Luiz Argôlo

político brasileiro
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Luiz Argôlo
Deputado federal da Bahia
Período 1º de fevereiro de 2011 até 28 de outubro de 2014
Deputado estadual da Bahia
Período 1º de fevereiro de 2003 até 31 de janeiro de 2010
Vereador de Entre Rios
Período 1º de janeiro de 2001 até 31 de janeiro de 2002
Dados pessoais
Nome completo João Luiz Correia Argôlo dos Santos
Nascimento 23 de junho de 1980 (40 anos)
Entre Rios, Bahia
Nacionalidade brasileiro
Partido PFL (2000-2002)
PPB (2002-2003)
PP (2003-2014)
Solidariedade (2014-presente)
Luiz Argôlo
Crime(s) Promiscuidade financeira[1]
Pena 11 anos e 11 meses de reclusão[2]
Situação Em regime inicialmente fechado[2]

João Luiz Correia Argôlo dos Santos, mais conhecido como Luiz Argôlo (Entre Rios, 23 de junho de 1980), é um ex-político brasileiro. Atualmente filiado ao Partido Solidariedade (SDD), foi deputado federal pelo estado da Bahia, e é suspeito de estar envolvido em atividades ilegais com o doleiro Alberto Youssef, tendo sido preso em abril de 2015 durante a operação Lava Jato.[3]

BiografiaEditar

Cursou o no Colégio Estadual Monteiro Lobato (Céu Azul - PR). Iniciou o curso de Administração na Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC), Salvador, Bahia, sem concluir. Em 2003, cursava Administração Pública na Universidade Regional da Bahia (hoje Faculdade Regional da Bahia, Unirb), em Salvador, mas segundo o site da Câmara dos Deputados, continua sem diploma universitário.[4]

Foi eleito vereador pelo PFL em 2000, tornado-se presidente da Câmara dos Vereadores de Entre Rios. Logo depois assumiu a prefeitura de Entre Rios, interinamente por um ano, tornando-se um dos mais jovens prefeitos (interino) da história do país. Em 2002 elegeu-se como o quarto deputado estadual mais votado no estado da Bahia, com mais de 70.000 (setenta mil votos),[5] reelegeu-se deputado estadual em 2006,[6] e em 2010 foi eleito deputado federal com votação expressiva no estado da Bahia.[7]

Em abril de 2014 teve seu nome associado ao doleiro Alberto Youssef, por ter recebido benesses do criminoso preso. Flagrado trocando telefonemas e mensagens com Youssef, Argôlo é acusado de manter relacionamento de promiscuidade financeira com o doleiro, suspeitando-se inclusive que tenha recebido dinheiro em espécie no apartamento funcional que a Câmara dos Deputados lhe concede para fins de moradia em Brasília.[1]

No mesmo ano nas eleições tentou se reeleger deputado federal, não conseguindo o pleito.[8]

Em outubro de 2014, Argôlo foi cassado pelo conselho de ética da Câmara dos Deputados por 13 votos a 4.[9]

Em 16 de novembro de 2015, Argôlo foi condenado pela Justiça Federal do Paraná a 11 anos e 11 meses de reclusão em regime inicialmente fechado, além do pagamento de multas totalizando R$ 459.740, pelo envolvimento no Petrolão. A decisão cabe recurso.[2]

Desempenho em eleiçõesEditar

Ano Eleição Coligação Partido Candidato a Votos Resultado
2014 Estadual da Bahia Unidos Por Uma Bahia Melhor
(DEM, PMDB, PSDB, PTN, SD, PROS, PRB, PSC)
SD Deputado federal 63.649 Suplente[8]

Atividade partidáriaEditar

Vice-líder do PPB, ALBA, 2003; vice-líder do PP, ALBA, abr. 2003-2006; vice-líder do Bloco Parlamentar, PP/ PRP, ALBA, 2007.

Ver tambémEditar

Referências

  1. a b [1]
  2. a b c «Justiça Federal condena ex-deputado Luiz Argôlo a 11 anos de prisão». G1 Paraná. 16 de novembro de 2015. Consultado em 16 de novembro de 2015 
  3. «Estadão» 
  4. [2]
  5. [3]
  6. [4]
  7. [5]
  8. a b «Luiz Argolo 7777». Eleições 2014. Consultado em 10 de abril de 2015 
  9. «Conselho de ética aprova cassação de deputado Luiz Argôlo (SDD-BA)». Valor Econômico. 28 de outubro de 2014. Consultado em 3 de setembro de 2015 
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