Masturbação

Ato de estimular os órgãos genitais e zonas erógenas manualmente ou não

Masturbação é o acto da estimulação dos próprios órgãos genitais, manualmente ou por meio de objectos, com o objectivo de obter prazer sexual, seguido ou não de orgasmo.[1] O estimulo pode envolver mãos, dedos, objectos do quotidiano, brinquedos sexuais como vibradores, ou combinações destes. A masturbação mútua é masturbação com um parceiro sexual, e pode incluir a estimulação manual dos genitais do parceiro (dedilhação ou masturbação à mão), ou ser usada como forma de sexo não-penetrativo.

O termo foi usado pela primeira vez pelo médico inglês e fundador da psicologia sexual, Dr. Havelock Ellis, em 1898.

A masturbação é observada em muitas espécies de mamíferos, especialmente nos grandes primatas. Na espécie humana, a masturbação é comum em ambos os sexos e em uma larga faixa etária, iniciando-se no início da puberdade, ou, segundo alguns, ainda durante a infância - mas sem a carga erótica nesta fase. O acto da masturbação é socialmente condenável em algumas culturas, embora não seja uma doença, nem as cause.

Vários benefícios médicos e psicológicos foram atribuídos a uma atitude saudável em relação à actividade sexual em geral e à masturbação em particular.[2] Não é conhecida qualquer relação causal entre a masturbação e qualquer forma de desordem mental ou física. No mundo ocidental, a masturbação em privado ou com um parceiro é geralmente considerada como uma parte normal e saudável do prazer sexual.

HistóriaEditar

 
O falo de Schelklingen, em siltito, com uma idade calculada de 28 mil anos, tem cerca de 20 cm de comprimento e foi provavelmente usado como dildo.[3]

A masturbação solitária tem sido interpretada de várias maneiras por diferentes religiões e sociedades, e tem sido objecto de legislação, controvérsia social, activismo, bem como de estudo. As visões sociais sobre o tabu da masturbação têm variado muito em diferentes culturas, e ao longo da história.

 
Gravura em uma cratera grega retratando a masturbação de um sátiro, do século VI a.C.
 
Cintos de prevenção contra o onanismo; imagem publicada em 1921.

Segundo Marcos Nogueira, antes do cristianismo, era vista como uma ação natural; a partir desse, foi proibida, com toda a sexualidade sendo reprimida. A partir do século XX, voltou a ser considerada natural.[4][parcial?] O furor anti-masturbação - dizem C.Ryan e C.Jethá, tem raízes profundas na história judaica-cristâ, encontrando depois apoio médico por exemplo nos escritos (1758) de Auguste Tissot. [5]Mas também os pensadores progressistas do Iluminismo fomentaram o tabu sobre a masturbação, e Laqueur pensa até que antes do Século das Luzes, a masturbaçao, ao contrário de outros tipos de sexualidade, não tinha quase nenhum papel a desempenhar numa ética mais geral do organismo que os médicos afirmaram ser o seu domínio. Num mundo em que existiam , pelo menos para as classes altas, possibilidades quase inimagináveis de comportamento excessivo, - a masturbação estava no fim da escala de preocupaçoes.[6]

Pré-CristianismoEditar

Representações de masturbação humana são datadas da era paleolítica10000 a.C., com inscrições feitas por homens primitivos mostrando figuras de masturbação solitária, coletiva ou como parte de rituais.[carece de fontes?]

De acordo com os registos, os antigos sumérios tinham atitudes muito relaxadas em relação ao sexo. Os sumérios acreditavam que a masturbação aumentava a potência sexual, tanto para os homens como para as mulheres, e frequentemente praticavam-na , tanto sozinhos como com os seus parceiros.[7] A masturbação era também um acto de criador. Na mitologia suméria, acreditava-se que o deus Enki tinha criado os rios Tigre e Eufrates masturbando-se e ejaculando para os seus leitos secos. [8] Os antigos egípcios também consideravam a masturbação por uma divindade como um acto de criação; acreditava-se que o deus Atum, depois de se ter criado a si mesmo, tinha criado o universo masturbando-se. Agarrando o seu pénis, gerou duas crianças, Shu e Tefnut [9]

No Antigo Egito a masturbação era uma prática coletiva feita em santuários de adoração as divindades como Atum e as mulheres quando morriam eram mumificadas com os objetos fálicos utilizados por elas, uma espécie de dildo de argila.[carece de fontes?] Objectos semelhantes a dildos aparecem em pinturas do Antigo Egipto de cerca de três mil anos A.C. As mulheres foram retratadas usando falos enormes em torno da cintura em cerimónias de homenagem a Osíris.[10]

Os Maias também possuíam rituais de masturbação[11] e desenhavam esses rituais em pedras que são encontradas hoje em ruínas.

Os Indianos tinham a crença de que a masturbação acarretava perda de energia vital e evitavam a prática para se sentirem mais fortes. O esperma era considerado o elixir da vida e deveria ser conservado dentro do corpo o maior tempo possível. Veio daí a crença de que a masturbação deixa as pessoas fracas e poderia levá-las até a morte. Nesse contexto se desenvolveu o sexo tântrico e a masturbação tântrica.[carece de fontes?]

Na Grécia Antiga, de moralidade sexual muito livre, comparada à Ocidental actual, a masturbação era um acto sexual visto com certa naturalidade[12], ainda que a prática fosse alvo de chacota entre as classes mais abastadas. Para os gregos, um homem de classe superior não precisaria se masturbar, devido às alternativas sexuais que tinha: escravas, prostitutas e mulheres de classes inferiores.[4] No Império Romano, a visão era semelhante.[4]

Pós-CristianismoEditar

Com a chegada da cultura judaico-cristã no Ocidente, iniciou-se um processo de repressão, por motivos morais e religiosos. Nomeadamente, o desperdício voluntário de esperma (ou sêmen) era pecado grave. No século XVII, na colónia puritana de New Haven, chegou a ser um crime punido com pena de morte. Este fenómeno teve dois grandes responsáveis: a Medicina e a Igreja Católica.

A Igreja Católica, através do teólogo São Tomas de Aquino, classificou-a como um pecado contra a natureza. [13] Ele se baseava na interpretação da narrativa (critica-se, errónea) do Antigo Testamento sobre Onã, que diz respeito sim a coito interrompido.[14] A descoberta do espermatozóide, em 1677, motivou a Medicina a se associar à Igreja Católica para qualificar a masturbação como uma doença abominável e um mal moral, uma vez que o espermatozóide veio a ser considerado como um bebé em miniatura[carece de fontes?].

Acredita-se que os mitos foram sendo inventados graças a história de Onã, que expressava o pensamento dos judeus há 4.000 anos atrás. Mas esse pensamento seguiu até o século XVIII.Após esse século, o mundo não passou a ver a visão da igreja, mas sim uma visão mais racional e científica. A partir daí, não bastava apenas a religião condenar o ato. Então a partir daí surgem os mitos.[4]

A condenação da masturbação, mesmo por parte de médicos, foi, consequentemente, a regra nos Séculos XVII a XIX. Era vista como uma doença que provocava distúrbios do estômago e da digestão, perda do apetite ou fome voraz, vómitos, náuseas, debilitação dos órgãos respiratórios, tosse, rouquidão, paralisias, enfraquecimento do órgão de procriação a ponto de causar impotência, falta de desejo sexual e ejaculações nocturnas e diurnas[carece de fontes?]. Em 1758, Samuel Auguste Tissot publica o "Ensaio sobre as doenças decorrentes do Onanismo", em que diz que esta doença ataca os jovens e libidinosos e, embora comam bem, emagrecem e consomem seu vigor juvenil.

Criaram-se mitos anticientíficos fortemente negativos acerca da prática da masturbação, visando a desencorajar o acto nos jovens ainda em desenvolvimento psicossexual, o que levou a muitos casos de complexos de culpa, medos e recalcamentos. Vários mitos populares que visam desencorajar a prática da masturbação remontam aos séculos XVIII e XIX, quando a sociedade europeia promoveu a censura da sexualidade.[15]

ModernidadeEditar

No entanto, no início do século XX, surgiram novos estudiosos como Sigmund Freud, Kraft-Hebing e Havelock Ellis, com novas linhas de pensamento que levaram a uma visão diferente da masturbação.

O peso histórico da carga negativa e pecaminosa dessa atividade ainda existe em algumas pessoas, inibindo-as da vivência plena da sua sexualidade ou mesmo atrofiando o seu natural desenvolvimento psicossexual. Atualmente, o novo Catecismo da Igreja Católica classifica-a de "desordem moral" a ser vencida pelo crente. O ato ainda é condenado por muitas igrejas evangélicas.[carece de fontes?]

No final do século XX foi criado um consenso por profissionais de saúde de que a masturbação é sadia, e com o advento da especialização acadêmica da sexualidade o ato é defendido por especialistas como parte do desenvolvimento sexual de uma pessoa normal. O mercado de vibradores e estimulantes ao ato vem crescendo no mundo todo com lojas na Internet.[carece de fontes?]

Recentemente, estudos mostraram que a masturbação pode prevenir o câncer de próstata e aliviar os sintomas de depressão. A masturbação frequente, particularmente aos 20 anos, ajudaria os homens nesse sentido, de acordo com um estudo publicado na revista "New Scientist" (www.newscientist.com).[carece de fontes?]

Segundo cientistas australianos, quanto mais os homens se masturbam entre os 20 e os 50 anos, menos chances há de um tumor prostático se desenvolver. Eles suspeitam que a ejaculação frequente preveniria a formação de carcinógenos na glândula, pois o sêmen é rico em substâncias como potássio, zinco, frutose e ácido cítrico.[carece de fontes?]

O pesquisador Graham Giles, do Conselho de Câncer Victoria, em Melbourne, analisou 1.079 pacientes com câncer e 1.259 homens saudáveis. Giles descobriu que as pessoas que ejaculavam mais de cinco vezes por semana aos 20 anos tinham três vezes menos chance de apresentar uma versão agressiva da doença.[carece de fontes?]

TécnicasEditar

MasculinaEditar

 Ver artigo principal: Onanismo

FemininaEditar

 Ver artigo principal: Siririca
 
"Mulher sentada com as coxas separadas" (1916) de Gustav Klimt.
 
Vénus de Urbino, quadro de Ticiano, de 1538. Segundo várias análises, a tela retrata uma cena de masturbação.[16][17]

Prevenção de AIDS (SIDA) e de DSTsEditar

Vários programas de orientação sexual que divulgam a abstinência sexual propõem a masturbação como uma alternativa para a prevenção de AIDS (SIDA) e outras doenças sexualmente transmissíveis, alcançando resultados bastante interessantes com comprovadas pesquisas que apontam para uma diminuição significativa no número de infeções do HIV em Uganda.[carece de fontes?]

Mesmo na masturbação mútua, o risco quanto à transmissão de doenças sexuais é quase inexistente já que a prática em si não propicia a troca de fluidos corporais.[carece de fontes?]

Desde a década de 1980, a masturbação mútua já era incentivada entre homossexuais como uma alternativa ao sexo anal ou ao oral, sendo que hoje a sua divulgação destina-se também aos heterossexuais como um eficiente método preventivo e contraceptivo.[carece de fontes?]

Atualmente, as escolas de vários países falam abertamente sobre o uso da masturbação aos seus alunos, ensinando que se trata de algo saudável para os adolescentes, embora persista uma oposição de diversos grupos religiosos quanto a esta concepção moderna nos modelos de educação sexual, recomendando unicamente a abstinência do sexo e sua limitação aos relacionamentos matrimoniais.[carece de fontes?]

Mesmo funcionando como um método seguro de prevenção de AIDS e DSTs, bem como de contracepção, pode não ser recomendável que um casal pratique a masturbação mútua sem ter alguns preservativos por perto, considerando a possibilidade dos parceiros não se conterem durante o momento e praticarem o sexo penetrativo sem nenhuma proteção. Até mesmo porque a masturbação quando praticada na mulher pode despertar mais ainda o seu desejo pelo coito vaginal.[carece de fontes?]

Análise psicológicaEditar

 
Auto-retrato de Egon Schiele, 1911.

Alguns psicólogos defendem a masturbação na adolescência como essencial para o auto conhecimento das zonas erógenas e da sua resposta sexual, para o exercício das fantasias sexuais, e nos casos de impossibilidade de se ter um relacionamento sexual, desde que não seja em excesso ou se torne numa obsessão. Estudos científicos comprovam que o orgasmo resultante da masturbação pode ser tão intenso ou mais do que o resultante de uma relação sexual, de modo que tem se tornado comum o uso da masturbação mútua mesmo entre parceiros heterossexuais. Para a maioria das pessoas, independentemente do seu envolvimento ou não em actividades sexuais, torna-se uma prática saudável complementar que permanece até a velhice, sem maiores intercorrências.[carece de fontes?]

Há algumas correntes da psicologia que defendem que a prática da masturbação pode ser prejudicial à vida conjugal futura, quando um(a) jovem acostumado à rápida satisfação sexual por meio da masturbação acaba por desconsiderar egoisticamente as necessidades de satisfação sexual do seu parceiro(a), podendo gerar problemas no seu relacionamento sexual e afectivo.[carece de fontes?]

Para além disto, pode constituir um problema psicológico, quando uma pessoa adulta prefere obter satisfação sexual unicamente pela masturbação, em vez de uma relação sexual. A masturbação compulsiva não é uma mera busca ocasional de alívio da ansiedade ou da tensão; torna-se numa prejudicial válvula de escape da realidade, podendo tornar-se numa dependência psicológica fortíssima. Nestes casos, a pessoa deverá procurar um acompanhamento psicológico, identificar as causas do seu comportamento e, depois, lidar com elas.[carece de fontes?]

Origem do termo "onanismo" e sua críticaEditar

Embora se use frequentemente o termo onanismo quando se fala da masturbação, muitos consideram-no inapropriado.

Segundo o relato bíblico, Er, o primogénito de Judá, teria sido executado por Deus por um motivo grave não mencionado. Como ele não tinha descendência, Judá, seu pai, mandou que Onã, o segundo filho, casasse com a cunhada Tamar, viúva de Er (casamento Levirato)[18]. Assim, se tivessem um filho, a herança do primogénito pertenceria a criança como herdeira legal de Er e, se não tivessem um herdeiro, Onã ficaria com a herança de primogénito, por isso o motivo dele não querer engravidar a cunhada.

Ao não ter relações sexuais com Tamar, o texto bíblico diz que ele "desperdiçou o seu esperma na terra", em vez de inseminá-la. Desse modo, acredita-se que não se tratou de um acto de masturbação por parte de Onã, considerando que o relato diz que ele "teve relações com a esposa de seu irmão", apenas evitando que houvesse a concepção dela. O que pode ter acontecido de fato seria então um caso de coito interrompido. Onã, que não tinha filhos, teria sido executado por Deus por causa de sua cobiça e desobediência deliberada[19].

Todavia, a incorreta associação entre o pecado de Onã e a masturbação tem sido utilizada até hoje por alguns religiosos para justificarem a existência de respaldo bíblico a fim de condenarem a prática.[carece de fontes?]

Opinião das ReligiõesEditar

JudaísmoEditar

Deste modo, é possível que os judeus tivessem associado as recomendações de higiene na ejaculação involuntária do sêmen com a masturbação.

CatolicismoEditar

No catolicismo, a masturbação é condenada. [20]

Cristianismo evangélicoEditar

Masturbação é vista como proibida por alguns pastores evangélicos por causa dos pensamentos sexuais que podem acompanhá-la. [21] Em Estados Unidos e Nigéria, outros pastores evangélicos acreditam que masturbação pode ser benéfico para o corpo e que é um presente de Deus para evitar fornicação, especialmente para os solteiros. [22][23][24]

Testemunhas de JeováEditar

Para as testemunhas de Jeová, a masturbação é um hábito espiritualmente nocivo que estimula pensamentos que levam ao egoismo e corrompem a mente.[25]

MitosEditar

Há diversos mitos que envolvem a masturbação. Um deles é que a masturbação provoca espinhas. Mas essa afirmação não tem relatos científicos que a comprovem. O Acne é uma doença inflamatória na pele, que pode formar pus. Mas isso não tem nada a ver com masturbação.[26] Outro mito que se tem visto é que a masturbação pode provocar pelos nas mãos. Mas isso é mentira. O nascimento ou não de pelos nas mãos é determinado geneticamente e não ligação com a masturbação.[27]

 
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Referências

  1. «Your Guide to Masturbation» (em inglês). WebMD. Consultado em 17 de Fevereiro de 2021 
  2. Coleman, Eli (e outro)-editores (2002). «Masturbation as a Means of Achieving Sexual Health» (PDF). Journal of Psychology & Human Sexuality, Volume 14, Numbers 2/3- 2002, e Routledge. (Parcialmente arq. em WayBack Machine) 
  3. «Hohle Fels, Germany.». www.ancient-wisdom.com. Ancient Wisdom. Consultado em 18 de Fevereiro de 2021 
  4. a b c d Marcos Nogueira (Fevereiro de 2004). «O prazer em suas mãos». Superinteressante. Consultado em 24 de abril de 2011 
  5. Ryan, Christopher (e Jethá, Cacilda) (2011). «Cap. 18: The Prehistory of O -"What Horrid Extravagancies of Minde!"». Sex at Dawn: How We Mate, Why We Stray, and What It Means for Modern Relationships. [S.l.]: Harper Perennial 
  6. Laqueur 1970, p. 87-88.
  7. «The Mythology of Sex by Sarah Dening». www.ishtartemple.org. Consultado em 17 de fevereiro de 2021 
  8. Leick 1994, p. 32.
  9. Tyldesley, Joyce (2018). Nefertiti´s Face : The Creation of an Icon. [S.l.]: Harvard University Press. p. 73 
  10. Lieberman, Hallie (2017). «Capítulo: From Cavemen to Kinsey». Buzz: A Stimulating History of the Sex Toy. [S.l.]: Pegasus Books 
  11. Último Segundo (14 de julho de 2010). «Arqueólogos estudam práticas sexuais de astecas e maias» 
  12. Marina Motomura (7 de abril de 2017). «Como era o sexo na Antiguidade?». Mundo Estranho 
  13. Laqueur 1970, p. 143.
  14. «Gênesis 38». Biblia Online. Consultado em 25 de fevereiro de 2021 
  15. Stengers, Jean; van Neck, Anne. Masturbation: the history of a great terror. New York: Palgrave, 2001. ISBN 0-312-22443-5.
  16. Arasse, Daniel (2013). Take a closer look. [S.l.]: Princeton University Press. pp. 91–127 
  17. Driel 2012, p. 214.
  18. Gênesis 38:6-8
  19. Génesis 38:9-10
  20. Catecismo da Igreja Católica, site oficial do Vaticano.
  21. David K. Clark, Robert V. Rakestraw, Readings in Christian Ethics: Issues and Applications, Baker Academic, USA, 1994, p. 162
  22. Axel R. Schäfer, American Evangelicals and the 1960s, University of Wisconsin Press, USA, 2013, p. 104
  23. Mark D. Regnerus, Forbidden Fruit : Sex & Religion in the Lives of American Teenagers, Oxford University Press, USA, 2007, p. 115
  24. Eromosele Ebhomele, Masturbation Not A Sin – Oyakhilome, pmnewsnigeria.com, Nigéria, 24 de fevereiro de 2012
  25. Associação Torre de Vigia de Bíblias e Tratados (2011). Mantenha-se no amor de Deus. [S.l.]: Associação Torre de Vígia de Bíblias e Tratados. 218 páginas 
  26. «Masturbação provoca espinhas?». Saúde na Internet. 18 de novembro de 2007. Consultado em 24 de abril de 2011 
  27. «Masturbação faz crescer pêlos nas mãos dos meninos e provoca espinhas? Espinhas e pelos». SABER. Consultado em 24 de abril de 2011. Arquivado do original em 19 de outubro de 2012 

BibliografiaEditar

  • Driel, Mels Van (2012) - With the Hand: A Cultural History of Masturbation - Reaktion Books
  • Laqueur, Thomas W. (2003) - Solitary Sex: A Cultural History of Masturbation - Zone Books
  • Leick, Gwendolyn (1994) - Sex and Eroticism in Mesopotamian Literature - Routledge
  • Ryan, Christopher (e Cacilda Jethá) -(2011) - Sex at Dawn: How We Mate, Why We Stray, and What It Means for Modern Relationships - Harper Perennial

Ligações externasEditar