Billboard (em inglês). Prometheus Global Media. 6 de janeiro de 2003. Arquivado do original em 9 de junho de 2013 
  128. «Billie Eilish sets new UK album chart record» (em inglês). BBC News. 5 de abril de 2019. Consultado em 27 de junho de 2019 
  129. a b «BPI – Avril Lavigne – Let Go» (em inglês). British Phonographic Industry. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  130. Alan Jones (22 de fevereiro de 2019). «Charts analysis: Ariana Grande secures second week at album summit». Music Week (em inglês). Future plc. Consultado em 28 de janeiro de 2019 
  131. a b «Australiancharts.com – Avril Lavigne – Let Go» (em inglês). Hung Medien. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  132. a b «ARIA Charts – Accreditations – 2003 Albums» (em inglês). Australian Recording Industry Association. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  133. a b «Top Selling Albums of 2002» (em inglês). Recorded Music NZ. Consultado em 27 de dezembro de 2019 
  134. a b «NZ Top 40 ALbums Chart (13 April 2003)» (em inglês). Recorded Music NZ. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  135. a b «アヴリル・ラヴィーンのアルバム売り上げランキング» [Avril Lavigne album sales ranking] (em japonês). Oricon. Arquivado do original em 30 de junho de 2013 
  136. a b «RIAJ – THE RECORD (2003, Apr.)» (PDF) (em japonês). Recording Industry Association of Japan. Arquivado do original (PDF) em 7 de novembro de 2007 
  137. a b Guillaume Vieira (15 de julho de 2016). «Understanding: Japanese Album Sales: III) Concrete Examples: D) Avril Lavigne – Let Go» (em inglês). Chart Masters. Consultado em 31 de dezembro de 2019 
  138. «艾薇兒3月29日青年節台北開唱,千呼萬喚卡位成功!六日售票預購,歌迷可享預購八折優待» (em chinês). Sony BMG Music Entertainment (Taiwan). 25 de fevereiro de 2005. Arquivado do original em 9 de maio de 2008 
  139. «Offiziellecharts.de – Avril Lavigne – Let Go» (em alemão). GfK Entertainment Charts. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  140. «Austriancharts.at – Avril Lavigne – Let Go» (em alemão). Hung Medien. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  141. «Ultratop.be – Avril Lavigne – Let Go» (em neerlandês). Ultratop. Hung Medien. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  142. «Ultratop.be – Avril Lavigne – Let Go» (em francês). Ultratop. Hung Medien. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  143. «Danishcharts.dk – Avril Lavigne – Let Go» (em inglês). Hung Medien. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  144. «Official Scottish Albums Chart Top 100 (05 January 2003 - 11 January 2003)» (em inglês). Official Charts Company. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  145. «Spanishcharts.com – Avril Lavigne – Let Go» (em inglês). Hung Medien. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  146. «Avril Lavigne Chart History (Billboard 200)». Billboard (em inglês). Prometheus Global Media. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  147. «Hits of the World». Billboard (em inglês). 115 (3). Estados Unidos: Nielsen Company. 18 de janeiro de 2003. p. 61. ISSN 0006-2510. Consultado em 19 de dezembro de 2019 – via Google Books 
  148. «Avril Lavigne: Let Go» (em finlandês). Musiikkituottajat. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  149. «Lescharts.com – Avril Lavigne – Let Go» (em inglês). Hung Medien. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  150. «Top 50 Ελληνικών και Ξένων Άλμπουμ» [Top 50 Greek and Foreign Albums] (em grego). IFPI Grécia. Consultado em 19 de dezembro de 2019. Arquivado do original em 5 de abril de 2003 
  151. «Top 40 album DVD és válogatáslemez-lista – 2003. 6. hét» (em húngaro). Magyar Hanglemezkiadók Szövetsége. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  152. «GFK Chart-Track Albums: Week 1, 2003» (em inglês). Irish Recorded Music Association. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  153. «Italiancharts.com – Avril Lavigne – Let Go» (em inglês). Hung Medien. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  154. «Norwegiancharts.com – Avril Lavigne – Let Go» (em inglês). Hung Medien. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  155. «Charts.nz – Avril Lavigne – Let Go» (em inglês). Hung Medien. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  156. «"Dutchcharts.nl – Avril Lavigne – Let Go» (em neerlandês). Hung Medien. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  157. «Oficjalna lista sprzedaży :: OLiS - Official Retail Sales Chart» (em polaco). Związek Producentów Audio Video. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  158. «Portuguesecharts.com – Avril Lavigne – Let Go» (em inglês). Hung Medien. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  159. «Oficiální česká hitparáda IFPI ČR – 10. týden 2003». Marketing & Media (em checo). Arquivado do original em 1 de maio de 2018 
  160. «Swedishcharts.com – Avril Lavigne – Let Go» (em inglês). Hung Medien. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  161. «Swisscharts.com – Avril Lavigne – Let Go» (em inglês). Hung Medien. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  162. «Top 100 Album-Jahrescharts – 2002» (em alemão). GfK Entertainment. Consultado em 27 de dezembro de 2019 
  163. «ARIA Charts – End Of Year Charts – Top 100 Albums 2002» (em inglês). Australian Recording Industry Association. Consultado em 27 de dezembro de 2019 
  164. «Jahreshitparade Alben 2002» (em alemão). Hung Medien. Consultado em 27 de dezembro de 2019 
  165. «Jaaroverzichten 2002 – Albums» (em neerlandês). Ultratop. Hung Medien. Consultado em 27 de dezembro de 2019 
  166. «Rapports Annuels 2002 – Albums» (em francês). Ultratop. Hung Medien. Consultado em 27 de dezembro de 2019 
  167. «Billboard 200 Albums – Year-End 2002». Billboard (em inglês). Prometheus Global Media. Consultado em 24 de dezembro de 2019 
  168. a b «Myydyimmät ulkomaiset albumit vuonna 2002» (em finlandês). Musiikkituottajat. IFPI Finlândia. Consultado em 24 de dezembro de 2019 
  169. «Classement Albums – année 2002» (em francês). Syndicat National de l'Édition Phonographique. Arquivado do original em 25 de setembro de 2012 
  170. «Best of 2002 – Albums» (em inglês). Irish Recorded Music Association. Consultado em 27 de dezembro de 2019 
  171. «2002年 アルバム年間TOP100» [Year-End Albums Chart of 2002] (em japonês). Oricon. Arquivado do original em 8 de janeiro de 2008 – via GeoCities 
  172. «Jaaroverzichten – Album 2002» (em neerlandês). Hung Medien. Consultado em 27 de dezembro de 2019 
  173. «End of Year Album Chart Top 100 – 2002» (em inglês). Official Charts Company. Consultado em 25 de dezembro de 2019 
  174. «Årslista Album – År 2002» (em sueco). Sverigetopplistan. Consultado em 27 de dezembro de 2019 
  175. «Swiss Year-End Charts 2002» (em inglês). Hung Medien. Consultado em 27 de dezembro de 2019 
  176. «Top 100 Album-Jahrescharts – 2003» (em alemão). GfK Entertainment. Consultado em 27 de dezembro de 2019 
  177. «ARIA Charts – End Of Year Charts – Top 100 Albums 2003» (em inglês). Australian Recording Industry Association. Consultado em 27 de dezembro de 2019 
  178. «Jahreshitparade Alben 2003» (em alemão). Hung Medien. Consultado em 27 de dezembro de 2019 
  179. «Jaaroverzichten 2003 – Albums» (em neerlandês). Ultratop. Hung Medien. Consultado em 27 de dezembro de 2019 
  180. «Rapports Annuels 2003 – Albums» (em francês). Ultratop. Hung Medien. Consultado em 27 de dezembro de 2019 
  181. «Billboard 200 Albums – Year-End 2003». Billboard (em inglês). Prometheus Global Media. Consultado em 24 de dezembro de 2019 
  182. «Europe's Top Albums of 2003». Billboard (em inglês). 115 (52). Estados Unidos: Nielsen Company. 27 de dezembro de 2003. p. 65. ISSN 0006-2510. Consultado em 19 de dezembro de 2019 – via Google Books 
  183. «Classement Albums – année 2003» (em francês). Syndicat National de l'Édition Phonographique. Arquivado do original em 24 de setembro de 2012 
  184. «Összesített album- és válogatáslemez-lista – eladási darabszám alapján – 2003» (em húngaro). Magyar Hanglemezkiadók Szövetsége. Consultado em 27 de dezembro de 2019 
  185. «Best of 2003 – Albums» (em inglês). Irish Recorded Music Association. Consultado em 27 de dezembro de 2019 
  186. «2003年 アルバム年間TOP100» [Year-End Albums Chart of 2003] (em japonês). Oricon. Arquivado do original em 11 de setembro de 2009 – via GeoCities 
  187. «Top Selling Albums of 2003» (em inglês). Recorded Music NZ. Consultado em 27 de dezembro de 2019 
  188. «Jaaroverzichten – Album 2003» (em neerlandês). Hung Medien. Consultado em 27 de dezembro de 2019 
  189. «End of Year Album Chart Top 100 - 2003» (em inglês). Official Charts Company. Consultado em 25 de dezembro de 2019 
  190. «Årslista Album – År 2003» (em sueco). Sverigetopplistan. Consultado em 27 de dezembro de 2019 
  191. «Swiss Year-End Charts 2003» (em inglês). Hung Medien. Consultado em 27 de dezembro de 2019 
  192. «ARIA Chart Sales – ARIA End of Decade Albums/Top 100» (PDF) (em inglês). Australian Recording Industry Association. Consultado em 27 de dezembro de 2019 
  193. «Decade End Charts – Billboard 200 Albums». Billboard (em inglês). Prometheus Global Media. Arquivado do original em 4 de fevereiro de 2011 
  194. «The Noughties' Official UK Albums Chart Top 100». Music Week (em inglês). 30 de janeiro de 2010. p. 19. ISSN 0265-1548 
  195. «Greatest of All Time: Billboard 200 Albums». Billboard (em inglês). Prometheus Global Media. Consultado em 24 de dezembro de 2019 
  196. «Gold-/Platin-Datenbank (Avril Lavigne; 'Let Go')» (em alemão). Bundesverband Musikindustrie. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  197. «Discos de oro y platino» (em espanhol). Cámara Argentina de Productores de Fonogramas y Videogramas. Arquivado do original em 6 de julho de 2011 
  198. «Auszeichnungen Archiv – Avril Lavigne – Let Go» (em alemão). IFPI Áustria. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  199. «Ultratop − Goud en Platina – albums 2003» (em inglês). Ultratop. Hung Medien. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  200. «CERTIFICADOS – Avril Lavigne». Pro-Música Brasil. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  201. «Certificeringer (2018-128)» (em dinamarquês). IFPI Dinamarca. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  202. «Week 41 (10 October 2005 a 16 October 2005)» (em espanhol). Productores de Música de España. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  203. «IFPI Platinum Europe Awards - 2003» (em inglês). International Federation of the Phonographic Industry. Arquivado do original em 3 de novembro de 2013 
  204. «Kulta- ja platinalevyt – Avril Lavigne – Let Go» (em finlandês). Musiikkituottajat. IFPI Finlândia. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  205. «Les certifications – Avril Lavigne – Let Go» (em francês). Syndicat National de l'Édition Phonographique. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  206. «Top 50 Ξένων Άλμπουμ (Εβδομάδα 14- 21/7)» [Top 50 Foreign Albums (Week 14 – 21/7)] (em grego). IFPI Grécia. Arquivado do original em 6 de agosto de 2003 
  207. «Adatbázis – Arany- és platinalemezek – 2003» (em húngaro). Magyar Hanglemezkiadók Szövetsége. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  208. «Certificaciones» (em espanhol). Digite Avril Lavigne na caixa sob o cabeçalho da coluna ARTISTA e Let Go na caixa sob TÍTULO. Asociación Mexicana de Productores de Fonogramas y Videogramas. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  209. «IFPI Norsk platebransje Trofeer 1993–2011» (em inglês). IFPI Noruega. Arquivado do original em 5 de novembro de 2012 
  210. «Goud/Platina» (em neerlandês). Digite Let Go na caixa "Artiest of titel". Nederlandse Vereniging van Producenten en Importeurs van beeld- en geluidsdragers. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  211. «TOP 30 ARTISTAS - SEMANA 15 DE 2003». Associação Fonográfica Portuguesa. Arquivado do original em 1 de abril de 2012 
  212. «Guld- och Platinacertifikat − År 2003» (PDF) (em sueco). IFPI Suécia. Arquivado do original (PDF) em 16 de junho de 2011 
  213. «The Official Swiss Charts and Music Community: Awards (Avril Lavigne; 'Let Go')» (em inglês). IFPI Suíça. Hung Medien. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
Bibliografia
  1. Burlingame, Jeff (2010). Avril Lavigne: Celebrity with Heart. Estados Unidos: Enslow Publishers, Inc. 112 páginas. ISBN 978-0-7660-3407-5