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Mausoléu Imperial

TransladoEditar

O mausoléu foi inaugurado pelo presidente Getúlio Vargas, em 1939, com achegada dos restos mortais de D. Pedro II e de D. Teresa Cristina. Foram repatriados do panteão da Igreja de São Vicente de Fora, em Portugal, em 1925, durante as comemorações do centenário de nascimento de D. Pedro II e passaram alguns anos abrigados na Catedral Metropolitana do Rio de Janeiro, àquela época a Igreja de Nossa Senhora do Monte do Carmo. Já os restos de D. Isabel e do Conde d'Eu foram lá inumados na década de 1950, repatriados do cemitério da comuna francesa de Eu. Os últimos restos a serem guardados foram os dos netos dos imperadores, trasladados do cemitério municipal da cidade em 1990.[2][3]

ConstruçãoEditar

Em estilo neogótico que acompanha o do templo onde se encontra, o Mausoléu Imperial é adornado com pinturas murais representando a coroação de D. Pedro II e sua partida para o exílio, por ocasião do golpe da república no Brasil, em 15 de novembro de 1889. Os vitrais trazem as armas imperiais e figuras de santos católicos ligados à família imperial brasileira, assim como poemas escritos por D. Pedro II durante seu exílio.[2][3]

O Mausoléu Imperial é uma das atrações turísticas mais populares da cidade de Petrópolis.[1]

TúmulosEditar

Referências

  1. a b FernandaSoares (2 de novembro de 2013). «Mausoléu Imperial e túmulos de famosos são atração em Petrópolis». G1 Região Serrana. Consultado em 25 de julho de 2019 
  2. a b c Camila Guerra (9 de abril de 2013). «Catedral de São Pedro de Alcântara. Mausoléu Imperial em Petrópolis». Viagens e Andanças. Consultado em 25 de julho de 2019 
  3. a b «Cinco curiosidades sobre a Catedral de Petrópolis». Acontece em Petrópolis. 25 de outubro de 2016. Consultado em 25 de julho de 2019 

Ligações externasEditar