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Avril Lavigne

Cantora e compositora do Canadá
Disambig grey.svg Nota: Este artigo é sobre a biografia da cantora Avril Lavigne. Para o álbum de estúdio epônimo, veja Avril Lavigne (álbum).
Avril Lavigne
Lavigne em 2013
Nome completo Avril Ramona Lavigne
Nascimento 27 de setembro de 1984 (35 anos)
Belleville, Ontário, Canadá
Nacionalidade Franco-canadense
Fortuna US$ 45–50 milhões
Progenitores Mãe: Judith-Rosanne Loshaw
Pai: Jean-Claude Lavigne
Cônjuge Deryck Whibley (c. 2006–09)
Chad Kroeger (c. 2013–15)
Ocupação
Carreira musical
Período musical 1999–presente
Gênero(s)
Instrumento(s)
Instrumento(s) notável(eis) Fender Telecaster
Gravadora(s)
Assinatura
Avril Lavigne's signature.svg
Página oficial
www.avrillavigne.com
theavrillavignefoundation.org

Avril Ramona Lavigne (IPA[ˈævrɨl_ləˈviːn]; Belleville, 27 de setembro de 1984) é uma cantora, compositora e multi-instrumentista canadense. Também desenvolve trabalhos paralelos como designer de moda, na filantropia e, ocasionalmente, como atriz. Oriunda de uma família cristã rígida, ela cresceu na cidade interiorana de Napanee e, inicialmente, apresentava-se em corais de igreja e em feiras, exposições de gado e concursos de talentos locais.

Aos 14 anos, participou numa apresentação de Shania Twain e, em sequência, passou por algumas experiências na música até despertar o interesse do produtor L. A. Reid, que trabalhava na Arista Records, com a qual firmou contrato. Em 2002, ela ingressou à carreira profissional lançando o álbum Let Go, que foi precedido pelo single "Complicated". Ambos atingiram grande êxito comercial, sendo que o primeiro levou-a a se tornar a mais jovem solista feminina a alcançar o topo no Reino Unido. O álbum ainda contou com mais dois singles de sucesso: "Sk8er Boi" e "I'm with You". Os predecessores Under My Skin (2004) e The Best Damn Thing (2007) deram continuidade ao seu sucesso internacional, sendo que o primeiro citado gerou o êxito "My Happy Ending" e o último, a música com maior número de vendas digitais em 2007, "Girlfriend". Ainda compôs, em 2010, "Alice" como tema principal para Alice no País das Maravilhas. O seu quarto e quinto álbuns de inéditas, Goodbye Lullaby (2011) e Avril Lavigne (2013), obtiveram um desempenho positivo, no entanto, comercialmente inferior aos antecessores. Em 2017, assinou com a BMG, com a qual lançou o seu sexto álbum de estúdio, Head Above Water (2019).

Frequentemente referida por críticos e publicações musicais como a "Princesa do Pop-Punk", devido à sua conquista e impacto na indústria fonográfica, a cantora é considerada um dos principais nomes que contribuíram para o desenvolvimento do gênero pop punk, já que abriu aspaço para a ascensão de mulheres nesse cenário e caminho para música pop influenciada pelo punk. Suas vendas mundiais contabilizam mais de 40 milhões de álbuns e mais de 50 milhões de singles, convertendo-a na quarta canadense mais bem-sucedida, atrás de Celine Dion, Shania Twain e Alanis Morissette. Lavigne já recebeu oito indicações ao Grammy Awards e venceu oito prêmios Juno, além de ter sido a primeira a atingir 100 milhões de visualizações no YouTube, com "Girlfriend". Ademais, a artista é notada por deter de grande dimensão e popularidade no continente asiático, especialmente no Japão, onde seus primeiros três discos de estúdio venderam cada um mais de um milhão de cópias.

Além da música, Lavigne também se envolveu nas áreas de moda e perfumaria. Em 2008, ela lançou a linha de roupas Abbey Dawn, enquanto, em 2009, divulgou a fragrância Black Star, que foi seguida por Forbidden Rose e Wild Rose, respectivamente em 2010 e 2011. Seus trabalhos mais notáveis na cinematografia foram a dublagem da personagem Heather, da animação Over the Hedge, e sua estreia em Fast Food Nation, os dois em 2006. Quanto sua vida pessoal, foi casada duas vezes: a primeira com Deryck Whibley, vocalista do Sum 41, por três anos, e a segunda com Chad Kroeger, vocalista do Nickelback, por dois anos. Desde que foi diagnosticada com a doença de Lyme em 2014, a sua instituição de caridade, The Avril Lavigne Foundation, também tem se voltado para assuntos relacionados à infecção.

Biografia e carreira musical

1984–97: Início de vida e primeiros passos

 
Ponte de Belleville, cidade natal da cantora.

Avril Lavigne nasceu em 27 de setembro de 1984, em Belleville, cidade canadense localizada na província de Ontário.[1] Oriunda de uma família de classe média rigidamente cristã e ligada à Igreja Batista,[2][3] é a filha do meio de Jean-Claude Lavigne, nascido no departamento francês de Mosela, com a anglo-canadense Judith-Rosanne "Judy" Loshaw.[4] Seu primeiro nome foi escolhido pelo pai em referência ao mês de abril em francês.[5] Ela possui dois irmãos: Matthew, o mais velho, e Michelle, a mais nova.[6] Seu pai trabalhava numa companhia telefônica e sua mãe era dona de casa.[7] Seu talento para o canto foi descoberto pela mãe quando a ouviu, aos 2 anos de idade, cantar o hino cristão "Jesus Loves Me" enquanto voltavam da igreja juntas.[8] Surpresa com o desempenho da filha,[9] Judy passou a incentivá-la a cantar e a chamá-la de "passarinho".[8] Seus irmãos, no entanto, zombavam de suas capacidades vocais e diziam-lhe que suas narinas inflamariam caso continuasse com o canto. "O meu irmão costumava bater na parede, porque eu cantava para dormir e ele achava muito chato".[8]

Ainda na infância, mudou-se com a família para Napanee, cidade interiorana que possuía cerca de cinco mil habitantes.[3] Lá recebeu o apoio de seus pais com respeito ao campo da música.[10] Músico amador que tocava baixo numa banda de igreja em Kingston, Jean-Claude nutriu as ambições musicais da filha, convertendo o porão da família num estúdio.[6] Além disso, ele lhe comprou um microfone, um kit de bateria, um teclado e vários violões.[10] Nesse período, ela participava em corais na igreja da cidade e, depois, passou a cantar músicas de artistas country, como Faith Hill e Dixie Chicks em feiras, exposições de gado e concursos de talentos locais.[9][1] Enquanto criança, frequentou a Westdale Park Public School, mas sua mãe a transferiu para a Cornerstone Christian Academy — uma escola particular localizada próximo à igreja da família, o Evangel Temple — na quarta série.[11] Sobre sua vida escolar, relatou: "No começo, todos me conheciam no ensino médio como a menina cantora. Todo mundo ficava tipo 'Ó, sim, essa é a menina que canta'. Eu tenho cantado por toda a minha vida. Nos meus últimos anos escolares, comecei a andar de skate e saí com patinadores e punks. Eram como o meu grupo".[12] No início da adolescência, pegou emprestado o violão de seu pai e aprendeu a tocá-lo sozinha praticando "Fly Away", de Lenny Kravitz.[9] Mais tarde, começou a escrever suas próprias canções, com a primeira delas chamando-se "Can't Stop Thinking About You", acerca de uma paixão adolescente.[13]

1998–2001: Primeiras gravações e contrato discográfico

Um ponto pivô em sua vida ocorreu em 1998, ano em que ganhou um concurso de canto promovido por uma rádio local, o qual concedia ao vencedor o direito participar numa apresentação que seria realizada no Corel Centre pela cantora country Shania Twain. Na ocasião, as duas cantaram "What Made You Say That" para um público de aproximadamente 20 mil pessoas.[14][15] Cada vez mais desejosa pela música, quando completou 14 anos, passou a ser levada pelos pais para sessões de karaokê. Por outro lado, seu desempenho escolar era fraco, pois não se sentia motivada a estudar.[10] Apesar disso, sempre que possível, realizava apresentações em locais ao sul de Ontário, até que certa vez, enquanto tocava no Lennox Community Theatre, foi flagrada pelo músico de folk Stephen Medd, que era responsável por um festival local de música e artes. Ele a convidou para contribuir numa compilação associada, na qual ela interpretou primeiramente a canção "Touch the Sky", incluída no álbum Quinte Spirit, de 1999. Em seguida, gravou "Temple of Life" e "Two Rivers" para o álbum My Window to You, de 2000.[6]

Em novembro de 1999, Cliff Fabri viu Avril tocando numa livraria em Kingston e tornou-se seu primeiro empresário. Fabri enviou cópias de um VHS com cenas dela cantando no porão de casa para executivos da indústria fonográfica.[16][6] Assim que começou a gerenciá-la, a RomanLine Entertainment, empresa de Fabri, arranjou-lhe uma audição com um caçador de talentos, Ken Krongrad.[12] Responsável pelo A&R da Arista Records, Krongrad demonstrou interesse após vê-la participando num festival chamado North by Northwest.[17][2] Ao mesmo tempo, a fita com cenas de Lavigne chamou a atenção de Mark Jowett, da Nettwerk Records, e, com isso, ela demitiu Fabri e passou a ser gerenciada pela gestão da gravadora em julho de 2001.[16] Jowett enviou a gravação em vídeo ao compositor e produtor Peter Zizzo, que pediu para a cantora ir a Nova Iorque. Para isso, abandonou a escola aos 16 anos e, com a aprovação de seus pais, instalou-se temporariamente com o irmão na cidade, onde ficaram num apartamento no bairro West Village, em Manhattan.[10][7] Por sua vez, Krongrad pediu a L.A. Reid, diretor-geral da Arista, um contrato discográfico para Lavigne.[2] Numa noite, em novembro de 2000, Reid assistiu a uma apresentação dela no estúdio de Zizzo,[7] na qual cantou três canções, dentre elas "Why", de sua co-autoria, e uma versão cover de "Breathe" (1999), de Faith Hill.[11] Ela terminou por assinar com a gravadora — para a gravação de dois álbuns — por 1.25 milhões de dólares.[12]

2002–03: Estreia profissional e Let Go

 Ver artigo principal: Let Go

Tendo em vista a gravação de seu álbum de estreia, a jovem encontrou inicialmente dificuldade para obter seu próprio som.[6] Ela relembrou: "Quando eu assinei, L.A. Reid tinha me ouvido cantar três músicas que eram como musiquinhas da Celine Dion. (...) Quando ele me conheceu, eu lhe disse 'Não quero cantar essas músicas. Quero escrever minhas próprias músicas'".[2] Reid deu a Joshua Sarubin, do A&R da Arista, a responsabilidade de supervisionar o desenvolvimento do projeto.[17] Assim, em Nova Iorque, a cantora participou de sessões com profissionais que lhe produziram várias canções country, as quais acabaram por não refletir seus gostos, que estavam voltados para o hard rock e punk, devido à convivência com esqueitistas em Ontário.[6] Ainda que algumas colaborações tenham obtido um bom resultado, foi em Los Angeles, para onde Lavigne se deslocou em maio de 2001, que o processo realmente avançou.[17] Lá trabalhou com Clif Magness, que lhe concedeu bastante controle criativo; a gravadora, contudo, não aprovou com a sonoridade marcada por guitarras das faixas que os dois compuseram juntos.[7] Por conseguinte, a artista se reuniu com a equipe The Matrix, compondo "Complicated", a qual foi aprovada por Surubin, e outras faixas que completaram o alinhamento do disco.[17]

 
Símbolo do álbum Let Go.

Após a aprovação de Reid, "Complicated" foi lançada como single de estreia de Lavigne em maio de 2002, dando início à divulgação do disco.[18] A canção converteu-se num grande êxito em todo o mundo, liderando as tabelas musicais de 22 países.[19] O vídeo musical da faixa foi também de suma importância, pois firmou a cantora como um ícone da moda adolescente da época. Seu estilo a fez o aposto da tendência cheia de apelo sexual que dominava o teen pop naquele momento, de modo que começou a ser nomeada de "anti-Britney", tanto pelos fãs como pela mídia.[6] Pouco tempo depois, em 4 de junho, o seu álbum de estreia, intitulado Let Go, foi mundialmente lançado.[20] O conteúdo do registro é composto, em sua maioria, de músicas de cunho pessoal que refletem a idade que tinha a intérprete quando as compôs, 16.[21] O estilo do álbum varia do pop rock pesado e marcado por guitarras até baladas delicadas e, por vezes, mais acústicas.[22] A recepção de críticos especializados para com o material foi geralmente positiva, com muitos deles comparando Lavigne à compatriota Alanis Morissette; todavia, a capacidade de escrita da musicista foi menosprezada.[23]

Em termos comerciais, Let Go obteve grande sucesso, sendo considerado pela revista Entertainment Weekly a maior estreia do pop em 2002.[24] Estabeleceu-se na segunda e nona posições nas vendas globais daquele ano e 2003 respectivamente, de acordo com a Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI).[25][26] Nos Estados Unidos, estreou na 8.ª posição da Billboard 200, tendo pico no número dois.[20][27] Ademais, o álbum terminou o ano como o mais vendido por uma artista feminina no país.[28] No Reino Unido, chegou ao topo da UK Albums Chart em 2003; na data, Lavigne tinha 18 anos, três meses e 15 dias, um feito que a tornou a solista feminina mais jovem a atingir o ápice no gráfico.[29] Afora "Complicated", as vendas de Let Go também foram impulsionadas por "Sk8er Boi", seu segundo single, e viriam a contabilizar mais de 14 milhões de cópias ao final de 2003.[30][31]

 
Avril apresentando-se num evento da rádio norte-americana Mix 99.9 FM em 2002.

Em relação a suas atividades em 2002, Lavigne, primeiro, participou em junho do elenco do vídeo musical de "Hundred Million", da banda canadense Treble Charger, junto com membros dos grupos Gob, Sum 41 e Swollen Members.[32] Depois, em continuidade à divulgação de Let Go, ela embarcou em sua primeira turnê mundial, denominada Try To Shut Me Up Tour, em dezembro. Com a turnê, passou pela América do Norte, Austrália, Europa e Ásia, tendo como atos de abertura Our Lady Peace na fase europeia,[33] ao passo que Gob, Simple Plan e Swollen Members abriram datas na América do Norte.[34][35] A essa altura, "I'm with You" foi lançada como terceiro foco de promoção ao disco,[30] conquistando a terceira entrada da intérprete nas dez primeiras posições na Billboard Hot 100 e na UK Singles Chart.[36][37]

O ano de 2003 começou com uma controvérsia para a artista, que, durante uma conferência de imprensa sobre a lista de nomeações ao Grammy Awards em janeiro, pronunciou incorretamente o sobrenome do britânico David Bowie, levando-a a declarar: "Qual é o grande problema? Nasci em 1984 — por que saberia quem ele é? Meus pais não me ajudaram a ouvi-lo. Além disso, as pessoas pronunciam errado o meu nome o tempo todo".[7] Na mesma época, liderou a lista de indicações do Grammy Awards de 2003, para o qual foi nomeada em cinco categorias, incluindo Artista Revelação e Canção do Ano; essa última com "Complicated".[38] Contudo, não ganhou nenhum prêmio.[39] Em contrapartida, venceu quatro das seis categorias as quais concorria no Juno Awards daquele ano: Álbum do Ano e Álbum Pop do Ano por Let Go, Single do Ano por "Complicated", e Artista Revelação do Ano.[40]

Em março, ela foi capa da Rolling Stone sob o subtítulo The Britney Slayer (em português: A Assassina de Britney).[6] Mais tarde, regravou "Knockin' on Heaven's Door" (1973), de Bob Dylan, cuja renda foi revertida à organização War Child, e gravou a sua própria versão de "Fuel" (1998) para o especial MTV Icon daquele ano — terceira parte da série anual da MTV —, que prestou homenagem ao Metallica e teve exibição em maio.[41][42] Simultaneamente, a promoção de Let Go foi concluída com o single "Losing Grip", enquanto a Try To Shut Me Up Tour tinha sua última data em maio, com um show em Buffalo, filmado e lançado no álbum ao vivo My World, que ficou no 4.º posto entre os DVDs mais vendidos em todo mundo em 2003.[43][6][44] Em junho, Lavigne apresentou-se num evento beneficente com lucros voltados para síndrome respiratória aguda grave (SARS) que aconteceu em Toronto.[33] Em setembro, fez uma de suas últimas aparições públicas naquele ano, apresentando o MTV Video Music Awards em conjunto com Kelly Osbourne.[45]

2004–05: Under My Skin e continuidade do sucesso

 Ver artigo principal: Under My Skin
 
Lavigne durante a Bonez Tour, em 2005.

Ao final de 2003, a musicista voltou aos estúdios de gravação com a intenção de criar um álbum mais rock.[31] A ideia sobre o disco sucessor surgiu pela primeira vez num encontro de Lavigne com Chantal Kreviazuk e seu marido Raine Maida, integrante da Our Lady Peace, banda que abriu concertos na fase europeia da Try To Shup Me Up Tour. O casal, que a conheceu durante a festa beneficente do SARS, colaborou na maior parte do projeto.[33] Devido a um conflito entre o The Matrix e a cantora com respeito ao seu nível de contribuição nas composições em Let Go,[46] ela optou por não voltar a trabalhar com a equipe e focou-se em compor também individualmente.[47] Ainda por cima, os bons resultados de sua estreia foram usados pela sua gravadora como argumento para pressioná-la para a conclusão do álbum, deixando-a com apenas seis meses para terminá-lo. Sobre esse fato, ela revelou: "Eles [os executivos da Arista] me fizeram colocar [o novo disco] para fora antes que eu estivesse pronta".[30]

"Don't Tell Me" foi lançado em 1 de março de 2004 como primeiro single do disco.[48] Paralelamente, a artista deu início à Mall Tour, uma turnê promocional em centros comerciais pelo Canadá e Estados Unidos com o intuito de divulgar o disco, ainda a ser liberado.[6] Em sequência, a comercialização de seu segundo álbum de estúdio, nomeado Under My Skin, foi iniciada, em 25 de maio.[49] Todavia, já que o Japão mostrava-se um mercado promissor para a artista, o registro saiu primeiramente nesse país, em 12 de maio.[50] Enquanto o material é majoritariamente derivado do rock alternativo e pós-grunge — também presentes em seu antecessor —,[51] as suas letras tratam de isolamento emocional, existencialismo, consequências da fama repentina e romances estrondosos.[49][52] De acordo com a intérprete, isso se deve por ser "um álbum mais sério", o que se revela inclusive pela faixa "Slipped Away", baseada na morte de seu avô, que morreu quando ela estava em turnê com Let Go.[53] Em geral, os críticos avaliaram o disco positivamente, considerando-no mais adulto e menos agitado em relação ao seu primeiro trabalho; a parte lírica, porém, foi notada como superficial pelos resenhistas.[54]

 
A cantora durante uma das apresentações da Mall Tour, em 2004.

Na data de lançamento do disco, Lavigne realizou uma performance controversa no Total Request Live: quando questionada pelo apresentador Damien Fahey a respeito dos rótulos midiáticos em torno de sua imagem, mostrou o seu dedo do meio em resposta. Embora estivesse cotada para tocar outra canção, a MTV cortou a programação e um representante da emissora chamou o gesto da cantora de "totalmente inapropriado".[55] Apesar disso, Under My Skin, em sua semana de estreia, obteve bons números, conquistando o topo da Billboard 200, um feito inédito na carreira da artista,[27] e também culminando no Japão, com mais de 250 mil cópias.[50] Ao final de 2004, segundo a IFPI, o álbum ficou no quinto lugar em vendas físicas e digitais ao redor do globo,[56] com mais de 8 milhões de cópias comercializadas.[57]

Em junho de 2004, escolheu-se "My Happy Ending" para ser a segunda música de divulgação de Under My Skin. A faixa conquistou melhores posições e vendeu cerca de três vezes mais que "Don't Tell Me".[30] Além do mais, tornou-se o único single do álbum a entrar às dez primeiras colocações da Billboard Hot 100.[36] Em setembro, a turnê resultante do disco, a Bonez Tour, teve suas primeiras datas e, ao mesmo tempo, a musicista compareceu ao evento de caridade Fashion Rocks cantando "Iris", original do Goo Goo Dolls, junto com o próprio vocalista da banda, Johnny Rzeznik.[6] Em outubro, a sua imagem de "anti-Britney" foi notavelmente abrandada após uma aparição na capa da revista masculina Maxim, que a descreveu como "a garota mais sexy do rock".[58] Anteriormente, ela dissera que não posaria para o periódico.[46] Na mesma época, o terceiro single do registro, "Nobody's Home", foi liberado.[59] Também foi convidada para colaborar na animação The SpongeBob SquarePants Movie, para a qual gravou a canção-tema "SpongeBob SquarePants".[60]

Em 2005, concluiu-se a Bonez Tour, cujo último ocorreu no Brasil em setembro e teve um público de mais de 35 mil pessoas — a maior plateia de sua carreira —,[61] e a promoção do disco foi encerrada com "He Wasn't" e "Fall to Pieces", ambas sem muita repercussão.[59] Por fim, em dezembro, saiu exclusivamente em território japonês o DVD Live at Budokan, gravado em março daquele ano no Nippon Budokan, em Tóquio.[62]

2006–08: Mudança de imagem e The Best Damn Thing

 Ver artigo principal: The Best Damn Thing
 
Avril em concerto na The Best Damn Tour, em 2008.

Nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2006, realizados na cidade italiana de Turim em fevereiro, Lavigne apresentou-se com "Who Knows" nas cerimônias de encerramento, representando o Canadá como parte da entrega a Vancouver, que viria a ser a anfitriã em 2010.[63] O espetáculo foi visto por uma plateia de cerca de 32 mil pessoas e uma audiência televisiva global superior a 500 milhões.[64] Em novembro, a cantora marcou retorno às atividades musicais com o single "Keep Holding On", usado como tema do filme de fantasia Eragon.[65] À época, ela encontrava-se trabalhando no seu terceiro álbum de estúdio e descreveu-o como "um pouco mais positivo" em comparação ao anterior.[66] Dr. Luke encarregou-se da produção de boa parte do registro, que ainda contou com Butch Walker, Deryck Whibley e Rob Cavallo como principais colaboradores.[67]

"Girlfriend" antecedeu a publicação do disco, saindo em fevereiro de 2007.[68] Versões da faixa com trechos em espanhol, francês, italiano, português, alemão, japonês e mandarim foram também lançadas.[69] Sequencialmente, uma turnê promocional para difundir o álbum foi iniciada.[70] O primeiro concerto aconteceu na cidade canadense de Calgary e, mais tarde, foi exibido como um especial televisivo sob o nome Avril Lavigne: Exclusive pela CBS, em 2 de abril.[71] Em 17 de abril, o álbum foi lançado sob o título The Best Damn Thing, representando uma investida mais pop em relação a seus trabalhos passados. Assim, a cantora optou por uma abordagem mais leve e colorida em sua imagem. O alinhamento do álbum, por sua vez, é constituído principalmente de faixas de andamento acelerado derivadas do pop punk.[67] Os analistas prezaram a sua transição do rock alternativo para a música pop, embora alguns tenham ficado divididos quanto às letras do material, que foi o seu primeiro a conter selo parental.[72]

 
Avril apresentando-se em Amsterdam em 2008.

Assim que entrou em distribuição, The Best Damn Thing conquistou imediatamente bons índices comerciais. Em sua primeira semana de vendas, estreou em primeiro lugar na Billboard 200, com vendas superiores a 286 mil cópias, convertendo-se em seu segundo projeto a atingir o topo da tabela. O bom desempenho do disco em território norte-americano se deu graças a "Girlfriend", que concomitantemente se encontrava no ápice da Billboard Hot 100, sendo esse seu primeiro número 1 no país.[73][74] A canção ainda alcançou enorme êxito comercial em diversas outras regiões, como no Canadá, onde a artista também liderou pela primeira vez a principal tabela do país, a Canadian Hot 100.[75] De acordo com dados divulgados pela RCA Records, o álbum vendeu mais de 1.5 milhões de cópias internacionalmente em seu debute e estreou em primeiro lugar em onze países, incluindo Reino Unido, Japão, Canadá, Alemanha e Itália.[73] Nas contagens publicadas pela IFPI, ficou em quarto lugar entre os mais vendidos do ano de 2007, com 5 milhões de cópias contabilizadas,[76] ao passo que "Girlfriend" foi a faixa mais baixada do mesmo ano, com 7.3 milhões de downloads.[77][78]

Em maio de 2007, Lavigne assumiu, nas palavras do portal EGO, um ponto de "reviravolta" em sua carreira ao aparecer de topless para a capa da revista Blender.[79] Depois, no entanto, ela declarou: "Na verdade, eu não estou de topless na capa. Eu estava usando um top de tubo, e meio que colocam um banner em cima dele".[80] No mesmo mês, a cantora regravou a canção "Imagine" (1971), original de John Lennon, para uma compilação de caridade com o objetivo de ajudar Darfur, no Sudão. O álbum, cujo título é Instant Karma: The Amnesty International Campaign to Save Darfur, foi lançado em junho como parte da campanha feita pela ONG Amnesty International.[81] Muitos resenhistas, em análise à compilação, depreciaram o cover, descrevendo-o como "sem emoção".[82][83][84] Em sequência, "When You're Gone" foi liberada como segundo single do disco, alcançando o número 3 no Reino Unido e o 8 no Canadá e chegando perto dos vinte primeiros nos Estados Unidos.[37][75][36] Em outubro, "Hot" deu progressão a promoção ao disco; sua repercussão, porém, foi baixa, atingindo as dez primeiras posições apenas no Canadá.[75]

Após promover o álbum com aparições em premiações e eventos, apresentações televisivas e concertos promocionais, Lavigne embarcou na sua terceira turnê mundial, a The Best Damn Tour, em março de 2008, atingindo países da América do Norte, do continente europeu e asiático.[85] As bandas canadenses illScarlett e Silverstein foram alguns dos atos de abertura,[86][87] enquanto os norte-americanos Demi Lovato e Jonas Brothers abriram uma série de concertos nos Estados Unidos.[88][89] Na turnê, a cantora mostrou-se diferente de suas apresentações anteriores não somente em seu visual mas também pelas coreografias com o apoio de dançarinas.[90] A parada de abril no Air Canada Centre, em Toronto, foi lançada, em setembro, no álbum de vídeo The Best Damn Tour - Live in Toronto.[91] Ademais, a faixa-título foi liberada como última música de divulgação do álbum, sem resultados expressivos.[92] O governo da Malásia tentou proibir seu show em agosto em Kuala Lumpur após protestos de um partido conservador pan-islâmico que julgou os movimentos de Lavigne como "muito sensuais".[93] Por fim, a cantora conseguiu aprovação para realizar o concerto.[94] Ao final do ano, ela deixou a gestão da Nettwerk, que acompanhava desde o início da carreira.[95]

Acusações de plágio

Em maio de 2007, a banda norte-americana The Rubinoos acusou Lavigne e Dr. Luke de terem copiado trechos de uma canção do grupo chamada "I Wanna Be Your Boyfriend" (1978) e adicionado-os em "Girlfriend". Em julho, a artista declarou: "[Os Rubinoos] têm uma música chamada 'I Wanna Be Your Boyfriend' que não tem semelhanças musicais com a música 'Girlfriend', que Luke Gottwald [Dr. Luke] e eu escrevemos juntos. Eles alegam que uma pequena parte da letra é igual e estão dizendo que eu os copiei. Nunca tinha ouvido essa música na minha vida e sua afirmação é baseada em cinco palavras! Todas as músicas compartilham letras e emoções semelhantes".[96] O caso foi resolvido de forma confidencial em 2008.[97]

No mês seguinte, Chantal Kreviazuk também acusou a cantora de créditos de composição duvidosa, alegando que enviou a Lavigne uma versão da canção "Contagious" dois anos antes de aparecer em The Best Damn Thing sem dar a ela crédito. Avril defendeu-se: "Para o álbum, eu escrevi uma música com Evan Taubenfeld que coincidentemente tem o mesmo título de uma música que Chantal me enviou alguns anos atrás. Nossas músicas não têm semelhanças e [têm] significados opostos, ou seja, letras diferentes, melodias diferentes, gêneros diferentes". Posteriormente, Kreviazuk pediu desculpas pelo equívoco.[96]

2009–12: Goodbye Lullaby e queda na popularidade

 Ver artigo principal: Goodbye Lullaby
 
Logotipo do filme Alice no País das Maravilhas, do qual a canção "Alice", de Lavigne, faz parte da trilha sonora.

Lavigne começou a gravar material inédito para seu quarto álbum de estúdio em novembro de 2008, um mês após o fim da The Best Damn Tour. Essas primeiras sessões decorreram em parceira com seu então marido Deryck Whibley num estúdio caseiro onde ele produziu oito faixas para o álbum.[98] Uma das primeiras canções gravadas, "Black Star" serviu como forma de divulgação para o perfume de mesmo nome da artista, apresentado pela primeira vez em março de 2009.[99]

Em janeiro de 2010, a cantora novamente retornou a música por meio de uma canção temática: "Alice" foi tocada nos créditos finais de Alice no País das Maravilhas, de Tim Burton, e serviu como primeiro single da trilha sonora do filme, Almost Alice.[100] Nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2010, que sucederam na cidade canadense de Vancouver, a cantora voltou a fazer parte das cerimônias de encerramento das olimpíadas, em 28 de fevereiro, no BC Place Stadium, com uma plateia de mais 55 mil pessoas. Ela cantou junto com sua banda as canções "My Happy Ending" e "Girlfriend", usando um vestido vermelho, em homenagem ao seu país.[101] Na companhia de uma série de artistas canadenses, creditados como Young Artists for Haiti, interpretou o tema "Wavin' Flag" — original do somaliano K'naan —, que foi lançado como single de caridade e cujos rendimentos foram destinados para as vítimas do sismo ocorrido no Haiti naquele ano.[102][103] Em setembro, foi lançada a compilação Essential Mixes, contendo remixes e versões acústicas de algumas de suas faixas-assinatura.[104] Em novembro, o álbum Loud, da barbadense Rihanna, saiu às vendas com uma de suas faixas, "Cheers (Drink to That)", interpolando trechos de "I'm with You". Lavigne fez uma participação especial no vídeo musical quando a faixa foi lançada como single no ano seguinte.[105][106]

 
Avril Lavigne em Amsterdam na The Black Star Tour.

Mesmo que mais da metade do registro estivesse finalizada, a artista se deslocou para a Suécia com o propósito de trabalhar com Max Martin e Shellback, que co-escreveram e produziram o primeiro single do álbum, "What the Hell".[107] A faixa foi lançada em janeiro de 2011 e logrou a 2.ª colocação na Japan Hot 100 e 8.ª na Canadian Hot 100.[108][109][75] Em território britânico e norte-americano, posicionou-se nos vinte primeiros postos.[37][36] Depois de uma espera de quase três anos, o álbum, de título Goodbye Lullaby, foi lançado em 2 de março;[110] sua data inicial estava programada para novembro de 2009, mas foi adiada várias vezes por decisão da RCA,[108] uma vez que a gravadora não o considerava comercialmente apto.[30] Alguns faixas presentes no alinhamento foram compostas e produzidas somente por Avril — pela primeira vez produtriz musical de um seus discos.[99]

O álbum foi recebido com ambiguidade pelos críticos musicais, que reconheceram sua natureza intimista, mas observaram a dificuldade da intérprete em transmitir emoções genuínas em suas letras.[111] A nível comercial, estreou em 4.º lugar na Billboard 200 e no número 2 no Canadá, os menores picos de sua carreira em ambos os países até então.[27][112] Em contrapartida, debutou no topo da australiana ARIA Charts e da parada japonesa realizada pela Billboard.[113][114] Contabilizou mais de 336 mil cópias no Japão até junho, o que colocou Lavigne na segunda posição entre os ocidentais com vendas mais altas no país naquele ano.[115]

 
Avril Lavigne em Belo Horizonte na The Black Star Tour em 2011.

Ao continuar a divulgação de Goodbye Lullaby, Lavigne foi novamente afetada por sua gravadora, que anunciou "Smile" como segundo single em vez de "Push", a qual era a sua sugestão.[116] A canção, lançada em abril, mostrou-se comercialmente inferior a "What the Hell", ficando fora das quarenta primeiras posições tanto da principal parada canadense como da norte-americana.[75][36] Ao final do mês, a turnê em promoção ao disco, a The Black Star Tour, foi iniciada, começando por países asiáticos,[117] mas, por causa dos desastres causados pelo sismo e tsunami em Tohoku, cancelaram-se os concertos agendados para maio no Japão, os quais foram remarcados para março de 2012.[118][119] Em setembro, "Wish You Were Here" saiu como terceiro single do disco, obtendo um desempenho moderado.[120][121] Em outubro, apareceu em "Best Years Of Our Lives", dueto com Taubenfeld.[122] Em novembro, Avril anunciou sua saída da RCA Records e assinatura com a Epic Records, sob a presidência de L.A Reid, sendo que, apesar disso, ainda permaneceu sob o selo da Sony Music, da qual a Epic faz parte.[123] Ela disse ao jornal The Globe and Mail à época: "[Os executivos da RCA] realmente não tentaram me entender. Eram pessoas de negócios tentando me desencorajar".[124]

Para encerrar a turnê e agradecer aos fãs pelo carinho, a artista gravou um vídeo musical para a canção "Goodbye", o qual foi divulgado em março de 2012.[125][126] Mais tarde, ela contribuiu com duas regravações para a trilha sonora do filme One Piece Film: Z: "How You Remind Me" (2001), original do Nickelback, e "Bad Reputation" (1981), original de Joan Jett.[127]

2013–15: Avril Lavigne e doença de Lyme

 Ver artigo principal: Avril Lavigne

No começo de abril de 2013, Lavigne revelou o single de avanço de seu quinto álbum de estúdio.[128] O tema, nomeado "Here's to Never Growing Up", alcançou o topo da tabela de Taiwan,[129] a oitava posição no Japão,[130] e as vinte primeiras colocações em regiões como Austrália,[131] Canadá,[75] Estados Unidos e Reino Unido.[36][37] Em agosto, foi lançado o single seguinte, "Rock N Roll", que obteve números inexpressivos à exceção do Japão, onde logrou a 5.ª posição.[132][130] Em outubro, foi decidido que sairia mais uma música de divulgação antes do lançamento do álbum.[133] Dessa vez, foi "Let Me Go", dueto com Chad Kroeger, que conseguiu um bom desempenho nas estações adult contemporary canadenses.[134] O disco, intitulado com o seu próprio nome, teve lançamento em 5 de novembro e difere-se do antecessor, pois incorpora uma produção mais elaborada e temas como rebeldia e juventude.[135][59] O material, que começou ser desenvolvido três meses após a publicação de Goodbye Lullaby,[136] contou principalmente com a colaboração de Kroeger, David Hodges e Martin Johnson, além de ter a participação vocal do norte-americano Marilyn Manson na faixa "Bad Girl".[137]

 
Avril Lavigne se apresentando em São Paulo na The Avril Lavigne Tour.

Recebido com opiniões, em geral, positivas de analistas,[138] Avril Lavigne demonstrou-se comercialmente moderado, estreando no número 5 da Billboard 200, com mais de 44 mil cópias, seu pico de vendas mais baixo até aquele momento.[139] O mesmo desempenho decorreu no país natal da artista, onde estreou na 4.ª colocação, com vendas de 8.5 mil cópias,[140] e também no Reino Unido, no qual o debute foi fora dos dez primeiros postos da UK Albums Chart, saindo do gráfico após mais duas semanas.[141] Entretanto, atingiu bons índices no continente asiático, a exemplo do Japão, onde a Recording Industry Association of Japan (RIAJ) certificou-o, ainda em novembro, com disco de ouro.[142] Além disso, alcançou o cume na China e no Twain;[143][144] neste último, foi o 9.º álbum mais vendido de 2013, com mais de 36 mil unidades vendidas, e Lavigne foi a única artista ocidental do sexo feminino a aparecer nas dez primeiras posições.[145]

 
A cantora em Brasília, em 2014.

Como parte da divulgação do álbum, a cantora visitou países asiáticos com a The Avril Lavigne Tour, iniciada em janeiro de 2014.[146] A sua passagem, em abril, por cidades brasileiras repercutiu na imprensa, uma vez que os fãs foram proibidos de tocá-la ou abraçá-la durante o Meet & Greet.[147] Depois se ser alvo de diversas críticas, ela publicou uma montagem com várias fotos com os fãs em seu Twitter, mas voltou a gerar polêmica devido ao uso de edição digital.[148][149] Em maio, "Hello Kitty" foi lançada como single no Japão apenas.[59] A faixa, inspirada no J-pop e EDM, foi amplamente criticada,[30] enquanto o videoclipe acompanhante foi criticado pela imprensa ocidental, por sua representação estereotipada da cultura japonesa.[150] De modo contrário, os fãs japoneses demonstraram apreço pelo conteúdo.[151] À mesma época, Lavigne abriu concertos dos Backstreet Boys com a In A World Like This Tour.[152][153] Depois de ter finalizado a The Avril Lavigne Tour com apresentações no Japão em agosto,[154] ela começou a sentir-se constantemente exausta.[30] Em dezembro, deu-se a conhecer que se encontrava com problemas de saúde.[155] Após isso, surgiram rumores de que estaria em reabilitação, o que foi negado em seu Twitter.[156]

Em abril de 2015, após cinco meses acamada e distante da vida pública, Lavigne declarou, por meio de uma entrevista com a revista People, que contraíra Lyme.[157] Inicialmente, os médicos que visitara sugeriram que estivesse com síndrome da fadiga crônica ou ansiedade.[158] Com o diagnóstico correto — feito depois de passar mal durante uma viagem, em outubro do ano passado, para comemorar o seu aniversário em Las Vegas —, ela passou a tratar-se com antibióticos e a repousar.[159][158] Em 16 do mesmo mês, "Fly", uma sobra das sessões de Avril Lavigne, saiu digitalmente, e os lucros da canção serviram de apoio aos Jogos Mundiais de Verão das Olimpíadas Especiais de 2015. Ao mesmo tempo, a artista revelou o desejo de gravar um álbum natalino.[160] Ela cantou a faixa na cerimônia de abertura do evento, que ocorreu em Los Angeles em 25 de julho.[161] Em agosto, juntou-se a Taylor Swift no palco da parada da The 1989 World Tour em San Diego, onde elas interpretaram "Complicated", o que foi visto como um ponto final para o mal-entendido ocorrido entre as duas quando Swift curtiu uma publicação no Tumblr que desfavoravelmente comparou seus próprios cumprimentos às fotos de Lavigne com os fãs brasileiros.[162][163]

2016–presente: Head Above Water

 Ver artigo principal: Head Above Water

No ano de 2016, a cantora não se dedicou à carreira tampouco realizou aparições públicas em eventos, com exceção de quando compareceu, em fevereiro, na festa que antecedeu a cerimônia do Grammy e durante os prêmios Juno em abril; em ambos, acompanhada de seu ex-marido, Chad Kroeger.[164][165] Depois de dois anos de tratamento, nos quais passou muitos dias acamada, Avril começou a criar um novo álbum, compondo inicialmente com o apoio de um violão ainda em sua cama e, depois, ao recuperar um pouco de força, no piano.[30] Em janeiro de 2017, apareceu na canção "Listen", incluída no álbum Ambitions, da banda de rock japonesa One Ok Rock.[166] Em março, sua assinatura com a gravadora BMG foi anunciada, sendo que o contrato colocou-a como uma artista legada, com a necessidade do sucesso comercial em segundo plano.[167] Em setembro, seus vocais, em conjunto com os de Anthony Green, foram creditados em "Wings Clipped", faixa do duo norte-americano de música eletrônica Grey que apareceu no EP Chameleon.[168] Em fevereiro de 2018, ela compareceu ao Women In Harmony, um jantar organizado por Bebe Rexha que reuniu artistas musicais femininas. "É encorajador estar perto de outras mulheres da música em geral e compositoras", disse à Billboard.[169] A trilha sonora do filme de animação Charming (2018) incluiu "Trophy Boy", cantada por Avril juntamente com Lovato e Ashley Tisdale.[170]

Em 19 de setembro, foi lançado "Head Above Water", o seu single de retorno após mais de três anos afastada do cenário musical.[171] A canção conquistou resultados intermediários, no entanto, desempenhou-se bem na tabela norte-americana Hot Christian Songs e na Canada AC.[172][173] Lançada em 12 de dezembro, "Tell Me It's Over" serviu como segunda música de divulgação do disco.[174] "Dumb Blonde", com a participação da rapper Nicki Minaj, foi liberada em 12 de fevereiro de 2019 como último single antecedente ao álbum, nomeado Head Above Water, cujo lançamento ocorreu em 15 do mesmo mês.[175]

Outros trabalhos

Atuação e participações televisivas

 
Avril Lavigne na 59.ª edição do Festival de Cannes, em 2006.

Por sua própria decisão, Lavigne também investiu na carreira cinematográfica. Segundo ela, a experiência em gravar vídeos musicais, especialmente o de "Nobody's Home", ajudou-a a se sentir confortável para a atuação.[66] Sua primeira aparição na televisão foi num episódio exibido em novembro de 2002 da série Sabrina, the Teenage Witch, tocando "Sk8er Boi" com sua banda. Posteriormente, apareceu em cenas do filme Going the Distance, de 2004; os personagens principais topam com ela nos bastidores do MuchMusic Video Awards após a sua apresentação de "Losing Grip".[6]

Avril direcionou-se para a área de atuação no cinema com cautela, escolhendo papéis intencionalmente pequenos para começar.[66] Em novembro de 2005, após uma audição para conseguir o papel, ela viajou para o Novo México a fim de filmar uma única cena do drama policial The Flock.[176] A artista interpretou Beatrice Bell, a namorada de um suspeito criminal. A respeito de seu papel em The Flock, Lavigne disse: "Fiz isso só para ver como era e para não saltar para a [cena mainstream] muito rápido".[66] O filme não foi lançado nos mercados estrangeiros até o final de 2007 e, devido a isso, não é considerado a estreia cinematográfica da cantora. Nas bilheterias internacionais, ganhou 7 milhões de dólares.[177]

Em maio de 2006, ela dublou a gambá-da-virgínia Heather no filme de animação Over the Hedge, que lucrou pouco mais de 38 milhões de dólares em sua estreia e recebeu críticas favoráveis.[178][179] "Todos os atores entraram individualmente, e os diretores estavam lá comigo toda vez que eu entrava, e faziam tudo muito bem; faziam sentir-me confortável. (...) Essa foi a parte interessante, [fazer tudo] sozinha, sem ninguém para opinar", revelou.[180] Sua real estreia ocorreu em novembro, quando voltou a aparecer nos cinemas, dessa vez em Fast Food Nation, no qual interpretou Alice, uma estudante do ensino médio que luta pela liberdade de vacas presas em matadouros.[181] A adaptação recebeu desprezo da crítica e uma receita baixa, de pouco mais de 2 milhões de dólares em todo o mundo.[182][183] Ambos os filmes, assim como a própria a artista, estiveram presentes na 59.ª edição do Festival de Cannes, em maio daquele ano.[66] Em agosto de 2006, a revista Canadian Business classificou-a como o sétimo melhor ator canadense em Hollywood em sua listagem anual de "celebridades poderosas". Os resultados foram determinados comparando salário, acessos na Internet, menções de TV e críticas da imprensa.[184]

Lavigne participou do programa norte-americano American Idol em sua 9.ª temporada, em agosto de 2009. Ela foi jurada convidada por um dia em Los Angeles, julgando os candidatos que estavam na disputa. Esse episódio foi transmitido em 27 de janeiro de 2010 pela FOX.[185] Após a exibição, a cantora foi massivamente criticada e acusada de apenas zombar dos concorrentes, no entanto, justificou-se culpando a edição feita pela direção da atração e dizendo em resposta: "Fiquei realmente impressionada com muitos dos cantores e dei opiniões positivas e muito encorajadoras. Mas o material que realmente foi ao ar mostrou-me principalmente fazendo caretas e rindo — então os espectadores só viram esse lado de mim. (Mas) espero poder voltar. Diverti-me muito".[186] Em setembro de 2011, apareceu como mentora convidada ao lado de outros cantores na competição de canto televisionada Majors & Minors.[187] Em 2018, foi lançada a animação Charming, para a qual dublou a personagem Branca de Neve.[170]

Campanhas publicitárias

Em 2008, Lavigne assinou um contrato com a sede canadense da multinacional Canon, tornando-se a garota-propaganda da marca e aparecendo em várias estações de TV do Canadá. Um dos motivos de sua escolha era garantir a relevância dos produtos da empresa dentro de um mercado formado por jovens simpatizantes com a música, a arte e a fotografia. Os produtos promovidos pela artista faziam parte da linha Rebel, de câmeras digitais SLR, e da linha ELPH, de câmeras compactas de apontar e disparar.[188]

Em 2009, Avril fez parte de um comercial da empresa alemã T-Mobile com o objetivo de divulgar uma linha de celulares 3G nomeada MyTouch. Nele, ela atuou juntamente com os músicos Brad Paisley e Wyclef Jean. Esse comercial apareceu no programa American Music Awards, exibido pela rede de televisão norte-americana ABC.[189] A T-Mobile fez uma promoção com celulares de edição limitada da Fender, com canções pré-carregadas da cantora.[190]

Em campanha de 2010 contra a acne, feita pela Proactiv, Lavigne emprestou seu rosto para gravar um comercial falando a respeito da doença.[191] Ela assinou com a Guthy-Renker para interpretar um papel proeminente no lançamento da campanha. Lenny Lieberman, produtor do comercial, elogiou sua atuação.[192]

Em 2011, a sede chinesa da Lotto fechou um acordo de cooperação com Avril para lançar no país uma coleção com peças de vestuário tanto masculinas como femininas.[193]

Empreendedorismo

 
Guitarra Telecaster assinada por Avril Lavigne.

Lavigne também investiu em seu lado como empreendedora, que se deu a partir do lançamento de Avril Lavigne's Make 5 Wishes, um mangá escrito por Joshua Dysart e desenhado por Camilla d’Errico, com a colaboração da própria musicista como protagonista e responsável pelo roteiro.[194] O primeiro volume foi colocado à venda em 17 de abril de 2007 e o volume 2, em 3 de julho do mesmo ano.[195]

No início de fevereiro de 2008, Avril lançou sua linha de guitarras, construídas pela Fender, sob a marca Squier. De modelo Telecaster, o instrumento tem como características um captador humbucker de bobina dupla, detalhes em cromo, uma chapa de junção de braço e marcações na lateral da braçadeira, além da assinatura da artista em sua ponta.[196] A parceria voltou a se repetir mais duas vezes: em 2012, com um segundo modelo de guitarra Telecaster, quase todo preto e com uma caveira decorativa na braçadeira, e em 2014, com um violão de modelo Concert, todo em preto, e com moldura do bocal circular retocada com desenho de estrelas, inscrição de um gráfico com uma caveira e ossos cruzados no 12.º traste, e a assinatura da cantora em sua paleta.[197][198]

Além disso, Lavigne investiu na esfera da moda. Em julho de 2008, ela divulgou sua própria linha de roupas, a Abbey Dawn, comercializadas, a princípio, pela rede de lojas Kohl's nos Estados Unidos.[199] Em divulgação, a artista desfilou, em 14 de setembro de 2009, na passarela Metropolitan Pavilion, em Nova Iorque.[200] A Abbey Dawn tornou-se uma marca global em dezembro de 2010, segundo o site oficial da grife.[201]

Avril também entrou para o setor de cosméticos, sendo Black Star a sua primeira fragrância, criada sob licença da Procter & Gamble (P&G) e lançada em março de 2009.[202] Black Star foi indicado, em 2010, à premiação FiFi Awards na categoria Women's Popular Appeal ao lado de Halle Berry, Mariah Carey e Faith Hill, porém perdeu para a primeira.[203][204] Depois, mais duas fragrâncias foram lançadas novamente com a P&G: em 2010, uma nova linha chamada Forbidden Rose, e em 2011, Wild Rose, a terceira fragrância da artista.[167]

Características musicais

Estilo musical e letras

Quando estreou na indústria musical com Let Go, Lavigne foi continuamente descrita como "quase punk".[2] Apesar disso, Alex Otriz, do portal IGN, notou que a única canção do álbum realmente voltada para o punk é "Sk8er Boi".[205] O seu debute foi classificado como pertencente aos gêneros teen pop, pop rock e rock alternativo e influenciado levemente pela música grunge. Enquanto isso, a cantora foi comparada a outras artistas femininas do rock, como Michelle Branch e Pink, mas principalmente a Alanis Morissette, devido a ambas terem mostrado uma atmosfera "raivosa" em suas músicas.[206][207][208][209] Para o portal entertainment.ie, o motivo dessas comparações foi "a abordagem desleixada de Lavigne no rock cheio de angústia (...) e suas letras atrevidamente odiosas por homens [que] não estão a um milhão de milhas de distância do tipo de coisa que fez de Alanis Morissette uma grande estrela".[210] A nível lírico, Let Go volta-se para o amor adolescente, a insegurança, a autodescoberta e a perseverança; suas faixas possuem em geral um tom confessional, a exemplo de "My World", que fala sobre o início da vida da cantora em Napanee.[211][22]

"Hello Kitty", faixa retirada de Avril Lavigne, é uma das canções da cantora que saem do seu estilo musical tradicional, investindo na música eletrônica. Liricamente, faz referências a cultura japonesa tanto por sua linha de abertura (Min'na saikō arigatō, K-k-k-kawaii, k-k-k-kawaii) como pela citação da boneca Hello Kitty.

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Em Under My Skin, elementos sonoros e líricos de seu antecessor foram mantidos,[46] entretanto, segundo Joe D'Angelo da MTV, com "assuntos muito mais maduros do que os paixões adolescentes" em Let Go, como na faixa "Don't Tell Me", que trata de não ceder a pressão sexual de um homem.[49] Musicalmente, é marcado por guitarras distorcidas e letras temperamentais e melancólicas, sendo que foi igualado a trabalhos do Linkin Park e Evanescence, em virtude da forte influência de nu metal.[212][213][51]

Em contraste aos seus dois primeiros trabalhos, The Best Damn Thing não era tão autobiográfico e abandonou o rock alternativo e o pós-grunge em favor do pop punk.[214][215] O disco apresenta, ainda, fortes influências de bubblegum pop e power pop e foi notado como seu trabalho mais pop.[216][217] Nesse álbum, Lavigne manteve a temática raivosa sobre garotos, porém soa mais sarcástica e autoconfiante, com mensagens de autoempoderamento e uma visão mais feminina.[218] Em Goodbye Lullaby, a sonoridade foi mais despojada e acústica, algo totalmente contrário a jovialidade presente em Avril Lavigne.[30] Nesse último, a cantora referenciou a sexualidade de uma forma mais explícita, como em "Bad Girl" e "Give You What You Like"; na primeira citada, ela fez referências sadomasoquistas.[219]

Em Head Above Water, a artista voltou-se para um tom mais sóbrio, com letras, em sua maioria, tratando-se do reconhecimento das fragilidades, dos medos, e a tentativa de superação; em alguns momentos, implicitamente dialogando com o período em que sofreu com a doença de Lyme.[217] A sua quarta pista, "Tell Me It's Over", foi considerada como uma faixa soul com estilo retrô, algo inédito em seus trabalhos;[220] Gil Kaufman, da Billboard, descreveu-a como "uma exuberante balada de R&B ao estilo Dusty Springfield", enquanto Alexis Petridis, do The Guardian, comparou a intérprete a Amy Winehouse.[221][222]

Influências

Eu queria cantar e minha mãe viu isso em mim e tentou me fazer cantar onde quer que pudesse — então comecei a cantar sozinha pela primeira vez na igreja e depois me ramifiquei para feiras e tinha que cantar músicas country. Então eu disse: 'Mãe, não gosto dessas músicas!' Na verdade, não queria mais cantar música gospel ou country. Estava ficando embaraçoso. Eu estava envelhecendo e percebendo o que queria fazer.

—Avril Lavigne comentando sobre a transição de seu gosto musical para o MuchMusic.[13]

Por causa de sua criação familiar, as primeiras influências musicais tidas por Avril vieram de artistas de música country, como as cantoras Faith Hill e Shania Twain, o cantor Garth Brooks e o trio feminino Dixie Chicks. Desses músicos, ela muitas vezes realizou covers ao longo da infância.[2][9] Quando era criança, não possuía nenhum disco em formato físico, salvo algumas fitas cassete dos Beach Boys e das Dixie Chicks. A restrição paternal era tão alta que, inclusive, sua mãe não a deixava cantar uma canção country chamada "Strawberry Wine", de Deana Carter, simplesmente por conter a palavra "vinho".[223]

 
Avril Lavigne citou como suas principais influências musicais bandas de rock masculinas e a cantora Alanis Morissette.

Antes de atingir a adolescência, Lavigne nunca ouvia muita música contemporânea em geral e, nos momentos que o fazia, escutava principalmente bandas de rock tradicionais como Goo Goo Dolls e Matchbox Twenty.[223] Além disso, ouvia a banda pop rock Hanson, cujo vocalista Isaac Hanson lhe parecia "adorável" e semelhante a si.[9]

Em uma reportagem da rede de televisão CNN, em dezembro de 2002, a cantora afirmou que não teve muitos artistas em que se inspirar para a criação de Let Go, pois tinha tido uma vida protegida pelos pais. Não obstante, após o lançamento de primeiro álbum, revelou ter conhecido mais da cena musical, informando apreciar rock e, principalmente, bandas com membros do sexo masculino, como Coldplay, Nirvana, Green Day e System of a Down, e acrescentando ainda gostar de punk rock.[21] Durante a divulgação de The Best Damn Thing, ela citou para a revista Capricho outros representantes desse último gênero que preza: os grupos Blink-182, The Distillers, Hole e Ramones. "Tenho escutado muito punk rock, então você poderá notar uma certa influência do punk em meu novo disco".[224]

Ainda assim, Lavigne manifestou admiração por mulheres musicistas e cantoras, a exemplo de Courtney Love, Janis Joplin, Lisa Loeb e Natalie Imbruglia.[225][226] Alanis Morissette foi outra citada como uma de suas ídolas: "[Ela] é minha artista feminina favorita e Jagged Little Pill é meu disco favorito de todos os tempos", comentou a artista.[227][228]

A compilação Influences: Avril Lavigne, lançada em 2007 exclusivamente nas lojas norte-americanas da Tarjet, contém dez faixas selecionadas pela própria cantora como marcantes para sua formação: "Anthem, Pt. 2" (Blink-182), "Sing Sing Death House" (The Distillers), "This Is the New Shit" (Marilyn Manson), "All I Really Want" (Alanis Morissette), "Iris" (Goo Goo Dolls), "Dreams" (The Cranberries), "Tubthumping" (Chumbawamba), "Sugar, Sugar" (The Archies), "I Get Around" (The Beach Boys) e "Me and Bobby McGee" (Janis Joplin). Stephen Thomas Erlewine, do portal AllMusic, comentou que a artista "proclama como uma influência em seu punk pop malcriado" desde canções antigas, como "Sugar, Sugar", que ela lembra de ter cantado certa vez com o pai num passeio de carro, até — não inesperadamente — rock contemporâneo e baladas poderosas. Porém, a inclusão Morissette e Chumbawamba foi ressaltada pelo editor por "suger[irem] o lado feminino de Avril".[229] No mesmo ano, a revista InStyle publicou um artigo com cinco canções que influenciaram a cantora: "I'm the Kinda" (Peaches), "City of Angels" (The Distillers), "Smells Like Teen Spirit" (Nirvana), "God Save the Queen" (Sex Pistols) e "Planet Telex" (Radiohead).[230]

Lavigne também já revelou apreço por artistas do skate punk, nomeadamente NOFX e Pennywise, além das bandas Oasis, de britpop, Third Eye Blind, de rock alternativo, e The Used, de pós-hardcore.[231][232] A cantora citou a banda de rock experimental Radiohead em "Here's to Never Growing Up" e disse que "Creep" (1992) é uma das canções do grupo que ela mais gosta.[59] Ademais, o cantor de jazz e swing Frank Sinatra e as cantoras de soul/R&B e/ou jazz Aretha Franklin, Billie Holiday, Ella Fitzgerald e Etta James, as quais descreveu como "rainhas atemporais", foram mencionados por Avril como referências musicais.[233][221]

Composição

Desde que começou profissionalmente na música, Avril Lavigne compôs suas canções e rejeitou músicas prontas de outros compositores, ou que não tivessem sua participação na composição. Mesmo antes do começo de sua carreira, ela já compunha, como em 1999, com quatorze anos, na canção "Touch the Sky" e, em 2000, com "Temple of Life" e "Two Rivers", todas parte do projeto de Stephen Medd.[234] Na produção de Let Go, tentaram fazê-la gravar canções que não tinham sua autoria. Ela afirmou: "Quando me inscrevi na Arista, contrataram-me como cantora. Não sabiam que eu também podia escrever, ou queria escrever. Começaram a me lançar às músicas de outras pessoas, mas eu simplesmente não conseguia cantá-las. Eu disse: 'Eu não me importo com o quão boas essas músicas são. Quero escrever as minhas".[235]

Ainda assim, a sua composição foi questionada por diversas vezes. Primeiramente, pelos membros do The Matrix, com quem trabalhou no seu debute, que afirmaram serem os compositores principais em "Complicated", "Sk8er Boi" e "I'm with You". No entanto, a cantora negou isso, alegando ser a principal responsável pelos créditos de cada faixa no álbum.[223] Mais tarde, em 2003, a equipe estava sendo unicamente creditada em sucessos de outros artistas, como Hilary Duff e Liz Phair, o que fez novamente as habilidades de escrita de Lavigne serem postas em pauta. À época, ela disse: "Componho desde criança. Toco violão desde criança. Escrevo músicas completas desde os 14 anos; músicas estruturadas. Sou compositora e não aceito pessoas tentando tirar isso de mim".[46] Em 2007, Chantal Kreviazuk, que compôs Under My Skin com Lavigne, criticou-a ao declarar: "Avril realmente não escreve músicas por ela mesma ou qualquer outra coisa".[236] Lavigne também negou isso e considerou tomar medidas legais contra Kreviazuk por "difamação" contra sua honra.[96] Kreviazuk, depois, retratou-se chamando Avril de "uma compositora talentosa", e agradeceu por tido o privilégio de trabalhar com ela.[237]

Além de compor para seus próprios projetos, Lavigne já foi creditada em faixas que foram gravadas por outros artistas. Em 2004, a norte-americana Kelly Clarkson lançou "Breakaway", inicialmente composta para Let Go.[238] Em 2007, a britânica Leona Lewis lançou uma regravação de "I Will Be", originalmente presente nas edições limitadas de The Best Damn Thing.[239] Em 2009, a dupla japonesa Puffy AmiYumi as canções "All Because of You" e "I Don't Wanna".[240] Em 2010, a norte-americana Miranda Cosgrove gravou "Daydream" e "Dancing Crazy", possíveis sobras de Under My Skin e Goodbye Lullaby respectivamente.[241]

Discografia

Até o momento, Avril Lavigne lançou seis álbuns de estúdio, acompanhados de oito extended plays (EPs), três álbum de vídeo, um álbum ao vivo e um álbum de remixes. No total, as suas vendas discográficas são avaliadas em mais de 40 milhões de discos distribuídos por todo o globo, o que a converte na quarta artista feminina canadense mais bem-sucedida, atrás apenas de Celine Dion, Shania Twain e Alanis Morissette.[242][243][244][245] Let Go representa a maior parcela desse total, com 18 milhões de unidades.[246] Under My Skin e The Best Damn Thing também obtiveram — embora inferior ao debute — destaque comercial, com o primeiro citado tendo vendas estimadas em 10 milhões de réplicas e o segundo, em 6 milhões.[247] No Brasil, as vendas totais da artista ultrapassavam 500 mil exemplares físicos até julho de 2004. Por esse número, tornou-se um dos recordistas de vendas de discos em território brasileiro.[248] A cantora lançou ainda trinta e dois singles, incluindo três como artista convidada. As vendas de suas faixas ultrapassam 50 milhões de unidades em todo o globo.[242]

Imagem pública

Ela tinha escovas de dentes derretidas nos pulsos. Não estava usando maquiagem. Não se importava em ser sensual. Ela certamente não era uma princesa do pop.

Lauren Christy, do The Matrix, ao relembrar a primeira vez em que viu a cantora.[16]

A partir do momento em que se tornou publicamente conhecida, Avril Lavigne começou a ser rotulada diversas vezes como uma "moleca malcriada" pela imprensa, em consequência de sua atitude rebelde e de "garota durona" na era Let Go em conjunto com suas vestimentas incomuns a artistas femininas adolescentes àquele época.[249][250] Em suas aparições públicas, Lavigne encontrava-se vestida com calças folgadas, muitas vezes, ao estilo esqueitista, gravatas masculinas e usava seu cabelo alisado e partido ao meio.[30] Também gostava de usar maquiagem escura, regatas brancas, cintos com caveiras prateadas na fivela, munhequeiras e pulseiras de plástico.[31] Quanto aos calçados, dava preferência a tênis Converse All-Stars — sua então marca registrada — e botas-coturno.[223]

Outro elemento que viabilizou a imagem midiática da cantora foi seu comportamento e natureza mal-humorada.[12] Nas suas primeiras entrevistas, Lavigne comportava-se com certa indiferença e tinha uma postura malcriada.[2] Não foram raras as vezes em que entreteve jornalistas com histórias sobre brigas nas quais se envolveu e expulsões de bares e boates por fazer bagunça demais.[3] Ademais, Lavigne dispensou as sugestões para ter os dentes branqueados ou usar algo mais sensual do que sua roupa usual e uma gravata, principalmente porque não queria se parecer a Britney Spears, que usava sapatos de salto alto e calças apertadas, as quais julgava com desconfortáveis.[9]

"Fui rotulada como se eu fosse uma garota com raiva — como se fosse rebelde, como se fosse punk e não sou nada disso. Isso é tão engraçado, e sou muito tímida na verdade."

— Avril expressando os seus sentimentos sobre a sua imagem de "garota durona" ao Arizona Daily Sun.[46]

Ao longo da carreira, ela mudou gradualmente seu estilo.[51] Durante a promoção inicial de Under My Skin, apareceu com o cabelo mais loiro e com mechas pretas, assumindo um visual mais gótico e abandonando o de esqueitista. Nesse mesmo período, passou a usar com mais frequência blusas em vez de roupas volumosas.[46][47] A mídia viu isso como um sinal de amadurecimento da cantora, que inclusive passou a usar saias de vez em quando.[53] Durante a era The Best Damn Thing, fez alterações mais drásticas, usando o cabelo loiro com uma faixa rosa e vestindo roupas mais femininas, incluindo calças jeans justas, saltos altos e sapatilhas. "Quando comecei aos 17 anos, eu era uma garota. Então não usava sapato de salto alto e vestidos. Agora, que estou mais velha, posso usar uma calça mais apertada, como qualquer menina que se produz. Adoro bolsas e sapatos. Já não me visto mais como moleque. Acho que superei essa fase também", disse à Capricho em novembro de 2007.[224]

Em retrospectiva, Avril defendeu seu novo estilo, dizendo: "Eu realmente não me arrependo de nada. E agora estou crescida, eu sigo em frente".[251] Também admitiu achar achar engraçada a forma como se vestia e se portava no começo da carreira.[252] "Mudei o jeito de me vestir, o que é normal. Mas olho para trás e vejo todas as fotos e todas aquelas coisas estranhas que eu vestia. E era legal vestir calças de esqueitista e gravata naquela época".[253]

Legado

 
Avril na premiação do MMVA, no qual conquistou dois prêmios.

Em 2003, Lavigne ganhou um Prêmio Internacional de Realização pela música "Complicated" no Prémio SOCAN em Toronto.[254]

Lavigne recebeu oito indicações ao Grammy Awards em dois anos, incluindo como Melhor Artista Revelação. Ela também recebeu três indicações para o American Music Awards, uma indicação o Brit Awards e um MTV Video Music Awards. Ela recebeu um total de 221 prêmios e 301 indicações.

Em 2009, a Billboard nomeou Lavigne a artista pop número 10 na sua lista de "Melhor artistas dos anos 2000".[255] Ela foi listada como o 28º melhor artista geral da década, com base no desempenho de seus álbuns nas paradas dos EUA.[254]

Avril Lavigne é considerada um destaque na cena pop punk e na cena pop rock alternativa, uma vez que ajudou a abrir caminho para o sucesso da música pop influenciada pelo punk, feita por mulheres, como Skye Sweetnam, Fefe Dobson, Lillix, Kelly Osbourne, Krystal Meyers, Tonight Alive, Hey Monday, entre outras, como resultado direto.[256][257][258][259][260][261] Ela foi comparada a outras cantoras alternativas da década de 1990, como Alanis Morissette, Liz Phair e Courtney Love e ganhou uma reputação como a maior representante feminina da música pop punk e também como uma das cantoras que melhor representaram o rock nos anos 2000.[262][263][264] Lavigne também foi vista como um ícone de moda por seu estilo skatista punk e rockeira.[265][266] Músicas como Sk8er Boi, He Wasn't e Girlfriend são freqüentemente listadas como uma das melhores músicas pop-punk de todos os tempos, por diferentes críticos.[267][268][269][270][271]

Lavigne detém um Guinness World Records como sendo a artista feminina solo mais jovem, a liderar a principal parada de álbuns no Reino Unido, em 11 de janeiro de 2003 aos 18 anos e 106 dias. O álbum Let Go chegou ao número um na sua 18ª semana.[272] Ela também foi a primeira a chegar a 100 milhões de visualizações no YouTube, com o videoclipe de Girlfriend de 2007.[273] Lavigne foi a primeira artista ocidental a fazer uma turnê completa na China, com The Black Star Tour em 2008; E é considerado a maior artista ocidental na Ásia, especialmente no Japão, onde seus três primeiros álbuns venderam mais de 1 milhão de cópias, sendo a única artista feminina ocidental desde 2000 a alcançar tal feito.[274] Avril Lavigne é o único artista a se apresentar em três diferentes eventos multi-esporte, como duas cerimônias de encerramento dos Jogos Olímpicos de Inverno (Turim 2006[275] e Vancouver 2010[276]) e na cerimônia de abertura do Special Olympics World Summer Games de 2015.[277]

O trabalho da cantora influenciou artistas do pop rock, pop punk e música pop e de outros gêneros como Aly & AJ,[278] Busted,[279] Hilary Duff,[280] Rob Halford (Judas Priest),[281] Charlotte Sometimes,[282] Ed Sheeran,[283] Miley Cyrus,[284] Vanessa Hudgens, Jessie J,[285] Jonas Brothers,[286] Brie Larson,[287] Danielle McKee, Lesley Roy,[288] Selena Gomez,[289] Ashley Tisdale,[290] Ariana Grande,[291] Paramore,[292] Amy Studt,[293] Meghan Trainor,[294] Miranda Cosgrove, Tonight Alive, Hey Monday, Kelly Osbourne, Liz Phair,[295] Amanda Palmer, Misono,[296] YUI,[297] Demi Lovato, PVRIS, entre outros.[292][298]

Vida pessoal

Relacionamentos

Deryck Whibley

Avril Lavigne e Deryck Whibley, vocalista do Sum 41, começaram a namorar em 2004, noivaram em 2005 e casaram-se em 15 de junho de 2006; ela aos 21 e ele aos 26 anos de idade. Na cerimônia, realizada numa propriedade particular em Montecito, Califórnia, estavam presentes cerca de 110 convidados.[299] Lavigne usou um vestido diferente dos tradicionais, composto por uma gola e tecido longo.[300] Em sequência, eles venderam suas casas em Toronto e mudaram-se para uma mansão em Bel Air, avaliada em 9,5 milhões de dólares.[301][302] No início de outubro de 2008, iniciaram-se rumores acerca de que a cantora estaria separada, depois de dois anos de casamento, porém a separação não foi confirmada, e Avril negou os boatos.[303] Eles separam-se em 17 de setembro de 2009, mas apenas em 9 de outubro a separação foi oficializada pela justiça, a partir da justificativa dada pela cantora de "diferenças irreconciliáveis", acompanhada por um pedido de que não fosse concedida pensão ao ex-marido, que, após pedido feito por Lavigne, deixou a casa deles em Bel Air.[304]

Brody Jenner

Em fevereiro de 2010, Lavigne começou a namorar o modelo Brody Jenner. Eles se separaram em janeiro de 2012.[305]

Chad Kroeger

Em julho de 2012, Lavigne começou a namorar Chad Kroeger, vocalista do Nickelback.[306] Curiosamente, eles já haviam visto um ao outro num bar anos atrás, quando ela ainda estava com Whibley.[307] A relação estreitou-se quando eles reuniram-se para trabalhar no material do quinto álbum de estúdio de Avril em fevereiro de 2012. Depois de seis meses de namoro, Lavigne anunciou seu noivado com Kroeger, em agosto.[308] A cerimônia de casamento ocorreu em 1 de julho de 2013, na França.[306] O casal separou-se em 2 de setembro de 2015, por meio de um anúncio na conta do Instagram da artista.[309]

Fortuna

Avril Lavigne tem uma fortuna total estimada entre 45 e 50 milhões de dólares.[310][242] Segundo a Forbes, ela detinha de uma renda de aproximadamente 12 milhões de dólares.[311] Em 2008, Avril resolveu colocar à venda suas mansões localizadas em Los Angeles e, segundo a mesma revista, isso se deu por causa de uma crise financeira. Uma das residências ficava em Beverly Hills e foi ofertada em fevereiro de 2007 por 6,9 milhões de dólares e vendida por 5,8 milhões um ano depois.[312] No mesmo ano, ela arrecadou mais de 13 milhões de dólares e retornou à de artistas mais ricos do mundo, ficando em 13.º lugar.[313] Enquanto esteve casada com Whibley, ela tinha uma fortuna de 18 milhões de dólares somada a do marido, fazendo-os serem o 14.º casal mais rico em 2008.[314]

Tatuagens

 
Lavigne tem uma tatuagem em seu braço direito.

Apenas algumas das tatuagens da cantora são relacionadas a ela; as demais são compartilhadas com amigos.[315] Lavigne tinha uma estrela tatuada no interior de seu pulso esquerdo, que fazia referência a um rabisco presente no encarte de seu primeiro álbum de estúdio. Esta foi feita juntamente com Ben Moody em 2004.[47] No final do mesmo ano, ela gravou um pequeno coração rosa em torno da letra D aplicado ao seu pulso direito, o que representava Deryck Whibley. Os dois fizeram mais uma tatuagem em março de 2010, em comemoração do seu aniversário de 30 anos de Deryck.[315] Em abril, ela acrescentou outras figuras em seu pulso: um relâmpago e o número 30.[316] Em maio, tanto ela quanto Jenner fizeram tatuagens com a palavra "fuck" em suas costelas.[317] Em julho, ela apareceu com o nome de Brody tutuado nas costelas.[318] Além dessas, possui uma estrela no seu antebraço esquerdo, onde também tem "Abbey Dawn" e "XXV".[315]

Filantropia

 Ver artigo principal: The Avril Lavigne Foundation
 
Avril Lavigne na ONG Meninos do Morumbi, em São Paulo.

Como mencionado, Avril Lavigne já participou de diversas atividades filantrópicas. Num primeiro momento, a regravação de "Knockin' on Heaven's Door" foi parte da compilação Peace Songs, cujos lucros foram revertidos à fundação War Child.[41] Todo o dinheiro arrecadado foi doado para crianças vítimas da guerra no Iraque em 2003.[319]

A artista esteve presente em Vancouver em 29 de janeiro de 2005, onde ocorreu um concerto com o fim de arrecadar recursos para ajudar as vítimas do tsunami que atingiu o sul da Ásia em 2004. O valor arrecado foi repassado às instituições War Child, Oxfam, CARE Canada e Médicos sem Fronteiras.[320] Em 28 de novembro de 2007, ela foi uma das artistas a se apresentar no concerto especial Unite Against Aids, no Bell Center em Montreal, Quebec, realizado como parte da campanha da Unicef em combate a AIDS em crianças e adolescentes.[321] A cantora foi um dos músicos que se apresentou em hospitais em parceira com a ONG Musicians On Call, que tem como finalidade dar apoio emocional a pacientes através de shows acústicos nos leitos.[322]

Lavigne doou um par de sapatos para a Clothes Off Our Back, uma organização que beneficia instituições de caridade através de leilões de bens utilizados por celebridades.[323] Também permitiu o uso de sua canção "When You're Gone" para o álbum da campanha de caridade Imagine There's No Hunger, que arrecadou dinheiro na luta contra a fome e miséria no mundo, em outubro de 2008.[324] Em sua passagem pela China com a The Best Damn Thing Tour, aproveitou os shows que fez para arrecadar dinheiro contra a miséria e para ajudar crianças com deficiência motora. A cantora também visitou a cidade de Sichuan, onde entregou presentes para crianças que sofreram danos causados pelo sismo em Sichuan em 2008.[325] Ademais, envolveu-se no projeto Race to Erase MS, da Fundação Nancy Davis, em prol do tratamento e cura da esclerose múltipla.[326] O evento aconteceu em 17 de maio de 2010 no Hyatt Regency Century Plaza, em Los Angeles, com participações de artistas para arrecadação de fundos.[327]

Após o terremoto no Haiti em 2010, Avril e outros cantores canadenses regravaram a canção "Wavin' Flag", revertendo todo o seu faturamento em prol das vítimas no país.[102] A sua canção "Nobody’s Home" foi concedida para uma coletânea chamada Aid Still Required (2010), com o objetivo de arrecadar recursos para a reconstrução e reestruturação da região no Oceano Índico atingida por um tsunami de dezembro de 2004.[328] Em dezembro de 2010, ela participou da edição mexicana do Teleton, com mais de 10 mil pessoas presentes, no Auditório Nacional, onde interpretou as canções "Complicated" e "Girlfriend".[329]

Em 15 de setembro, a cantora inaugurou a The Avril Lavigne Foundation, que tem a intenção de ajudar as crianças e jovens que sofrem de qualquer tipo de deficiência e doenças graves. A ideia de criar a fundação veio de ver as experiências de vida dos seus fãs que sofrem de deficiências ou doenças graves. O projeto tem parceria como outras instituições, como Easter Seals, Make-A-Wish Foundation e Fundação Nancy Davis.[330] A sua canção "Fly" teve a receita doada para a organização esportiva Special Olympics.[160]

Banda de apoio

Avril Lavigne, com Steve Fekete na guitarra e Al Berry no baixo.
Formação atual
Ex-membros
  • Matt Brann: bateria, percussão (2002–2007)
  • Jesse Colburn: guitarra rítmica (2002–2004)
  • Mark Spicoluk: baixo, vocais de apoio (2002)
  • Evan Taubenfeld: guitarra, vocais de apoio (2002–2004)
  • Charles Moniz: baixo (2002–2007)
  • Devin Bronson: guitarra, vocais de apoio (2004–2008)
  • Craig Wood: guitarra rítmica, vocais de apoio (2004–2007)
  • Jim McGorman: guitarra rítmica, vocais de apoio (2007–2013)
  • Al Berry: baixo, vocais de apoio (2007–2019)
  • Steve Fekete: guitarra, vocais de apoio (2008–2013)
 

Ver também

Referências

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Bibliografia

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