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Mário de Miranda Vilas-Boas
Arcebispo da Igreja Católica
Arcebispo-Emérito de João Pessoa
Atividade Eclesiástica
Diocese Arquidiocese da Paraíba
Nomeação 20 de junho de 1959
Predecessor Dom Moisés Sisenando Coelho
Sucessor Dom José Maria Pires
Mandato 1959 - 1965
Ordenação e nomeação
Ordenação presbiteral 6 de dezembro de 1925
Nomeação episcopal 26 de maio de 1938
Ordenação episcopal 30 de outubro de 1938
por Dom José Tomas Gomes da Silva
Lema episcopal SENTIRE CUM ECCLESIA
Nomeado arcebispo 10 de setembro de 1944
Brasão arquiepiscopal
Brasao Mario de Miranda Vilas-Boas 1.png
Dados pessoais
Nascimento BrasilRio Grande
4 de agosto de 1903
Morte Aracaju
23 de fevereiro de 1968 (64 anos)
Funções exercidas -Bispo de Garanhuns (1938-1944)
-Arcebispo de Belém (1944-1956)
-Arcebispo-coadjutor de Salvador (1956-1959)
Títulos anteriores - Arcebispo de Cyrrhus (1956-1959)
- Arcebispo de Gibba (1965-1968)
dados em catholic-hierarchy.org
Arcebispos
Categoria:Hierarquia católica
Projeto Catolicismo

Dom Mário de Miranda Vilas-Boas (Rio Grande, 4 de agosto de 1903Aracaju, 23 de fevereiro de 1968) foi um bispo brasileiro, ordenado sacerdote no dia 6 de dezembro de 1925.

Índice

Bispo de GaranhunsEditar

Monsenhor Mário Vilas-Boas foi nomeado pelo Papa Pio XI bispo de Garanhuns, Pernambuco, Brasil, no dia 26 de maio de 1938. Foi ordenado bispo em Aracaju, no dia 30 de outubro de 1938, aos 35 anos de idade, pelas mãos de Dom José Tomas Gomes da Silva, Dom Adalberto Accioli Sobral e Dom Juvêncio de Brito. Permaneceu nesta diocese até 1944.

SucessãoEditar

Dom Mário de Miranda Villas-Boas foi o terceiro bispo de Garanhuns, sucedeu a Dom Manuel Antônio de Paiva e teve como sucessor Dom Juvêncio de Brito.

Arcebispo de Belém do ParáEditar

No dia 10 de setembro de 1944 o Papa Pio XII nomeia Dom Mário Arcebispo de Belém do Pará. Sua posse solene deu-se a 5 de Janeiro de 1945. Em sua posse estava presente, representando o clero de Alagoas, o Cônego Avelar Brandão Vilela.

Em 1952 participou da fundação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, sendo eleito para a comissão permanente.

Permanecerá na Arquidiocese de Belém do Pará até 1956.

SucessãoEditar

Dom Mário de Miranda Vilas-Boas foi o sexto Arcebispo de Belém do Pará, sucedeu a Dom Jaime Cardeal de Barros Câmara e teve como sucessor Dom Alberto Gaudêncio Ramos.

Arcebispo coadjutor de São Salvador da BahiaEditar

No dia 23 de outubro de 1956, o Papa Pio XII nomeia Dom Mário, a pedido do Cardeal Álvaro da Silva, Arcebispo Coadjutor de São Salvador da Bahia, com direito a sucessão. Recebeu o título de Arcebispo de Cyrrhus. Nesta função permanecerá até 1959.

Arcebispo da ParaíbaEditar

 
Brasão d’armas de Dom Mário de Miranda Vilas-Boas, desenhado por Paulo Lachenmayer, OSB

O Papa João XXIII nomeou Dom Mário Vilas-Boas, no dia 20 de junho de 1959, Arcebispo da Paraíba. Sua Excelência permanecerá nesta função até 18 de maio de 1965 quando renuncia à arquidiocese. Recebeu a sé titular de Gibba.

MorteEditar

Dom Mário faleceu em Aracaju, Sergipe, Brasil, no dia 23 de fevereiro de 1968, aos 64 anos de idade. Seus restos mortais estão sepultados na Catedral de Belém do Pará.

Ordenações episcopaisEditar

Dom Mário de Miranda Villas-Boas foi o principal sagrante dos seguintes bispos:

Foi co-celebrante da sagração episcopal de:

BibliografiaEditar

  • Gardel, Luis D. Les Armoiries Ecclésiastiques du Brésil (1551-1962). Rio de Janeiro, 1963.
  • Guia histórico e catálogo da Arquidiocese de Belém. Belém, 1982. 45 p.
  • Ramos, Alberto Gaudêncio. Cronologia eclesiástica do Pará. Belém: Falângola, 1985. 305 p.

Ligações externasEditar