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Max Dessoir

professor académico alemão
Max Dessoir
Nascimento 8 de fevereiro de 1867
Berlim
Morte 19 de julho de 1947 (80 anos)
Königstein im Taunus
Cidadania Alemanha
Alma mater Universidade Humboldt de Berlim, Universidade de Würzburg
Ocupação filósofo, historiador da arte, psicólogo, professor universitário
Empregador Universidade Humboldt de Berlim

Max Dessoir (Berlim, 8 de fevereiro de 1867Königstein im Taunus, 19 de julho de 1947) foi um filósofo, psicólogo e teórico da estética alemão.

Em 1889 doutorou-se em filosofia na Universidade de Berlim, com a tese ''Karl Philipp Moritz als Aesthetiker.[1] Três anos depois, formou-se em medicina em Würzburg. Torou-se professor assistente da Universidade de Berlim em 1897 e professor titular em 1920. No ano de 1906 fundou a Revista de estética e ciência da arte em geral, que editou por muitos anos. Em 1909 organizou e dirigiu a Gesellschaft für Asthetik und Algemeine Kunstwissenschaft (Sociedade de estética e ciência das artes em geral). Com o advento do nazismo em 1933, Dessoir passou a enfrentar dificuldades e frustrações que culminaram com o Ministro da Propaganda, Goebbels, proibindo-o de ensinar, de falar em público e de publicar. Em 1943, Dessoir e sua esposa deixam Berlim, indo para Bad Nauheim.

A posição filosófica de Dessoir é a de um idealista crítico neokantiano, humanizado e enriquecido por grandes e detalhados conhecimentos da psicologia e das artes. Interessou-se pela parapsicologia, tratando-a de modo liberal e sem preconceitos.

Considerando o campo abarcado pela estética, entendido como todo o reino dos objetos, atitudes e categorias estéticas, inclui objetos naturais e também certos aspectos das estruturas intelectuais e sociais. Esse campo não se restringe às artes, mas estas, por seu lado, apesar de limitadas em extensão, seriam as mais ricas em conteúdo e relevância, tendo suas raízes e frutos em diversos aspectos da natureza física, intelectual, social e religiosa do homem. A função suprema e moral da arte seria mostrar que o interno e o externo, o terreno e o divino, em última instância, constituiriam uma só realidade.

Referências